O ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, esclareceu que «apenas dois troços» de 14 quilómetros da futura auto-estrada transmontana junto às cidades de Vila Real e Bragança terão portagens.Não era esta com certeza a expectativa dos transmontanos. Tinha sido prometido uma auto-estrada sem portagens, a exemplo do que acontece em muitos outros locais do país. Curiosas são as explicações do deputado socialista pelo distrito de Bragança, Mota Andrade,que justifica que as portagens são benéficas porque podem obrigar os automobilistas a entrar no perímetro urbano. Quanto ao troço até à fronteira de Quintanilha adianta que se trata de um acesso internacional e que deve por isso ter um pagamento simbólico. Incrível! Ninguém parará no perímetro urbano sem ter necessidade de o fazer, por outro lado, portagens só para não naturais são políticas utilizadas na Idade Média que estão desfasadas e são impensáveis nos tempos modernos.
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