- Ó companheiro, vamos fazer um casamento?
- Arranja lá o rapaz, que eu arranjo a rapariga.
- Pode ser o João Moças
- E a rapariga, a Maria do Arrasta o Tamanco
- E é bem arranjadinho! Hi! Hi! Hi!
- Ele já não tem dentes!
- Mas acha-os num caminho.
- E que lhe havemos de dar de dote?
- Uma panela e um pote[1]
[1]José Gonçalves, 70 anos, Mogo de Ansiães
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