
Populações de aldeias transmontanas estão revoltadas com os caçadores, acusados de pilhagem e destruição. As autoridades policiais temem a ocorrência de confrontos. Os populares queixam-se do desaparecimento de produtos agrícolas e consideram “uma intimidação” os tiros de caçadeira disparados contra placas de informação rodoviárias, toponímicas e das reservas de caça.
“Infelizmente, os actos de vandalismo verificam-se com grande incidência na altura da caça, nesta zona. Temos registado vários estragos e há muitas queixas dos lavradores”, reconheceu fonte das equipas de protecção florestal da GNR, adiantando que “estão a ser efectuadas diligências para travar esta onda e identificar os culpados”.
(no Correio da Manhã)
Esta é uma situação intolerável e parece repetir-se em muitos locais. No que respeita ao vandalismo dos sinais de trânsito e outros avisos públicos é uma situação generalizada que as autoridades devem travar com as medidas necessárias.
“Infelizmente, os actos de vandalismo verificam-se com grande incidência na altura da caça, nesta zona. Temos registado vários estragos e há muitas queixas dos lavradores”, reconheceu fonte das equipas de protecção florestal da GNR, adiantando que “estão a ser efectuadas diligências para travar esta onda e identificar os culpados”.
(no Correio da Manhã)
Esta é uma situação intolerável e parece repetir-se em muitos locais. No que respeita ao vandalismo dos sinais de trânsito e outros avisos públicos é uma situação generalizada que as autoridades devem travar com as medidas necessárias.
1 comentário:
São as nozes e as castanhas... mas também as vinhas , as oliveiras , as Caldas de Carlão e S. Lourenço e a Linha do Tua.... mas esses são outros caçadores... também apostados em disparar contra tudo.. o que mexa!!!!
mário
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