19 julho 2014
A insustentável utilidade da linha do Tua: Daniel Conde
14 julho 2014
Troquem-se as lâmpadas, mas poupe-se na luz
12 julho 2014
A barragem que o país não precisa
Porque é que, sete anos depois de as multinacionais elétricas Iberdrola, Endesa e a EDP terem pago ao Estado português €640 milhões pelas concessões de sete novas barragens, apenas uma está em construção: a de Foz Tua, concelho de Alijó, com a particularidade de continuar envolta em polémica quanto ao impacto ambiental.
Há duas razões que surgem desde logo à cabeça: quebras sucessivas na procura de eletricidade e também falta de fontes de financiamento para pôr as obras de pé.
Mas há ainda dois motivos adicionais, apontados pela associação ambientalista Geota: "temos excesso de potência instalada e o subsídio de €500 milhões que tinha sido estabelecido em 2010 para as novas centrais hídricas foi cortado para €300 pelo atual governo", explica Joanaz de Melo, dirigente daquele organismo e também professor universitário.
Este responsável garante também que, construir aquelas barragens - quase todas no norte do país -, é como fazer uma terceira auto-estrada entre Lisboa e Porto ao lado das outras duas que já existem.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/as-sete-barragens-que-o-pais-nao-precisa=f880643#ixzz37FskcJWe
02 julho 2014
Falha de segurança na barragem do Tua
A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) fez hoje 30 notificações e levantou vários autos por falta de segurança e outras irregularidades na obra da barragem do Tua, que já fez quatro mortos e oito feridos. http://m.visao.sapo.pt/pesquisa/todos/artigo/787420
Chamo-te
Chamo-Te porque tudo está ainda no princípio
E suportar é o tempo mais comprido.
Peço-Te que venhas e me dês a liberdade,
Que um só de Teus olhares me purifique e acabe.
Há muitas coisas que não quero ver.
Peço-Te que sejas o presente.
Peço-Te que inundes tudo.
E que o Teu reino antes do tempo venha
E se derrame sobre a Terra
Em Primavera feroz precipitado.
Sophia de Mello Breyner Andresen
28 junho 2014
Quinze produtores de vinho do Douro contestam barragem do Tua
Associação de Bragança põe idosos em contacto com filhos e netos emigrados
O projeto "Momentos de Afeto" oferece, na sede da associação, um computador para as conversas, dando aos idosos a oportunidade de contactarem com os filhos, netos e outros familiares que se encontram fora da região, a maior parte emigrados, "encurtando distâncias e reforçando laços de amor e carinho".
24 junho 2014
Autarcas de Mirandela e Vila Flor revoltados com prepotência do Ministério da Educação
Autarcas de Mirandela e Vila Flor revoltados com prepotência do Ministério da Educação - Expresso.pt
Encerrar escolas porque sim
Encerrar às escondidas
Uns sabem dos encerramentos das escolas do primeiro ciclo, outros não e alguns outros vangloriam-se de negócios que pouparam alguns estabelecimentos. É assim a navegação à vista em barco fantasma. http://www.tvi24.iol.pt/503/sociedade/braganca-escolas-mec-ensino-encerramento-tvi24/1561215-4071.html
19 junho 2014
Conferência de imprensa "Salvar o Tua, Proteger o Douro"
18 junho 2014
16 junho 2014
150 euros para regressar do hospital
O melhor é não adoecer ou não ir e recorrer às velhas mezinhas. http://www.publico.pt/sociedade/noticia/doentes-de-braganca-chegam-apagar-150-euros-de-taxi-para-regressar-do-hospital-1640049
11 junho 2014
AMIGOS PARA SEMPRE
10 junho 2014
Autarca de Mirandela ameaça portajar alternativa à A4
"a única estrada que poderia permitir evitar potagens é agora municipal e António Branco garantiu à Lusa que não está disposto «a ser alternativa», nem que para isso tenha que adotar o conceito do Governo e introduzir portagens."
09 junho 2014
Casa do Douro terminou. - dizem eles
A Comunidade Intermunicipal do Douro (CIM Douro) realiza uma reunião extraordinária nesta segunda-feira, no Peso da Régua, para tomar uma posição sobre a proposta de lei da Casa do Douro que perde o estatuto de direito público. http://www.publico.pt/local/noticia/autarcas-reunemse-para-tomar-posicao-sobre-proposta-de-lei-para-a-casa-do-douro-1639212
Ver antes de ser visto
“antes de me verem a mim, já eu os via lá em baixo” http://www.noticiasaominuto.com/pais/231773/palito-recusa-falar-sobre-tiros-que-disparou
07 junho 2014
Escultura de António da Mota de Helder de Carvalho
"Há Homens que “por feitos valorosos se vão da lei da morte libertando…”. É o caso de Manuel António da Mota cuja personalidade tive agora a oportunidade de estudar e ficar a conhecer melhor. Nesta obra, que se quer de homenagem e reconhecimento, representei um homem decidido, que larga as amarras e parte confiante em busca de um futuro que, com muito trabalho e saber, se tornou modelo único de sucesso empreendedor.
Se esta sua representação nos trouxer à memória o seu exemplo e nos motivar para ganhar os desafios que hoje se nos colocam, julgo que será alcançado o objectivo maior deste gesto do Município da sua naturalidade - Celorico de Bastos , que eu tive o grato prazer de tornar real."
Helder Carvalho
02 junho 2014
O grande problema
(...)
Perante isto, defende que “face à pressão demográfica e à desertificação são necessárias políticas, porque não se podem deixar morrer os problemas como se o mercado se encarregasse de os resolver”, acrescentou.
Braga da Cruz salientou que as políticas públicas não podem deixar de “ter um olhar especial” para como criar as condições objetivas para estas regiões se desenvolverem.
(...)
Luís Braga da Cruz acredita que é uma conciliação entre duas coisas indispensáveis: “política pública, isto é iniciativa por parte do governo que tem de ser sensível às áreas mais deprimidas do país, pois têm tendência a ficar sem pessoas, e, por outro lado, dar estímulo aos agentes económicos para poderem atuar.
Ora para isto é necessário haver competências, equipamentos, infraestruturas e acima de tudo valorizar a função empresarial”, justificou.
01 junho 2014
Agradável e pouco agradável
A primeira vez que ´é vitima remonta há um ano. Agora, "passou mais de um mês desde o último episódio e a adolescente está trancada em casa, anichada na cama, debaixo de comprimidos de adultos. Nas piores fases, foram sete: o suficiente para adormecer nas aulas, quando ainda conseguia ir. Quase não come. Só dorme agarrada à mãe. Só sai à rua com a mãe e com o pai. Está sem telemóvel, sem Facebook. Não vai almoçar com as amigas, não vai ao cinema. Não veste calções nem saias curtas, não mostra a barriga. "Se visto aí é que me chamam mesmo pê." Das poucas vezes em que fala, desabafa coisas como: "Eles têm-me tanto ódio que qualquer dia dão-me um tiro na rua e ninguém vai saber quem foi e onde estou." Às vezes, diz que se arrepende de ter denunciado. Para quê se é a única que tem de se esconder?"
Só agora os presumíveis autores foram detidos.









