30 junho 2008

Mentiras Verrinosas de Julho ( com o sol a bater na moleirinha)

- Será verdade ou mentira! Que o autor desta rubrica pondera a hipótese de dar férias merecidas a todos os intervenientes, directos e indirectos, nos temas que aqui aborda.

- Os militantes do Partido Ecologista garantem, até ao desmantelamento da linha do Tua, a máxima ocupação possível do comboio, a ascender e a descender.

-Tal como as candidaturas à UNESCO, também se prevê agora, elevar a património nacional, o concelho mais pindérico de Portugal. Trata-se de eleger aquele que pior trata o seu património natural e construído. Acho que temos hipótese.

- Aragão depois de ponderar, decidiu aceitar liderar a comissão de avaliação (grau de rigor e isenção) dos quadros que assumem a leccionação e gestão da E.P. O grande objectivo é o de confirmar que, é possível avaliar-se o sucesso das estratégias, sem recorrer a concursos públicos para seleccionarmos.

- Entretanto já se sabe que a C.M. decidiu inscrever os seus quadros do departamento da cultura, no curso de formação de animadores sócio – culturais, a decorrer na referida Escola. Trata-se de lhes proporcionar a possibilidade de adquirirem mais “ know -how”.

- O “tabu” agora é o de se saber quando é que o Sr. Presidente faz o testamento.

- A próxima publicação a lançar é de poesia épica. De titulo” A queda de asa de um Anjo”, relata a epopeia de um deputado que deambulou por Lisboa até que retornou a casa, com uma asa partida.

- Diz quem sabe que, com a performance que se adquire na gestão da C.M. facilmente se consegue trabalho no sector privado. Especificamente como encartados na contracção de empréstimos. Mais concretamente – Profissionais / Pedintes. Não confundir com aqueles que pedem por exemplo para pagar o leite em pó no fim do mês, na Farmácia ou, aqueles que pedem uma consulta de urgência.

- Ainda parece que foi ontem e já se vai comemorar um ano desde que foi composto o relógio da torre dos Paços do Concelho. Esta obra emblemática de restauro significou o querer (não confundir com crer) e a abnegação de quem sempre que porfia, consegue.



- Com a chegada do verão é costume duvidar-se de alguns provérbios populares. Dá-se um exemplo. À célebre frase que se usa tradicional numa conversa …”claro como a água” costuma assim perguntar-se: - “água da companhia”!

- Já abriu a época balnear do S. Lourenço. Na fiscalização das condições adequados do lugar esteve o Delegado de Saúde acompanhado pela ASAE.

8 comentários:

Anónimo disse...

Se em S. Lourenço houver um acidente grave, quer com o uso das águas ou mesmo proveniente da prática desse uso, quem é o responsável?
Digam-me por favor!
Ou terei de perguntar mesmo à ASAE?

Anónimo disse...

ASAE?

Anónimo disse...

Sim, ASAE, amigo!
Mas também pode serà Direcção geral de Saúde (DGS)!
Mas também pode ser à DECO, etc., etc..!

João disse...

H.C. refere que tem tido problemas em receber “feed back” em relação ao que escreve. Não estou de acordo. Se alguém tem recebido “feed back”, H.C. é realmente quem mais tem tido reacções favoráveis e desfavoráveis.
Diz que não consegue fazer-se ler pelos que trabalham. Salvo o devido respeito, acho que entende que só trabalham os que cavam os terrenos. Não será um entendimento ultrapassado? E esses “trabalhadores” não têm tempo? Nem nos dias e noites de inverno? E se acaso o lessem, teria a certeza de que eles ficariam do seu lado? Porquê? Não pediriam a opinião ao professor, ao padre, ao presidente da junta, e estes não lhes diriam que aquilo que o sr. escreve não é para levar a sério?
Afirma também que o silêncio dos outros deve ser entendido como aprovação ao que escreve. Não pense assim. O silêncio não quer dizer que sim ou que não. Não diz nada.
Também pode acontecer, muitas vezes, que o sr. não ouve o que lhe dizem e, por isso, continua a pensar que nada lhe disseram. E também custa estar sempre a repetir-lhe a mesma coisa. Aqui, o teimoso(o sr.) vence.
Podia responder-lhe a todas as suas “mentiras”. Mas isto ficaria terrivelmente longo. Tenho até aqui as respostas dadas. Mas não. O sr. exige demasiado dos outros e não tem esse direito.
A sua actuação(desculpe-me) faz-me lembrar a infinidade de requerimentos que fazia noutros tempos, por tudo e por nada, à Câmara.
Disseram-me que a edilidade teve mesmo necessidade de destacar dois funcionários só para lhe responder.
Acho que as suas “mentiras”só têm mesmo algum sentido como meras brincadeiras inofensivas. Se as lermos doutra maneira, então elas assumem, muitas vezes, o cariz de brincadeiras de mau gosto ou até de ofensas.
Porque não quer que se leia como “brincadeira” aquilo que é tão vago e ligeiro?
O trabalho que me deu! E não cheguei a responder-lhe directamente às “mentiras” embora o tenha feito no meu rascunho. Talvez amanhã.
Os meus cumprimentos.
JLM

Helder Carvalho disse...

Em atenção a JLM

Começo por lhe manifestar o meu respeito sincero e a admiração que desde logo merece pelas atenções que me dá. Ambos sabemos que o tempo que aqui dedicamos poderia ser empregue de outro modo. Admito que também julgue como eu que, apesar de tudo, vale a pena.
Pretendia rebater a parte deste seu ultimo coment. que me dedica procurando ser rigoroso na minha argumentação.
Aceito como presunçosa a pretensão de querer chegar aos que mais sofrem com o “ estado de desgraça” do nosso concelho. Afinal devemos contentar-nos com a audiência que temos. Mas não haverá ninguém, com mais conhecimento de causa que o Sr. Dr., para me aconselhar e por mim discernir sobre o sentido que os outros dão ao que eu escrevo! Quando falo em falta de “ feed back” posso também dar o seu exemplo. È que mais do que exercícios de dialéctica eu pretendo reacções concretas no género: è um mentiroso por isto aquilo e aqueloutro. Quando o Sr. Dr. diz que o silêncio não diz nada fez-me ficar com pena dos surdos. È curioso que na minha prática de cidadão lidei por Carrazeda com mais silencio do que com a palavra. O curioso é que continuo a acreditar que as pessoas saibam falar mas, sinto-lhes medo. Porque será!?
“ O sr. exige demasiado dos outros e não tem esse direito”. Replicando a esta afirmação desejava antes de mais que não julgue da minha parte qualquer exigência minha em relação á sua pessoa. È certo que houve uma altura em que deu a entender que lhe poderia pedir um outro contributo e envolvimento para o nosso concelho, é disto que o blog trata. Rápido terá mudado e está no seu direito. Repare contudo que eu não exijo nada para mim. Tão pouco tenho quaisquer poderes ou responsabilidades para mandar ou determinar. A partir daí tanto fará ser exigente ou não, o resultado é o mesmo. Repare contudo que eu apenas exijo aqueles a quem ajudo a pagar para me servirem. Estes têm sempre a hipótese de se libertarem deste sacrifício.
Entendia como um elogio, se fosse verdade, que não tendo eu que trabalhar, me dedicasse só e enviar requerimentos à C.M. quando assumi desempenho autárquico. Seria sinal de que eram bem fundamentados e exigiriam o estudo de pareceres!? Como saberá não consegui tornar-me especialista em matérias autárquicas. A maior parte dos requerimentos só poderiam ser complexos se punham em causa a honestidade de processos ou métodos e, chegavam com respostas vagas, muitas vezes já sem utilidade, por virem fora de prazo. Um dia talvez “ em tom de brincadeira” tenha graça transcrever para o Blog alguns desses requerimentos, para conhecer o conteúdo, as respostas e as datas do seu envio.
Finalmente a “Brincadeira das Mentiras”. Eu sou daqueles que não gostam que brinquem comigo, a propósito de coisas sérias. O Sr. Dr. também será outro. Assuma-se então como mera brincadeira de mau gosto as “ pérolas” que eu assino e aqui deixo na rubrica de mentiras. A não ser que ponha o Sr. Dr. em causa, não lhe peço que me enumere quais as menções em que eu ofendo alguém. Dessas vamos ficar á espera para ver que ofendidos reagem. Esta é a melhor forma de Vossa Excelência, que não eu., confirmar o que diz. Depois sempre lhe digo que não acredito que fosse capaz de me responder directamente às questões que coloco na rubrica em causa. Seria um exercício demasiado ingrato e doloroso que ninguém lhe deve pedir.
Contentemo-nos pois, cada um à sua maneira, a seguir a inexorável derrocada do nosso querido concelho. E até onde poder-mos sejamos, cegos, mudos e surdos para que possamos dormir em paz.

João disse...

Não vou responder às suas mentiras.Sigo o seu conselho.
Aliás,perante as suas mentiras,apetece-me sorrir e passar adiante.Não vale a pena parar muito tempo a "ruminar".Nem nestas questões do blogue nem nas da vida.Esta,quanto a mim,é uma brincadeira,por vezes de bom gosto,outras de mau gosto.Vamos sorrir e avancemos.
Porém, sempre lhe queria dizer mais algumas coisas.
Não propriamente quanto a saber se o sr.(porque continua a tratar-me tão formalmente?)nos vai deixar libertos de si ou não,se o presidente faz ou não e quando um testamento,o que a ex-deputada vai fazer agora.Também pouco interesse tem o facto de o relógio da câmara trabalhar ou não(ainda se ele emitisse uma melodia suave e agradável).Ao falar na água pública,já deve ter um pouco mais de cuidado não entrem as pessoas em pânico.Há,porém, perguntas que gostava de lhe formular:
1-Acha que só os poderes públicos têm obrigação de preservar o património natural e construído?
2-Considera mesmo que o concurso público é o único critério válido de escolha?Como podem funcionar os serviços privados se não esse o critério seguido?
3-Se e quando for presidente não recorre aos empréstimos?Sabendo que as pessoas que mais aprecia só gostam de "Quim Barreiros & Cª", como vai fazer para elas passarem a gostar mais doutros programas culturais?Ainda para a hipótese de vir a ser presidente,que vai fazer para evitar a desertificação? Como vai resolver o problema de S. Lourenço?
Estas questões já lhe dão para os primeiros tempos à frente da edilidade.
Termino,reconhecendo que o "Partido Ecologista" é formado por pessoas demasiado persistentes.Mas deixe lá:têm direito a sê-lo.
Comungo consigo o reconhecimento de que o concelho corre sério risco de desaparecer.
Por isso,quando pensarmos,por exemplo,no problema da desertificação e do emprego,será melhor olharmos o distrito no seu conjunto e não apenas pelo prisma de Carrazeda.O que nos interessa é que aumentem a população e o emprego a nível de distrito e não só em Carrazeda.E se as aldeias desaparecerem e se formarem cidades grandes em cinco ou seis locais talvez seja óptimo,embora não pareça aos nossos olhos de hoje.
JLM

Helder Carvalho disse...

Não queria que entendesse como conselhos meus as “mentiras” (gosto de colocar o entre parêntesis) que por aqui deixo. A bem dizer, se há um conselho que gostaria que seguisse, era o de ler a sério o que eu escrevo e depois, encontrar motivos para me chamar mentiroso.
Há realmente alguns que levam a vida a brincar. Acredito que o Dr. João de Matos tenha conseguido ganhar esse privilégio, sem ser á custa de outros que levam a vida a sofrer. Na circunstância é pertinente perguntarmo-nos se não será possível ainda dar-mos algum contributo na melhoria da condição de vida destes.
O Dr. João de Matos não resistiu a formular-me algumas perguntas. Tenho feito por fugir a fazer sugestões porque não é previsto pôr à prova a minha capacidade para as executar. Assim, destas pode apenas resultar a ideia de que também estou só a brincar. Resta-me então apenas o consolo de contribuir para o brincar dos outros.
Vamos lá então. Sobre a obrigação da preservação do património direi que é uma obrigação de todos tomarem a consciência desse valor. Há contudo monumentos classificados no nosso concelho. Olhe para o estado de conservação destes e diga-me se não seria prioritária a sua recuperação em detrimento, por exemplo da construção de dúzias de gimnodesportivos. O Dr. João de Matos tem uma ideia do modo como tem sido tratado o tradicional património construído das nossas aldeias. È capaz de me afirmar que, com a sua destruição melhorou a qualidade arquitectónica, da obra construída em alternativa!?
Sobre a questão da opção pelos concursos públicos, para seleccionar quadros na função pública, apenas lhe quero garantir que o meu propósito é o de que seja defendida para todos a igualdade de oportunidades e que, da escolha, surjam seleccionados os melhores. Naturalmente que só tenho o direito de formular esta opinião para o sector público. Recordo-me que existe na legislação pelo menos uma directiva que me contradiz. È aquela que dá determinadas vantagens a deficientes. O Sr. Dr. João de Matos conhece algum deficiente que já tenha obtido um lugar no quadro, por exemplo da nossa C.M?
Sobre a argumentação de que o povo só gosta de “ Quins Barreiros & C.” tal pode ser confirmado pela afluência de público nas Festas do Concelho. Talvez concorde comigo, se concluirmos que a organizadora da programação talvez pague com receitas de bilheteira estes contratos. A pergunta que se faz, é então a de sabermos porque não é entregue esta tarefa a empresários e tem de ser a nossa C.M. a fazer estes tristes papeis. Ficava então reservada a esta, a tarefa de buscar outros públicos e sensibiliza-los para programas de qualidade.
A desertificação é um problema. Como atacá-lo!? Trazendo os que existem “ao colo”. Lutar pela melhoria da sua condição de vida. Chamar outros e mostrar-lhes que há projectos e ideias com futuro. Facultar condições que concorram em melhores condições que as da concorrência. Desburocratizar serviços. Mostrar honestidade de processos -o melhor modo de demonstrar confiança. Abrir-se aos criativos e empreendedores. Em suma colocar as instituições e quadros autárquicos ao serviço dos cidadãos.
No caso do S. Lourenço fui sempre da opinião de que as entidades públicas apenas deveriam disponibilizar bons acessos ao local e garantir as suas infra estruturas. Dou um exemplo: Imagine que o investimento feito com projectos ou, no parque de merendas da Fontelonga, tinha sido feito no S. Lourenço! Outra ideia curiosa seria a de, se ter sugerido a um Secretário de Estado que esteve por aqui a prometer campos de futebol relvados, que um fosse construído no S. Lourenço. Também me parece que uma fonte de receitas para colmatar outros gastos poderia ser o de a C.M. vender água que não falta, mediante a colocação de contadores a quem a desejasse, nos investimentos que por ali se fizessem.
Por vezes ponho-me a imaginar qual seria a reacção ao convidar-se um Rei das Arábias onde a gasolina é mais barata que a água, a vir conhecer os esguichos de água dos furos que se fizeram no S. Lourenço.
Finalmente o Dr. João de Matos dá a entender que eu sou contra os ecologistas. O que eu mais admiro é quem tenha convicções fortes e seja coerente nas suas ideias. Infelizmente temo que a barragem do Tua se concretize sem que tão pouco nos venha qualquer contrapartida. Nessa altura só me restará contestar quem não tem qualquer força politica para defender os nossos direitos e todos os “ecologistas” que perante a impotência de não conseguirem impor as suas ideias, não tenham tentado ao menos garantir por exemplo uma eclusa na barragem para a passagem de peixes e outros prerrogativas que minimizassem os estragos. Repare que é o estado que sustenta os movimentos ecológicos instituídos pelo que mais do que a obrigação de os aceitar eu tenho também o direito de os criticar.
Falta apenas comentar a sua invectiva sobre a questão de concorrer à presidência da C.M. Efectivamente eu já disse que se um dia tivesse os meus filhos com fome até seria capaz de roubar. A ser assim há realmente esta hipótese a considerar. Parece-lhe que eu terei os predicados para tentar! Parece-lhe que ainda haverá maneira de pedir mais empréstimos! Parece-lhe realmente que eu andarei à procura de algum tacho! Parece-lhe que ainda iria a tempo de impedir a desertificação ou iria apenas fechar a luz! Não acredito que o Sr. Dr. João de Matos me queira assim tão mal.

João disse...

Apetecia-me terminar a argumentação. O sr. Esc. tem direito ao seu tipo de pensamento e raciocínio e eu tenho direito ao meu. Como fazermo-nos modificar um ao outro? Existe a verdade absoluta? Se existe, nós conseguimos atingi-la? Não terá o sr. e eu nascido com uma maneira própria de pensar, com tipos de raciocínios diferentes, incapazes, apesar da nossa boa-vontade, de se entenderem? Isto não quer dizer que algum de nós esteja errado ,mas que cada um de nós tem a sua verdade. O sr. põe o acento tónico na dualidade verdade - mentira. Eu não vejo as coisas assim. Muito do que o sr. diz não tem a ver com a dualidade referida mas sim com juízos muito seus , que, do seu ponto de vista, são juízos verdadeiros , quando, muitas vezes, o sr. não põe os problemas no domínio da ontologia mas sim no domínio da axiologia , dos juízos de valor. Para fazer apreciações, quantas vezes o sr. toma por base um conjunto de princípios com os quais nem todos estão de acordo. Portanto, nem tudo o que diz se resume a ser verdade ou mentira.
Quanto a pretender manter-se sério e não querer brincar é uma tomada de posição que eu respeito. Continue sisudo.
Quanto aos concursos públicos, o sr. olha, sobretudo, para os direitos de quem concorre e não ao lado de quem é servido. Há concursos que ,para escolher uma só pessoa, obrigam a classificar centenas ou milhares delas! Não seria preferível dar o concurso por terminado logo que fosse encontrada uma pessoa que satisfizesse? Esses processos de escolha trazem, por vezes, atrasos tremendos ,não sendo nada práticos. Muitas das vezes, uma justiça pretensamente perfeita acarreta desperdícios tremendos de tempo.
A lógica dos concursos impediria, na prática, a descentralização, pois todos teriam, para serem perfeitos, que ser feitos a nível nacional. Por outro lado, a escolha directa permite tomar em conta particularidades da personalidade dos concorrentes, através da entrevista, que de outro modo, seriam de difícil avaliação.
Sobre a cultura, acho que, para certos espectáculos serem apreciados, terá que haver disseminação dos conhecimentos mínimos necessários através da Escola. Sem isso, como poderá haver públicos para certas culturas?
Acha mesmo que poderemos voltar a ter no concelho de Carrazeda a população com as características que já tivemos? Parece claro que a nível do interior vai haver uma desertificação resultante da mudança de modo de vida da população, que poderá ou não vir a ser compensada com outro tipo de povoamento baseado noutro tipo de economia.
O fenómeno da desertificação já vem de 1960 e não me diga que resultou apenas da inércia dos poderes central e local. Como seria possível a economia que existia rivalizar com as economias avançadas da Europa? Não deite as culpas todas para os poderes públicos. Essa é a maneira mais fácil e demagógica de ver as coisas.
Por hoje chega, que já estou cansado e tenho sérias dúvidas que alguém leia isto do princípio ao fim.
JLM