“É claro agora que a Grécia, a Irlanda e Portugal não podem e não vão reembolsar as suas dívidas totalmente (...)Assim, para ser realista, a Europa tem de preparar-se para alguma forma de redução da dívida, combinando a ajuda das economias mais fortes e a reestruturação das dívidas ("cortes de cabelo") impostas aos credores privados, que terão de aceitar menos do que o pagamento total”
Paul Krugman, prémio Nobel da Economia, Daqui.
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