09 fevereiro 2011

Divulgação: Conferência sobre o "banco de terras"

10 comentários:

  1. Não concordo com a cegueira do anónimo.Já chegava ser anónimo,mas não ver a data que está bem á mostra, recorda as anedotas das louras -algumas-. Não vou poder estar presente no dia 12. No entanto sou aq favor da criação de um banco de terras, onde e4xista a possibilidade de inscrever terras que herdamos ou possuimo, mas que não há vontade, nem tem+po para cultivar. Assim outros que o façam e depois dão uma renda ou valor acordado em contrato pela ceência das terras á exploração. Há gente que não sabe cultivar a terra, há quem não possa e o País vai necessitar de semear pão, de ter batata como já produziu e outros bens, que a entrada da EU, proibiu de fazer. Apoio a iniciativa e mesmo sendo um partido da esquerda a tratar do problema, não é por isso que devemos ter receio, hoje todos vemos o que alguns politicos conhecidos nos fazem e o povo aceita. Amigos participem, ouçam, peçam esclarecimentos e quem sabe se muitos não vão aproveitar alguma coisa, espero que sim.

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  2. Caros amigos

    Lamento não poder estar presente mas é como se estivesse.


    Por favor façam como diz e muito bem o Manel... vão .. ouçam com atenção, questionem, comparem e decidam ..

    DEMONSTREM QUE EXISTEM , QUE ESTÃO VIVOS E QUE SE PREOCUPAM

    esta é a opinião que os Portugueses
    da Capital (muitos oriundos envergonhados de Trás- os- Montes )
    têm de nós( reparem .. Trás- os- Montes em minúsculas e Europa em maiúsculas.. (senhores professores
    esta é uma boa altura para se pronunciarem.. e defenderem a língua e a HISTÓRIA)


    Está nas nossas mãos evitar que Portugal se transforme no trás-os-montes da Europa

    Paulo Marcelo no Diário Económico


    Fonte:

    P2 Quarta feira 9 fevereiro 2011

    Frases de ontem

    cumprimentos

    mario

    Ps Ate os grandes caiem de joelhos e fogem .. perante a rev olta dos jóvens --seja onde for

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  3. O BE apresentou o Projecto de Lei para a criação de um Banco Público de Terras Agrícolas para Arrendamento Rural destinado a facilitar o acesso a terras por via do arrendamento rural, instrumento reconhecido como importante para corrigir a dimensão física e económica das explorações, reduzir a dispersão da propriedade e incentivar o início da actividade agrícola, sobretudo de jovens agricultores.

    Disponibilizar as terras agrícolas públicas desocupadas ou as que se encontram em estado de abandono é um importante contributo para o aumento da viabilidade técnica e económica das explorações, o rejuvenescimento do tecido produtivo, a melhoria dos indicadores económicos do sector agro-alimentar, o combate ao desemprego agrícola e ao êxodo rural, e ainda a promoção da investigação, experimentação, demonstração e desenvolvimento agrários.

    O BE propõe a criação de um banco de terras, gerido pelo Estado, constituído pelas terras agrícolas de propriedade pública, bem como as inscritas voluntariamente pelos seus proprietários. Considerando a necessidade premente de combater o abandono dos solos produtivos, é proposta a penalização fiscal dos prédios rústicos ou mistos com aptidão agrícola em situação de abandono, a não ser que os mesmos integrem o banco público de terras.

    Desta forma, é criado um incentivo para a utilização das terras agrícolas e dá-se uma oportunidade aos proprietários que não querem usar os seus terrenos para os rentabilizarem por via do seu arrendamento a terceiros, facilitando-se este processo através da existência de uma base de dados que publicita as terras disponíveis. O recenseamento destes prédios para efeito de aplicação da penalização fiscal irá ainda permitir actualizar os respectivos registos prediais, sendo um importante contributo para a realização do cadastro rústico, tarefa complexa que se afigura como urgente.

    As terras deste banco destinam-se a arrendamento rural, o que permite responder de forma ágil à dificuldade no acesso à terra para o redimensionamento das explorações agrícolas ou para novos projectos de instalação, assim como facilita a disponibilização das terras. O arrendamento é realizado por concurso público, mediante apresentação de um plano de exploração para garantir a sustentabilidade das actividades agrícolas a instalar, e é estipulado um valor de renda que tenha em conta a realidade dos vários territórios para combater a especulação fundiária, a qual poderia ser um obstáculo à concretização dos objectivos subjacentes à criação do banco de terras.

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  4. «O BE propõe a criação de um banco de terras, gerido pelo Estado»

    «é proposta a penalização fiscal dos prédios rústicos ou mistos com aptidão agrícola em situação de abandono, a não ser que os mesmos integrem o banco público de terras.»

    «O recenseamento destes prédios para efeito de aplicação da penalização fiscal irá ainda permitir actualizar os respectivos registos prediais»


    QUEREM TAPAR OS OLHOS A QUEM?
    CLARO QUE QUEREM APANHAR AS TERRAS DAS PESSOAS.
    «OU DÁS A TERRA OU O FISCO LIXA-TE!»

    NA MINHA TERRA NÃO ENTRAM!

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  5. É tudo muito bonito! Trabalhar a terra não é tarefa fácil. Mas, trabalhando-a, pergunto: quem nos garante o escoamento dos produtos, bem como o preço dos mesmos? Será que é esta UE liberal? Creio que não.

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  6. Quem quer hoje terras?
    No Alentejo(herdades) ou no Douro(quintas)?
    Certo.Para serem vendidas logo de seguida.É que para cultivar terras grandes é preciso muito capital.
    O que toda a gente quer é trabalhar e receber um bom salário.
    As terras abandonadas não interessam a ninguém, sobretudo em Trás-os-Montes.

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  8. O BE quer andar sempre na crista da onda:com uma moção de censura,com a ideia da criação dum Banco de Terras.
    A primeira serve para deter o protagonismo durante trinta dias,a segunda para meter medo aos pobres rurais,que ficam a pensar que desta vez ficam mesmo sem as hortinhas(por cultivar).
    As hortinhas,ainda que incultas, são dos velhinhos das nossas aldeias,que as receberam dos antepassados e aos seus filhos as queriam deixar.
    Para que vêm estes senhores com ideias malucas? Quanta boa gente vai ter pesadelos por causa deles?

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  9. O cultivo das nossas terras nos modos em que vem sendo feito não dá para a sobrevivência de uma familia de 2 pessoas. Muito longe disso, direi até.
    MUITO provavelmente a ideia poderia ter algum sentido a partir de um processo de emparcelamento - que levaria anos a fazer - de forma a baixar os custos de produção. A criação de produtos DOP (Denominação de Origem Protegida) poderia dar uma ajuda.
    Mas esbarraríamos sempre no problema da colocação e venda no mercado. O preço podia até corresponder à qualidade mas a grande maioria das bolsas não lhe chegaria.
    Veja-se o exemplo do azeite. O do agricultor é de extrema qualidade com beneficios e muitos - recolham informação) para a saúde, mas o consumidor "prefere" o do super-mercado, engarrafado, embalagem vistosa, marca conhecida e muito mais barato mas na sua maioria é refinado ou misturado (ler o rótulo) e se repararem de muito dificil cozedura.

    NB: REFINADO - não significa melhor qualidade. Antes pelo contrário. Trata-se de azeite que na origem podia ter 2 ou mais graus de acidez (Excessivamente gordo) e que pelo processo de refinação a altas temperaturas pode inverter para 0,7º. Repare-se que o azeite de qualidade como o biológico é extraído a temperaturas muito baixas, +- 27º.
    O refinado faz 20 vezes mais mal à saúde do que um azeite original de 2º, mas é o que se vende!

    Provavelmente muita boa gente não sabe disto por isso também o conhecimento está na base de qualquer sucesso!

    Industrial Agrícola.

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