Assimetrias
Os contribuintes de Coimbra, têm assegurado a sua emergência médica com 5 ambulâncias de emergência pré hospitalar, devidamente equipadas e no mínimo com dois técnicos de ambulância com formação de 200 horas em emergência médica denominados de tripulantes de ambulância socorro(TAS). A par disso existem duas VMER´s (veículo médico de emergência e reanimação) com a guarnição de um médico e de um TAS ou enfermeiro. Este dispositivo tem uma capacidade de resposta ao segundo. Após chamada 112, chegam ao local no máximo de 15 Minutos, mas na grande maioria dos casos não demoram mais que 5 minutos quando para saídas para o tecido urbano.
O objectivo destas equipas é estabilizar o doente até que receba tratamento hospitalar.
Não há duvida nenhuma que este dispositivo salva centenas de vidas anualmente. Mas também tem desvantagens. Em contraponto com o modelo Inglês, este é um modelo Francês (que Portugal tem vindo a adoptar) que consiste em "levar o hospital à vitima em vez de levar a vitima ao hospital".
Este é um complemento às Urgências e não a sua subtituição como nos querem fazer crer. Pode efectivamnte reduzir pontualmente um serviço ou outro. Ainda que discutível. Contudo tem de se ressalvar o seguinte:
Terá de haver uma rede de ambulâncias que garanta a chegada ao local de ocorrência em pelo memos 20 Minutos.
Terá de haver uma rede de VMER´s que garanta a chegada ao local em pelo menos 45 Minutos.
Os Transmontanos devem exigir mais.
Os Transmontanos devem saber que têm direito a serem tratados como qualquer contribuinte de Lisboa Coimbra ou Porto.
Todos somos culpados. Raramente chamam uma ambulância.
Nunca passou na cabeça de um Transmontano chamar uma ambulância porque tem uma dor abdominal ou porque sente uma dor no peito. Prefer ir ao Hospital e sofrer até que alguém o atenda.
Os Transmontanos devem saber que pagam para que outros compatriotas usufruam desses direitos Constitucionais.
Além disso os nossos governantes pedem contas ao que se gasta numas urgências e num bom sistema de emergência pré-hospitalar. Mas ainda não fizeram contas a quanto custa não ter. Um dia far-se-ão essas contas...mas já vai ser tarde para muitos de nós.
Rui Lopes
Os contribuintes de Coimbra, têm assegurado a sua emergência médica com 5 ambulâncias de emergência pré hospitalar, devidamente equipadas e no mínimo com dois técnicos de ambulância com formação de 200 horas em emergência médica denominados de tripulantes de ambulância socorro(TAS). A par disso existem duas VMER´s (veículo médico de emergência e reanimação) com a guarnição de um médico e de um TAS ou enfermeiro. Este dispositivo tem uma capacidade de resposta ao segundo. Após chamada 112, chegam ao local no máximo de 15 Minutos, mas na grande maioria dos casos não demoram mais que 5 minutos quando para saídas para o tecido urbano.
O objectivo destas equipas é estabilizar o doente até que receba tratamento hospitalar.
Não há duvida nenhuma que este dispositivo salva centenas de vidas anualmente. Mas também tem desvantagens. Em contraponto com o modelo Inglês, este é um modelo Francês (que Portugal tem vindo a adoptar) que consiste em "levar o hospital à vitima em vez de levar a vitima ao hospital".
Este é um complemento às Urgências e não a sua subtituição como nos querem fazer crer. Pode efectivamnte reduzir pontualmente um serviço ou outro. Ainda que discutível. Contudo tem de se ressalvar o seguinte:
Terá de haver uma rede de ambulâncias que garanta a chegada ao local de ocorrência em pelo memos 20 Minutos.
Terá de haver uma rede de VMER´s que garanta a chegada ao local em pelo menos 45 Minutos.
Os Transmontanos devem exigir mais.
Os Transmontanos devem saber que têm direito a serem tratados como qualquer contribuinte de Lisboa Coimbra ou Porto.
Todos somos culpados. Raramente chamam uma ambulância.
Nunca passou na cabeça de um Transmontano chamar uma ambulância porque tem uma dor abdominal ou porque sente uma dor no peito. Prefer ir ao Hospital e sofrer até que alguém o atenda.
Os Transmontanos devem saber que pagam para que outros compatriotas usufruam desses direitos Constitucionais.
Além disso os nossos governantes pedem contas ao que se gasta numas urgências e num bom sistema de emergência pré-hospitalar. Mas ainda não fizeram contas a quanto custa não ter. Um dia far-se-ão essas contas...mas já vai ser tarde para muitos de nós.
Rui Lopes
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