30 maio 2009

29 maio 2009

Regionalização

A Caixa do Correio
A Caixa do correio, é um poço de surpresas.Às vezes bem agradáveis, outras nem tanto, mas umas e outras são necessárias à vida e, se as boas notícias fossem em número elevadíssimo, quem acreditava nos maus momentos e nas contrariedades da vida?
Recebi uma carta do candidato do PSD –José Luís Correia- à Câmara de Carrazeda. Já tinha recebido uma outra da candidata independente Olímpia Candeias. Em qualquer dos caos, não eram cartas personalizadas, não tinham o endereço e caiu na Caixa do Correio, por acordo prévio com os CTT que são pagos por essa distribuição domiciliária, assim as cartas são minhas.
Não vou comentar o conteúdo de cada uma, porque são iguais na mensagem e pedem o meu voto.Com a consciência de que é um dever cívico votar, também tenho o direito de resposta a muitas, muitas dúvidas que me surgem na mente. Há muitas e muitas promessas que ficaram por cumprir no passado, pelos candidatos do PSD que foram eleitos e têm gerido os destinos da minha terra.
Dito isto, na minha qualidade de eleitor devidamente inscrito no circulo eleitoral e respectivos cadernos eleitorais, no uso das minhas faculdades para exercer o acto de votar, eu imponho como condição de votar, resposta a estas perguntas:
1º - Qual é o montante da dívida que a Câmara tem?Quantos milhões de €uros e não de cifrões do antigo escudo?- A que entidades se deve tanto dinheiro?!!!
2º - Qual foi a conclusão e o resultado do Inquérito – se este existiu – ao derrube “da placa de cimento” da obra do futuro Museu do Vilarinho da Castanheira? Há responsáveis pelo que aconteceu? Quem são?!!!
3º - Quem sabe o que se passa com o Centro Cívico? O processo no Tribunal, tem solução para breve?! Há esperança que seja inaugurado no decorrer deste ano?
4º - Os Blocos de Apartamentos do futuro “Bairro Social”,junto à capela de Nª Sª de Fátima, estão parados. A empresa faliu. Que solução foi encontrada para resolver em definitivo aquele problema?! O proprietário da obra é a Câmara Municipal, logo quem concorrer à autarquia tem de saber o que se passa e divulgar a solução.
5º - O cemitério novo, encontrou um vizinho amigo. Com efeito, o proprietário do terreno que construiu aquela pequena barragem para aproveitar a água de nascente , para o futuro pomar, deu uma inestimável ajuda, para que o cemitério seja promovida a “Jardim da Saudade” a obra tem autor. Que pensam fazer com este Jardim? Devem aumentar o existente, pois tem condições para isso?
Ainda há muito caminho para percorrer e esta é a 1ª estação da via-sacra, que temos de caminhar rumo ao calvário das eleições autárquicas, outros profetas vão aparecer, e anunciar o seu programa. Cá ficamos à espera e amigos leitores, confesso que já tinha saudades de aqui estar. Pensar na minha terra, no seu futuro e naquilo que é bom para nós, para os nossos filhos e até para os nossos netos.Esta é a hora de denunciar o que não foi feito, e também dar atenção às promessas do que dizem que agora vão fazer.

28 maio 2009

Divulgação

No próximo sábado, dia 30 de Maio decorrerá na Régua, no Museu do Douro, um seminário organizado pela Liga dos Amigos do Douro Património Mundial.

Divulgação

Este ano, em Miranda do Douro, nos Encontros de Antropologia, Cinema e Sentidos também se fala e apresenta a Linha do Tua:

- No dia 29 de Maio, comunicação de António Lourenço "A Linha do Tua. Identidades colectivas, projectos hidráulicos e fluvioholocausto";
- No dia 30 de Maio, apresentação de um excerto do documentário (pré-produção) de Jorge Pelicano, "Pare, Escute e Olhe".

Bons exemplos: crianças encantadas

A pequena Inês olhou encantada pela janela do comboio onde viajou pela primeira vez. O fumo da antiga máquina a carvão envolveu a paisagem do Douro e os gritos alegres das crianças juntaram-se ao apito da locomotiva a vapor que seguiu da Régua para o Tua.

«Nunca vi uma coisa tão bonita», afirmou à Agência Lusa Inês, de nove anos e residente em Vila Real.

A CP convidou cerca de 200 crianças de Vila Real e Peso da Régua para um baptismo ferroviário a bordo do comboio histórico da Linha do Douro.

A viagem a 30 quilómetros à hora percorreu os 46 quilómetros, que separam o Peso da Régua do Tua (concelho de Carrazeda de Ansiães), tendo como paisagem predominante o Douro Património Mundial da UNESCO.

(...)
Leia aqui

Novos Correios em Carrazeda

Estão a funcionar as novas instalações dos CTT em Carrazeda situadas na Rua marechal Gomes da Costa (continuamos a insistir no nome de ruas que nada têm a ver com a nossa história e até com o património histórico e cultural do país; conservadores quanto baste seremos, não tarda, case study da chacota nacional).
Visitei-a e pareceu-me um espaço moderno e funcional dentro do que os CTT têm, no género, a nível nacional. A empresa dos correios é agora muito mais que o local de entrega e recebimento de correspondência, tornando-se cada vez mais um ponto comercial que concorre com outros espaços locais de venda pública.
A preocupação dos seus responsáveis era de que todos tirassem uma senha, mesmo que ninguém tivesse a ser atendido, como foi o meu caso. Nos poucos minutos que demorei a efectuar um registo, ouvi uma boa meia dúzia de vezes a pergunta seca, repetida e gritada "já tirou a senha?" para um ou dois utentes que chegavam. Pois tire-se a senha e já agora melhore-se o serviço de atendimento, pois o existente nas antigas instalações da Praça do Município era dos "piores" do serviço público concelhio: espaço exíguo, filas intermináveis - a usar só em caso de última necessidade.
Ressalvo o serviço de proximidade efectuado pelos senhores carteiros que me parece de muito boa qualidade.

Estradas e barragens podem não melhorar economia de Trás-os-Montes

O investimento de 3,8 mil milhões de euros em barragens e novas estradas em Trás-os-Montes e Alto Douro, a concretizar durante os próximos oito anos, pode ter poucos efeitos na região. Pelo menos no curto prazo.

É o receio do director do Departamento de Engenharias da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), Luís Ramos, manifestado ontem, no fórum "O futuro é hoje", que decorre em Vila Real (...)
Assume-se “preocupado” com a “grande passividade e desinteresse” dos agentes locais, como são “autarcas e presidentes de associações”, que “ainda não se aperceberam que o investimento previsto pode mexer muito com a economia da região”.

Luís Ramos observa que as novas obras não podem ser olhadas apenas pelo prisma da criação de postos de trabalho. Há outras áreas que podem sair a ganhar, “como a publicidade, o fornecimento de refeições, bens e serviços, os gabinetes de engenharia”, entre muitas outras. Mas “se a região não estiver preparada para agarrar essas oportunidades vai passar tudo ao lado”, assevera, já que “todos os materiais e produtos virão de fora, fornecidos por empresas do Porto, Lisboa ou Madrid”.
(...)
Leia aqui

Apresentação da candidatura

de José Luís Correia, aqui.

25 maio 2009

Procure-se a coerência na sanita

A Vila está mais graciosa com os investimentos urbanísticos recentes. Mas porque será que o fundo da vila não merece igual cuidado!? Construiu-se mais uma infra-estrutura recreativa e desportiva. Mas porque será que não há dinheiro algum para apoiar, no futebol, os nossos jovens campeões!? Os jardins bem cuidados dão-nos beleza e frescura. Mas porque será que se gasta mais em água e trabalho com eles. do que no apoio social aos carenciados!? Consegue-se tomar decisões importantes em reuniões de 30 minutos. Mas porque será que se continua à espera de uma licença de obras 20 dias!? Consegue instalar-se obras de escultura contemporânea a preços ditos módicos. Mas porque será que depois não há dinheiro, tão-pouco para substituir as lâmpadas fundidas instaladas para os iluminar!? Consegue-se construir de raiz um edifício para interpretar o nosso castelo. Mas porque será que não se luta pela sua restauração e promoção!? Programam-se tarefas. Mas porque não se avaliam ao fim e não se explica porque não corresponderam aos “timings” previstos!? Consegue-se construir uma infra-estrutura de promoção turística junto ao castelo. Mas porque será que nem a água, nem a luz ou telefone, se conseguem lá colocar!?
Consegue-se delegar a gestão das águas a uma empresa privada. Mas porque será que, para alem de pagarmos os ordenados de seus empregados, ainda pagamos a água mais cara que o município vizinho!? Consegue promover-se concursos de admissão. Mas porque será que nos dizem com antecedência os resultados!? Consegue-se excepcionalmente abrir um inquérito, Mas porque será que nunca se encontra um responsável ou culpado!? Prova-se facilmente o uso indevido de telemóveis destinados a serviço oficial. Mas porque não se punem essas irregularidades!? Consegue promover--se festivais de música medieval. Mas porque será que, depois não há dinheiro para um professor, para a escolinha de música!? Faz-se a Feira da Maçã. Mas porque será que em vez de se promover o produto, se promove o Quim Barreiros!?
Tudo o que aqui se diz, comenta-se nos cafés ou entre anónimos nos blogues. Mas porque será que não se assume o papel cívico de se fazerem as denúncias!?
O dinheiro ilegal realizado pelas casas de alterne durante um ano dava para pagar uma nova auto-estrada entre Amarante e Bragança. A denuncia foi feita este domingo pelo Sindicato das Carreiras de Investigação e Fiscalização do SEF, no Congresso que se está a realizar em Bragança. no Portugal Diário

Lição de economia 2

O António, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.
Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China). Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in China).
Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.
Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes. Serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in China) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...
(recebida por endereço electrónico)
Os idosos do distrito de Bragança parecem mostrar-se desconfiados em relação a um direito que está instituído. A directora regional de Bragança da Segurança Social, Teresa Barreira, disse que os idosos do distrito não se mostram muito entusiasmados na adesão ao Complemento Solidário para Idosos (CSI).

“Continua a haver resistências que não conseguimos ultrapassar”, referiu Teresa Barreira em declarações à comunicação social.

Os idosos parecem não estar interessados em disponibilizar dados sobre o seu património particular e não gostam de revelar os dados relativos aos rendimentos dos filhos. Estes parecem ser os principais motivos que levam à pouca adesão dos reformados com fracos rendimentos a aderirem ao Complemento Solidário que lhes permitia aumentar as suas pensões até um mínimo de 400 euros.

Até ao momento a direcção regional de Segurança Social recebeu 6750 requerimentos, tendo resultado a atribuição do CSI a 4162 pensionista e no indeferimento de 2232 pedidos.

Teresa Barreira tem consciência que ainda há muitos idosos que podiam ser beneficiários desta medida, mas que por motivos de ordem cultural tem-se mostrado pouco cooperativos relativamente a esta ajuda. Mas a responsável garante que os serviços regionais estão a desencadear todas as medidas para que o CSI toque um número mais elevado de idosos da região nordestina.


leia no Mais Portugal

Universitários lançam debate sobre impacto de barragens

Os alunos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) vão promover, entre terça e quinta-feira, um debate sobre o impacto das novas obras públicas no desenvolvimento desta região, para onde está previsto um investimento de 3,8 mil milhões de euros nos próximos anos.

O fórum «O Futuro é hoje», organizado pelos alunos do Núcleo de Engenharia Civil da UTAD, traz a Vila Real, entre outros, António Castro da EDP, Pina Moura da Iberdrola, Pedro Gonçalves, da Soares da Costa, Francisco Silva da Somague e Corte Real Magalhães da Mota-Engil.

Estas empresas vão construir, globalmente, o Túnel do Marão e a Auto-Estrada Transmontana, que vão ligar Amarante, Vila Real e Bragança, o Itinerário Complementar 5 (IC5), o Itinerário Principal 2 (IP2), e ainda as barragens do Alto Tâmega, Sabor e Tua.
no Diário Digital

24 maio 2009

Porto inaugura estátua de Abel Salazar da autoria de Hélder Carvalho

A estátua, de bronze e com o seu pedestal feito em granito, é da autoria do escultor Hélder Carvalho e foi colocada no Jardim do Carregal, ou seja, com vista para o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) e o Hospital de Santo António, e foi oferecida à cidade pela Fundação Engº António Almeida.
Nas fotos podem ver-se entre outros Rui Rio, presidente da Câmara do Porto e o Engenheiro António Aguiar Branco, presidente da fundação.



Ligações com a notícia: Expresso, JN, RTP, DN, Correio do Minho, Diário Digital...

Abel Salazar doutorou-se em Medicina com 20 valores. Além de professor na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, foi director do Instituto de Histologia e Embriologia, onde fez um valioso trabalho de investigação relativo à estrutura e evolução do ovário.
Abel Salazar foi um convicto anti-fascista, o que lhe valeu a demissão de todos os seu cargos em 1935. Mais aqui.

Pensar dos leitores

Mania de que a nossa terra é sempre a pior e são os de fora que a elogiam e porquê? Porque a comparam.Num concelho que tem tanta gente como uma vila só no litoral e com uma sede concelhia com tão pouca gente é normal que os comércios não floresçam e os investimentos públicos não tenham mercado.Uma piscina para quê? Questiona-se porque já existe e os utentes são poucos e os que criticam não a usam, Posto de saúde, Escola secundária, Bombeiros, Lar e Infantário, Escola profissional, Centro Cívico, Biblioteca Pública, Bancos, Feira, Museu ao ar livre de peças em granito, revitalização do casco urbano antigo, revitalização do centro actual e outras coisas que chamam a atenção de quem não vive permanentemente. Precisa-se de atrair gente é verdade, mas quem vai ter o segredo para inverter os fluxos naturais para os grandes centros que permitem naturalmente outras oportunidades. Diagnosticar males e apontar o que seria óptimo para Carrazeda estará à mão de qualquer pessoa medianamente inteligente. O Governo também precisa de aumentar receitas, mas não lhe convém aumentar os impostos.

Aplausos

Metade dos centros de saúde do Distrito de Bragança vão receber um certificado que atesta a qualidade de atendimento, tornando-se nos primeiros do país distinguidos com uma nova marca de certificação do Ministério da Saúde.
(...)
Os centros de saúde certificados são os de Mogadouro, Alfândega da Fé, Bragança, Freixo de Espada à Cinta, Miranda do Douro, Mirandela e Vinhais. Os restantes continuam em avaliação...

Apesar das carências do Nordeste Transmontano em termos de especialidades médicas, os cuidados primários são apontada como "exemplares" a nível nacional. Todos os utentes do Distrito têm médico de família e os centros de saúde oferecem valências como fisioterapia, terapeutas de diversas áreas e até dentistas.


Leia aqui

Baptizado nas termas de S. Lourenço

Mariana, oito anos, foi oficialmente reconhecida pela Igreja Católica. O baptismo realizou-se na capela de São Lourenço, aldeia termal de Carrazeda de Ansiães. Foi o primeiro em 100 anos, diz o pároco.
Leia aqui a notícia

Pensar dos leitores:
Todos estes responsáveis terrenos, nem são santos, nem santificáveis!
Todos são falíveis!
Por isso mesmo seria bom que ninguém assustásse ninguém e todos colaborassem para bem do nosso concelho.
Quando toca a responsabilidades desfavoráveis, ninguem as quer!
Venho a propósito sobre a notícia de hoje no Jornal de Notícias que relata um baptizado na Capela de S. Lourenço, assunto a que o Padre da freguesia já tinha anteriormente aludido!
Para os média é um assunto bonito de trazer à estampa, pois dá leitura e algum interesse local.
No entanto sempre ficamos pela "rama" e por muito que se tenha já escrito sobre a matéria, nunca por nunca se colocam os protagonistas em presença uns dos outros para se poder certificar, não apenas as responsabilidades dos insuccessos, (que as há) mas também das propostas sérias e credíveis para o local.
Sempre há medo dos noticiantes em responsabilizar o poder político (quer juntas de freguesia, quer executivos Municipais) e não sabemos bem porquê num País que se diz democrático!
Qualquer dia havemos de inverter as posições e passar a entrevistar os agora entrevistadores, responsabilizando-os também de tanta incúria e passividade nos acontecimentos que tantos nos tem prejudicado!
Quando se fala que a candidatura A) ou B) é uma candidatura diferente, conveniente etc. e tal, convém não esquecer que o CDS foi quem primeiro "governou" (e não foi por pouco tempo) quer na freguesia de Pombal, quer na Câmara e foi por eles que passou a primeira indiferença sobre S. Lourenço!
Bom, depois, a partir de 1989, então sim, aí temos os actuais responsáveis!
Mas se quisermos ir mais fundo, por tudo quanto já li desde há vários anos, consideremos então que a direita política em Carrazeda nos (des)governa há cerca de 100 anos!
Então o descalabro é total e catastrófico!
Enquanto noutros locais do País a seu tempo e com todo o tempo se desenvolveram os recursos existentes em matéria termal, em Carrazeda, toda essa (esta) gente nos manietou, nos sufocou e nos impediu de avançar!
Os nossos filhos e netos pagarão a enorme dívida deixada por todos esses senhores que afinal, apenas lhe interessava a vaidade pessoal como mostra de poder ingénuo (?).

23 maio 2009

Divulgação: futsal

FCCA -Torre D`Chama

Este fim de semana,
24 de Maio,
11 horas
no Pavilhão da Escola Secundária

É a última jornada do Campeonato Distrital de Futsal.
A equipa de infantis do Carrazeda já se sangrou campeã no último fim-de-semana. Se vencer, contarão com vitórias todos os jogos disputados. Veja aqui

21 maio 2009

Lição de Economia

"Numa pequena vila e estância na costa sul da França, chove, e nada de especial acontece.

A crise sente-se.

Toda a gente deve a toda a gente, carregada de dívidas.

Subitamente, um rico turista russo, chega ao foyer do pequeno hotel local. Pede um quarto e coloca uma nota de 100 € sobre o balcão, pede uma chave de quarto e sobe ao 3º andar para inspeccionar o quarto que lhe indicaram, na condição de desistir se lhe não agradar.

O dono do hotel pega na nota de 100 € e corre ao fornecedor de carne a quem deve 100 €, o talhante pega no dinheiro e corre ao fornecedor de leitões a pagar 100 € que devia há algum tempo, este por sua vez corre ao criador de gado que lhe vendera a carne e este por sua vez corre a entregar os 100 € a uma prostituta que lhe cedera serviços a crédito. Esta recebe os 100 € e corre ao hotel a quem devia 100 € pela utilização casual de quartos à hora para atender clientes.

Neste momento o russo rico desce à recepção e informa o dono do hotel que o quarto proposto não lhe agrada, pretende desistir e pede a devolução dos 100 €. Recebe o dinheiro e sai.

Não houve neste movimento de dinheiro qualquer lucro ou valor acrescido.

Contudo, todos liquidaram as suas dívidas e estes elementos da pequena vila costeira encaram agora com mais optimismo o futuro."
(recebida por correspondência electrónica)

Migalhães - Um poema do Luís Costa

Lá vem pelo avelar
O filho do Zé João
Vem do centro escolar
Cansado de palmilhar
A caminho da povoação

Não há médico na aldeia
E a antiga escola fechou
Não tem carne pr'à ceia
Nem petróleo pr'à candeia
Porque o dinheiro acabou

O seu pai foi para França
Trabalhar na construção
E a mãe desta criança
Trabalha na vizinhança
Lavando pratos e chão

Mas o puto vem contente
Com o Migalhães na mão
E passa por toda a gente
Em alegria aparente
De quem já sabe a lição

Um senhor muito invulgar
Que chegou com mais senhores
Veio pra visitar
O novo centro escolar
E dar os computadores

E lá vem o Joãozinho
No seu contínuo vaivém
Calcorreando o caminho
Desesperando sozinho
À espera da sua mãe

Neste país de papões
A troco de dois vinténs
Agravam-se as disfunções
O rico ganha milhões
E o pobre Migalhães

20 maio 2009

Divulgação: passeio

Intervalo


O que fazemos, fazemos bem. Finalmente um automóvel totalmente MADE IN PORTUGAL.
Automóvel à venda em Portugal a partir do segundo semestre de 2009... ;-) em KIT ou já montado. Anti-crise.

Força Carrazeda

Apresentação da candidatura "Força Carrazeda". Veja aqui

Pensar dos leitores: meo

Pese embora a publicidade, Carrazeda de Ansiães, vila, já tem Meo sobre ADSL (linha telefónica) desde o passado dia 15/05/2009. Salvo erro a vila de Carrazeda era a única no Distrito que ainda não tinha. Sempre na cauda !
(recebido por endereço electrónico)

Afinal ficam

O presidente da Federação Distrital de Bragança do PS, Mota Andrade, assegurou hoje que nenhum professor terá de sair da região apesar de existir um excedente de 150 docentes devido ao encerramento de escolas.
(...)
mais aqui

Comboio histórico regressa à Linha do Douro no dia 30

O comboio histórico regressa no dia 30 à Linha do Douro, numa viagem a 30 quilómetros à hora que se repetirá todos os sábados até Outubro, entre as estações do Peso da Régua e do Tua, anunciou hoje a organização.
(...)
Leia o resto aqui

19 maio 2009

Escultura

de Hélder Carvalho na área de serviço de Barcelos sita na A11.

Especialistas do Porto dão consultas gratuitas

...em concelhos de Bragança. Ortopedia, Dermatologia, Urologia e Ginecologia são as especialidades levadas ao Interior.
Aqui

Divulgação: btt

Faltam 27 dias para o grande dia do BTT em Bragança

14 de Junho - Montesinho 101

Esperam-vos horas inesquecíveis pedalando por montes e vales do Parque Natural de Montesinho.

Comparece - faz a inscrição online: www.acb.bcd.pt
0u pelo mail aciclobraganca@gmail.com

18 maio 2009

Ministro da Cultura inaugura e elogia

... novos espaços culturais sem apoio estatal. As autarquias locais estão à cabeça destes projectos e o presidente da Câmara de Macedo de Cavaleiros, o social democrata Beraldino Pinto, fez questão de sublinhar "o investimento considerável sem ajudas externas, nem estatais". Aqui

gripe A... tchim

Ministério da Saúde confirmou que um cidadão português está internado no Hospital de S. João, no Porto com sintomas de Gripe A (H1N1). Trata-se de uma senhora chegada há poucos dias dos Estados Unidos que deu entrada esta manhã no hospital de Vila Real.
Mais aqui

17 maio 2009

Foi por pouco!


CAR Carrazeda de Ansiães-
Académica Leça4 : 5

Resultados e classificação, veja aqui.

O Futsal de Carrazeda quase conseguiu o que muitos achavam impensável, manter-se na 3.ª divisão nacional. Com os meios, apoios e infraestruturas existentes, difícil era fazer melhor.
Assisti a poucos jogos, pois foi difícil levantar-me do sofá por causa da preguiça, do comodismo e do pouco empenho. Eles mereciam mais pela dinâmica que vi em dirigentes e jogadores.
Esta parece-me ainda uma modalidade em que se joga por "amor à camisola" e se dirige pelo carinho à terra, pela "carolice" e pela camaradagem que os une. Sinais positivos, em vias de extinção e que urge preservar. A grande maioria dos carrazedenses mantém-se alheios, quando é por aqui que devemos dirigir os caminhos da juventude, que passam sinais de identidade colectiva...
Para já não falar da necessidade gritante de novas instalações desportivas, pavilhão e campo de jogos...
Pois... o que interessa é nunca desistir.

Reginorde está aí

A Reginorde 2009 vai custar cerca de 200 mil euros, com preços de entrada que variam entre um e três euros, e na animação musical conta com as presenças de Rita Guerra, Quim Barreiros e Four Taste.
De 21 a 24 deste mês.
Mais aqui.

16 maio 2009

Camaleão

Em homenagem aos que há por aí...

Intervalo: Crise

(clique para aumentar)

Pensar dos leitores: Mário Carvalho

Posição das Câmaras Municipais no documento do EIA está disponível a partir de:
http://www.apambiente.pt/Destaques/Paginas/DIA-ProjectodeAproveitamentoHidroel%C3%A9ctricodeFozTua.aspx

A Câmara Municipal de Mirandela defende a emissão de parecer negativo a este empreendimento e ao respectivo EIA, na medida em que os seus efeitos negativos são de longe superiores ao único interesse positivo para o país que é o aproveitamento hidroeléctrico.

A Câmara Municipal de Murça refere que o NPA à cota 170 é o menos nocivo para a estrutura social, ambiental e económica do município, salientando que existem fortes impactes negativos que requerem uma análise aprofundada e detalhada, tendo em conta o estabelecimento de contrapartidas e medidas compensatórias, quer para as instituições afectadas, quer para os particulares.

A Câmara Municipal de Alijó defende a cota máxima, ou seja, o NPA à cota 195, desde que seja alterado o nome para Barragem no Vale do Tua e que se fomentem as condições para promover o desenvolvimento do município, nomeadamente a actividade económica e o turismo.

A Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães refere que o apoio à construção da barragem é condicionado, pela opção de uma cota de NPA superior a 170, e pelo financiamento dum Programa de Desenvolvimento do Vale do Tua, que promova desenvolvimento socioeconómico, designadamente pelo aproveitamento das suas enormes potencialidades turísticas. Rejeita a solução apresenta pela EDP do modo rodoviário, e propõe que a “mobilidade de pessoas e bens, de Foz do Tua Mirandela, seja feita pela via ferroviária e fluvial ou outras”, devendo desde já ser definido o modelo de gestão e imputação dos custos de gestão de exploração e manutenção”

A Câmara Municipal de Vila Flor manifesta uma posição frontalmente contrária à construção da barragem para o NPA à cota 170. Refere que a concordância à construção da barragem fica condicionada ao facto de ser construída a uma das cotas superiores a 170m.
Refere que deve ficar previsto para a região do vale do Tua e respectiva bacia hidrográfica a realização de um projecto piloto de florestação de espécies autóctones, que abranja no mínimo uma área equivalente à ocupada pela albufeira e que envolva a Direcção Geral de Florestas.
Propõe a criação de uma Agência de Desenvolvimento Regional, que terá como objectivo principal promover o desenvolvimento socioeconómico, a preservação ambiental e paisagística do vale do Tua.
Sugere, ainda, que o “montante do diferencial que a concessionária vai ter de liquidar ao Estado para obter autorização de construção da barragem para a cota que venha a ser definida, superior à cota 160, seja canalizada para um fundo, com a finalidade de financiar os projectos que esta empresa venha a propor e que sejam aprovados pelo Ministério do Ambiente.”
Esta Câmara refere, ainda, que devem ser previstos por parte da concessionária um número de ancoradouros que garanta a mobilidade das populações e dos utilizadores dos meios de transporte que venham a ser implementados


e em conclusão:

Face ao exposto, concluiu-se que o projecto “Aproveitamento Hidroeléctrico de Foz Tua” poderá ser aprovado, desde que concretizado à cota NPA 170, bem como cumpridas todas as condições constantes da presente DIA.
Salienta-se, finalmente, que a presente DIA preconiza o acompanhamento ambiental da fase de obra por uma comissão constituída pelos organismos com competência nas matérias relevantes, sendo que a actividade desta comissão deverá manter-se para além do termo da fase de construção, designadamente no âmbito do acompanhamento da implementação e avaliação da eficácia das medidas de minimização e de compensação preconizadas.


Vale a pena comentarem?

Mário Carvalho

Produtores de leite na rua

Os produtores de leite de Trás-os-Montes concentraram-se ontem em vigília, frente ao Governo Civil de Vila Real, para denunciar a descida de 40 por cento registada no período de um ano e os baixos preços praticados na produção.
Leia aqui, aqui e veja aqui

Comunicado do MCLT

sobre a "Declaração de Impacte Ambiental da Barragem do Tua"


A Declaração de Impacte Ambiental (DIA) da Barragem do Tua, emitida esta semana pelo Ministério do Ambiente, constitui uma afrontosa e anti-democrática testemunha de todo o processo de favorecimento tácito oferecido à EDP no Vale do Tua. Este surreal parecer favorável a uma empresa que aparece inicialmente com direitos de preferência, que rebenta sem licenciamento e veda ao acesso público as margens do Tua impunemente, e que lança agora uma esfuziante campanha de publicidade enganosa sobre barragens, é uma mancha inqualificável na Democracia Portuguesa.
(...)
leia aqui

“OS VERDES” CONFRONTARAM MÁRIO LINO

COM AVAL Á BARRAGEM VERSUS LINHA DO TUA

A deputada de “Os Verdes” Heloísa Apolónia confrontou hoje, na Comissão Parlamentar, o Ministro das Obras Públicas Mário Lino com a Declaração de Impacto Ambienta (DIA) favorável à Barragem de Foz do Tua e as consequências desta decisão para a Linha Ferroviária do Tua e para a mobilidade das populações e o desenvolvimento da Região.
(...)
leia aqui

Morte ao vale do Tua diz BE

MINISTÉRIO DO AMBIENTE DECLARA A MORTE DO VALE E DA LINHA FERROVIÁRIA DO TUA

O Ministério do Ambiente deu ontem, dia 11 de Maio, o seu consentimento final à construção da barragem de Foz Tua. A Declaração de Impacto Ambiental emitida é “favorável condicionada”, indo contra a vontade das populações, dos autarcas e de todos quantos se manifestaram a favor da preservação da linha do Tua e das belas paisagens da região.

O Bloco de Esquerda considera a decisão do Governo errada.

(...)
Leia aqui

Quercus lamenta a decisão de construção da barragem no Tua

A Associação Nacional de Conservação da Natureza Quercus discorda da decisão de construção da barragem na Foz do rio Tua, ainda que seja a cota mais baixa do Nível de Armazenamento Pleno (NPA) de 170 metros. “Mais uma vez a qualidade ambiental e a qualidade de vida das populações locais são trocadas pelo lucro fácil e imediato do progresso”, afirma.

Na opinião da Quercus, a barragem do Tua “afectará de modo irremediável o ecossistema do Vale do Tua, último reduto de várias espécies de fauna e flora com situação ameaçada no país”, bem como “a paisagem Património Mundial, do Douro Vinhateiro”.

(...)
Leia aqui

Registo de poços

Acendem-se pontos de interrogação imaginários na cabeça da maior parte dos agricultores quando se fala na "Lei dos Poços". "Lei do quê?", questionam. À segunda lá entendem o nome da legislação, que até já está em vigor há dois anos mas de que nunca ouviram falar.

A tal lei obriga a registar poços, minas, barragens e outros recursos hídricos do género, mas Francisco Patrício, que anda nos 80 anos, "nunca tinha ouvido semelhante coisa". "A gente faz um poço onde calha, mas não sabia cá de leis para os ter", torna este agricultor de Pinhal do Norte, em Carrazeda de Ansiães, que naquela freguesia possui os seus terrenos e muitos poços para regar as culturas. "Se me tivessem avisado já tinha ido à Câmara ou a outro sítio qualquer ver como é que se faz isso".

(...)
Continua aqui

12 maio 2009

Intervalo

alguns pais de hoje são os filhos traumatizados de ontem…

Barragem do Tua: "Novo" turismo para compensar impactos negativos

A construção da barragem de Foz Tua tem impactos negativos superiores aos positivos para a região transmontana, segundo o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), que propõe um "novo" turismo e auto-emprego para compensar alguns dos danos.

O estudo, que mereceu uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável, mas fortemente condicionada, indica que os impactos positivos da barragem surgem à escala nacional, nomeadamente com a produção de energia e o potenciar da utilização da potência eólica instalada no país.

Já no que se refere à região transmontana, e sobretudo ao vale do Tua, onde vai ser edificado o empreendimento, em todos os cenários estudados "os impactos negativos apresentam valores superiores aos positivos".

De acordo com o documento, a barragem vai alagar o fundo do vale do Tua considerado de elevado valor ecológico e paisagístico, a linha ferroviária do Tua, e áreas onde a actividade vitivinícola é responsável pela presença de uma comunidade jovem.

Afecta ainda a paisagem da região do Douro Vinhateiro- Património da Humanidade, entre outro património local, nomeadamente acessibilidades rodoviárias.

O governo optou pela cota mais baixa, 170 metros, com menos impacto negativos, mas que contempla um conjunto de medidas minimizadoras, compensatórias e programas de monitorização, que apostam sobretudo na "nova paisagem" que a albufeira vai criar e num "novo" turismo.

O EIA prevê a criação de infra-estruturas turísticas e de um plano de desenvolvimento turístico em torno da nova albufeira, que permita a navegação por embarcações não poluentes, e a construção de cais e de praias fluviais.

Propõe também um "programa para a criação de oportunidades de auto-emprego", a recuperação de termas e um núcleo museológico.

"Pode assim dizer-se que a construção e exploração (da barragem) ainda que provocando diversos impactes negativos poderá significar para as populações locais a revitalização de uma região envelhecida e com diminuição de população", considera o estudo.

Concluiu ainda que este empreendimento "poderá vir a ser uma oportunidade, tendo em conta as infra-estruturas e projectos que poderá proporcionais e que poderão vir a potenciar um novo turismo na região".

"Em torno de um núcleo museológico, termas, albufeira e praias, a fixação de outras faixas etárias, nomeadamente através do novos loteamentos residenciais previstos no plano de pormenor para a revitalização das termas de São Lourenço, e pela criação de novos postos de trabalho em actividades não relacionadas com a agricultura", acrescenta.

A nível ambiental está prevista a criação de reservas e redes artificiais de espécies e habitats, abrigos artificias para morcegos, áreas de protecção para aves, promoção dos habitas da verdemã (um peixe) nos troços superiores do Tua, e um estudo para a promoção da migração de peixes.


Tirado daqui

o documento do EIA está disponível a partir de:
http://www.apambiente.pt/Destaques/Paginas/DIA-ProjectodeAproveitamentoHidroel%C3%A9ctricodeFozTua.aspx

Ministério autoriza construção de barragem Foz Tua, mas impõe condições

O Ministério do Ambiente emitiu uma Declaração de Impacto Ambiental «favorável condicionada» à construção da barragem Foz Tua. O ministério pretende ainda que seja estudada uma linha do Tua alternativa à que vai ser parcialmente inundada.
(...)
Ler na TSF

11 maio 2009

Parabéns

A Jesualdo Ferreira, mirandelense e grande transmontano. O único técnico português que venceu três campeonatos seguidos. Parabéns e um grande bem haja.

10 maio 2009

Intervalo

Alberto João dixit

«Os partidos que derem os primeiros passos, neste campo, vão ser determinantes no futuro dessa região»
Alberto João em Bragança a propósito da regionalização.
Defendeu que a coesão territorial tem de passar, inevitavelmente, pela Regionalização, sublinhou que sem esta não haverá coesão.
Alberto João Jardim defendeu, ainda, que a Regionalização «é mesmo uma questão de democracia e tolerância, e um direito dos povos a terem a sua própria identidade».

O caso da Madeira é paradigmático no deve e haver da descentralização do poder e das decisões. É inegável o desenvolvimento económico e social desta região, cuja principal razão se deve à autonomia. Por outro lado, no plano político, o poder cristalizou num único partido, agravando-se o caciquismo e a partidocracia. Uma experiência para se discutir a regionalização.

Sócrates dixit

(...)Ninguém duvida que mais tarde ou mais cedo teríamos de fazer a auto-estrada para Bragança. Condenar uma região ao isolamento não é alternativa disponível. Mas queremos fazê-la agora porque este investimento é indiscutível para a modernização do País, para a coesão territorial, tal como é essencial para a dinamização da economia e para a criação de emprego.
(...)


José Sócrates em entrevista ao JN
Certo. Porém, quando se encerram serviços públicos e escolas e em nome da chamada racionalidade não se faz uma discriminação positiva, não se condena também uma região ao isolamento?

09 maio 2009

(...)Depois das várias tentativas falhadas para criar a Comunidade Urbana de Trás-os-Montes (CITM), há cerca de cinco anos, 15 municípios dos distritos de Bragança e Vila Real (Alfândega da Fé, Boticas, Bragança, Chaves, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços, Vila Flor, Vila Pouca de Aguiar, Vimioso e Vinhais) conseguiram o que se julgava impossível: entenderam-se para constituir a Comunidade Intermunicipal de Trás-os-Montes. Pela primeira vez, frisou o presidente da Comissão de Coordenação da Região Norte (CCRN), Carlos Lage, "tiveram coragem de ultrapassar as diferenças e as rivalidades". (...)
Leia aqui
Sócrates assina contratos de investimento que criam postos de trabalho em Vila Flor
O primeiro-ministro presidiu esta tarde à assinatura de dois contratos de investimento que vão criar mais 165 postos de trabalho numa empresa de produção de cogumelos de Benlhevai, no concelho de Vila Flor.
Ouça aqui

Apoios para a agricultura

Jaime Silva afirmou em Vila Flor que vai reforçar as ajudas directas à agricultura nas regiões de montanha. Porém, João Machado, da CAP, diz que não se trata de uma novidade e acusa o ministro de incompetência.
Ouça na ANTENA 1

“É importante anunciarmos em Trás-os-Montes que vamos aumentar as ajudas para ajudas mínimas por hectare, em média vamos passar de 100/110 para 250 euros por hectare, para todos os agricultores nas regiões de montanha”, sublinhou.
Segundo o governante, esta medida vai cobrir um universo de mais de 90 mil das regiões de montanha do Norte, Centro e Serra do Algarve agricultores.
Jaime Silva garantiu que as medidas entram em vigor já este ano.
“Essas ajudas não precisam de candidatura. Os agricultores que se estão a candidatar durante este primeiro semestre para o tal RPU, para os tais 100 euros vão, a partir deste ano, poder receber 250 euros até um máximo de 10 mil euros”, sublinhou.
Jaime Silva quer que a “pequena agricultura tenha condições de dignidade para continuar a produzir, ajudar a instalar jovens agricultores e a melhorar a gestão activa da floresta”
.
O ministro referiu ainda que outras medidas disponibilizadas para a agricultura de montanha no âmbito do Programa de Desenvolvimento Regional (PRODER), e a “duplicação das ajudas” nas indemnizações compensatórias e do LEADER.
Por fim, o responsável referiu que, a nível dos jovens agricultores, a região Norte representa 54 por cento das candidaturas apresentadas aos fundos comunitários.
, o Norte está a ser um bom exemplo para todo o pais de uma dinâmica de investimento que precisa de mais apoio”, frisou.

Leia aqui

“OS VERDES” REGOZIJAM-SE COM POSSÍVEL REACTIVAÇÃO DA LINHA DO DOURO ENTRE POCINHO E SALAMANCA

"O compromisso tornado hoje público pelo Ministro do Ambiente Nunes Correia e pelo Presidente da Junta Autónoma de Castela e Léon para elaboração de um plano conjunto de desenvolvimento da Bacia do Douro/Duero que prevê, entre outras medidas, a reactivação para fins turísticos do troço ferroviário Pocinho-Salamanca, vem ao encontro daquilo que “Os Verdes” sempre defenderam para esta região."
(...)
Continua aqui

Achegas a propósito da viabilização da Linha do Tua

Pareceu-me pertinente decalcar aqui este texto recolhido e devidamente assinado que nos dá um testemunho da incúria e desleixo a que deixamos chegar a Linha do Tua. Entre os principais responsáveis devem estar os gestores da empresa Metro de Mirandela, que fazem a gestão desta linha. Será que lhes terão suspendido os vencimentos desde que parou o seu funcionamento?

Desleixo e incúria na “Linha do Tua”
A Linha do Tua
1. Breve descrição
A linha ferroviária do Tua é uma linha de via estreita (distância entre carris de 1 m), com uma extensão de 133,8 km e que ligou durante quase 100 anos a estação do Tua à estação de Bragança.
A partir do início dos anos 90, o acesso a Bragança é interrompido em dois tempos. Primeiro, em Dezembro de 1991, é encerrado o troço de 28,7 km entre Mirandela (km 54,1) e Macedo de Cavaleiros (km 82,8), depois, em 1992, o troço entre Macedo de Cavaleiros e Bragança.
A Linha do Tua vê assim a sua extensão reduzida para cerca de 54 km entre Tua e Mirandela.
(Apresenta-se em seguida a localização da Linha do Tua no diagrama das linhas férreas a norte do Porto).
2. Cronologia da Obra
1878: apresentação do projecto de uma linha férrea pelo vale do Tua, com duas soluções: uma com traçado pela margem esquerda, outra pela margem direita.
-16 de Outubro de 1884: arranque da obra em Mirandela.
-27 de Outubro de 1887: inauguração da linha entre Tua e Mirandela.
-20 de Julho de 1903: início da construção em direcção a Bragança.
-2 de Agosto de 1905: chegada a Romeu.
-15 de Outubro de 1905: chegada a Macedo de Cavaleiros.
-18 de Dezembro de 1905: chegada a Sendas.
-14 de Agosto de 1906: chegada a Rossas.
-1 de Dezembro de 1906: chegada a Bragança.
1992: encerrada a totalidade do troço entre Mirandela e Bragança ficando apenas em exploração o troço Tua-Mirandela.
(Apresenta-se em seguida a totalidade da linha, assinalando-se o troço actualmente ainda em exploração).
fotos.afasoft.net/div/tua.html
fotos.afasoft.net/div/tua.html
Desleixo ou incompetência?
Existem meios humanos e materiais para os trabalhos de inspecção da linha e para as obras de manutenção e de reparação que são necessárias em qualquer obra, nomeadamente de utilização pública?
Se sim, os defeitos que a seguir se apresentam são fruto de desleixo.
Se não, são a consequência da incompetência de quem tem a responsabilidade de garantir a segurança de pessoas e bens.
A linha sofre, entre outras deficiências, da falta de alinhamento dos carris, do empeno destes, do apodrecimento das travessas de madeira, da má ligação entre os carris e as travessas, de juntas inoperacionais ou em péssimo estado de utilização e, eventualmente, da falta de estabilização dos taludes que ladeiam a via.
As consequências não podiam deixar de aparecer: em 120 anos de vida da obra ocorreram num único ano (de Fevereiro de 2007 a Agosto de 2008) 4 acidentes de que resultaram 4 mortos e 31 feridos.
A reportagem fotográfica que a seguir se apresenta consta do relatório 9/08 da Manutenção Norte (MN) da EMEF (“Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário, S.A.”, comparticipada da CP) intitulado “Reportagem de Situações Irregulares da Via na Linha do Tua com Forte Impacto na Estabilidade da Automotora e na sua Qualidade de Inscrição na Via”.
http://www.moptc.pt/tempfiles/20081028110805moptc.pdf
É de assinalar que a empresa tem como objecto a manutenção de (...) material circulante e não
está vocacionada para operações de inspecção, manutenção, reparação e/ou reabilitação de vias
ferroviárias. Estes trabalhos são provavelmente da responsabilidade da REFER ou, eventualmente, da empresa Metro de Mirandela como entidade exploradora.
Reportagem fotográfica
Da reportagem fotográfica é interessante referir o último parágrafo do seu texto introdutório:
“...existência dum conjunto de situações, que...podem originar uma elevada probabilidade de pôr em risco a segurança da circulação”, assim como o conjunto de parâmetros considerados por aquela Empresa (EMEF) como essenciais para garantir uma boa qualidade de circulação. São eles:
-A fixação do carril.
-A qualidade da mesa de rolamento (superfície superior do carril).
-A qualidade da face de guiamento do carril (superfície lateral do carril de contacto com a roda).
A qualidade do alinhamento da via.

A situação deste conjunto de “parâmetros essenciais” na Linha do Tua seria ilegal caso existissem
disposições regulamentares transpostas para Decreto-Lei, como é o caso, na engenharia civil, dos
edifícios e das obras de arte.
De qualquer modo, aqueles parâmetros apresentam à data uma qualidade inaceitável de um ponto de vista da segurança e da utilização da via.
Defeitos de alinhamento. Empeno
Empeno
Travessas podres, rachadas. (algumas têm 40 anos, outras foram substituídas há mais de 18 anos.)
Travessa podre, carril solto.
Inaceitável ligação travessa –carril
Interessante “fixação” de um carril a uma travessa
Juntas entre carris
NOTA: Uma moeda de 2 euros tem cerca de 25mmm de diâmetro e 2 mm de espessura
As fotos que se seguem dispensam qualquer comentário sobre o estado do nivelamento e da largura das juntas de dilatação entre carris.
Desnivelamento
Largura excessiva
Junta “nivelada” com 2 calços
Fecho total de junta, com sinais de rotura.
Rotura de junta
O estado das superfícies de contacto da roda com o carril.
-Mesa de rolamento (superfície superior).
- Faces internas do carril.
Mesa de rolamento com grande desgaste ondulatório
Face interna do carril rugosa e com grande desgaste
Mesa de rolamento com roturas do bordo inferior
Descasque do bordo da mesa de rolamento
Face interior com grande desgaste e bordo com roturas localizadas
O movimento dos carris devidos à acção térmica
(abertura e aperto das juntas de dilatação)
Abertura excessiva
Deslocamento de origem térmica
(carril solto)
Fecho total de junta por contracção de origem térmica
Acidentes
12 de Fevereiro de 2007: 3 mortos e 2 feridos.
Acidente devido a um desabamento de terras, confirmado pelo LNEC.
(O relatório da comissão de inquérito da REFER destaca que não foram detectadas
"situações que indiciassem alguma anomalia ou perigo para a circulação ferroviária",
(…) nos últimos cinco anos, na Linha do Tua, "apenas se verificaram situações de
queda de pedra ou árvores rapidamente solucionadas“). Sem comentários…
10 de Abril de 2008: 3 feridos.
Acidente devido à queda de blocos sobre a plataforma (informação da REFER).
6 de Junho de 2008: 1 ferido.
Inquérito ainda não concluído, à data.
22 de Agosto de 2008: 1 morto e 25 feridos.
Acidente devido a defeitos na infraestrutura da via.
O acidente de 22 de Agosto de 2008
1 morto e 25 feridos
O que a Sr.ª Secretária de Estado dos Transportes não viu ou não soube ver, mau grado ser
licenciada em engenharia civil pelo IST.
“...não parecem haver deficiências profundas na infraestrutura da linha...” (declaração
proferida pela Sr.ª Secretária de Estado a 22 de
Agosto de 2008)...
Os carris estão desalinhados e as travessas podres!
Algumas declarações:
- ”…a nossa confiança é tão grande que ainda ontem a Secretária de Estado (dos Transportes)
viajou lá…” (Ministro das Obras Públicas, Mário Lino, 22 de Agosto de 2008).
- A Linha mantém os niveis de manutenção adequados (Garantia do Director de Gestão de
Operação da REFER, José Manuel Tomé, 22 de Agosto de 2008).
- “Estranha” a sucessão de acidentes na Linha…não parecem existir deficiências profundas na
infraestrutura (Secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, 22 de Agosto de 2008).
“Aparentemente houve falhas humanas na detecção ou na correcção de defeitos na Linha” (ibid).

“…(numa) primeira análise não há registo de anomalias na linha ou no material circulante“

(ibid).

“…a Refer faz manutenção da linha de 15 em 15 dias para analisar seu estado de

conservação e de acordo com os resultados da última vistoria estava em condição de ser
utilizada...(ibid).
“…mas o que é facto é que o acidente ocorreu, por isso vamos ver e analisar seriamente o que

se passou“(ibid).
-“Foi mandado averiguar porque sabemos as causas, mas não sabemos as causas das causas”
(Ministro das Obras Públicas, 25 de Outubro de 2008). Comentário: deveria ser evidente que a causa das
causas das causas é o Sr. Ministro.
Patético, se não fosse a dimensão da irresponsabilidade, da incompetência, da incúria e
as consequências para vidas e bens dos recentes acidentes.

Conclusão:
Inspecção e manutenção das obras públicas? O que é isso?
Prejuízos de vária ordem? Que o contribuinte pague.
Os mortos? Que deles Deus se ocupe.
Luis Leite Pinto, 8 de Dezembro de 2008
( Eng. Civil, IST )

04 maio 2009

O meu busílis

Se me provassem concretamente que um país pobre em recursos energéticos como o meu, conseguiria subsistir sem o recurso às barragens, eu seria contra a construção da barragem do Tua. Infelizmente a alternativa para mim à construção da barragem só será a construção de uma central nuclear ou, a manutenção da dependência da energia atómica que outros países nos vendem ao preço que querem.
Por isso é que, mais uma vez sou capaz de aceitar perder a riqueza daquele património natural, em troca de contrapartidas que compensem a região e lhe dêem garantias de fugir do marasmo em que se encontra. No fundo o que eu desejava era que, pela perda do ecossistema natural que o rio Tua ainda possui, se obtivesse em troca a melhoria da condição de vida das nossas populações.
È pela demagogia que justifico as posições de alguns dos nossos políticos que contestam esta concepção. Umas vezes exigem a preservação dos recursos naturais e contestam a energia atómica, depois falam de energias limpas e seguras para de seguida reconhecerem a importância das reservas de água a criar no futuro. No meio da demagogia estão os pobres e os idealistas que muitos gostam de ser. Sim porque nos seus “ habitats naturais” estes políticos não recusam as mordomias que a energia permite nem curam de saber das desigualdades e da retribuição justa das riquezas do país.
Outra questão paralela é a questão do monopólio da empresa que gere a energia do meu país. Este monopólio consentido, permite que a EDP seja para mim a “ Grande Chula” dos que trabalham e produzem. O poder que o monopólio lhe dá, serve até para nos gozar com a campanha de marketing que está a levar a cabo neste momento. A questão já não é só politica, é também ética. Afinal como se justificam, em tempos de crise, tantos lucros nesta empresa? Qual é o valor em vencimentos gastos na elite desta empresa e,qual é a qualidade dos seus serviços? Qual é o poder estratégico nacional desta empresa e como está a ser gerido e pensado para o futuro?
Urge lutar pelos nossos direitos e exigir as devidas compensações pelos prejuízos que nos causem. Repare-se no exemplo que o estado deu ao assumir contrapartidas com investimento público na região Este, pelo facto de terem mudado o local de implantação do futuro aeroporto.
Evidentemente que se todos decidirmos voltar à pré-história eu também aceitarei que o rio Tua possa voltar a ser percorrido de jangada.

03 maio 2009

Ambientalistas pedem suspensão da campanha da EDP

(...)"A EDP iniciou no passado dia 24 de Abril uma campanha de comunicação subordinada ao tema “Quando projectamos uma barragem projectamos um futuro melhor”, que está a ser amplamente divulgada em vários meios nomeadamente televisão, imprensa, rádio e Internet, passando a ideia errada de que as barragens constituem uma forma de protecção da biodiversidade.

As Organizações Não Governamentais de Ambiente portuguesas estão escandalizadas com esta campanha que, segundo referem em comunicado, "tenta claramente branquear os inúmeros impactes ambientais fortemente negativos e irreversíveis associados à construção das barragens". Segundo os ambientalistas, a construção de barragens, como a que está em curso no rio Sabor ou a projectada para a foz do rio Tua, resulta numa alteração dramática das condições naturais dos cursos de água e na eliminação directa de extensas áreas de vegetação autóctone e de habitats terrestres e fluviais que são o suporte de vida para uma grande diversidade de espécies da fauna, nomeadamente para as próprias aves rupícolas, os peixes, o lobo e os morcegos referidos na campanha da EDP."
(...)
Na www.cienciapt.net/pt

01 maio 2009

Mentiras Piedosas de Maio ( dedidcadas a quem trabalha)

- Ao que se julga terá sido batido o recorde de “rapidinhas” em reuniões de Assembleia Municipal. A última reunião com a duração de meia hora, em que da ordem de trabalhos constava a aprovação das contas do ano transacto, nem terá dado para apreciar as indumentárias dos intervenientes, com prioridade para as senhoras, nem tão-pouco para se ganhar apetite para o almoço. O argumento dizem que se deveu ao facto de não haver assunto mas, julga-se que subjacente estava mesmo o objectivo de se bater o recorde. Caso contrário, não haveria razão para se propor a reunião.

-Entretanto e em resposta à crise, responde a gestão municipal exibindo o património existente e passível de ser vendido pelo melhor preço: Juntas de Freguesia, associações culturais, lugares de estacionamento; chafarizes; postos de electricidade; bancos de jardim; esplanadas; escolas primárias desactivadas; lugares de rampa; lavadouros públicos, etc., etc., etc.

- Ainda sobre este assunto está-se em condições de garantir que o município procede aos pagamentos, a tempo e horas, das ajudas de custo e deslocações dos nossos deputados à Assembleia Municipal. Têm mais sorte, aliás merecida, que os pobres comerciantes e empresários a quem o município deve não se sabe quanto.

- Não é notícia mas tem acontecido. Mosca Tzé-Tzé tem atacado no Quartel dos nossos Bombeiros Voluntários. Teme-se que o problema se torne incomportável.

- Os asmáticos do concelho, depois de se habituarem ao flagelo do pó que os persegue desde longa data, decidiram agora fazer um abaixo-assinado a exigir que não se acabe bruscamente com o fenómeno, já que agora terão de se habituar novamente à rarefacção do ar que passarão a respirar, logo que a crise se note mais.

- Vem a este propósito denunciar aqui o descontentamento que a Associação dos Reparadores de Amortecedores de Automóvel vem demonstrando para com a iniciativa de se começar a tapar alguns dos buracos que enxameiam as nossa airosas ruas e estradas municipais.

- Os nossos “elefantes brancos” estão mais cinzentos. Repare-se a titulo de exemplo, na patine que o tempo já deu ao Centro Cívico, à Cooperativa das Batatas, à Casa do Douro, ao novo Cemitério, ao velho Hospital, ao Arquivo Municipal, aos destroços do Museu do Vilarinho, ao Parque de Merendas, ao Posto de Turismo do Tua, etc.

- Quando algum Presidente de Junta ou Associação, passa pelos serviços de depósito e manutenção da nossa C.M., para pedir, à revelia, algum material para arranjos na sua freguesia, o Fiel costuma usar esta expressão “ você sabe basto”.

- Com as próximas eleições autárquicas há quem não acredite que se venha a acabar um ciclo da nossa regressão. Os especialistas em sociologia acreditam e já arranjaram um nome para classificar este período. Vão chamar-lhe o “Período dos Dinossauros”.

- Entretanto há quem garanta também que é devido ao fenómeno das eleições que a natureza é mais pródiga a desenvolver os chamados “ idiotas convictos”. Com os objectivo de cercear este fenómeno vai ser lançada uma investigação destinada a procurar pelo concelho “sinais de mérito” em bom estado de conservação e prontos a serem usados.