VILA FLOR SC 2-3 FC CARRAZEDA
Uma vitória que quase vale a conquista do título e a subida (regresso) à 3.ª divisão nacional.
Parabéns!---
28 fevereiro 2010
Lucidez
O Arauto de CA recentemente esteve na Zona Industrial e Cemitério e constatou um crime contra o património construído e natural que ali nos pareceu estar a acontecer.
(...)
Daqui
Quando a "cegueira" não consegue discernir a preservação dos bens públicos da luta política vai chegar-se à metáfora de Saramago - o mundo cego dá lugar ao mundo imundo e bárbaro.
Alguma lucidez será precisa no futuro.
(...)
Daqui
Quando a "cegueira" não consegue discernir a preservação dos bens públicos da luta política vai chegar-se à metáfora de Saramago - o mundo cego dá lugar ao mundo imundo e bárbaro.
Alguma lucidez será precisa no futuro.
26 fevereiro 2010
Medicina em Vila Real
Os autarcas, deputados, órgãos federativos e dirigentes do Partido Socialista (PS) uniram-se para trazer o Mestrado Integrado em Medicina para a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).
(...) Daqui
(...) Daqui
25 fevereiro 2010
Gabinete de apoio ao munícipe
Já abriu o novo gabinete de apoio ao munícipe na Câmara de Carrazeda de Ansiães. Um serviço que, segundo o autarca, José Luís Correia, pretende facilitar a vida aos cidadãos.
“O atendimento fica centralizado todo naquele gabinete e não como anteriormente em que tinham de subir e descer escadas”, explica.
O gabinete de apoio ao munícipe de Carrazeda visa também reduzir o tempo de espera para resolver os seus assuntos.
“Ganham um espaço moderno, com condições e comodidade e não precisam de andar a correr”, garante o autarca, explicando que “o munícipe faz ali o pedido, aguarda que seja atendido e é tudo por conta dos serviços, nem precisa de se ausentar”.
Duas funcionárias ficam responsáveis pelo atendimento permanente ao munícipe.
Na Brigantia
Fale quem experimentou
“O atendimento fica centralizado todo naquele gabinete e não como anteriormente em que tinham de subir e descer escadas”, explica.
O gabinete de apoio ao munícipe de Carrazeda visa também reduzir o tempo de espera para resolver os seus assuntos.
“Ganham um espaço moderno, com condições e comodidade e não precisam de andar a correr”, garante o autarca, explicando que “o munícipe faz ali o pedido, aguarda que seja atendido e é tudo por conta dos serviços, nem precisa de se ausentar”.
Duas funcionárias ficam responsáveis pelo atendimento permanente ao munícipe.
Na Brigantia
Fale quem experimentou
23 fevereiro 2010
22 fevereiro 2010
Ruptura ou mais do mesmo?
A agricultura será encarada como uma «prioridade estratégica e de defesa nacional», foram as palavras do candidato à liderança social-democrata Paulo Rangel, este domingo, em Boticas.
(...)
A segunda mensagem que Rangel quis deixar, em Boticas, diz respeito «à coesão territorial e ao abandono do interior, nomeadamente de Trás-os-Montes e Alto Douro e do corredor que vai da Beira Alta até ao Alto Alentejo.
Daqui
(...)
A segunda mensagem que Rangel quis deixar, em Boticas, diz respeito «à coesão territorial e ao abandono do interior, nomeadamente de Trás-os-Montes e Alto Douro e do corredor que vai da Beira Alta até ao Alto Alentejo.
Daqui
18 fevereiro 2010
Sem convencer
Das oito candidaturas da Região apenas a do Parque Natural do Douro Internacional consta na lista dos 77 pré-finalistas das Sete Maravilhas Naturais de Portugal.
Aqui
Aqui
Em vias de extinção
Algumas capitais de distrito como Bragança, Portalegre ou Beja "estão perto de situações perigosas" num país cada vez mais macrocéfalo. Dependentes dos serviços do Estado, a sua pequena dimensão não lhes permite captar investimento privado.
Aqui
Aqui
aplausos
A Refer vai recuperar o edifício da Estação do Tua, em Carrazeda de Ansiães, que no passado mês de Agosto foi destruído por um incêndio que teve origem em duas carruagens antigas-
(...)
“Destina-se a permitir alguma vitalidade comercial da estação, que é procurada no âmbito do turismo e permite ainda ao operador ter um ponto de apoio aos passageiros.”
Daqui
Como não estamos habituados, algum espanto.
(...)
“Destina-se a permitir alguma vitalidade comercial da estação, que é procurada no âmbito do turismo e permite ainda ao operador ter um ponto de apoio aos passageiros.”
Daqui
Como não estamos habituados, algum espanto.
14 fevereiro 2010
Só uma este ano
Só uma das oito albufeiras previstas no Plano Nacional de Barragens deverá começar a ser construída ainda este ano, segundo o DN apurou junto do Instituto da Água (Inag), apesar de as restantes sete já se encontrarem adjudicadas. Trata-se da barragem de Foz Tua, adjudicada à EDP, cujo prazo de conclusão está previsto para 2013.
Aqui
Aqui
Divulgação
Estreia na RTP 2, dia 27 de Fevereiro, pelas 21 horas, o documentário "Sabor da Despedida". Um documentário sobre a construção da Barragem do Baixo Sabor e consequente fim do último rio selvagem do país.
Falta de pudor
O Partido Ecologista “Os Verdes” considera escandalosa a falta de pudor do Governo e da EDP no que diz respeito ao processo que está a decorrer referente à possível construção de uma barragem na Foz do Tua. O Governo escolheu a véspera da data do primeiro acidente na Linha do Tua, dia 11 de Fevereiro, para publicar uma Portaria relativa às albufeiras que abrange também a albufeira do Tua.
Num país onde muita legislação, após anos de publicação continua por regulamentar, desta vez temos - uma situação inédita - uma Portaria que é publicada referindo-se a uma albufeira que ainda não existe e cuja barragem que poderá vir a dar-lhe origem ainda não foi definitivamente adjudicada e poderá vir a não o ser.
Por seu lado, a EDP escolheu exactamente o dia de hoje, data do acidente da Linha do Tua, para contactar proprietários de terrenos e de casas que poderão vir a ser submersas para lhes anunciar a marcação dos seus terrenos ao nível da cota de submersão.
(...) Daqui
Num país onde muita legislação, após anos de publicação continua por regulamentar, desta vez temos - uma situação inédita - uma Portaria que é publicada referindo-se a uma albufeira que ainda não existe e cuja barragem que poderá vir a dar-lhe origem ainda não foi definitivamente adjudicada e poderá vir a não o ser.
Por seu lado, a EDP escolheu exactamente o dia de hoje, data do acidente da Linha do Tua, para contactar proprietários de terrenos e de casas que poderão vir a ser submersas para lhes anunciar a marcação dos seus terrenos ao nível da cota de submersão.
(...) Daqui
06 fevereiro 2010
100 dias
Na próxima segunda-feira cumprem-se cem dias do novo poder autárquico carrazedense.
Parafraseando o Manuel, poeta presidenciável, "o vento cala a desgraça / o vento nada me diz".
Na iminência da destruição de um rio, perguntou-se ao ribeiro da Veiga e ninguém vê uma corrente sonhadora, apenas o lodo das águas. Esta terra desfalece à beira de um ribeiro triste. Os rios continuam a correr para o mar e a "minha gente" permanece nas margens ou a fazer telefonemas à Edp para saber do nosso destino colectivo.
Pergunta-se à gente que passa, notícias do nosso futuro, mas os seus sonhos moram muito longe e afogam as suas mágoas em breves reencontros na margem de uma curva, em bebedeiras de tinto, etc e tal.
Pergunta-se aos montes que nos rodeiam e deles ressoa o eco perturbador da inveja, da intriga, da maledicência e da ingratidão. Apoiou-se o que hoje parece detestável. Calunia-se quem nos promoveu. Morde-se a mão que nos deu o pão. Combate-se hoje o que se defendia ontem. Maldiz-se quem nos fez bem. Renega-se quem se adorou.
Pergunta-se à brisa que passa silenciosa e ligeira por uma vila com vontade de progresso e a brisa nada nos diz. Apenas o silêncio dos cemitérios, a quietude das obras de Santa Engrácia, a apatia angustiante da desmotivação.
E haverá uma candeia que alumie, alguém que semeie canções, alguém que resista, alguém que diga não...???
Parafraseando o Manuel, poeta presidenciável, "o vento cala a desgraça / o vento nada me diz".
Na iminência da destruição de um rio, perguntou-se ao ribeiro da Veiga e ninguém vê uma corrente sonhadora, apenas o lodo das águas. Esta terra desfalece à beira de um ribeiro triste. Os rios continuam a correr para o mar e a "minha gente" permanece nas margens ou a fazer telefonemas à Edp para saber do nosso destino colectivo.
Pergunta-se à gente que passa, notícias do nosso futuro, mas os seus sonhos moram muito longe e afogam as suas mágoas em breves reencontros na margem de uma curva, em bebedeiras de tinto, etc e tal.
Pergunta-se aos montes que nos rodeiam e deles ressoa o eco perturbador da inveja, da intriga, da maledicência e da ingratidão. Apoiou-se o que hoje parece detestável. Calunia-se quem nos promoveu. Morde-se a mão que nos deu o pão. Combate-se hoje o que se defendia ontem. Maldiz-se quem nos fez bem. Renega-se quem se adorou.
Pergunta-se à brisa que passa silenciosa e ligeira por uma vila com vontade de progresso e a brisa nada nos diz. Apenas o silêncio dos cemitérios, a quietude das obras de Santa Engrácia, a apatia angustiante da desmotivação.
E haverá uma candeia que alumie, alguém que semeie canções, alguém que resista, alguém que diga não...???
05 fevereiro 2010
o 11 ideal para apanhar azeitona
É comum ler-se nos jornais da especialidade a sugestão que é feita pelos cronistas, da sua constituição das equipas desportivas. Apanhando esta deixa, decidi tornar pública a minha equipa ideal, aquela que gostaria de ter reunido para apanhar a azeitona que este ano arranjou a “coitada” da minha sogra. Decidi ir ao mercado dos políticos do meu país, pela simples razão de que acredito, que muitos destes estariam capazes de, por este meio, se sentirem úteis para a comunidade.
Assim e para capataz (treinador) escolhia o Sr. Alberto João. Reconheço-lhe predicados para ditar e encabeçar a equipa. Seria o indicado para distribuir as varas e dirigir a cadência das varadas. Seleccionava depois os varejadores: - O Sr. Pacheco, homem que sabe de tudo e que com a sua experiência ajudaria os mais moços; o Sr. Campos que maneirinho como é subiria à árvore para desempenhar melhor o papel: o Sr. Sousa que ninguém conhece mas que, vindo do proletariado, sabe de certeza como se vareja; o Sr. Zé possivelmente o mais inexperiente mas, como muita vontade de aprender; o Menino Bernardino para o qual arranjaria um boné de orelhas que lhe preservasse os ouvidos moucos, do frio (sugestão que foi sugerida pelo Sr. Pinho); o Sr. Guilherme que desempenha também, muito bem, a tarefa de estar de cócoras na apanha; o Sr. Lopes, pelos dotes físicos para arriar os sacos; o Sr. Mota que é da terra e não esquece o que aprendeu e ainda o Agostinho que sabe tão bem agachar-se, ou andar firme e hirto quando está na mó de cima. Finalmente para concluir os onze, adicionaria duas senhoras. Para espantar os estorninhos e estender os toldes a D. Manuela; para a apanha, e pelo jeito que tem para cantar à desgarrada, a Menina Heloizinha.
Falta acrescentar que seria decisivo que estes ganhassem rápido a propensão para baixar as orelhas e vergar a espinha condição essencial para o bom desempenho da modalidade que se propõe.
O repto era então o de conseguir-se imaginar, o quanto o país ganharia, se estes dotados se ocupassem realmente daquilo que sabem fazer bem.
Assim e para capataz (treinador) escolhia o Sr. Alberto João. Reconheço-lhe predicados para ditar e encabeçar a equipa. Seria o indicado para distribuir as varas e dirigir a cadência das varadas. Seleccionava depois os varejadores: - O Sr. Pacheco, homem que sabe de tudo e que com a sua experiência ajudaria os mais moços; o Sr. Campos que maneirinho como é subiria à árvore para desempenhar melhor o papel: o Sr. Sousa que ninguém conhece mas que, vindo do proletariado, sabe de certeza como se vareja; o Sr. Zé possivelmente o mais inexperiente mas, como muita vontade de aprender; o Menino Bernardino para o qual arranjaria um boné de orelhas que lhe preservasse os ouvidos moucos, do frio (sugestão que foi sugerida pelo Sr. Pinho); o Sr. Guilherme que desempenha também, muito bem, a tarefa de estar de cócoras na apanha; o Sr. Lopes, pelos dotes físicos para arriar os sacos; o Sr. Mota que é da terra e não esquece o que aprendeu e ainda o Agostinho que sabe tão bem agachar-se, ou andar firme e hirto quando está na mó de cima. Finalmente para concluir os onze, adicionaria duas senhoras. Para espantar os estorninhos e estender os toldes a D. Manuela; para a apanha, e pelo jeito que tem para cantar à desgarrada, a Menina Heloizinha.
Falta acrescentar que seria decisivo que estes ganhassem rápido a propensão para baixar as orelhas e vergar a espinha condição essencial para o bom desempenho da modalidade que se propõe.
O repto era então o de conseguir-se imaginar, o quanto o país ganharia, se estes dotados se ocupassem realmente daquilo que sabem fazer bem.
Chaves aqui tão perto
Pela primeira vez na história do clube, o Chaves apurou-se para as meias-finais da Taça de Portugal. Esta quinta-feira, em Paços de Ferreira, a equipa transmontana conseguiu uma vitória sofrida, por 2-1. Os de Chaves são também os únicos da Liga de Honra ainda em prova.
O treinador em declarações à imprensa referiu que "esta equipa espelha a atitude e ambição do povo transmontano. Estamos um pouco esquecidos, mas lutámos com as nossas armas".
Creio que o treinador Nuno Pinto está errado. O povo transmontano não tem mostrado nem atitude nem ambição. Tem sim, mostrado resignação, acomodação e desinteresse pelo seu futuro colectivo.
O Desportivo de Chaves foi, durante mais de uma década, a colectividade que pela sua excelência no desempenho futebolístico conseguiu ser "pedrada no charco" no marasmo global da região. Porque são poucos os exemplos de saber fazer, de coragem, de liderança que sirvam de incentivo aos transmontanos para inverter a realidade de região pobre e limitrofe e porque ninguém já deve contar com a boa vontade dos "iluminados" do poder central de Lisboa, ontem, hoje e amanhã, flaviense sempre.
O treinador em declarações à imprensa referiu que "esta equipa espelha a atitude e ambição do povo transmontano. Estamos um pouco esquecidos, mas lutámos com as nossas armas".
Creio que o treinador Nuno Pinto está errado. O povo transmontano não tem mostrado nem atitude nem ambição. Tem sim, mostrado resignação, acomodação e desinteresse pelo seu futuro colectivo.
O Desportivo de Chaves foi, durante mais de uma década, a colectividade que pela sua excelência no desempenho futebolístico conseguiu ser "pedrada no charco" no marasmo global da região. Porque são poucos os exemplos de saber fazer, de coragem, de liderança que sirvam de incentivo aos transmontanos para inverter a realidade de região pobre e limitrofe e porque ninguém já deve contar com a boa vontade dos "iluminados" do poder central de Lisboa, ontem, hoje e amanhã, flaviense sempre.
01 fevereiro 2010
Breves notas ...
À CARRRAZEDA. BOTA P'RA CARRAZEDA. EM RECENTE ELEIÇÃO PARA A RÁDIO ANSIÃES, O CARGO DE PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA GERAL, FOI ATRIBUIDO A UMA PESSOA QUE "NÃO É SÓCIA OU COOPERANTE" POIS DE UMA COOPERATIVA SE TRATA. COMENTÁRIOS PARA QUÊ? BOTA P'RA CARRAZEDA, FICOU CÉLEBRE ESTE GRITO EM TARDE DE VERÃO E APÓS A ACTUAÇÃO DOS ZÍNGAROS NA CIDADE DA MEDA. ONDE ESTÁ A PIADA DA BOTA? POIS NÃO ERA UMA "BOTA ESPANHOLA" TRADICIONALMENTE USADA PARA TRANSPORTAR VINHO DE PREFERÊNCIA GELADO. E ESTA HEN??!!!
EM VISITA A UM LAR DA TERCEIRA IDADE, NA CIDADE DE BRAGANÇA, UMA IDOSA COM A ALEGRIA DOS NOVENTA, AO SABER DE ONDE EU ERA NATURAL TEVE ESTE JOCOSO COMENTÁRIO: - CARRAZEDA DE ANSIÃES ESFOLA GATOS E MATA CÃES. RESPONDI SORRINDO. JÁ FOI TEMPO, OUTROS TEMPOS, AGORA NÃO HÁ GATOS E TEM POUCOS CÃES.
EM VISITA A UM LAR DA TERCEIRA IDADE, NA CIDADE DE BRAGANÇA, UMA IDOSA COM A ALEGRIA DOS NOVENTA, AO SABER DE ONDE EU ERA NATURAL TEVE ESTE JOCOSO COMENTÁRIO: - CARRAZEDA DE ANSIÃES ESFOLA GATOS E MATA CÃES. RESPONDI SORRINDO. JÁ FOI TEMPO, OUTROS TEMPOS, AGORA NÃO HÁ GATOS E TEM POUCOS CÃES.
O incrivel aconteceu
Voz Do Povo…
Segundo a informação de uma fonte fidedigna, a população da freguesia de Selores, não está satisfeita com este facto: - Foi na altura própria adjudicada a “Ampliação do Cemitério local” a obra foi efectuada, o empresário recebeu, e deu por finda a tarefa vai para 3 anos. Acontece que na parte nova do dito, ainda não foi utilizada e aconteceu recentemente terem feito um enterro na parte velha, onde tiveram de esconder as ossadas de quem ali repousava em paz.
Estranho procedimento este!!... senão existe espaço, comprendia-se mas não é o caso. Quem sabe responder porque não utilizam a parte nova? Senhor Presidente da Junta, o povo teve a coragem de o eleger, pois devem muitos favores, mas não é com atitudes destas que paga a eleição.
Segundo a informação de uma fonte fidedigna, a população da freguesia de Selores, não está satisfeita com este facto: - Foi na altura própria adjudicada a “Ampliação do Cemitério local” a obra foi efectuada, o empresário recebeu, e deu por finda a tarefa vai para 3 anos. Acontece que na parte nova do dito, ainda não foi utilizada e aconteceu recentemente terem feito um enterro na parte velha, onde tiveram de esconder as ossadas de quem ali repousava em paz.
Estranho procedimento este!!... senão existe espaço, comprendia-se mas não é o caso. Quem sabe responder porque não utilizam a parte nova? Senhor Presidente da Junta, o povo teve a coragem de o eleger, pois devem muitos favores, mas não é com atitudes destas que paga a eleição.
Subscrever:
Mensagens (Atom)