30 março 2013

águas de março

1 comentário:

Anónimo disse...

Grande ideia a de lembrar Tom Jobim e Elis:dois mortos,sempre vivos em nós,enquanto nós o formos.
Que raio!Não haverá nada que seja eterno? E se houver eternidade,será que lá se consentirão estas canções?
Isto à semelhança de Camões.
Camões,grande Camões,quão semelhante ao teu acho o meu fado,quando os cotejo!_à semelhança de Bocage.
Alguém,algum dia,dirá - à nossa semelhança? E que interesse terá isso para nós?
JLM