no JN
30 novembro 2006
Abriram hoje,
no JN
Pensar dos leitores
A Trás os Montes e aos Transmontanos tudo
roubam..
Roubam as pessoas a quem oferecem grandes contrapartidas nas cidades... e, enganam-nas
Roubam o azeite , as batatas, as maças, que depois vendem com lucros fabulosos
Roubam o vinho que depois chamam do Porto
Roubam a água para produzir energia para os centros comerciais e para continuar a poluir e ter lucros fabulosos que vão gastar no estrangeiro..e, de férias..
Roubam-nos o ar puro pois, contaminam-no com as suas "porcarias"
Roubam tudo aquilo que os nossos pais conquistaram com tanto esforço e suor...
os hospitais, os correios, a polícia,as várias delegações
Impedem-nos de nascer .... mas, deixam-nos morrer...
e, agora querem roubar a linha que quasi destruiram mas, que nós, e os estrangeiros continuamos a utilizar apesar de sermos
tratados pior que animais...( a ofensa é para o que têm a mania de se considerarem racionais)
e querem-nos obrigar a pagar uma megolamania própria de um rei ou imperador qualquer cuja mulher andava de casaco de peles copm 40ºc e tinha a cabeça dos inimigos no frigorifico ... enquanto o seu povo "morria/vivia" na miséria...
Até quando .. transmontanos.. vamos aguentar isto????
O "nosso" presidente que já tirou o combóio de Mirandela a Bragança já avisou..
" Desenrrasquem-se ... têm os espanhóis aqui ao lado"
Por Trás os Montes e pelo respeito pelos nossos antepassados
(mario carvalho)
recebido por e-mail
29 novembro 2006
A urgência da reorganização territorial
Por mais que nos doa, sabemos que não vai ser possível salvar todas as aldeias, por isso é importante apostar seriamente em revitalizar os núcleos rurais que têm possibilidade de sobreviverem ao despovoamento generalizado. O interior do país necessita de uma terapia forte que passa também pela reorganização das suas comunidades.
28 novembro 2006
Três comentários...
O primeiro, é a constatação da mudança das razões pelas quais as altas individualidades do país visitam a região. Primeiro visitavam-nos para fazer inaugurações ou apresentar programas que, em teoria, serviriam para desenvolver a região, agora vêm visitar os idosos que vêm a tornar-se o grosso da população. Sinais dos tempos.
Segundo: o senhor presidente veio propor o reforço das competências dos autarcas para melhor poderem apoiar a população idosa. Perguntamos se os senhores presidentes de Câmara não estão já suficientemente sensibilizados para o fenómeno, isto é, os cuidados e preocupações com esta faixa etária, não são suficientes quando se promovem mega concentrações e jantares particularmente na véspera de eleições ou se implementam passeios diversos?
Terceiro: o PR veio também visitar os chamados “bons exemplos” dos concelhos mais desertificados do distrito. O nosso – Carrazeda – foi o que mais população perdeu, em termos percentuais, no último Censos e não teve honras de visita do mais alto magistrado da nação. Daqui só poder concluir-se que não haveria “bons exemplos” para mostrar.
Dá Deus água a quem não tem dentes
Requisitaram-se então os préstimos da vidente no activo. Convocados os espíritos, um mais afoito profetizou que a causa do problema estaria no rebentamento de conduta ali para os lados de Parambos. Detectado o problema foi este resolvido confirmando-se a partir daí que a barragem desde logo voltou ao enchimento.
E tudo ficaria na paz dos deuses se não tivessem surgido as interrogações que começam a ser costumeiras mas para as quais se não esperam respostas.
Afinal que quantidade de água assim terá sido perdida! Há quanto tempo a água estaria a ser vertida! Considerando que a água vertida terá sido filtrada e tratada, como foi possível não se reparar no exagero de tanto gasto? Por que preço terá ficado este desastre, sabendo-se ao preço a que nos fica a água tratada, que consumimos? Quem é o responsável pelo que aconteceu? A Câmara Municipal! A Empresa Águas de Carrazeda! Um acoisa já temos como certa. É que com seca ou com chuva, com psicose ou sem psicose “quem se cose” é o tal Zé Povo.
Hélder Carvalho
Um, dois, três, quatro
24 novembro 2006
Douro: Especialista alerta para falta de soluções para deposição de resíduos
Aplausos
Projecto Douro Virtual propõe para já roteiros temáticos com o intuito de impulsionar o turismo na região
Quebrar as fronteiras mentais e conseguir promover o turismo cultural na província espanhola de Zamora e no distrito de Bragança como uma única região ibérica. Eis o grande objectivo do projecto Douro/Duero Virtual, financiado pelo programa de cooperação transfronteiriça Interreg III. Equipas de investigadores dos dois países fizeram um levantamento exaustivo do património arquitectónico e documental dos dois lados da fronteira e reuniram num só portal na Internet www.dourovirtual.com toda essa informação
Ana Fragoso no Público
23 novembro 2006
Presidente no distrito
TV transmontana na net
(...)
A televisão vai ficar sedeada em Mirandela. Luis Costa Ribeiro, jornalista e director do canal, explica a opção pelo facto de uma zona daquela cidade estar servida por uma rede de fibra optica que vai permitir aos habitantes dessa área assistir às emissões pelo televisor lá de casa.
Na RBA
Mentiras piedosas de Novembro iiiii
- Esta, foi-me pedido que não a contasse para ser segredo, pelo que se pede que não façam uso dela.
Relaciona-se com a prenda de Natal que vai ser oferecida ao Nosso Primeiro, pela Associação dos funcionários. Trata-se de um Skate para a prática de desportos radicais. A primeira ideia foi a de lhe oferecer uns óculos de sol bifocais mas desistiram, por se considerar um risco adquiri-los sem consulta oftalmológica do próprio.
- Um grupo de cidadãos envergonhados, mas bem intencionados, decidiu tentar influenciar os promotores deste Blog com o objectivo de os persuadir a retirar, tão breve quanto possível, os resultados embaraçados do último inquérito em que se responde sobre a avaliação do papel da oposição e da gestão actual, no primeiro ano de mandato.
- Ninguém escapa à crise. Por tal facto é já incontrolável a “doença do desespero”. Perante a hecatombe os médicos estão a aconselhar os doentes que vejam telenovelas e joguem no euro milhões.
- Eu nesta também não acredito. Andam a dizer que o Centro Cívico ainda não abriu porque decidiram fazê-lo de novo.
- Esta foi encontrada escrita junto ao urinol público e parece-me um pouco ambígua e diz: - “Só manipulando-a se escapa à banalidade”.
- Para acabar em, beleza informa-se que “a felicidade não é um mito”, alegrem-se.
Hélder Carvalho
22 novembro 2006
Nascimento de bebé no hospital dá queixa
Queijarias artesanais são negócio para espanhóis
Turismo
A Aquapura vai inaugurar o primeiro projecto turístico no Douro, no primeiro trimestre de 2007, um investimento de 21 milhões de euros.
in Jornal de Negocios
21 novembro 2006
Bem dito
Vital Moreira no PÚBLICO
Portugal vale a pena
Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores.
Mas onde outra é líder mundial na produção de feltros para chapéus.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende para mais de meia centena de mercados.
E que tem também outra empresa que concebeu um sistema através do qual você pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamentos nas bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou vários prémios internacionais.
E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, onde se fazem operações que não é possível fazer na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos. Que fez mesmo uma revolução no sistema financeiro e tem as melhores agências bancárias da Europa (três bancos nos cinco primeiros).
Eu conheço um país que está avançadíssimo na investigação da produção de energia através das ondas do mar. E que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os clientes de toda a Europa por via informática.
Eu conheço um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a pequenas e médias empresas.
Eu conheço um país que conta com várias empresas a trabalhar para a NASA ou para outros clientes internacionais com o mesmo grau de exigência. Ou que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas. Ou que vai lançar um medicamento anti epiléptico no mercado mundial. Ou que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça. Ou que produz um vinho que "bateu" em duas provas vários dos melhores vinhos espanhóis.
E que conta já com um núcleo de várias empresas a trabalhar para a Agência Espacial Europeia. Ou que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamentos de cartões pré-pagos para telemóveis.
E que está a construir ou já construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um pouco por todo o mundo.
(...)
artigo de Nicolau Santos, leia o resto aqui
20 novembro 2006
Unidade de Internamento de Murça abre em Dezembro
Em 20 anos o interior fica deserto
Especialistas em desertificação reclamaram este domingo mais verbas nos vários programas nacionais de desenvolvimento para fixar as populações no interior e combater aquele fenómeno, que já afecta um terço do território nacional.
19 novembro 2006
Exposição fotográfica
O COMBOIO – PASSADO, PRESENTE E FUTURO
O Forum Theatrum, em Bragança, já elegeu os três trabalhos vencedores do concurso de fotografia “O Comboio – Passado, Presente e Futuro”.
A iniciativa tem como objectivo assinalar o centenário da Linha do Tua – uma das obras do início do século XX que mais contribuíram para o desenvolvimento da região transmontana –, bem como os 150 anos da existência dos caminhos de ferro portugueses.
A acção contou com 21 inscrições, num total de 167 fotografias. Após a análise de todos os trabalhos, o júri nomeou Alberto de Sousa Aroso (1º), Artur Jorge da Costa Vieira (2º) e Orlando Pontes (3º) como vencedores do concurso. Importa registar que o prémio contempla a atribuição de um montante total de mil euros em material fotográfico, para os três melhores classificados.
Para além da atribuição de prémios às melhores fotografias, foram ainda galardoadas três obras com menções honrosas. Na sequência do concurso estarão expostos, até ao final do mês de Novembro, no piso 2 do Forum Theatrum, todos os trabalhos que participaram na iniciativa.
Este texto foi retirado da Edição de 14-11-2006 do Jornal Entre Vilas (www.entrevilas.com) e foi-nos enviado por mario carvalho.
Poderá encontrá-lo em
http://www.jornalnordeste.com/index.asp?idEdicao=145&id=5536&idSeccao=1323&Action=noticia
ouvir os especialistas
"Uma das maneiras de colocar uma região na moda é justamente comunicá-la. Haverá, seguramente, aspectos únicos que a distinguem de outros lugares e que merecem ser divulgados.
(...)depois é preciso saber se existem infra-estruturas suficientes e de qualidade. Se não existem, é mais difícil cativar pessoas para lá. Uma região que quer estar na moda tem que ter infra-estruturas para receber os turistas, sobretudo os estrangeiros, que são habitualmente muito exigentes. Mesmo o Algarve, que está na moda há muitos anos, continua a trabalhar nesse sentido. "
NO JN
Mentiras Piedosas de Novembro IIII
- O autor deste título recebeu um inesperado apoio e incentivo, depois de alegadamente ter dado a entender que, estava desejoso por finalizar a rubrica. Alguém responsável lhe comunicou que “ pode-se ironizar à vontade sobre o apodrecimento”.
- Um bando de incongruências tem sido visto a nadar na Barragem da Fontelonga. Diz quem sabe que, estas são vistas desde que se procedeu à privatização das águas de Carrazeda. Pelos vistos têm-se multiplicado.
- Entretanto e com a chuva que tem caído constata-se que, estão viçosos os nabais plantados por aí.
- A tradicional campanha dos magustos iniciou-se com a festa da recepção dos professores que teve lugar no dia 8 de Novembro. Está a ser questionada a hipótese de se fazer também um magusto com “bilhós” e “jeropiga” na próxima Reunião de Assembleia, segundo se julga, com o objectivo de tentar trazer á reunião mais membros da assembleia do que os que têm aparecido.
- Como evento político recente, da maior importância na região, regista-se a inauguração pelo Sr. Ministro da Agricultura de uma exposição sobre a Seda, no Arquivo Distrital de Bragança. Este evento teve como objectivo celebrar os 120 anos da criação da Direcção Regional da Agricultura de Trás-os-Montes. Assim registou-se a presença do Sr. Ministro e seu staf; dos Governadores de Vila Real e Bragança e seus stafs; dos Nossos Deputados, Directores Regionais, Presidentes de Câmara, quadros superiores, intermédios e inferiores, Presidentes de Juntas de Freguesias e restante pessoal auxiliar. Estatísticas confirmam nunca se ter visto numa exposição sobre a Seda, um ajuntamento tão grande de Vips.
- A Professora perguntou ao menino Zequinha : - Onde é que fica o Equador? O menino Zequinha respondeu: - È onde está agora o Senhor Presidente. E com esta resposta ficou evidenciada a primeira grande consequência positiva, da ida do Presidente ao Equador.
- Não deixa de se registar contudo o gesto generoso do Nosso Primeiro que, na hora da decisão de se deslocar ao Equador, determinou convidar também o principal credor desta câmara par o acompanhar, a expensas da C.M. Este não tinha saldo no Visa para as despesas complementares, pelo que não pode aceitar o convite.
- Há quem diga que o nosso primeiro, foi só ao Equador comprar ilusões. Mesmo assim, diz-se também, que os nossos vereadores não lhe perdoam que não os tivesse levado também.
Pensar dos leitores
LPN diz que lâmpadas económicas são mais eficientes que barragem do Sabor
15.11.2006 - 00h02 Lusa
O presidente da Liga de Protecção da Natureza (LPN), Eugénio Sequeira, defendeu hoje que o Estado conseguiria mais eficiência energética com menos custos se em vez de construir a barragem do Sabor distribuísse lâmpadas económicas pelos cidadãos.
(…)
De acordo com os ambientalistas, a substituição de três lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas (alto rendimento) em cada lar, junto com outras acções como a instalação de sensores de presença nas empresas ou substituição de motores nas indústrias, consegue mais ganhos energéticos do que a produção de energia prevista na barragem.
Os ambientalistas entendem ainda que "a barragem vai encarecer a energia, porque quem vai pagar os custos da construção e funcionamento serão os consumidores"
no Público
Posted by mjsccarvalho to pensar ansiães at 11/18/2006 06:49:20 PM
18 novembro 2006
O estado da nação
O que motivou, primordialmente, a vitória de Santana no espectro televisivo foi a matriz de que é feito o nosso quotidiano, isto é, a prevalência das emoções mais primárias: a intriga, a maledicência, a novela ligeira, a futilidade que prevalecem sobre a reflexão e os temas concretos que a todos deveriam interessar. Nada me espantará um eventual regresso do “pequeno guerreiro” que numa primeira fase regressará às revistas da especialidade para depois ser protagonista de um enredo cor-de-rosa virtual e, no final, mais uma vez, acordaremos com a triste realidade feita de oportunidades perdidas. E eis um verdadeiro retrato deste país, no final ganhou a novela da TVI.
17 novembro 2006
Recordar é viver
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Presidente da República vem a Bragança
O Chefe de Estado vem ao interior chamar a atenção para a necessidade de promover a coesão nacional alertando para os problemas que persistem no nordeste.
Durante a Campanha eleitoral para as presidenciais Cavaco prometeu que se fosse eleito iria erguer a sua voz contra o esquecimento a que a região tem sido votada. “Não permitirei que nenhum concelho fique esquecido”, disse.
Recordamos que foi precisamente no distrito de Bragança que Cavaco conseguiu a votação mais expressiva do todo o país. Veja aqui os resultados
Bons exemplos
(...)
Esta obra, que orça em cerca de 200 mil euros, contou com o apoio da Câmara Municipal de Vila Flor (CMVF), que doou 30 mil euros, mas não teria sido possível sem a ajuda de diversos paroquianos, em particular de duas antigas professoras, Olímpia Coelho e Isolina Ramos, que legaram 50 mil euros cada uma.
Pensar dos leitores
Eu mjsccarvalho sou a favor de Tras os Montes e dos transmontanos e da preservação das suas riquezas
e uma delas é a LINHA DO TUA
Quanto às grandes barragens sou a favor duma grande na foz do Tejo.
Interesse das grandes barragens no rio douro e afluentes..
Produção de energia electrica
Regulação dos caudais
Diminuição das emissões poluentes
(Quioto)
Quais os benefícios que as grandes barragens do Douro trouxeram para as populações locais?
Combateram ou aumentaram a desertificação?
Quais os benefícios da regulação dos caudais para as populações locais?
Em que percentagem contribuem as populações locais para emissão de co2?
...............
Para que se possam construir e iluminar mais centros comerciais
no Porto e grandes cidades e para que não sejam alagados na altura das cheias e, se possa poluir ainda mais, constroem-se megabarragens que alagam terrenos de alta qualidade afogando vinhas , oliveiras , linhas de caminho de ferro Aguas termais antiquíssimas poluindo com charcos zonas onde ainda se pode respirar o ar puro.
Bem, isto tiram mas o que dão?
Sugiro que se faça um estudo dos benefícios / prejuizos de empreendimentos anteriores..já que experiencia não falta e quem cai à quinta ou sexta já nem burro é..
Recordo-me da construção da ponte da Brunheda... A empresa Soares da Costa trouxe os trabalhadores, os materiais de construção, a cozinha , os cozinheiros, a alimentação , os dormitórios e a unica coisa que deixou na zona foi lixo e "problemas"...
Quantos operários de Carrazeda vão trabalhar, quanto vão ganhar e,por quanto tempo, quais os materiais a adquirir em carrazeda e por quanto e,por quanto tempo ,quantas dormidas, refeições, quanto vai receber Carrazeda e durante quantos anos...quando vão estar prontas todas as infraestruras destruidas e como vao as pessoas ser indemnizadas por esses transtornos...
Onde vão oe expropriados invetir
a esmola que lhes vão dar.. (espero que seja em Carrazeda e não num opel corsa qualquer que espatifem na primeira curva ou na entrada para um T0 nas amoreiras)
Se a Camara já tiver resposta a estas questões e outras já colocadas ,devo felicitá-la pois está a trabalhar como a Edp cujo estudo sócio económico vai ao pormenor de saber quantas pessoas são transportadas na linha do Tua
(mesmo que façam bluff os outros nem se preocuparam em saber onde fica a linha)
Meus amigos ... a História julgará mais uma vez os homens e as suas atitudes Tras os Montes será aquilo que nós quisermos...
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Posted by mjsccarvalho to pensar ansiães at 11/18/2006 06:20:58 PM
16 novembro 2006
Barragens, sim ou não?
Como sempre acontece em empreendimentos do género estão formadas duas barricadas na defesa intransigente dos projectos ou na sua inflexível condenação. Os ambientalistas da Plataforma Sabor Livre, que congrega várias associações de defesa do ambiente, tentam inviabilizar o financiamento comunitário da barragem do Baixo Sabor com base no que consideram «a destruição iminente de património de interesse europeu, incluindo uma área proposta na Rede Natura 2000 e uma Zona de Protecção Especial no âmbito da Directiva Aves». Os autarcas dos municípios ribeirinhos ao rio Sabor são unânimes na avaliação das virtualidades de execução do projecto e recentemente reforçaram a apologia ao encomendar uma sondagem que mostra que 80% da população dos concelhos afectados – Mogadouro, Macedo de Cavaleiros, Alfândega da Fé e Moncorvo – são a favor da sua construção, sendo apenas 6,5% os que se lhe opõem. Do seu lado posicionam-se os eurodeputados portugueses no Parlamento Europeu que pediram ao comissário do Ambiente um parecer favorável (julgo que imprescindível) da Comissão Europeia sobre a construção da obra.
No que respeita à barragem projectada para a Foz do Tua, do lado da contestação, além de alguns ambientalistas ainda não totalmente organizados, surge uma cisão evidente dos autarcas dos concelhos limítrofes – Carrazeda, Alijó, Murça, Vila Flor e Mirandela. O presidente do Município de Murça, João Teixeira e o de Mirandela, José Silvano têm liderado a oposição ao projecto e apontam danos irreparáveis para a região se for erigida a obra: dezenas de hectares de vinhas e olivais serão submersas bem como a linha de caminho-de-ferro do Tua, acresce ao referido a possível destruição ambiental de um dos últimos rios selvagens do mundo. Os benefícios locais putativamente retirados do investimento serão sobretudo turísticos.
Comparativamente, as vantagens da construção de barragens no rio Douro para o país são hoje quase unânimes. Os empreendimentos contribuíram em 40% para a produção nacional de energia hidroeléctrica, tornaram o rio navegável e consequentemente possibilitaram o fluxo turístico, domesticaram a impetuosidade invernosa do rio diminuindo as cheias na Régua e Porto e durante muitos anos possibilitaram a energia mais barata na cidade Invicta. Isto é, somos contribuintes para um bem nacional, que é a energia eléctrica e o turismo, mas o investimento e as mais valias em termos locais foram pouco mais que zero. A electricidade tem o mesmo preço do resto do país com a agravante de possuirmos uma das piores redes de distribuição com cortes constantes. Em termos de projectos turísticos pouco mais se executou que um ou outro cais e assistimos impávidos e serenos à passagem de mais cem mil turistas por ano sem que mais valias fiquem na área geográfica. O Douro continua a ser a região do país com piores índices de desenvolvimento.
Por outro lado, a história demonstra que a EDP sempre explorou o mais que pôde, utilizando a violência do Estado para expropriar de qualquer maneira a preços ridículos e dar pouco em contrapartidas.
Este é parte do meu texto na próxima edição do INFORMATIVO.
Veja aqui outras participações na MEMÓRIA DO PENSAR
Douro precisa de barragens em todos os afluentes
15 novembro 2006
Abandonados
13 novembro 2006
Mentiras Piedosas
- Venho testemunhar uma visão ocorrida no dia 1 de Novembro no cemitério municipal em uso. Com efeito, tal como recentemente certifiquei a aparição de tabuletas em muitas campas, com o dizer “Abandonada”, pude agora constatar o descaminho destas para em seu lugar aparecerem ramos de flores.
-Entretanto e aqui não há milagres, o preço dos enterros “está pela hora da morte”. Não bastava já o aumento de imposto para a compra das tumbas e vem agora a inflação, cair sobe o preço das exéquias e das flores.
Estou como diz o outro (Expresso/ Actual, p. 57 de 14/10/06) “ A morte, não nos fica nada bem. No entanto, há quem morra porque sim e há quem morra porque enfim …”.
Só nos resta a consolação de ver um dia, os que vivem deste expediente, desertarem também para paragens onde ainda haja gente para morrer.
-Quem havia de dizer que a colecção de Agendas Culturais que alguns coleccionaram, é agora de um valor incalculável! Com efeito, atendendo a que deixaram de ser fabricadas, este produto é hoje transaccionado entre os coleccionadores, por valores incalculáveis. O interessante é que os próprios fazedores desta publicação recordam com saudade, épocas em que se esforçavam com denodo a trabalhar para encher as páginas da edição.
- As previsões apontam para que, num futuro próximo, haja mais gente que automóveis em Carrazeda de Ansiães. Por tal facto decidiu-se aumentar os passeios, em detrimento do espaço antes destinado para automóveis.
- Foi encontrada e levada para a urgência, uma estratégia, em estado lastimável de conservação. Ao que parece a dita destinava-se a garantir a subsistência do vereador a tempo inteiro com o pelouro do desporto na nossa C.M. Aguardam-se para breve resultados da sua eventual recuperação. Um dos indicadores pode estar, em verificar-se se, o vereador virá a rescindir o contrato de emprego.
- Ia sendo enterrado vivo um natural quando foi encontrado sentado, muito quieto e acomodado junto à Rua de Lá. O cangalheiro, autor da acção argumentou que, tinha lido algo que dizia: - Se nada nos incomoda, é porque estamos mortos” e terá sido esta a razão porque pensou que entre muitos acomodados, aquele lhe parecia já morto.
- Vão ser comemoradas, com pompa e circunstâncias as “Bodas de Prata” que abençoam o enlace entre a nossa Escola Secundária e o seu Presidente. Daqui seguem os parabéns.
- Afinal não foi possível obterem-se imagens da inauguração das retretes públicas do Parque de Merendas, pelo simples facto da sua inauguração ter sido privada.
--Antes que arrefeçam, vão ser apregoados aos quatro ventos, os prognósticos, gnósticos e diagnosticados para a nossa querida terra até ao ano 2015.
Entre agnósticos e não agnósticos, prógnatos e não prógnatos, afectados e não afetados, abertos e fechados, criativos e broncos, cultos e ignorantes, meditativos e espontâneos, pensadores e obtusos, filósofos e espíritas, foi profetizado o que vai ser apregoado. Admite-se pois que não seja por falta de sentença que se verifique a insolvência.
Hélder Carvalho
NA TERRA DO GRANITO
Talvez o leitor atento e visita assídua deste espaço, que definitivamente já entrou no quotidiano de todos nós, pois no dia em que alguns o não podem visitar, lamentam-se à mesa do Café. È um vício salutar e que faz bem ao nosso ego, é como tomar o Café ou comprar o Jornal, só que aqui é tudo em primeira mão e à borla.
Foi constituída a Liga dos Amigos da Anta, há 24 anos e recentemente, promoveu entre os Fundadores um Encontro – Tertúlia, para analisar, aprofundar e reanimar a actividade da Liga dos Amigos da Anta.
Agora que o calhau, e o Granito estão na moda, vamos dar um pequeno aperitivo das boas intenções daquela Liga. Assim, a “Anta de Zêdes” tão desprezada pelas autoridades municipais, quer pela Junta de Freguesia de Zêdes, como por outros naturais dessa freguesia, com elevadas responsabilidades autárquicas e que por aquele monumento nada fizeram, vamos colocar a “Anta de Zêdes na mapa dos Monumentos Megalíticos”
É nossa intenção trazer a este espaço, depoimentos da EDP, dos Presidentes das Câmaras de Mirandela, Murça, Alijó, Vila Flor e de Carrazeda de Ansiães porque não?
Sobre a intrigante questão da “Barragem do Rio Tua”. A saber: - “Quem boicotou a hipótese de se construírem “Quatro Mini – hídricas sobre o Rio Tua”- neste caso, respeitando a linha férrea do Tua – Mirandela e muitos hectares de vinha, que existem no Vale do Tua. Saíam todos beneficiados, a Empresa EDP e os autarcas acima referidos. Quem tramou esta hipótese?!... Que diligências se fizeram ou omitiram? A quem pedir responsabilidades?!!!!!....
Sabe-se que a solução actualmente em vigor os seja a “Construção de uma Barragem sobre o Tua” – vai acabar com a histórica linha férrea de via única que liga o Tua a Mirandela, com paisagens espectaculares ao gosto dos Turistas, e ainda com milhares de hectares de Vinha que vão ficar submersos. Vantagens?! O dinheiro amigos, não paga nada e os lavradores do concelho de Murça assim o entendem. Vamos saber mais desta história e aguardem as cenas dos próximos capítulos.
LAA
MBP
Reparos e Elogios de São Martinho
Aqui vão os Parabéns para os Serviços Sociais da Câmara Municipal de Carrazeda, pela forma exemplar como organizou o tradicional “Magusto”no dia 11/11/2006. Pelo trabalho desenvolvido, pela variedade de carne confeccionada, tudo regado a preceito com vinho da região e “Quentinhas e boas” as castanhas a saltar da brasa, foram notadas algumas ausências, mas os presentes foram suficientes para fazer a festa.
Aqui segue o Reparo:
Em dia de S. Martinho vai à adega e prova o vinho. Entendeu a Confraria dos Amigos de Coleja, que no Sábado a seguir ao dia de S. Martinho, naquela localidade os lavradores, abriam o pipo e davam a provar o vinho aos convidados e Amigos de Coleja. Foi assim no primeiro ano do evento, testemunhado pela Comunicação Social e pelas Televisões. No ano seguinte ainda houve festa, se bem me lembro já com cisões a nível Organizativo. E houve um ano em que participei com outros amigos na Festa e gostei, aderi de alma e coração. Este ano porque pelo calendário o dia de S. Martinho até foi no Sábado, fiz todas as diligências para ir à festa, mas não houve Festa.
Por favor boa gente de Coleja, unam esforços e vontades e para 2007, organizem-se, ponham de lado as pequenas querelas, e façam justiça ao bom nome da vossa terra hospitaleira no dizer do John Gibbons, nesse excelente retrato da aldeia que tão bem descreve no Livro “Não Criei Musgo”. À comunidade dos pequenos proprietários que em Coleja têm as suas propriedades que visitam com regularidade aos fins de semana, pois exercem a sua profissão na cidade do Porto, o meu apelo para que pelo vosso exemplo, possam em 2007, fazer renascer a tradição. O povão agradece.
Manuel Barreiras Pinto
12 novembro 2006
Relativo ao “Tudo é relativo”
Temos tido sorte com a chegada do Inverno, com temperaturas amenas. Não podemos contudo esquecer o rigor que não tardará e com ele aquele atrofiamento físico e mental que, não mata mas corrói. Havia quem dizia que “por aqui ou se morre de pasmo ou de cirrose”. Pelos vistos parece já não ocorrer morrer-se de fome física, só anímica. Eu acrescento que talvez a morte por cirrose seja para já a única opção individual a aceitar-se como passível. Isto enquanto não for proibido beber.
Com efeito, se a dinâmica do calor do Verão com os seus dias de sol, nos trás alguma luz e optimismo, em contrapartida o Inverno, remete para o atrofiamento e a estagnação. A máquina montada parece que no Inverno se sente mais perfeitamente. O marasmo que transporta parece contribuir, com o frio, para estupidificar, ainda mais lentamente, o correr do tempo. Parece que para se usar a nossa condição de seres pensantes se exige ainda mais esforço e vitalidade. Com nada de válido acontece ao redor, repercute-se com mais nitidez no colectivo, a pobreza e monotonia dos gestos e ideias feitas. Perante a falência pública, cultural e cívica, apenas ficam réstias de sinais de descontentamento que rapidamente se dissolvem na invernia. Valha-nos o futebol e a expectativa, todas as semanas acrescentada, da hipótese da saída do Totoloto.
Congelados pelo frio e rigor dos tempos, percorrer-se-á mais um Inverno como que hipnotizados e cegos pela diminuição da luz.
E assim o povo aceita com mais docilidade a ilusão que lhe é pregada do ideário dominante.
O que prevalece é exactamente a estratégia de organizar ordeiramente o tédio e a futilidade colectivos. Importa perdurar o reinado com a certeza de que entre a gleba sobressaem os que aceitam com naturalidade a imbecilidade.
No meu casulo sinto-me então um privilegiado. Sei do passado e dá-me prazer recordá-lo. Recordar o tempo vivido a crescer observando com curiosidade as coisas simples e singelas da minha terra. Recordar as relações que criei e as experiências que tive. Essa experiência ensinou-me, noutras circunstâncias, a saber tirar partido dos sentido e a valorizar na sua amplitude a audição, a vista, o tacto e o olfacto. Ainda hoje me consigo deixar-me absorver pela contemplação de uma noite estrelada, pela observação do voo de uma ave, pelo cheiro da terra em inicio de trovoada, pelo barulho da chuva nos beirais, pela fragrância das flores do jardim, pelo pôr do sol recortado na montanha. É esta a felicidade que ainda encontro na minha terra. Não é a riqueza nem o reconhecimento que aqui me traz fortuna ou contentamento. Gostaria de partilhar com outros este meu contentamento, esta liberdade e perfeição mas, não sendo possível que exista ao menos para mim.
Pouco ligo por isso ao chamado “ bom tempo”, pois qualquer tempo é bom e agradável, quando se sabe abrir os olhos e a alma.
Tenho para mim contudo que apesar de tudo, ninguém é tão pobre espiritualmente que não possa pelo menos uma vez ao dia, “olhar o céu e ter uma ideia viva e boa, elevada e construtiva”. O passo seguinte será o de saber e gostar de a partilhar com todos.
Hélder Carvalho
11 novembro 2006
Em defesa da variante

Aqui se mostra a degradação de uma obra que nasceu "torta e tarda em endireitar-se". Tanto dinheiro desbaratado e tão necessário ao nosso desenvolvimento colectivo.
Acidentes IP4
As conclusões são de um estudo do comandante da PSP de Bragança, Amândio Correia, que revela ainda que a maioria das vítimas tinha entre os 18 e os 34 anos e que a maior parte dos 859 acidentes registados naqueles sete anos se deu com bom tempo.
No Marão ONLINE
80% DA POPULAÇÃO É A FAVOR
Segundo uma sondagem realizada pela empresa do ramo “Eurosondagem”, muito conhecida pelas sondagens que costuma fazer nos períodos pré-eleitorais, 80% da população dos concelhos afectados pela Barragem do Baixo Sabor – Mogadouro, Macedo de Cavaleiros, Alfândega da Fé e Moncorvo - são a favor da sua construção, sendo apenas 6,5% os que se lhe opõem. Foram efectuadas 680 tentativas de entrevista, mas 169 recusaram qualquer resposta, pelo que foram validadas apenas 511.
A nível nacional os cidadãos a favor da Barragem representam 55,2%, enquanto que os opositores atingem a cifra de 11,8%. Esta sondagem foi realizada de 30 de Outubro a 1 de Novembro, por telefone, tendo sido abordadas 1258 pessoas que tinham telefone fixo em casa. Destas 1258, houve 248 que não quiseram responder, pelo que foram aproveitadas apenas 1010 entrevistas.
Na VOZ DO NORDESTE
08 novembro 2006
DECLARAÇÃO DE AMOR À MINISTRA DA EDUCAÇÃO
Estou apaixonado pelo primeiro-ministro
Por todos os primeiros-ministros
E pelos segundos
E pelos terceiros
(...) quero vê-lo(s) num filme porno.
A. Pedro Ribeiro, in Manifestos do Partido Surrealista Situacionista Libertário
Afinal, o José não é o único. O A. Pedro Ribeiro também morre de amores pelo nosso primeiro, e pela nossa ministra. Como é mais puritano,
José não gostaria de os ver num filme hardcore, 1º escalão, a fazerem amor com o défice, nem como Otelo, aos tempos em que nos fora cavaleiro tauromáquico lhes projectando (a baba, a raiva, o ranho) ao Campo Pequeno. Não,
José apenas os quer na RTP Memória, ao filme em que se pensam cowboys, a preto e branco, num duelo ao amanhecer. E sob a capa de não haver mais cêntimos, José pensa que o primeiro, o segundo, mesmo os terceiros são os bons que vão promover o mérito, quando, afinal, promoverão mas toda a gerontocracia de macacos velhos, por cinzentos. E entre estes, só os piores: amigos do sistema, que ocuparam cargos de gestão - mesmo sem haverem dado aulas, e haverá sempre alguns numa Escola perto de Si -, que ocuparão claramente os lugares de supervisão, não fossem eles Super-Homens, de tanto sonharem com a (sua, não esta) reforma. Até porque são os únicos que faltando, numa turma que às vezes vão tendo,
os outros funcionários lhes não marcam falta! E este passa a ser um critério de relevar a sua omnipresença - justamente diferenciador dos Deuses e dos simples mortais.
Estava a ler um notável poema de Fernando de Castro Branco, nessa parte em que tocava Lorca, intitulado "Na morte de José Augusto Seabra",
Como habitualmente, talvez não chegues
às cinco em ponto da tarde, que o teu relógio
é o rasto do sol, o outono das sombras.
Mas nós, os teus alunos, esperar-te-emos algum tempo,
escondidos nesta paisagem sem Natal, lá fora.
Sabemos que não vais faltar.
e pensava eu como fosse vivo e no Ensino Básico ou Secundário, José Augusto Seabra, anti_
normativo e convencional... Jamais faria parte dos futuros professores titulares. Se a reforma é em nome do Cêntimo, substituindo um passado pardo, em que quase todos os professores eram iguais, com classificação Suficiente por um futuro em que só dos pardos rezará a história
o José não vê que a Escola pública será cada vez mais lugar de marginalização (só lá ficarão professores, digo: funcionários públicos que piquem o ponto: 8 horas, não é?, sem condições de prepararem aulas e alunos que não queiram prosseguir estudos). Que
quem quiser ensino de qualidade que o pague!, num Colégio privado, (à imagem de 99% dos deputados e 100% dos ministros), que é onde têm os filhos. Sem saber nem sonhar que a conta do Guarda-Roupa (banal, neste Carnaval...) lhe virá em breve, olhando a máscara de Zorro, ao feminino... Ah, diz o José, como eu morro de amores pela linda capa da Ministra da Educação!
vitorino almeida ventura
Maus-tratos a idosos preocupam
Eurodeputados pedem barragem no Baixo Sabor
06 novembro 2006
Mentiras Piedosas de Novembro III
Sabe-se que estão a ser envidados todos os esforços para se garantir rapidamente a execução da A25 que vem de Alijó e passa por aqui. O objectivo mais premente é o de facilitar o acesso mais rápido e cómodo à Escola da Professora de Português, para que esta não falte tanto.
- A próxima publicação contratualizada pela nossa C.M. vai ser, a da monografia da monografia de Carrazeda de Ansiães a sair brevemente. Nela constará o estudo e descrição da raiz, das peripécias por que passou ao longo dos tempos a sua feitura, da sua gestação e nascimento retardado. Acredita-se que tal publicação criará tanta ou mais curiosidade quanto a que lhe dá origem.
- Recomendações de adjectivos para quando em dias de insónia, decidir “ pensar Ansiães”:
- Abstinência; indigência; opulência; abstinência; indulgência; eloquência; excrescência; insolvência; pertinência; sobrevivência; carência; ausência….
- Os novos fatos de treino da Junta de Freguesia de Carrazeda de Ansiães vão ser concebidos na Linha de design e estilo “Floribela”.
- Vão ser propostos mais dois cursos de formação profissional que se espera tenham muitas inscrições atendendo á pertinência dos seus objectivos. Trata-se de um curso de “ Organizadores de Tédio”e outro de “ Vendedores de Ilusões”.
- Depois da última indigestão a Comissão de gestão do Lar de Terceira Idade tem dúvidas se deve contratar mais uma cozinheira, se optar antes, por agenciar um animador habilitado.
- Está prestes a ser concluído o inventário dos burros do concelho. Deste modo se ficará a saber brevemente se esta espécie ainda abunda entre nós. Recorda-se que existem fortes incentivos, que têm sido aplicados, para a preservação da casta. Há quem admire sobremaneira o ar de imbecil e a docilidade destes animais.
- Com o rigor do Inverno desaparecem por uns tempos as incomodas “Moscas Varejeiras”. Como sabemos a proliferação de Varejeiras está na razão directa da “Caca” que se faz por esse concelho fora. Daqui se pode concluir que o rigor do Inverno é imprescindível para um determinado sossego temporário.
-Quem não é para comer, não é para trabalhar”. Partindo deste ditado popular foi decidido distribuir-se remédios para se ganhar apetite junto da população desempregada ou abstinente de trabalho.
Hélder Carvalho
A culpa volta a ser da cabra
Perante o que constou nas notícias, o sucedido era mais ou menos previsível atendendo a que terá havido várias queixas do indivíduo criminoso, a denunciar junto das autoridades, o seu estado alucinado e provocador.
A pergunta que me faço é a de saber se as autoridades terão sido suficientemente diligentes, na parte que lhes tocava, na resolução deste problema?! Assim e perante o rigor punitivo com que temos sido tratados pela nossa GNR pergunto-me se estes casos ou semelhantes, terão idêntico tratamento de rigor e punição! Evidentemente que todos sabemos até que ponto é difícil proceder à resolução de casos destes. Contudo para quem demonstra tanta exigência e competência em actos puníveis mas de menor importância ou consequência, parece-me correcto exigir então em circunstâncias como a que vinha ocorrendo em Codeçais ou noutras paragens com casos similares, uma postura com resultados positivos. E deste modo se ganharia a confiança e consideração de todos, pelo trabalho que cumpre à nossa GNR.
Será ainda pertinente questionar-se o trabalho de reintegração a que os nossos presos são submetidos, nos serviços prisionais. A julgar pela confissão que terá feito o assassino de Codeçais, este terá morto para voltar para a prisão. A ser verdade o que foi dito não é preciso acrescentar mais nada para se entender a pedagogia de reintegração que é seguida.
Em conclusão direi que num país mais civilizado estes acontecimentos não teriam passado sem que se procedesse a um inquérito cujas conclusões a todos esclareciam
Hélder Carvalho
03 novembro 2006
Barragem no Tua
No JN
O suspeito da autoria de um duplo homicídio que anteontem à noite aconteceu em Codeçais, Carrazeda de Ansiães, terá dito no primeiro interrogatório judicial que matou por desejo de regressar à cadeia. O Indivíduo com 47 anos, já cumpriu 19 anos de prisão, condenado primeiro por homicídio, depois por agressão a um guarda prisional e mais tarde por tentativa de homicídio.
Ontem recolheu novamente à cadeia em prisão preventiva enquanto aguarda o julgamento pelo duplo homicídio de dois septuagenários que estavam tranquilamente a ver a telenovela na associação de Codeçais, quando o suposto agressor os abordou e os agrediu com um punhal, aplicando-lhes golpes fatais.
Na aldeia a população vivia debaixo de ameaças constantes, o próprio suspeito dizia que tinha uma lista de pessoas que havia de matar. Há poucos dias tinha agredido o tesoureiro da junta."
Escrito por Brigantia
Sexta, 03 Novembro 2006








