30 agosto 2008

Feira da Maçã 2008 1.º dia


Sosseguem que são só três e a vida são dois.

Nesta edição, a XIII, numa rápida pesquisa com o Google quase nada sobre o certame. Procuro no site da Câmara Municipal e lá está ainda a publicitação da anterior. Por aqui também nada. Na área de divulgação, um grande apupo para a organização.
Aplausos para a nova disposição dos espaços, estão muito melhor definidos. A separação entre os bares e restaurantes é positiva e a colocação daqueles junto do palco parece-nos acertada.
O espaço dos expositores é menos do mesmo. Menos expositores e o mesmo conceito, precisam-se de novas ideias. Maçã e vinho em principal destaque, depois o azeite: A Frucar, a Afupova e os engarrafadores individuais com uma ou outra entrada. Em realce, como sempre, as “empresas” municipais (Escola Profissional e Urbe Ansiães(?!))
Fraquinha, como quase sempre, a exposição das máquinas agrícolas, porém a mudança do local está acertada.
Na área da restauração, presentes dois restaurantes e mesmo assim houve que recorrer ao mercado externo com a contratação do D. Roberto de Bragança. Um rápido olhar às ementas e um claro “sabe a pouco”. para hoje para além do frango assado, das tiras de porco, das febras, dos rissóis, salva-se (?) o arroz de cabidela.
Os Blasted Mechanism foram a banda do 1.º dia. A forma extravagante como se apresentam misturado com um reportório dito de rock alternativo, criou alguma expectativa. A forma morna como começaram, foi desencorajando os menos conhecedores e ao longo da actuação eram visíveis as muitas desistências. Dizem-nos que a escolha musical pretende atingir vários públicos. Esta era a noite da juventude e em terra de idosos, eles são muito poucos. Não seria hora de enquadrar a noite num pequeno festival de verão com vários grupos.
Hoje há mais…

13 comentários:

Anónimo disse...

Devo ter estado presente num outro concerto que não Blasted Mechanism em Carrazeda de Ansiães. Ao longo de todo o espatáculo a front-line foi sendo visitada e ocupada por muitas pessoas, que atraídas pelo som e imagem se aproximavam e vibravam, cada um no seu género, cada um à sua maneira. por outro lado, em eventos como este o grupo opta por uma postura mais contida por forma a não chocar o público.
Em resumo, a avalaiar pela quantidade de pessoas à procura de um contacto mais próximo com a banda pós-concerto, posso concluir que o objectivo de atingir vários públicos foi conseguido.

Viajante

Anónimo disse...

Quando se não percebe dos assuntos, deve-sse estar calado. Não sei quem é este josé alegre, para falar de forma morna com que a banda iniciou. Se escolheu o restaurante ou as tabernas, não admira. Se fosse para a frente, fazer mosh, como o pessoal, já não via as coisas mornas!
RUI MC

Anónimo disse...

Independentemente do valor dos Blasted, (que é muito diga-se!), a verdade, é que em termos de quantidade público, a primeira noite foi a mais fraca.
Salvou-se a qualidade do mesmo, digo eu!
Zyon

Helder Carvalho disse...

Há sempre quem saiba quantas tetas tem uma cabra

Helder Carvalho disse...

Há sempre quem saiba quantas tetas tem uma cabra

Anónimo disse...

O senhor J. Mesquita sempre "pecou" muito pelo mau feitio de olhar para as coisas classificando-as, ponto, parágrafo.
Esta de blá, blá, blá, está acertado, está bem...
Porque o palco mudou, está certo, porque a tasca mudou, está certo, etc..
Ora, está certo para ele, porque para outros pode não estar!
Porque não diz, EM MINHA OPINIÃO, está certo ou errado?
Assim SIM!
Se o Sr. Mesquita é dono de alguma coisa, é do seu ponto de vista e não dos outros!

Anónimo disse...

Com que então, (diz o Sr. Mesquita)contratou-se o D. Roberto da cidade de Bragança para vir assentar arraiais na feira de Carrazeda!
Assim como assim podiam ir mais perto...
Então podemos concluir que o de Carrazeda que lá esteve, também foi contratado? Se foi contratado, é porque foi pago...
Já estou a ver que a partir deste ano a Câmara fará a selecção dos Restaurantes, pagando-lhes a estadia em Carrazeda!
Estou certo ou estou errado?
Esta Câmara de Carrazeda, REALMENTE!

Unknown disse...

Gostei bastante do concerto. A banda surpreendeu-me positivamente a vários níveis, sendo que acabam por soar muito melhor ao vivo do que em versões de estúdio.

Agora é a minha vez de perguntar se terei estado no mesmo concerto, Rui MC.
Mosh? Eu estive lá à frente e não vi mosh. Mosh é uma dança característica de concertos de hardcore, metal e punk, nunca de uma banda como Blasted Mechanism e muito menos num evento deste género. O que eu vi e senti na sexta-feira foram uns empurrões e cotoveladas de algumas pessoas pouco conscientes daquilo que estavam a fazer e de onde o estavam a fazer. Há concertos em que se vai preparado para mosh a sério, em determinadas zonas do recinto. Mas ali havia crianças, pessoas menos novas e um pequeno grupo de pré-adolescentes a importunar quem se encontrava à volta. Conclusão: não fizeram mosh, não viram o concerto, não deixaram ver o concerto e continuam sem saber o que é mosh.

Mosh é isto, não briquem onde não devem:

http://www.youtube.com/watch?v=LjywH6dhHXo

http://www.youtube.com/watch?v=ULgU7_lYA38

http://www.youtube.com/watch?v=_Vp9s0yLBr8&NR=1

Anónimo disse...

cabra?! está tudo a flipar?!

Anónimo disse...

Amigo Alexandre :
Mas afinal o que é que percebe de musica o amigo “Alexandre” para estar a comentar e confundir musica com atitudes das pessoas?
Provavelmente as pessoas, os adolescentes, e os jovens que lá estiveram aos saltos pagaram as suas entradas. Será que o amigo “alexandre” pagou a sua?
Então amigo, limite-se a descrever o conserto do seu ponto de vista e não a comentar as atitudes das pessoas, ou pensa ser talvez um filósofo de meio de um bando de analfabetos? A humildade é bonita e eu gosto.
Assi.:Um jovem dos saltos.

Anónimo disse...

O mosh! Alguém viu por aí o mosh? Coitado do mosh! A ganapada e os cotas deram cabo do mosh. Isso não se faz. Pode ser que outro mosh venha lá para o final do próximo ano. Temos que ter esperança no mosh para por a dançar os da Carrazeda que gostam muito do mosh.
Por os vistos o mosh é cultura muita apreciada naquela terra.


P. Alves - Vila Flor

Unknown disse...

Caro "Jovem Aos Saltos", queira, desde já, desculpar-me pelo reparo, mas não precisa de mencionar o meu nome entre aspas. Sinto-me bem comigo mesmo e tal com todos deveriam fazer não me escondo atrás do anonimato ou de pseudónimos. É Alexandre, meu caro, Alexandre.

Decerto nunca me terá ouvido dizer que percebo de música, mas de atitude todos percebemos, ou deveríamos perceber. Afinal, para lá das leis e dos regulamentos existe a consciência e o bom senso, e é a esses solenes reguladores que apelo.

Mas bom senso não deve abundar por essa plataforma de "saltos", pois não, meu "jovem"? À falta de melhor argumento vai-se buscar um vídeo das bilheteiras e logo se vê. É assim que se resolvem as questões, desde que compre bilhete posso ir munido de uma arma de guerra e matar todos à minha volta. Afinal, paguei bilhete e se paguei posso fazer tudo. Bom, não quero divagar muito. Deixe-me sossega-lo: paguei.

Folguei muito em ver na nossa Feira vários artesãos a trabalhar na sua arte. Só não me apercebi foi que também fizessem "consertos"...é que às vezes "é pior o conserto que o soneto", já dizem os antigos.


Para terminar, só quero que fique consciente que nunca foi minha intenção menosprezar os que me rodeiam e rodearam, naquela noite, apenas pedir que se tenha consciência do que se faz e de onde se faz. Respeitar os outros é uma atitude muito digna.

Já agora, deixe-me convida-lo a estar presente em Recarei (Porto), nos próximos dias 12, 13 e 14, no Festival Caos Emergente, onde, por motivos de saúde e de colocação na faculdade não poderei estar. Aí, meu caro, poderá saltar, fazer mosh e tudo o que quiser. Mas cuidado com a atitude, é que há lá muita gente que, decerto, saltará bem mais alto.

Cumprimentos,
Alexandre Quinteiro

Anónimo disse...

Caro Alexandre para quem terminou agora o 12ºano,e ainda não sabe se ficou colocado, já demonstra uma atitude demasiada ...

Seja mais humilde.

Cumprimentos
Um estudante académico