Cinquenta e nove milhões de euros é quanto o Governo prevê gastar no distrito de Bragança, no próximo ano. Este valor só fica atrás dos 35 milhões previstos para Viana do Castelo. Do orçamento para Bragança oito milhões são para a capital de distrito (cerca de um quarto). Seguem-se com valores aproximados de três milhões, verbas para os concelhos de Freixo de Espada à Cinta e Mirandela. Com pouco mais de dois milhões ficam Mogadouro e Vimioso, e com pouco mais de um milhão, Macedo de Cavaleiros e Alfândega da Fé.
Nas dotações distritias abaixo de um milhão de ouros estão contemplados três concelhos: Carrazeda de Ansiães, Vila Flor e Miranda do Douro.
Carrazeda de Ansiães:
Além de 2500 euros para financiar as acções culturais promovidas pelo município, dos pouco mais de 63 mil euros, cerca de 61, vão para a beneficiação da EN 214, entre Alijó e Castanheira do Norte.
Vila Flor:
Também se destaca pela poupança que o Governo fez na inscrição de rubricas, com uma singela obra apenas, a do Centro de Saúde, que esgota os 424 mil euros que o Governo prevê gastar neste concelho, em 2006. Foram suprimidas rubricas que para 2005 atribuíam 200 euros, por exemplo, ao programa cultural do município e cinco mil à construção do Tribunal Judicial de Vila Flor.
O distrito de Bragança deverá dispor, ainda, de pouco mais de 36 milhões para financiamentos diversos distribuídos pelos vários concelhos. Grande parte desta soma, ou seja cerca de 5,3 milhões, o Governo prevê gastá-los na florestação de terras agrícolas, pelo que é de adivinhar a proliferação de um grande número de projectos florestais, por todo o distrito. As “florestas” recebem ainda mais 987 mil euros, para o seu “desenvolvimento sustentável”.
Outra das fatias do bolo vai para o pagamento das medidas agro-ambientais. Ao todo deverão ser distribuídos pelos agricultores transmontanos, com práticas culturais amigas do ambiente e da paisagem, cerca de 2,7 milhões de euros. Em indemnizações compensatórias, deverão ficar com uma verba disponível de pouco mais de 3,7 milhões.
No sector agrícola, a maior parte da fatia está, no entanto, na rubrica “Programa Operacional do Norte – agricultura e desenvolvimento rural”, contemplada com cerca de 6,2 milhões. Entretanto, para financiamento de assistência técnica à agricultura, o Governo inscreve 815 euros. Para modernização, reconversão e diversificação das explorações agrícolas deverão estar disponíveis 3,9 milhões.
A Formação Profissional do distrito, apoiada pelo Governo, tem uma verba de cerca de 1,2 milhões.
Nas rubricas gerais, para todos os concelhos, está ainda o IP2, entre Valebenfeito e a Ponte do Sabor. O governo prevê gastar na elaboração do projecto 3570 euros.
Não existe neste PIDDAC qualquer referência à construção de lares e outros equipamentos sociais, nem à “auto-estrada”, nem à construção efectiva do IP2 ou IC5.
Nas dotações distritias abaixo de um milhão de ouros estão contemplados três concelhos: Carrazeda de Ansiães, Vila Flor e Miranda do Douro.
Carrazeda de Ansiães:
Além de 2500 euros para financiar as acções culturais promovidas pelo município, dos pouco mais de 63 mil euros, cerca de 61, vão para a beneficiação da EN 214, entre Alijó e Castanheira do Norte.
Vila Flor:
Também se destaca pela poupança que o Governo fez na inscrição de rubricas, com uma singela obra apenas, a do Centro de Saúde, que esgota os 424 mil euros que o Governo prevê gastar neste concelho, em 2006. Foram suprimidas rubricas que para 2005 atribuíam 200 euros, por exemplo, ao programa cultural do município e cinco mil à construção do Tribunal Judicial de Vila Flor.
O distrito de Bragança deverá dispor, ainda, de pouco mais de 36 milhões para financiamentos diversos distribuídos pelos vários concelhos. Grande parte desta soma, ou seja cerca de 5,3 milhões, o Governo prevê gastá-los na florestação de terras agrícolas, pelo que é de adivinhar a proliferação de um grande número de projectos florestais, por todo o distrito. As “florestas” recebem ainda mais 987 mil euros, para o seu “desenvolvimento sustentável”.
Outra das fatias do bolo vai para o pagamento das medidas agro-ambientais. Ao todo deverão ser distribuídos pelos agricultores transmontanos, com práticas culturais amigas do ambiente e da paisagem, cerca de 2,7 milhões de euros. Em indemnizações compensatórias, deverão ficar com uma verba disponível de pouco mais de 3,7 milhões.
No sector agrícola, a maior parte da fatia está, no entanto, na rubrica “Programa Operacional do Norte – agricultura e desenvolvimento rural”, contemplada com cerca de 6,2 milhões. Entretanto, para financiamento de assistência técnica à agricultura, o Governo inscreve 815 euros. Para modernização, reconversão e diversificação das explorações agrícolas deverão estar disponíveis 3,9 milhões.
A Formação Profissional do distrito, apoiada pelo Governo, tem uma verba de cerca de 1,2 milhões.
Nas rubricas gerais, para todos os concelhos, está ainda o IP2, entre Valebenfeito e a Ponte do Sabor. O governo prevê gastar na elaboração do projecto 3570 euros.
Não existe neste PIDDAC qualquer referência à construção de lares e outros equipamentos sociais, nem à “auto-estrada”, nem à construção efectiva do IP2 ou IC5.
Com base em artigo no Mensageiro de Bragança
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