16 maio 2008

Mentiras Verrinosas ( enquanto se digerem as favas)

-Um grupo de turistas acidentais procurava a Terra Quente e ninguém lhes soube dizer onde era.

- A última escultura pública inaugurada no âmbito do MIECAL, tem atraído o chamado turismo religioso, desde que se decidiu chamar-lhe a auréola do Presidente.

- Foi descerrada uma lápide a comemorar a passagem do Duque de Bragança pela Estação de S. Lourenço, no seu recente passeio de comboio pela desditosa linha do Tua. Com a Barragem, admite-se que esta Estação restaurada se torne local de culto dos amantes de mergulho aquático, que gostem de admirar ruínas de estações arqueológicas subaquáticas.

- Desde que o Sr. Presidente decidiu dizer que são gratuitas as esculturas que embelezam a nossa terra, todos lhe pedem agora que consiga de graça, outras graças. Por exemplo, operações em Cuba, excursões a Andorra ou a Cabo Verde, bolsas de estudo, consultas de pediatra, etc.

- Perante o caos reinante em que são coniventes, os deputados da nossa Assembleia Municipal prometem agora concluir as reuniões a rezar o Credo.

- Actividades que se perspectiva que desapareçam por aqui a breve trecho:
- Engraxadores, Angariadores de Votos e Angariadores de devotos, Jardineiros, Calceteiros, Fiscais ecológicos, Mediadores de cunhas, Sardinheiros e Sardinheiras, Construtores de galinheiros, Vendedores de bilhetes de tômbola, Treinadores de bancada, Fiscais de parquímetros, Guardadores de rebanhos, etc.

- Parece estar agora a concluir-se que o paradigma da "Sardinha Assada" era um paradoxo.

- Apesar da crise está garantido que, o subsídio para o sustento de gado asinino irá continuar.

- A máxima que mais se ouve : “reforma-te antes que fiques órfão”.


- Já se diz que, se a oposição ganhar as próximas, em vez de Vereadores vão propor Varredores.

- Concluiu-se agora que, o maior negócio da restauração do ano que findou, foi o que resultou da movimentação de pessoal no desastre da linha do Tua.

16 comentários:

Anónimo disse...

Faça algo de útil, em vez de criticar quem trabalha. Sandeirão!

Anónimo disse...

Coitado, de tanto falar, já nimguém lhe liga

Anónimo disse...

O sr. 1º anónimo mesmo que tenha rzão perde-la porque,não está certo, não é justo, nem é correcto insultar as pessoas.

Anónimo disse...

Está a ver, eu já o tinha avisado que com essa linha de discurso iria perder a credibilidade!È que de facto não há quem aguente!

Anónimo disse...

Também é "Varredor" de outros tempos! Mas gosto mais de favas!

Anónimo disse...

Estes comentários só rebaixam o concelho e mostra o que vocês são!!
Fica mal.

Anónimo disse...

É sabido que a moderação faz parte da educação.
Por razões que eventualmente haja para podermos inquietar-nos com pessoas de que não gostemos e às vezes que nem sequer conhecemos bem...,
convenhamos então que todos devemos fazer um esforço para bem podermos representar o nosso concelho, já muito apoucado por razões conhecidas.
Ajudemos pois a construir soluções adequadas das quais os nossos filhos e netos possam vir a usufruir em plenitude.

Emanuel disse...

Tanta mentira já fede e soa a FRUSTRAÇÃO!!!

O poleiro nunca fez bem a ninguém, mas nunca tinha visto ninguém tão doente por não estar no poleiro.

Sou de Carrazeda, que muito estimo.

Vicissitudes da vida conduziram-me para o meio da água, por isso a minha contribuição em prol de Carrazeda reduz-se, infelizmente, ao mínimo (que corresponde ao máximo que, a 2000 Km de distância, se pode fazer). Sou migrante.

E mete-me nojo tanta disputa pelo lugar ao sol.

Enoja-me a inveja de, sendo da mesma estirpe, não poder desfrutar do PODER.

Tinha (e espero recuperar) o máximo respeito por si, em virtude de, sendo artista, ser diferente.

Mas a sua arte parece provir da academia, apenas.

Quem está no trono também não me parece ser muito melhor, é certo. Este facto conduz a que a sua indignação seja minimamente desculpável. Mas só pelo mínimo, já que isso não justifica tudo.

Lamento.

Tenho nome: Emanuel
Tenho contacto: em_costa@hotmail.com

Helder Carvalho disse...

“A razão é uma putéfia; abre a perna a toda a gente” (Vergílio Ferreira, Nítido Nulo, Portugália Ed., p. 45)

Caro Senhor Emanuel

Decidi retribuir-lhe algum do meu tempo como paga pela atenção que me dedicou.
Longe de mim influencia-lo com as minhas razões, pretendo apenas dar-lhe a conhecer a minha opinião, sobre a interpretação que faço das suas palavras.
Julgo deduzir que considera que eu tenho a pretensão do poder em Carrazeda. Gostaria de lhe lembrar que realmente já integrei em eleições autárquicas equipas que disputaram eleições mas que infelizmente as perderam. Pude assim concluir que não demonstrei competência suficiente para vencer os opositores. Sempre acreditei que houvesse outros mais competentes Apenas considerei que não seriam aqueles que me venceram. Graças a deus consegui outra condição de vida.
Desempenhei contudo o meu papel na oposição durante cerca de 12 anos. Deste meu trabalho de intervenção cívica não guardo boas recordações e muito poucos têm a ideia do resultado do meu trabalho. Pessoalmente acredito que fiz aquilo de que fui capaz. Denunciei e ficaram escritas, todas as ilegalidades, irregularidades, despotismos, descriminações e disparidades que detectei. Também apresentei e foram votadas, centenas de propostas, dezenas de declarações de votos e contestações. Este contributo voluntarioso destinei-o à ajuda na melhoria das condições de vida das populações do nosso concelho. Como compensação arrogo-me agora ao direito de poder contestar e criticar o que vejo mal feito. Este é agora o contributo, que considero útil desempenhar. È uma posição cómoda mas de responsabilidade relativa. Privilegiada porque me permite confrontar os que me criticam sem factos ou práticas.
È assim que como solução para o incomodo de me ouvir apenas lhe posso aconselhar que me ignore, não perca tempo. Ler poesia talvez seja uma alternativa a apreciar arte.
Não arrisco a propor-lhe que me ajude a descobrir os êxitos e progressos da nossa terra. Afinal também faz parte dos que a vêm à distância e não sentem na pele nem conhecem as razões e consequências da sua agonia.

Anónimo disse...

Brilhante último parágrafo do Hélder Carvalho.
O respeitável cidadão migrado Senhor Emanuel, pelos vistos não estará assim tão bem informado, sobre a pessoa que é Hélder Carvalho, como não está definitivamente informado do que tem sido este concelho de Carrazeda na prática política.
Deveria experimentar, mas creio, pela distância, não ir a tempo!

Anónimo disse...

Tanta peninha que eu tenho destes dois ilustres cidadãos de carrazeda, tão mal tratadinhos que andam!!!! Não sei como aguentam!!!

Anónimo disse...

Tenha pena de si que já não é pouco!

Anónimo disse...

em vez de dizerem mal do homem digam bem que assim ele espalha-se mais

Anónimo disse...

A democracia encarregou-se de demonstrar ao Sr. Hélder Carvalho que a gestão pública carrazedense não passava por ele. Pelos vistos, nunca ancarou a realidade, colocando ao serviço da causa pública os seus verdadeiros e inegáveis talentos, que têm a ver com a arte e a criatividade e nada com a política autárquica. Perante factos tão lineares o Sr. Escultor persiste em perseguir moinhos de vento contra o que ele chama de "ilegalidades, irregularidades, despotismos, descriminações e disparidades". Só alguém muito convencido dá de si uma imagem tão sobre-humana e inatingível. Deus nos livre da arrogência e do auto-convencimento...

Helder Carvalho disse...

Já o percebi. Ao referir-se a mim com estes defeitos, tenta olvidar a triste realidade. Vá lá que não me refere como responsável. Contudo, se o ajudar no equilíbrio da sua sanidade mental...

Anónimo disse...

Também é responsável, Sr. Escultor. Jé reparou que do seu diletantismo verrinoso nada jorra de positivo. Qual o resultado de tanta ira e inveja disfarçada de ironia!!? O Zé Povinho, que V. Ex.ª tanto persiste em ignorar com os textos peudo-intelectuais, não é ignorante e, na hora das escolhas, é implacável, punindo aqueles que apenas se movem por vaidaddes pessoias, pensando que têm uma missão messiânica.Permita-me a ousadia de lhe dizer que lamento a sua fixação pelo poder, que lhe tolhe a sua real vocação - que é inegavelmente no âmbito cultural...