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17 dezembro 2007
20 outubro 2007
Intervalo
A CMVM pergunta a Jardim Gonçalves se deu 12 milhões ao filho, ele responde:
OH PUIS DEI !
20 setembro 2007
13 agosto 2007
27 julho 2007
28 maio 2007
05 maio 2007
Último comentário?
Mais de dois anos e meio de actividade e serviço público, milhares de postes editados, uma boa dezena de colaboradores, muito mais comentadores, 57 mil visitas. O “Pensar Ansiães” mostrou-se um espaço de liberdade para opinar e reflectir como nunca Carrazeda teve. Incómodo e causador de distúrbios estomacais nos detentores do poder local, na oposição local e muitos outros sectores da actividade. Tantas vezes não por uma expressa vontade dos “postadores”, mas porque obrigou a pôr a mão na consciência e ajudados a reflectir concluiu-se que “também se cometem erros”.
Criticou e elogiou quando achou por bem, sem qualquer espartilho mental. Procedeu a diversas investigações, mostrou o concelho no seu melhor, incentivou, mostrou bons exemplos, informou graciosamente, deu espaço na opinião a todos os que de boa vontade nos abordaram. Promoveu iniciativas de âmbito cultural, de solidariedade, abanou o conformismo e projectos não lhe faltavam.
O “Pensar Ansiães” foi um blogue construído para um debate livre e uma reflexão apaixonada, um espaço de polémica, mas acima de tudo, com uma intenção de contribuir para o desenvolvimento da nossa terra. Ele reflectiu o pensar dos seus colaboradores e nunca se pretendeu, pelo contrário, um pensamento unânime. Somos pessoas crescidas e cada qual assume a sua responsabilidade opinativa. A diversidade foi o principal objectivo. Por outro lado, nunca pretendeu ser um espaço de má-língua. No que nos diz respeito esse esforço foi constante.
Muitas vezes se reflectiu apaixonadamente sobre o seu papel no seio dos seus administradores e outros colaboradores. A discussão foi sempre apaixonada, franca e amiga. O que não pode ser admissível é que o “Pensar Ansiães” seja atacado do seu interior e em termos públicos, penso sem qualquer fundamentação, sobre a sua verdadeira natureza e pondo em causa a honestidade mental dos “postadores”. O que não pode ser é que nas iniciativas que promoveu, como me pareceu, não tenha tido todo o empenhamento dos fautores.
Disto dei conta, em diversas ocasiões, aos meus companheiros de jornada. Até que uma gota de água entornou o meu copo, quiçá pequeno demais, e informei os meus camaradas de jornada da minha firme e inabalável intenção de abandonar o projecto explicando as razões. Antes que eu o tenha feito eles próprios se auto-excluíram. A criança ficou nos meus braços. Entretanto um novo blogue foi criado a modos de clone do “Pensar Ansiães”. O tempo é um bom conselheiro… até para clarificar as águas momentaneamente turvas, esperamos para ver!
Estas e outras explicações tardaram, pois como se depreende este é um processo doloroso. Uma coisa é certa: o processo de desertificação também no campo das ideias que foi encetado há alguns anos nesta terra em nós não colhe frutos. Neste ou noutro espaço cá estaremos "até que a voz nos doa".
Criticou e elogiou quando achou por bem, sem qualquer espartilho mental. Procedeu a diversas investigações, mostrou o concelho no seu melhor, incentivou, mostrou bons exemplos, informou graciosamente, deu espaço na opinião a todos os que de boa vontade nos abordaram. Promoveu iniciativas de âmbito cultural, de solidariedade, abanou o conformismo e projectos não lhe faltavam.
O “Pensar Ansiães” foi um blogue construído para um debate livre e uma reflexão apaixonada, um espaço de polémica, mas acima de tudo, com uma intenção de contribuir para o desenvolvimento da nossa terra. Ele reflectiu o pensar dos seus colaboradores e nunca se pretendeu, pelo contrário, um pensamento unânime. Somos pessoas crescidas e cada qual assume a sua responsabilidade opinativa. A diversidade foi o principal objectivo. Por outro lado, nunca pretendeu ser um espaço de má-língua. No que nos diz respeito esse esforço foi constante.
Muitas vezes se reflectiu apaixonadamente sobre o seu papel no seio dos seus administradores e outros colaboradores. A discussão foi sempre apaixonada, franca e amiga. O que não pode ser admissível é que o “Pensar Ansiães” seja atacado do seu interior e em termos públicos, penso sem qualquer fundamentação, sobre a sua verdadeira natureza e pondo em causa a honestidade mental dos “postadores”. O que não pode ser é que nas iniciativas que promoveu, como me pareceu, não tenha tido todo o empenhamento dos fautores.
Disto dei conta, em diversas ocasiões, aos meus companheiros de jornada. Até que uma gota de água entornou o meu copo, quiçá pequeno demais, e informei os meus camaradas de jornada da minha firme e inabalável intenção de abandonar o projecto explicando as razões. Antes que eu o tenha feito eles próprios se auto-excluíram. A criança ficou nos meus braços. Entretanto um novo blogue foi criado a modos de clone do “Pensar Ansiães”. O tempo é um bom conselheiro… até para clarificar as águas momentaneamente turvas, esperamos para ver!
Estas e outras explicações tardaram, pois como se depreende este é um processo doloroso. Uma coisa é certa: o processo de desertificação também no campo das ideias que foi encetado há alguns anos nesta terra em nós não colhe frutos. Neste ou noutro espaço cá estaremos "até que a voz nos doa".
20 agosto 2005
INTERVALO
"O mundo maravilhoso dos têxteis técnicos
Camisas de noite que brilham à noite. Mangas que encolhem com o calor. Lençóis que matam bactérias
A ROUPA já não é só para agasalhar. As empresas seduzem os consumidores com lençóis que matam bactérias, mangas que encolhem com o calor, «lingerie» com sabor a morango, «babygrows» que mudam de cor quando o bebé está com febre ou molhado, tecidos que brilham ou não amarrotam. A salvação da indústria passa pelos têxteis técnicos, que representam já 7% das exportações do sector."
NO EXPRESSO
Camisas de noite que brilham à noite. Mangas que encolhem com o calor. Lençóis que matam bactérias
A ROUPA já não é só para agasalhar. As empresas seduzem os consumidores com lençóis que matam bactérias, mangas que encolhem com o calor, «lingerie» com sabor a morango, «babygrows» que mudam de cor quando o bebé está com febre ou molhado, tecidos que brilham ou não amarrotam. A salvação da indústria passa pelos têxteis técnicos, que representam já 7% das exportações do sector."
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