"A VMER (viatura de emergência médica) de Bragança está atrasada um mês e meio. Afinal, ao contrário do que foi prometido pelo Governador Civil em Junho, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação já não começa a funcionar este mês.
A entrada em funcionamento do serviço sofreu um atraso devido á formação dos médicos e enfermeiros que vão trabalhar nesta ambulância.
O veículo está no INEM no Porto, pronto a funcionar, mas os 12 clínicos e 20 enfermeiros que estão a ser formados só terminam os cursos no próximo mês.
A VMER vai ficar instalada no hospital de Bragança, mas o Governador Civil salienta o facto de passar a servir sinistros em todo o distrito, 24 horas por dia."
O sublinhado é nosso e dá que pensar. Se vai servir todo o distrito porque há-de estar sediada na sede, se Bragança fica numa ponta do distrito? Quando nos queixamos do centralismo de Lisboa, comvém também reflectir sobre estas centralizações injustas e até "bacocas". Os habitantes das zonas limítrofes, como é o nosso caso, sentem-no na pele. Direi mais: quem assim procede não tem justificação ética para clamar por descentralização e novas competências locais. A localidade mais central é Macedo de Cavaleiros e era aí que devia ficar o serviço.
A entrada em funcionamento do serviço sofreu um atraso devido á formação dos médicos e enfermeiros que vão trabalhar nesta ambulância.
O veículo está no INEM no Porto, pronto a funcionar, mas os 12 clínicos e 20 enfermeiros que estão a ser formados só terminam os cursos no próximo mês.
A VMER vai ficar instalada no hospital de Bragança, mas o Governador Civil salienta o facto de passar a servir sinistros em todo o distrito, 24 horas por dia."
O sublinhado é nosso e dá que pensar. Se vai servir todo o distrito porque há-de estar sediada na sede, se Bragança fica numa ponta do distrito? Quando nos queixamos do centralismo de Lisboa, comvém também reflectir sobre estas centralizações injustas e até "bacocas". Os habitantes das zonas limítrofes, como é o nosso caso, sentem-no na pele. Direi mais: quem assim procede não tem justificação ética para clamar por descentralização e novas competências locais. A localidade mais central é Macedo de Cavaleiros e era aí que devia ficar o serviço.
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