
Sosseguem que são só três e a vida são dois.
Nesta edição, a XIII, numa rápida pesquisa com o Google quase nada sobre o certame. Procuro no site da Câmara Municipal e lá está ainda a publicitação da anterior. Por aqui também nada. Na área de divulgação, um grande apupo para a organização.
Aplausos para a nova disposição dos espaços, estão muito melhor definidos. A separação entre os bares e restaurantes é positiva e a colocação daqueles junto do palco parece-nos acertada.
O espaço dos expositores é menos do mesmo. Menos expositores e o mesmo conceito, precisam-se de novas ideias. Maçã e vinho em principal destaque, depois o azeite: A Frucar, a Afupova e os engarrafadores individuais com uma ou outra entrada. Em realce, como sempre, as “empresas” municipais (Escola Profissional e Urbe Ansiães(?!))
Fraquinha, como quase sempre, a exposição das máquinas agrícolas, porém a mudança do local está acertada.
Na área da restauração, presentes dois restaurantes e mesmo assim houve que recorrer ao mercado externo com a contratação do D. Roberto de Bragança. Um rápido olhar às ementas e um claro “sabe a pouco”. para hoje para além do frango assado, das tiras de porco, das febras, dos rissóis, salva-se (?) o arroz de cabidela.
Os Blasted Mechanism foram a banda do 1.º dia. A forma extravagante como se apresentam misturado com um reportório dito de rock alternativo, criou alguma expectativa. A forma morna como começaram, foi desencorajando os menos conhecedores e ao longo da actuação eram visíveis as muitas desistências. Dizem-nos que a escolha musical pretende atingir vários públicos. Esta era a noite da juventude e em terra de idosos, eles são muito poucos. Não seria hora de enquadrar a noite num pequeno festival de verão com vários grupos.
Hoje há mais…
13 comentários:
Devo ter estado presente num outro concerto que não Blasted Mechanism em Carrazeda de Ansiães. Ao longo de todo o espatáculo a front-line foi sendo visitada e ocupada por muitas pessoas, que atraídas pelo som e imagem se aproximavam e vibravam, cada um no seu género, cada um à sua maneira. por outro lado, em eventos como este o grupo opta por uma postura mais contida por forma a não chocar o público.
Em resumo, a avalaiar pela quantidade de pessoas à procura de um contacto mais próximo com a banda pós-concerto, posso concluir que o objectivo de atingir vários públicos foi conseguido.
Viajante
Quando se não percebe dos assuntos, deve-sse estar calado. Não sei quem é este josé alegre, para falar de forma morna com que a banda iniciou. Se escolheu o restaurante ou as tabernas, não admira. Se fosse para a frente, fazer mosh, como o pessoal, já não via as coisas mornas!
RUI MC
Independentemente do valor dos Blasted, (que é muito diga-se!), a verdade, é que em termos de quantidade público, a primeira noite foi a mais fraca.
Salvou-se a qualidade do mesmo, digo eu!
Zyon
Há sempre quem saiba quantas tetas tem uma cabra
Há sempre quem saiba quantas tetas tem uma cabra
O senhor J. Mesquita sempre "pecou" muito pelo mau feitio de olhar para as coisas classificando-as, ponto, parágrafo.
Esta de blá, blá, blá, está acertado, está bem...
Porque o palco mudou, está certo, porque a tasca mudou, está certo, etc..
Ora, está certo para ele, porque para outros pode não estar!
Porque não diz, EM MINHA OPINIÃO, está certo ou errado?
Assim SIM!
Se o Sr. Mesquita é dono de alguma coisa, é do seu ponto de vista e não dos outros!
Com que então, (diz o Sr. Mesquita)contratou-se o D. Roberto da cidade de Bragança para vir assentar arraiais na feira de Carrazeda!
Assim como assim podiam ir mais perto...
Então podemos concluir que o de Carrazeda que lá esteve, também foi contratado? Se foi contratado, é porque foi pago...
Já estou a ver que a partir deste ano a Câmara fará a selecção dos Restaurantes, pagando-lhes a estadia em Carrazeda!
Estou certo ou estou errado?
Esta Câmara de Carrazeda, REALMENTE!
Gostei bastante do concerto. A banda surpreendeu-me positivamente a vários níveis, sendo que acabam por soar muito melhor ao vivo do que em versões de estúdio.
Agora é a minha vez de perguntar se terei estado no mesmo concerto, Rui MC.
Mosh? Eu estive lá à frente e não vi mosh. Mosh é uma dança característica de concertos de hardcore, metal e punk, nunca de uma banda como Blasted Mechanism e muito menos num evento deste género. O que eu vi e senti na sexta-feira foram uns empurrões e cotoveladas de algumas pessoas pouco conscientes daquilo que estavam a fazer e de onde o estavam a fazer. Há concertos em que se vai preparado para mosh a sério, em determinadas zonas do recinto. Mas ali havia crianças, pessoas menos novas e um pequeno grupo de pré-adolescentes a importunar quem se encontrava à volta. Conclusão: não fizeram mosh, não viram o concerto, não deixaram ver o concerto e continuam sem saber o que é mosh.
Mosh é isto, não briquem onde não devem:
http://www.youtube.com/watch?v=LjywH6dhHXo
http://www.youtube.com/watch?v=ULgU7_lYA38
http://www.youtube.com/watch?v=_Vp9s0yLBr8&NR=1
cabra?! está tudo a flipar?!
Amigo Alexandre :
Mas afinal o que é que percebe de musica o amigo “Alexandre” para estar a comentar e confundir musica com atitudes das pessoas?
Provavelmente as pessoas, os adolescentes, e os jovens que lá estiveram aos saltos pagaram as suas entradas. Será que o amigo “alexandre” pagou a sua?
Então amigo, limite-se a descrever o conserto do seu ponto de vista e não a comentar as atitudes das pessoas, ou pensa ser talvez um filósofo de meio de um bando de analfabetos? A humildade é bonita e eu gosto.
Assi.:Um jovem dos saltos.
O mosh! Alguém viu por aí o mosh? Coitado do mosh! A ganapada e os cotas deram cabo do mosh. Isso não se faz. Pode ser que outro mosh venha lá para o final do próximo ano. Temos que ter esperança no mosh para por a dançar os da Carrazeda que gostam muito do mosh.
Por os vistos o mosh é cultura muita apreciada naquela terra.
P. Alves - Vila Flor
Caro "Jovem Aos Saltos", queira, desde já, desculpar-me pelo reparo, mas não precisa de mencionar o meu nome entre aspas. Sinto-me bem comigo mesmo e tal com todos deveriam fazer não me escondo atrás do anonimato ou de pseudónimos. É Alexandre, meu caro, Alexandre.
Decerto nunca me terá ouvido dizer que percebo de música, mas de atitude todos percebemos, ou deveríamos perceber. Afinal, para lá das leis e dos regulamentos existe a consciência e o bom senso, e é a esses solenes reguladores que apelo.
Mas bom senso não deve abundar por essa plataforma de "saltos", pois não, meu "jovem"? À falta de melhor argumento vai-se buscar um vídeo das bilheteiras e logo se vê. É assim que se resolvem as questões, desde que compre bilhete posso ir munido de uma arma de guerra e matar todos à minha volta. Afinal, paguei bilhete e se paguei posso fazer tudo. Bom, não quero divagar muito. Deixe-me sossega-lo: paguei.
Folguei muito em ver na nossa Feira vários artesãos a trabalhar na sua arte. Só não me apercebi foi que também fizessem "consertos"...é que às vezes "é pior o conserto que o soneto", já dizem os antigos.
Para terminar, só quero que fique consciente que nunca foi minha intenção menosprezar os que me rodeiam e rodearam, naquela noite, apenas pedir que se tenha consciência do que se faz e de onde se faz. Respeitar os outros é uma atitude muito digna.
Já agora, deixe-me convida-lo a estar presente em Recarei (Porto), nos próximos dias 12, 13 e 14, no Festival Caos Emergente, onde, por motivos de saúde e de colocação na faculdade não poderei estar. Aí, meu caro, poderá saltar, fazer mosh e tudo o que quiser. Mas cuidado com a atitude, é que há lá muita gente que, decerto, saltará bem mais alto.
Cumprimentos,
Alexandre Quinteiro
Caro Alexandre para quem terminou agora o 12ºano,e ainda não sabe se ficou colocado, já demonstra uma atitude demasiada ...
Seja mais humilde.
Cumprimentos
Um estudante académico
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