A desejada Sociedade que poderia gerir o metro de superfície entre Mirandela e o Tua não se vai constituir porque está mais do que demonstrada a falta de vontade política nesse sentido. José Silvano parece ter deitado a toalha ao chão, depois de quase uma década a reclamar juntos dos sucessivos governos para que a empresa fosse criada.
A sociedade, teria como parceiros cinco câmaras da região, concelhos atravessados pela linha-férrea, CP e REFER.
Notícia RBA
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