Era uma vez um rapazinho que tinha um temperamento muito explosivo.
Um dia, o pai deu-lhe um saco cheio de pregos e uma tábua de madeira.
Disse-lhe que martelasse um prego na tábua cada vez que perdesse a paciência com alguém.
No primeiro dia o rapaz pregou 37 pregos na tábua. Já nos dias seguintes, enquanto ia aprendendo a controlar a ira, o número de pregos martelados por dia foram diminuindo gradualmente.
Finalmente chegou o dia em que não perdeu a paciência uma vez que fosse.
Falou com o pai sobre seu sucesso e sobre como se sentia melhor por não explodir com os outros.
O pai sugeriu-lhe que retirasse todos os pregos da tábua e que lha trouxesse.
O rapaz trouxe então a tábua, já sem os pregos, e entregou-a ao pai. Este disse-lhe:
- Estás de parabéns, filho! Mas repara nos buracos que os pregos deixaram na tábua. Nunca mais ela será como antes. Quando falas com raiva, as tuas palavras deixam marcas como essas. Uma agressão verbal é tão violenta como uma agressão física.
(recebido por email)
30 março 2010
Pensar dos leitores: privatizar
Viva Mesquita,
A publicação despertou a minha curiosidade e resolvi pesquisar sobre o assunto, espero que contribua de alguma forma para o teu blog.
Existe evidência empírica de que durante o período 1990-1996, num conjunto de 85 empresas de 13 países em vias de desenvolvimento (nesta amostra, Portugal está incluído) e 15 países industrializados, a completa ou parcial privatização implica aumentos de rentabilidade, de vendas, de eficiência operacional e de pagamento de dividendos. Também implica a diminuição dos níveis de dívida das empresas. Também é interessante referir que os níveis de investimento durante este período diminuíram assim como o emprego, no entanto, segundo os autores estes dois últimos resultados não são estatisticamente significativos.
A publicação está em: http://faculty-staff.ou.edu/M/William.L.Megginson-1/prv90pap.pdf
Em relação à opção do governo em proceder às privatizações, a meu ver já se tornaram imprescindíveis para o cumprimento do PEC apesar do timing da oferta pública não seja dos melhores. Porém, é um erro colocar tudo no mesmo saco (CTT, REN, TAP, EDP, GALP,...). São empresas diferentes que devem ser analisadas segundo várias ópticas tais como concorrência, existência de monopólios naturais, regulação no sector, valorização dos mercados e rentabilidade da própria empresa - pois ninguém está disposto a investir numa empresa que acumula perdas ano após ano. Por isto, creio ser muito mais exequível e do interesse nacional uma privatização da GALP do que dos CTT. A ideia é a seguinte, o que Estado perde através dos dividendos da empresa tem que ser compensado por um acréscimo no IRC, entre outras variáveis.
Em relação ao impacto que isto tem no Interior, é um facto que não combate a desertificação mas isso não pode ser impeditivo de aumentos de eficiência na economia portuguesa como um todo. Mas para isso existe o Estado, tem de ser chamado a desempenhar esse papel de diminuição das desigualdades regionais através de investimento público pelo menos numa fase inicial para que possa estimular posteriormente o sector privado. Governo após governo, seja de esquerda ou de direita, todos têm estado empenhados em adiar esse compromisso.
Abraço,
David
A publicação despertou a minha curiosidade e resolvi pesquisar sobre o assunto, espero que contribua de alguma forma para o teu blog.
Existe evidência empírica de que durante o período 1990-1996, num conjunto de 85 empresas de 13 países em vias de desenvolvimento (nesta amostra, Portugal está incluído) e 15 países industrializados, a completa ou parcial privatização implica aumentos de rentabilidade, de vendas, de eficiência operacional e de pagamento de dividendos. Também implica a diminuição dos níveis de dívida das empresas. Também é interessante referir que os níveis de investimento durante este período diminuíram assim como o emprego, no entanto, segundo os autores estes dois últimos resultados não são estatisticamente significativos.
A publicação está em: http://faculty-staff.ou.edu/M/William.L.Megginson-1/prv90pap.pdf
Em relação à opção do governo em proceder às privatizações, a meu ver já se tornaram imprescindíveis para o cumprimento do PEC apesar do timing da oferta pública não seja dos melhores. Porém, é um erro colocar tudo no mesmo saco (CTT, REN, TAP, EDP, GALP,...). São empresas diferentes que devem ser analisadas segundo várias ópticas tais como concorrência, existência de monopólios naturais, regulação no sector, valorização dos mercados e rentabilidade da própria empresa - pois ninguém está disposto a investir numa empresa que acumula perdas ano após ano. Por isto, creio ser muito mais exequível e do interesse nacional uma privatização da GALP do que dos CTT. A ideia é a seguinte, o que Estado perde através dos dividendos da empresa tem que ser compensado por um acréscimo no IRC, entre outras variáveis.
Em relação ao impacto que isto tem no Interior, é um facto que não combate a desertificação mas isso não pode ser impeditivo de aumentos de eficiência na economia portuguesa como um todo. Mas para isso existe o Estado, tem de ser chamado a desempenhar esse papel de diminuição das desigualdades regionais através de investimento público pelo menos numa fase inicial para que possa estimular posteriormente o sector privado. Governo após governo, seja de esquerda ou de direita, todos têm estado empenhados em adiar esse compromisso.
Abraço,
David
29 março 2010
A certeza da construção do IC5 voltou
Segundo o acórdão divulgado sexta-feira, o consórcio liderado pela Mota-Engil reduziu o valor a pagar pela Estradas de Portugal (EP) na concessão rodoviária Douro Interior, voltando ao montante inicialmente proposto, de 696 milhões de euros, em vez dos mais de 750 milhões previstos anteriormente. Recorrendo à subtracção são menos 54 milhões de euros que os contribuintes portugueses vão pagar. Esta trapalhada que assustou até os mais optimistas mostra como se desbarata o dinheiro público em Portugal, nesta como noutras concessões habituámo-nos à ditadura das concessionárias e às derrapagens escandalosas. Espera-se que nada mais assombre a construção do nosso IC5. Venha a "estrada da justiça" e depois vamos ver quem toca guitarra...
Ipsis verbis - IP2 e IC5
“O distrito de Bragança precisa como do pão para a boca da conclusão destas estradas. E foi penoso ver como se atrasaram, como os sucessivos Governos foram displicentes ou ignoraram a necessidade dos nordestinos terem estas estradas. Por isso vejo com muito contentamento que o último obstáculo a que tudo corra bem tenha sido removido”, Mota Andrade, deputado do PS pelo círculo eleitoral de Bragança.
Ipsis verbis - Norte ou Trás-os-Montes?
“O que nós queremos aqui hoje é perceber se haverá ou não condições para reunir uma comissão, que seja capaz de contactar os presidentes de Câmara e a massa critica, e perguntar se esta gente ainda está arreigada com a sua génese ou se já é a favor de uma Região Norte” José Silvano, Presidente da Câmara de Mirandela
Outra das preocupações dos jovens da Escola de Carrazeda é a violência entre namorados. "Ela existe", diz uma das alunas, "e fomos alertados para tal com um exemplo que se passou frente à nossa escola. Uma das nossas colegas foi barbaramente agredida pelo namorado (não aluno) e arrastada pelos cabelos cerca de duzentos metros. Mas o que mais nos revoltou foi no dia seguinte ela ter declarado ao Conselho Executivo que nada se passou". Aliás, o DN sabe que alertada a mãe da rapariga para as agressões, esta respondeu, simplesmente, "se as levou é porque as mereceu". É isto que queremos combater, diz Mariana, 20 anos. "Vamos mudar as mentalidades."Do DN
Alunos combatem alcoolismo
Estudantes de Carrazeda de Ansiães criaram uma mini-empresa para alertar para o problema do alcoolismo.Inseridos num concelho em que 70% dos seus sete mil habitantes têm problemas de alcoolismo, muitos dos cerca de 700 alunos do agrupamento de escolas de Carrazeda de Ansiães já têm hábitos exagerados de consumo de vinho.
No DN aqui
Passos Coelho bate Rangel no distrito de Bragança
Pedro Passos Coelho venceu em todas as Concelhias do distrito de Bragança, à excepção de Alfândega da Fé, Freixo de Espada à Cinta e Mirandela.
A vitória mais folgada do novo líder do PSD teve lugar em Mogadouro, por uma diferença de 133 votos, ao passo que Mirandela deu a maior margem a Paulo Rangel, à razão 146 votos.
Ao todo, Paulo Rangel mereceu a confiança de 613 militantes, um número muito abaixo dos 892 obtidos pelo recém-eleito presidente do PSD. Daqui
A leitura dos resultados, contudo, não se esgota nos números, pois há vencidos nas eleições para a Comissão Política Distrital que na noite de sexta-feira passaram a vencedores. Recorda-se que José Silvano recém-eleito líder da distrital perdeu e Telmo Moreno é o grande vencedor pelo apoio a Passos Coelho, ele que perdeu a distrital para Silvano.
A vitória mais folgada do novo líder do PSD teve lugar em Mogadouro, por uma diferença de 133 votos, ao passo que Mirandela deu a maior margem a Paulo Rangel, à razão 146 votos.
Ao todo, Paulo Rangel mereceu a confiança de 613 militantes, um número muito abaixo dos 892 obtidos pelo recém-eleito presidente do PSD. Daqui
A leitura dos resultados, contudo, não se esgota nos números, pois há vencidos nas eleições para a Comissão Política Distrital que na noite de sexta-feira passaram a vencedores. Recorda-se que José Silvano recém-eleito líder da distrital perdeu e Telmo Moreno é o grande vencedor pelo apoio a Passos Coelho, ele que perdeu a distrital para Silvano.
28 março 2010
27 março 2010
COM A VERDADE ME ENGANAS,SIM.SIM...
Água que move Moinhos
Foi há dois ou três anos. O tempo passa depressa. Havia um autarca que na sua freguesia achou por bem, divulgar o que de melhor havia na terra. Moinhos e um Monumento Megalítico, muito bem conservado, uma “Anta”. Na freguesia um habitante fez o trabalho de casa, levando grão de cereal, que seria transformado em farinha, graças à força da água que movia as pedras do moinho. E, a população gostou e até festejou o evento, “oferecendo aos visitantes uma prova do folar e pão caseiro” a ideia foi excelente e serviu de trampolim para voos mais altos para o nosso autarca. Hoje na mó de cima, os moinhos deixaram de trabalhar, a tradição já não é o que era e até a prova do folar, é agora pretexto para a I Mostra de folar de Carrazeda e outras cousas.
A história tem destas coisas, A propósito fui à Piscina de Vila Flor e verifiquei que as condições são óptimas para a “natação” para a aprendizagem e hidroginástica, nem por isso, mas estão ao serviço do publico dos utentes, residam ou não no concelho a título gratuito, é de louvar, estão as Piscinas ao serviço de quem as procura. Ah, na minha e na nossa terra, o que se passa?! Será que o Presidente quer que a malta acredite na história dos buracos e na generosidade e responsabilidade do construtor? Bons exemplos não faltam, vejam por favor, o Centro Cívico e o Museu de Vilarinho da Castanheira. Mas há mais, e para a próxima vamos directos ao assunto, como dizia a minha comadre:- Agora que já andam a lavar os “muros do cemitério” agora vai ser alargado?!!!. Vai?!! E há verba? E vontade?! E a oposição que teima em navegar em águas mortas.
Foi há dois ou três anos. O tempo passa depressa. Havia um autarca que na sua freguesia achou por bem, divulgar o que de melhor havia na terra. Moinhos e um Monumento Megalítico, muito bem conservado, uma “Anta”. Na freguesia um habitante fez o trabalho de casa, levando grão de cereal, que seria transformado em farinha, graças à força da água que movia as pedras do moinho. E, a população gostou e até festejou o evento, “oferecendo aos visitantes uma prova do folar e pão caseiro” a ideia foi excelente e serviu de trampolim para voos mais altos para o nosso autarca. Hoje na mó de cima, os moinhos deixaram de trabalhar, a tradição já não é o que era e até a prova do folar, é agora pretexto para a I Mostra de folar de Carrazeda e outras cousas.
A história tem destas coisas, A propósito fui à Piscina de Vila Flor e verifiquei que as condições são óptimas para a “natação” para a aprendizagem e hidroginástica, nem por isso, mas estão ao serviço do publico dos utentes, residam ou não no concelho a título gratuito, é de louvar, estão as Piscinas ao serviço de quem as procura. Ah, na minha e na nossa terra, o que se passa?! Será que o Presidente quer que a malta acredite na história dos buracos e na generosidade e responsabilidade do construtor? Bons exemplos não faltam, vejam por favor, o Centro Cívico e o Museu de Vilarinho da Castanheira. Mas há mais, e para a próxima vamos directos ao assunto, como dizia a minha comadre:- Agora que já andam a lavar os “muros do cemitério” agora vai ser alargado?!!!. Vai?!! E há verba? E vontade?! E a oposição que teima em navegar em águas mortas.


A Tragicomédia e má vizinhança....
Foi na aldeia de Pombal de Ansiães – não podia ser noutra- do concelho de Carrazeda de Ansiães que se comemorou dignamente o Dia Mundial do Teatro. Dia bonito com Sol que muitos agricultores aproveitaram para deitar o herbicida, pois o tempo não tem permitido fazer tal trabalho e para chuva, já chegava. Mas o simpático São Pedro é que sabe. Em Pombal houve sessão de teatro para os mais jovens e à noite a peça “A Rainha louca, o riso e a morte”
Porque de comédia se trata, não vou deixar passar a oportunidade de levar ao conhecimento dos leitores o seguinte:
Trágico, cómico, louco, mordaz e com intuitos assassinos, assim se pode denominar a peça diabólica e maquiavélica, que o blogue “pensar- Carrazeda” editou. Exerço o meu direito à indignação e penso que só num acto louco, tentando provocar o riso e a chacota -de quem vê e lê a peça – que podia levar à morte. Como na peça acima referida. Fraca gente que edita o que lhe dão e no caso concreto. Alguém de bom senso acredita que os visados, tivessem a coragem de fazer uma lixeira com aquele tipo de resíduos?!! A formação de todos os elementos que fizeram parte das listas, sabem “Reciclar” conhecem os “Ecopontos” e separam o papel, o plástico e o vidro.
No mínimo fico a aguardar que o responsável pelo Blogue, tenha a coragem de admitir que foi uma ideia infeliz e porque “Quem tem telhados de vidro, não deve atirar pedradas”
26 março 2010
25 março 2010
Limpar Portugal_escuteiros
Espreitadela
Já falei aqui dos vinhos Grambeira, dos irmãos Meireles (Afonso, Frederico e Manuel), da Beira Grande, Carrazeda de Ansiães, este ano arranjei tempo e fui ao almoço de lançamento do «Grambeira branco 2009», num restaurante em Matosinhos.
Éramos a contar pelos dedos das duas mãos e fui surpreendido pelo bom serviço (qualidade preço), pelo grupo de amigos e pelo excelente «ouro branco» engarrafado. O contra rótulo informa-nos que este vinho de qualidade superior é obtido com as castas brancas de «Códega do Larinto», «Rabigato» e «Viosinho» e de cepas de solo arenoso. Aconselha o seu consumo com a garrafa a uma temperatura entre os 11 e os 12ºC, podendo ser consumido como aperitivo, pratos de peixe e marisco. Este vinho, em concursos de prova cega, obtém, geralmente, a medalha d’ouro ou de prata, perante poderosas marcas concorrentes.
Daqui
Éramos a contar pelos dedos das duas mãos e fui surpreendido pelo bom serviço (qualidade preço), pelo grupo de amigos e pelo excelente «ouro branco» engarrafado. O contra rótulo informa-nos que este vinho de qualidade superior é obtido com as castas brancas de «Códega do Larinto», «Rabigato» e «Viosinho» e de cepas de solo arenoso. Aconselha o seu consumo com a garrafa a uma temperatura entre os 11 e os 12ºC, podendo ser consumido como aperitivo, pratos de peixe e marisco. Este vinho, em concursos de prova cega, obtém, geralmente, a medalha d’ouro ou de prata, perante poderosas marcas concorrentes.
Daqui
24 março 2010
Intolerável
O país não tem condições para construir já o IP2 e o IC5. Uma convicção manifestada por Paulo Rangel, um dos três candidatos à liderança nacional do PSD, que passou pelo distrito de Bragança...
Estas declarações proferidas por um dos candidatos à liderança dos social-democratas são no no mínimo "intoleráveis" por todas as razões. Não se viram reacções das chamadas "forças vivas" do distrito, para além dos senhores deputados do distrito.
Concretamente, o IC5 é uma obra essencial para Carrazeda e dela depende muito do nosso futuro. Este reconhecimento é feito pela sua defesa intransigente e pela tomada de medidas para rentabilizar as suas vantagens. Nada disto tem sido feito...
Estas declarações proferidas por um dos candidatos à liderança dos social-democratas são no no mínimo "intoleráveis" por todas as razões. Não se viram reacções das chamadas "forças vivas" do distrito, para além dos senhores deputados do distrito.
Concretamente, o IC5 é uma obra essencial para Carrazeda e dela depende muito do nosso futuro. Este reconhecimento é feito pela sua defesa intransigente e pela tomada de medidas para rentabilizar as suas vantagens. Nada disto tem sido feito...
Escuteiros de Carrazeda - Limpar Portugal
Divulgação - mostra do folar (Carrazeda de Ansiães)
"A URBEANSIÃES – Associação para a Promoção e Acompanhamento do Urbanismo Comercial em Carrazeda de Ansiães, tem vindo a desenvolver projectos que contemplam sobretudo, acções promocionais de dinamização e de divulgação deste centro urbano, tornando o comércio tradicional local mais competitivo, atractivo e dinâmico de forma a aumentar o número de visitantes e potenciar clientes e consequentemente o consumo.Neste sentido a Urbeansiães, vai promover a 1ªMostra do Folar e dos Produtos da Terra, nos próximos dias 30 e 31 de Março, sendo o Folar o produto de eleição, não descurando outros produtos (Pão, doçaria regional, vinho, frutos secos, azeite e enchidos).
Pretende-se assim, promover e divulgar os produtos endógenos de elevada qualidade, potenciando o desenvolvimento da economia local."
23 março 2010
Que se passa com as piscinas municipais?
Iniciada a Primavera, as piscinas municipais cobertas e aquecidas de Carrazeda de Ansiães não reabriram depois das ditas deficiências técnicas verificadas aquando da sua putativa abertura para esta temporada.Parece ter sido accionada a garantia para colmatar as ditas deficiências, entre as quais a perda de água, mas até agora nada, nem sequer uma explicação pública.
Em outras situações de encerramento apareceram campanhas de pressão para a sua rápida abertura. Quiçá o hábito das portas fechadas tenha amainado os protestos. Ou não!?
21 março 2010
Privatizar agrava o despovoamento do interior
Manuel Alegre na sua deslocação a Bragança para jantar com apoiantes pôs o dedo na ferida e amplificou uma das poucas razões essenciais que deveria unir todos os homens do interior. Por outro lado, temo que estas jornadas de pré-campanha eleitoral para as presidenciais e toda a carga de preconceito que transportam nos desviem o essencial. Para prevenir qualquer mal-entendido, direi, não sou apoiante de Manuel Alegre nem quiçá seu putativo votante, porém o que afirmou é merecedor de todo o meu acordo. Refere o candidato presidencial que a privatização de serviços públicos, «ainda por cima rentáveis», não tem como objectivo «uma melhoria da sua gestão e uma resposta ao interesse público, mas apenas querer obter rapidamente uma receita extraordinária». Alegre acrescentou com toda a razão que "a economia pública é um dos últimos obstáculos contra a desertificação"
Trocando por miúdos e para todos aqueles mais distraídos ou com problemas de memória, recordo que após as primeiras passagens das tranches de acções da EDP do domínio público para o privado significou o encerramento em todos os concelhos de interior do país das delegações e postos da eléctrica nacional, o que implicou o encerramento e a deslocalização de muitos postos de trabalho. O mesmo aconteceu com a banca, os seguros, os telefones e muitos outros serviços públicos alienados à iniciativa privada. O mesmo sucederá com a anunciada privatização, entre outras dos CTT e a entrega definitiva ao sector privado da REN e da GALP.
Encerrar serviços públicos tem repercussões graves que são visíveis particularmente no interior, pois a lei da oferta e da procura não prevê a continuação do funcionamento de serviços que servem as populações e que deveriam constituir uma exigência do Estado e merecer a solidariedade de todos os contribuintes.
Como refere Adriano Moreira a interioridade não pressupõe a desistência com risco da própria integridade nacional.
Trocando por miúdos e para todos aqueles mais distraídos ou com problemas de memória, recordo que após as primeiras passagens das tranches de acções da EDP do domínio público para o privado significou o encerramento em todos os concelhos de interior do país das delegações e postos da eléctrica nacional, o que implicou o encerramento e a deslocalização de muitos postos de trabalho. O mesmo aconteceu com a banca, os seguros, os telefones e muitos outros serviços públicos alienados à iniciativa privada. O mesmo sucederá com a anunciada privatização, entre outras dos CTT e a entrega definitiva ao sector privado da REN e da GALP.
Encerrar serviços públicos tem repercussões graves que são visíveis particularmente no interior, pois a lei da oferta e da procura não prevê a continuação do funcionamento de serviços que servem as populações e que deveriam constituir uma exigência do Estado e merecer a solidariedade de todos os contribuintes.
Como refere Adriano Moreira a interioridade não pressupõe a desistência com risco da própria integridade nacional.
No dia Mundial da poesia
(...)
anda no ar um perfumado cheiro
a terra revolvida;
o vento emudeceu;
o sol desceu;
a primavera vai chegar, florida.
Miguel Torga
anda no ar um perfumado cheiro
a terra revolvida;
o vento emudeceu;
o sol desceu;
a primavera vai chegar, florida.
Miguel Torga
17 março 2010
Pensar dos leitores
A paisagem do Vale do Douro, salvo melhor opinião, é uma das mais belas paisagens naturais que há em Portugal. Para mim, é mesmo a mais bela de todas elas. E disso, não tenho dúvidas.
Neste belíssimo quadro pictórico há uma enormíssima simbiose e osmose cuja singularidade é emergente da Mãe-natureza. Além disso, há também uma intervenção bastante aceitável do Homem que a vai modelando com o seu suor e lágrimas. É, talvez por isso que, dessa convergência de formas e valores emana um casamento artístico quase perfeito -- se é que a perfeição, algum dia existiu e/ou existirá --, em termos de paisagem natural.
É desta simbiose que o ilustríssimo escritor transmontano, Miguel Torga, nos faz referência em quase todo o enfoque educativo da sua Obra. Além disso, é de salientar também, o inconfundível contributo que a ilustre artista, Graça Morais, nos retribui com alguns quadros pictóricos deste espaço georeferencial, bem como os seus socalcos donde brota o inconfundível nectar do Deus Baco, dizendo que eles lhe parecem ser os degraus que nos dão, ou melhor, darão acesso ao Paraíso.
É por tudo isto (e não só!) que o Vale do Douro merece o nosso apoio e o nosso voto para ser eleita como a melhor das sete maravilhas naturais que há neste jardim à beira-mar plantado.
Cumprimentos,
LVS
Neste belíssimo quadro pictórico há uma enormíssima simbiose e osmose cuja singularidade é emergente da Mãe-natureza. Além disso, há também uma intervenção bastante aceitável do Homem que a vai modelando com o seu suor e lágrimas. É, talvez por isso que, dessa convergência de formas e valores emana um casamento artístico quase perfeito -- se é que a perfeição, algum dia existiu e/ou existirá --, em termos de paisagem natural.
É desta simbiose que o ilustríssimo escritor transmontano, Miguel Torga, nos faz referência em quase todo o enfoque educativo da sua Obra. Além disso, é de salientar também, o inconfundível contributo que a ilustre artista, Graça Morais, nos retribui com alguns quadros pictóricos deste espaço georeferencial, bem como os seus socalcos donde brota o inconfundível nectar do Deus Baco, dizendo que eles lhe parecem ser os degraus que nos dão, ou melhor, darão acesso ao Paraíso.
É por tudo isto (e não só!) que o Vale do Douro merece o nosso apoio e o nosso voto para ser eleita como a melhor das sete maravilhas naturais que há neste jardim à beira-mar plantado.
Cumprimentos,
LVS
14 março 2010
13 março 2010
Campeões
A equipa sénior de futsal do F.C.C.A venceu esta sexta o F.C.Mirandela por 5 bolas a 4, no jogo a contar para 16ª jornada sagrando-se CAMPEÃO a duas jornadas do final do campeonato.
O F.C.C.A necessitava de apenas 2 pontos para se sagrar campeão, (...) 13 vitórias, 3 empates, melhor ataque da prova, nenhum jogador expulso!
Nos últimos 3 anos (em 2008/2009 participou no nacional da 3ª divisão) o F.C.C.A conquista o 2º Campeonato Distrital consecutivo, já não sofre uma derrota nesta prova desde 2007 e encontra-se ainda nas meias-finais da Taça da A.F.Bragança.
Daqui
O F.C.C.A necessitava de apenas 2 pontos para se sagrar campeão, (...) 13 vitórias, 3 empates, melhor ataque da prova, nenhum jogador expulso!
Nos últimos 3 anos (em 2008/2009 participou no nacional da 3ª divisão) o F.C.C.A conquista o 2º Campeonato Distrital consecutivo, já não sofre uma derrota nesta prova desde 2007 e encontra-se ainda nas meias-finais da Taça da A.F.Bragança.
Daqui
12 março 2010
contradições
Se antes das eleições, José Sócrates defendeu que limitar os benefícios fiscais no IRS prejudicava a classe média, garante agora que são os contribuintes ricos. Afinal em que é que ficamos?
10 março 2010
Ipsis verbis
"abrir a porta de uma unidade de turismo rural, de um restaurante ou mesmo de um bar é desesperante"
António José Teixeira, presidente da Associação dos Empresários Turísticos do Douro e Trás-os-Montes,
António José Teixeira, presidente da Associação dos Empresários Turísticos do Douro e Trás-os-Montes,
Contratos públicos
(...)
CONSERVAÇÃO DA REDE VIÁRIA MUNICIPAL DE CARRAZEDA DE ANSIÃES - 1ª FASE - (REQUALIFICAÇÃO DO CAMINHO MUNICIPAL 1141 FONTELONGA - PENAFRIA); (REQUALIFICAÇÃO DA ESTRADA NACIONAL 324 LIMITE DO CONCELHO DE VILA FLOR); (REQUALIFICAÇÃO DA ESTRADA MUNICIPAL 1142 FONTELONGA - BESTEIROS)
Descrição sucinta do objecto do contrato: O objectivo da presente empreitada contempla trabalhos de beneficiação a executar essencialmente no alargamento e na reabilitação funcional do pavimento da plataforma da estrada (faixa de rodagem e bermas), e na melhoria dos respectivos sistemas de drenagem, de sinalização e de segurança, trabalhos de drenagem, pavimentação em betão betuminoso, equipamento sinalização e segurança.
(...)
Daqui
CONSERVAÇÃO DA REDE VIÁRIA MUNICIPAL DE CARRAZEDA DE ANSIÃES - 1ª FASE - (REQUALIFICAÇÃO DO CAMINHO MUNICIPAL 1141 FONTELONGA - PENAFRIA); (REQUALIFICAÇÃO DA ESTRADA NACIONAL 324 LIMITE DO CONCELHO DE VILA FLOR); (REQUALIFICAÇÃO DA ESTRADA MUNICIPAL 1142 FONTELONGA - BESTEIROS)
Descrição sucinta do objecto do contrato: O objectivo da presente empreitada contempla trabalhos de beneficiação a executar essencialmente no alargamento e na reabilitação funcional do pavimento da plataforma da estrada (faixa de rodagem e bermas), e na melhoria dos respectivos sistemas de drenagem, de sinalização e de segurança, trabalhos de drenagem, pavimentação em betão betuminoso, equipamento sinalização e segurança.
(...)
Daqui
Vale do Douro mantém-se
A Região do Douro mantém-se no concurso das Sete Maravilhas Naturais de Portugal e está representada pelo Vale do Douro, numa candidatura que a Associação de Empresários Turísticos do Douro e Trás-os-Montes (AETUR) apresentou em tempo oportuno. O grupo das 323 candidaturas iniciais a Maravilha Natural de Portugal ficou agora reduzido a 21 finalistas e o Vale do Douro mantém-se na corrida na categoria de Zonas Aquáticas Não Marinhas.
(...)
Daqui
(...)
Daqui
09 março 2010
Epitáfio de um pecado
Quando se prevê o encerramento definitivo da linha de caminho de ferro do Tua, ficam ao lado belíssimas imagens em jeito de homenagem. Podem encerrar-nos tudo, porém não nos podem tirar a memória. Pelo menos a alguns.
(...)
Tudo que sou, no imaginado
silêncio hostil que me rodeia,
é o epitáfio de um pecado
que foi gravado sobre a areia.
(...)
Tudo que sou, no imaginado
silêncio hostil que me rodeia,
é o epitáfio de um pecado
que foi gravado sobre a areia.
David Mourão Ferreira, in Tempestade Verão
EDP paga?
Por ano, a eléctrica nacional paga mais de 150 milhões aos municípios onde foram construídas barragens e que têm actividade de distribuição. Em cima deste valor, 50 municípios recebem uma renda indexada à potência e produção gerada pelas centrais hídricas.
(...)
Ao longo dos anos, o valor das rendas tem vindo a perder importância, pois a fórmula usada no cálculo desta taxa remonta a 1983.
(...)
No que respeita à construção de novas barragens, que já não implica a criação de infra-estruturas, a lógica de contrapartidas é diferente. As concessões são pagas à cabeça. Para o Fridão e Alvito, por exemplo, a EDP já pagou ao Estado mais de 200 milhões de euros. Além destes montantes, tem sido imposta a entrega de uma percentagem de receitas para desenvolvimento regional/ambiental, sob a forma de fundo, no caso da barragem no rio Sabor, ou da Agência de Desenvolvimento Regional, em Foz Tua.
Daqui
(...)
Ao longo dos anos, o valor das rendas tem vindo a perder importância, pois a fórmula usada no cálculo desta taxa remonta a 1983.
(...)
No que respeita à construção de novas barragens, que já não implica a criação de infra-estruturas, a lógica de contrapartidas é diferente. As concessões são pagas à cabeça. Para o Fridão e Alvito, por exemplo, a EDP já pagou ao Estado mais de 200 milhões de euros. Além destes montantes, tem sido imposta a entrega de uma percentagem de receitas para desenvolvimento regional/ambiental, sob a forma de fundo, no caso da barragem no rio Sabor, ou da Agência de Desenvolvimento Regional, em Foz Tua.
Daqui
05 março 2010
Reabilitação das termas de S. Lourenço
Proposta de lei para o projecto de reabilitação das Termas de S. Lourenço no valor de 50 000 euros a incluir no PIDDAC do orçamento de estado foi rejeitada com os votos contra do PS, a abstenção do PSD e do CDS, e o voto a favor do BE e do PCP
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