Damos início a um novo inquérito no blogue…
O distrito de Bragança tem como capital uma cidade que mantém uma posição geográfica pouco benéfica. Desde há muitos anos Mirandela tem sustentado com aquela um antagonismo, umas vezes demasiado provinciano gerando guerras fúteis e despropositadas (as mais célebres e tristes são os despiques das assistências ao jogos de futebol que resvalam, muitas vezes, na “cacetada” e “paulada” pacóvias); outras uma saudável concorrência que beneficia a região. Na vigência do poder local democrático, todos recordarão que durante um certo período, cerca de uma década, sob a bandeira de José Gama, a princesa do Tua conseguiu um desenvolvimento mais acelerado que o conseguido pelos brigantinos. Bem recentemente Bragança através do programa “Polis” conseguiu uma mudança significativa na sua fisionomia urbana, aparecendo com outra modernidade, tornando-se mais urbana. Noutra vertente, com o ensino superior, nomeadamente o Instituto Politécnico, tem conseguido manter uma posição de liderança no distrito que contrasta com alguns constrangimentos que são a sua pouca ligação ao país vizinho (por onde deviam passar, penso, muitas das suas linhas de desenvolvimento) e um clara sobranceria pelos concelhos mais distantes.
Bem recentemente, com a questão dos encerramentos de instituições públicas, a racionalização de serviços estatais tem colocado na ordem do dia o local onde eles devem ficar colocados. O autarca José Silvano, edil mirandelense, através da jogada publicitária dos conhecidos cartazes pôs todo o país a falar da sua cidade. A estes juntou-se a mobilização dos residentes e muitos nordestinos para um abaixo-assinado que reúne muitos milhares a defender a sua maternidade; juntem-se ainda as manifestações de agricultores pela manutenção da Direcção Regional de Agricultura (amanhã realiza-se uma) e aposta em certames e produtos emblemáticos como a alheira, o azeite, os desportos náuticos, a Reginorde… Os primeiros frutos estão a ser colhidos: o Jornal de Notícias de 3 de Março referia o encerramento da maternidade de Bragança e a manutenção da mrandelense. O fiel da balança tem-se inclinado claramente para Mirandela e ela pode emergir pela situação a par de outras dinâmicas como a nova centralidade que melhor serve os nordestinos. Será?
O distrito de Bragança tem como capital uma cidade que mantém uma posição geográfica pouco benéfica. Desde há muitos anos Mirandela tem sustentado com aquela um antagonismo, umas vezes demasiado provinciano gerando guerras fúteis e despropositadas (as mais célebres e tristes são os despiques das assistências ao jogos de futebol que resvalam, muitas vezes, na “cacetada” e “paulada” pacóvias); outras uma saudável concorrência que beneficia a região. Na vigência do poder local democrático, todos recordarão que durante um certo período, cerca de uma década, sob a bandeira de José Gama, a princesa do Tua conseguiu um desenvolvimento mais acelerado que o conseguido pelos brigantinos. Bem recentemente Bragança através do programa “Polis” conseguiu uma mudança significativa na sua fisionomia urbana, aparecendo com outra modernidade, tornando-se mais urbana. Noutra vertente, com o ensino superior, nomeadamente o Instituto Politécnico, tem conseguido manter uma posição de liderança no distrito que contrasta com alguns constrangimentos que são a sua pouca ligação ao país vizinho (por onde deviam passar, penso, muitas das suas linhas de desenvolvimento) e um clara sobranceria pelos concelhos mais distantes.
Bem recentemente, com a questão dos encerramentos de instituições públicas, a racionalização de serviços estatais tem colocado na ordem do dia o local onde eles devem ficar colocados. O autarca José Silvano, edil mirandelense, através da jogada publicitária dos conhecidos cartazes pôs todo o país a falar da sua cidade. A estes juntou-se a mobilização dos residentes e muitos nordestinos para um abaixo-assinado que reúne muitos milhares a defender a sua maternidade; juntem-se ainda as manifestações de agricultores pela manutenção da Direcção Regional de Agricultura (amanhã realiza-se uma) e aposta em certames e produtos emblemáticos como a alheira, o azeite, os desportos náuticos, a Reginorde… Os primeiros frutos estão a ser colhidos: o Jornal de Notícias de 3 de Março referia o encerramento da maternidade de Bragança e a manutenção da mrandelense. O fiel da balança tem-se inclinado claramente para Mirandela e ela pode emergir pela situação a par de outras dinâmicas como a nova centralidade que melhor serve os nordestinos. Será?
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