Damos hoje início a um novo inquérito prometendo proceder a uma renovação mais assídua.
A construção de uma nova Igreja já foi objecto de algumas análises no "Pensar". Bem recentemente o nosso pároco propôs a construção de um novo local de culto. É altura de inquirirmos os leitores do blogue.
31 julho 2008
Fim de Inquérito
| Como valoriza a decisão da não recandidatura do presidente do Município de Carrazeda? | |||
| Selection | |||
| Boa | 323 | ||
| Assim assim | 21 | ||
| Má | 126 | ||
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| 470 votos total | |||
Amigos, Amigos....
A Amizade cultiva-se… Só assim dará bons frutos!?....
Oh meus amigos, são sempre bem-vindos os vossos comentários, sejam eles anónimos, ou assinados com pseudónimos. Comentar é sinónimo de dar um pouco de atenção, gastar alguns minutos do seu tempo – tempo é dinheiro – para ler e interpretar o que os outros dizem e tentar compreender o que foi dito. Aceitar ou não o que é referido, sugerindo ou expondo o que achamos por bem, logo comentando.
Assim estamos sempre a aprender uns com os outros e viver é também conviver neste ou noutro espaço, expondo as nossas ideias. Hoje vou narrar uma história que se passou com um amigo “cangalheiro” que me diz isto:
- Oh Pinto, havia de dizer alguma coisa sobre o que se passa no nosso cemitério – o velho de Carrazeda- não há lá uma mesa de pedra – como acontece nos restantes de outras freguesias- para depositar a urna. Assim aconteceu com o último funeral que até disse ao Sr. Padre- vou ali buscar o caixote,- forma para abrir valas - e lá serviu para depositar o “esquife” para as últimas cerimónias, antes de baixar à terra.
-Sim, está mal. Mas, que tenho eu a ver com isso!?
Ora, o amigo escreve no Blogue, e isto é um assunto sério, uma falta grave e só acontece nesta freguesia – sede de concelho em Carrazeda- e o cemitério não tem condições.
- oh meu amigo, que inaugurem o novo, aquilo até parece que conserva os corpos.
-Bom, foi um mau investimento já se sabe.Mas o importante era ampliar este “velho” que até tem por onde, e ficava muito melhor e a servir por mais umas dezenas de anos.
Não vou revelar o nome do meu amigo, nem nunca se colocou essa ideia, ainda lhe disse na brincadeira que tinha familiares com responsabilidades autárquicas que esses sim, tinham e têm mais poder para expor as coisas – quiçá resolvê-las – que eu, simples colaborador de um blogue.
O tema, também não me inquieta pois tendo a certeza de que um dia vou partir para o além como todos os mortais, sou adepto da cremação. Aqui fica o recado, outros se seguirão em jeito de “sobremesa em tempo de Verão”.Os responsáveis autárquicos afirmam que não tem tempo para ler Jornais, quanto mais tempo para perder com a leitura de Blogues. No entanto nós sabemos que todos os dias há sempre alguém que os informa do que se escreve e quem foi que escreveu.
Oh meus amigos, são sempre bem-vindos os vossos comentários, sejam eles anónimos, ou assinados com pseudónimos. Comentar é sinónimo de dar um pouco de atenção, gastar alguns minutos do seu tempo – tempo é dinheiro – para ler e interpretar o que os outros dizem e tentar compreender o que foi dito. Aceitar ou não o que é referido, sugerindo ou expondo o que achamos por bem, logo comentando.
Assim estamos sempre a aprender uns com os outros e viver é também conviver neste ou noutro espaço, expondo as nossas ideias. Hoje vou narrar uma história que se passou com um amigo “cangalheiro” que me diz isto:
- Oh Pinto, havia de dizer alguma coisa sobre o que se passa no nosso cemitério – o velho de Carrazeda- não há lá uma mesa de pedra – como acontece nos restantes de outras freguesias- para depositar a urna. Assim aconteceu com o último funeral que até disse ao Sr. Padre- vou ali buscar o caixote,- forma para abrir valas - e lá serviu para depositar o “esquife” para as últimas cerimónias, antes de baixar à terra.
-Sim, está mal. Mas, que tenho eu a ver com isso!?
Ora, o amigo escreve no Blogue, e isto é um assunto sério, uma falta grave e só acontece nesta freguesia – sede de concelho em Carrazeda- e o cemitério não tem condições.
- oh meu amigo, que inaugurem o novo, aquilo até parece que conserva os corpos.
-Bom, foi um mau investimento já se sabe.Mas o importante era ampliar este “velho” que até tem por onde, e ficava muito melhor e a servir por mais umas dezenas de anos.
Não vou revelar o nome do meu amigo, nem nunca se colocou essa ideia, ainda lhe disse na brincadeira que tinha familiares com responsabilidades autárquicas que esses sim, tinham e têm mais poder para expor as coisas – quiçá resolvê-las – que eu, simples colaborador de um blogue.
O tema, também não me inquieta pois tendo a certeza de que um dia vou partir para o além como todos os mortais, sou adepto da cremação. Aqui fica o recado, outros se seguirão em jeito de “sobremesa em tempo de Verão”.Os responsáveis autárquicos afirmam que não tem tempo para ler Jornais, quanto mais tempo para perder com a leitura de Blogues. No entanto nós sabemos que todos os dias há sempre alguém que os informa do que se escreve e quem foi que escreveu.
30 julho 2008
Carência de médicos (revisto)

A relativa falta de médicos hoje sentida é em grande parte um reflexo da limitação do numerus clausus nas vagas de acesso a medicina, mas também fruto de uma distribuição regional desequilibrada e uma má organização por especialidades.
A aquisição de um curso de medicina (as médias mínimas do secundário estão muito perto dos 19 valores) só está ao alcance dos génios (ou quase) ou daqueles que têm dinheiro para estudar em colégios privados. Quantos jovens com profunda propensão vocacional a ele não pode ascender e outros menos vocacionados, mas com melhores recursos e notas nele ingressam.
O “status” excepcional que os médicos têm no nosso país advém, como é óbvio, do acto que executam, mas também da sua escassez. É claro que a míngua ou fartura projectam ou não a importância da "coisa", pouca oferta e muita procura valorizam o produto. Recorde-se o elevado estatuto social, que os advogados, os engenheiros e os professores tiveram até há bem pouco tempo resultado da sua carência. Depois as instituições de ensino superior "produziram" grande número de licenciados nestas áreas e a abundância provocou a sua desvalorização social. Como exemplo atente-se ao estatuto do advogado, do engenheiro, do professor… de meia-idade face ao estagiário que acabou de sair da universidade.
A obtenção de uma especialidade médica abre caminho a carreiras sustentadas quantas vezes no pressuposto financeiro, que não deixa de ser honesto e legítimo, mas provoca profundos desequilíbrios de especialidades face às necessidades da sociedade portuguesa. Um estudo de 2007 encomendado pelo Ministério da Saúde “destacava sobretudo a falta de médicos de família”, “que tenderá a agravar-se a partir de 2013”, pois 40 por cento dos médicos de família podem reformar-se. As faltas serão também notadas nos ortopedistas e nos ginecologistas. Este facto resultará num claro prejuízo das populações.
A carência prejudica claramente regiões limítrofes, onde, e apesar de várias tentativas, nunca foi possível fixar novos clínicos face a bloqueios corporativistas de classe e a falta de coragem política. Se olharmos para as últimas duas ou três décadas contam-se pelos dedos os médicos formados no país que se fixam no interior e assim uma boa percentagem das necessidades é preenchida por profissionais imigrantes.
O Estado como regulador do sistema de ensino superior tem usado de dois pesos e duas medidas: para determinadas profissões permitiu a permissividade e o exagero desacreditando-as, facilitando a entrada no mercado de trabalho de inúmeros licenciados; para outras continua a proceder segundo pressupostos monopolistas e elitistas, limitando o seu acesso e não permitindo a satisfação das necessidades da procura.
Tal como aconteceu com a criação de profissões autónomas e diversas da área de saúde, como os dentistas, função que também era exercida pelos médicos, os nutricionistas, os psicólogos e outras, bom seria diversificar a carreira médica de base e abri-la de forma regulada ao sector privado. Porque não criar um curso próprio para os médicos de família... autónomo da carreira médica fundamentada numa candidatura também autónoma com uma formação de base sustentada num plano curricular definido e preciso?
28 julho 2008
O novo acordo ortográfico

A problemática da unificação da língua numa mesma ortografia vem desde o início do século XX, mais precisamente em 1911. Este foi um acto isolado que o outro grande país falante do português não participou. A reforma introduziu alterações que hoje nos parecem perfeitamente sensatas como a mudança das grafias de theatro, asthma, rheumatismo, polyphonia, christão ou archipélago.
Durante o século XX, foram várias as tentativas de um acordo: 1931, 1943, 1945, 1971/73, 1986. A última reforma ortográfica da Língua portuguesa ocorreu nos anos 70, quando no Brasil e em Portugal (incluídos os territórios denominados ultramarinos) se aboliu o acento grave, em palavras que faziam o advérbio com o sufixo –mente- como amàvelmente, que passou à grafia de amavelmente, e se acabou com o acento circunflexo em palavras como portuguêsmente. Nessa altura, o Brasil também aboliu o acento diferencial, que já não se usava em Portugal (por exemplo, êste, com acento, para distinguir de este, ponto cardial).
O Acordo Ortográfico (veja aqui http://www.portaldalinguaportuguesa.org) assinado em 1990 entre os sete países de língua oficial portuguesa (em 2004 aderiu Timor) apenas estabelece normas ortográficas, isto é muda a grafia de certos vocábulos. Não introduz uma completa uniformização na grafia das palavras, mas naturalmente a redução ao mínimo possível das diferenças. Não altera a pronúncia de qualquer palavra, não cria nem elimina palavras, não estabelece regras de sintaxe, não interfere com a coexistência ou com as regras de normas linguísticas regionais.
O acordo tem motivado uma profunda divisão nos intelectuais portugueses. O rosto pela não ratificação tem sido Vasco Graça Moura que produziu vastos artigos de opinião reunidos no recente livro “Acordo Ortográfico – a perspectiva do desastre”. Entre as várias consequências da ratificação refere a inutilização de milhões de livros adquiridos pelo Governo no âmbito do Plano Nacional de Leitura (Moura, 2008). Na Internet deu-se também início a uma petição online (ver em http://www.petitiononline.com/naoacord/petition.html) para apresentar na Assembleia da República. Os signatários não concordam com a aprovação desse Protocolo, não querem que a Língua Portuguesa, tal como os portugueses a conhecem, seja alterada.
“Nós não queremos escrever palavras como 'Hoje', 'Húmido', 'Hilariante' sem 'h', não queremos escrever palavras como 'Acção' sem 'c' mudo nem palavras como 'Baptismo' sem 'p' mudo. Queremos continuar a escrever em Português tal como o conhecemos agora”.
Do outro lado da barricada o rosto mais visível é Carlos Reis que defende a ratificação:
“Se queremos (eu quero) que o português tenha hipóteses, mesmo que de difícil concretização, de alguma afirmação internacional em confronto com outras línguas, então não podemos continuar a ignorar as debilidades de um cenário linguístico em que alegremente convivem duas ortografias” (Público 22/3/2008)
Esta defesa assenta na defesa da língua enquanto ferramenta de diálogo internacional, bem como na memorização das modificações.
“Se há aspecto do idioma que é marcado por acentuada convencionalidade, esse aspecto é precisamente a ortografia. E as convenções são reajustadas, quando a realidade das coisas a isso aconselha, sem risco de desfiguração cultural e com todas as vantagens de um entendimento possível entre países, sendo inaceitável que um deles se arrogue direitos de propriedade sobre o idioma.” (idem)
Características gerais do novo acordo
A principal característica e também a mais polémica do acordo ortográfico é a de privilegiar “o critério fonético, em desfavor do critério etimológico”, suprimindo consoantes mudas ou não articuladas. Os cês e pês não pronunciados em palavras como director, acção, protecção, baptismo, adoptar e excepção, as quais passam a escrever-se diretor, ação, proteção, batismo, adotar e exceção.
Se actualmente o alfabeto da língua portuguesa consta de vinte e três letras, com a entrada em vigor do acordo ortográfico passa a ter as vinte e seis letras com a entrada do k, do w e do y.
Outra das principais alterações é o emprego do hífen que é simplificado e substancialmente reduzido. Esta modificação, dizem os especialistas, é a que poderá trazer mais confusão.
A utilização das maiúsculas também é simplificada: os meses do ano, os dias da semana e os pontos cardeais e colaterais, títulos de livros, formas de tratamento, domínios do saber, cursos e disciplinas escolares, logradouros públicos, templos ou edifícios.
Suprimem-se também alguns acentos gráficos, é o caso de todas as palavras graves. O ditongo oi em palavras graves não leva acento. Escreveremos boia e heroico em vez de bóia e heróico.
As principais alterações introduzidas pelo Acordo Ortográfico no Brasil são:
Desaparece o trema. Em Portugal escreve-se aguentar, arguido, frequente e tranquilo. No Brasil as normas ortográficas em vigor estabelecem que estas palavras se escrevem agüentar, argüido, freqüente e tranqüilo. O trema é colocado sobre o u para indicar que esta letra é pronunciada. Em Portugal o trema não se usa desde 1945.
O ditongo ei em palavras graves nunca é acentuado graficamente. Por isso, deixa-se de usar acento em palavras como assembléia e idéia. Actualmente tais palavras não levam acento em Portugal.
A cedência dói sempre e neste caso da língua que é uma identificação cultural e até nacional ainda mais, parece-me, no entanto que os ganhos podem ser maiores.
Mentiras Verrinosas ( enquanto não secam as fontes)
- A C.M. “jura a pés juntos” que consultou em referendo os munícipes sobre se pretendiam festas do concelho este ano ou, se era melhor pagar a quem se deve. Os munícipes terão concluído que queriam festas.
- Com este argumento a Comissão Organizadora das Festas, constituiu já o programa com a novidade de nos dar a conhecer o “Sexo dos Anjos”.
- Entretanto os falidos do meu país estão mais confiantes.
Desde que se soube que a C.G.D. assinou mais um contrato de empréstimo com a falida C.M. de Carrazeda que, se deslocam á filial desta instituição bancária milhares de falidos, à procura de contrair aqui também um empréstimo.
_ Na sequência deste caso, a C.M. decidiu publicar as condições de pagamento em que aceita os empréstimos que continua a fazer. O objectivo é o de provar que não está a hipotecar o futuro das próximas gerações.
- Finalmente vai ser dado uso às medalhas de mérito que a nossa C.M. mandou estampar em boa altura. Aproveitando a altura das Festas do Concelho, o município vai condecorar dois Deputados, respectivamente o Dr. Duarte Lima e o Eng Luís Vaz, que se distinguiram ao longo destes três anos a servir-nos na Assembleia da Republica. A cerimónia terá lugar, no acto do repasto, numa das tasquinhas que vão servir no lugar da feira.
- Ainda a este propósito, concluiu-se que é cada vez maior o número de naturais que já cumprimentaram um Deputado Da Assembleia da República. Tal facto confirma a preocupação destes em querer conhecer o dito “ país real”.
- Com o intuito de publicitar a qualidade da arquitectura da rua principal da nossa querida vila a C.M. vai integrar esta rua num roteiro a criar e que terá o título de “ Roteiro do Bom Gosto”. Acredita-se que esta iniciativa terá o mesmo efeito da produção de telenovelas na região ao provocar a vinda de excursionistas e mirones a conhecer os nossos encantos.
- Quando autuava um cidadão por não ter pago o estacionamento, um fiscal da C.M. ter-se-á sentido mal Supõe-se que as tripas se lhe revoltaram quando admitiu que o dinheiro daquela infracção seguiria depois direitinho para o restaurante ali ao lado.
- Está a ter lugar o “concurso da copa de árvore mais bem iluminada da vila”. Para concorrer basta passear pela vila e fotografar a copa de árvore que, algum dos variados candeeiros públicos ilumine. Este concurso não vale para as árvores plantadas recentemente dado que ainda têm a copa pequena para esta ser bem iluminada pelos candeeiros existentes. Os vencedores do concurso serão, aquele que melhor retratar o fenómeno e o respectivo encarregado que tenha plantado a árvores vencedora.
- Foi registrada mais uma frase enigmática inscrita em parede de instituição pública que diz: - “Ainda bem que não é proibido matar o tempo”.
- Já é conhecida a primeira proposta do criado Grupo de Contacto para a Apresentação de Proposta de Investimento para o Vale do Rio Tua. Trata-se de propor um novo método de chuchar no dedo
- Com este argumento a Comissão Organizadora das Festas, constituiu já o programa com a novidade de nos dar a conhecer o “Sexo dos Anjos”.
- Entretanto os falidos do meu país estão mais confiantes.
Desde que se soube que a C.G.D. assinou mais um contrato de empréstimo com a falida C.M. de Carrazeda que, se deslocam á filial desta instituição bancária milhares de falidos, à procura de contrair aqui também um empréstimo.
_ Na sequência deste caso, a C.M. decidiu publicar as condições de pagamento em que aceita os empréstimos que continua a fazer. O objectivo é o de provar que não está a hipotecar o futuro das próximas gerações.
- Finalmente vai ser dado uso às medalhas de mérito que a nossa C.M. mandou estampar em boa altura. Aproveitando a altura das Festas do Concelho, o município vai condecorar dois Deputados, respectivamente o Dr. Duarte Lima e o Eng Luís Vaz, que se distinguiram ao longo destes três anos a servir-nos na Assembleia da Republica. A cerimónia terá lugar, no acto do repasto, numa das tasquinhas que vão servir no lugar da feira.
- Ainda a este propósito, concluiu-se que é cada vez maior o número de naturais que já cumprimentaram um Deputado Da Assembleia da República. Tal facto confirma a preocupação destes em querer conhecer o dito “ país real”.
- Com o intuito de publicitar a qualidade da arquitectura da rua principal da nossa querida vila a C.M. vai integrar esta rua num roteiro a criar e que terá o título de “ Roteiro do Bom Gosto”. Acredita-se que esta iniciativa terá o mesmo efeito da produção de telenovelas na região ao provocar a vinda de excursionistas e mirones a conhecer os nossos encantos.
- Quando autuava um cidadão por não ter pago o estacionamento, um fiscal da C.M. ter-se-á sentido mal Supõe-se que as tripas se lhe revoltaram quando admitiu que o dinheiro daquela infracção seguiria depois direitinho para o restaurante ali ao lado.
- Está a ter lugar o “concurso da copa de árvore mais bem iluminada da vila”. Para concorrer basta passear pela vila e fotografar a copa de árvore que, algum dos variados candeeiros públicos ilumine. Este concurso não vale para as árvores plantadas recentemente dado que ainda têm a copa pequena para esta ser bem iluminada pelos candeeiros existentes. Os vencedores do concurso serão, aquele que melhor retratar o fenómeno e o respectivo encarregado que tenha plantado a árvores vencedora.
- Foi registrada mais uma frase enigmática inscrita em parede de instituição pública que diz: - “Ainda bem que não é proibido matar o tempo”.
- Já é conhecida a primeira proposta do criado Grupo de Contacto para a Apresentação de Proposta de Investimento para o Vale do Rio Tua. Trata-se de propor um novo método de chuchar no dedo
27 julho 2008
Reputados putativos
Segundo notícia do Expresso, dois dos nossos mais Reputados Deputados na Assembleia da Republica ter-se-ão esquecido, nesta legislatura que findou, de abrir as suas prestimosas boquinhas. Julgo que não terá sido qualquer complexo de gaguez ou alguma permanente falha de ideias, já que são de todos conhecidos pela sua experiência no trato público e pela capacidade de dissertar e convencer.
È muito provável que não tenham encontrado pretextos, na região que representam, para procurar um tema que cativasse e motivasse aquela Assembleia para um bate-papo profícuo e rejuvenescedor. Assim deixaram-se ficar por aquela doce indolência que acompanha os justos e amantes do seu povo.
Tenho para mim uma justificação que me parece acertada. Afinal os nossos Deputados Duarte e Luís estiveram a fazer jus ao longo silencio que se desprende das nossas montanhas e vales, cada vez mais despidos de onde afinal só despontam os grandes calhaus megalíticos que são a nossa marca.
Não consta que a plebe se tenha ressentido com tão peculiar modo de estar naquela Casa pelo que, poderão os nossos queridos Deputados confiar na continuidade do seu futuro risonho. Não há pois que esmorecer. O gesto pode parecer quixotesco mas a vitória vai ser merecida e será nossa.
È muito provável que não tenham encontrado pretextos, na região que representam, para procurar um tema que cativasse e motivasse aquela Assembleia para um bate-papo profícuo e rejuvenescedor. Assim deixaram-se ficar por aquela doce indolência que acompanha os justos e amantes do seu povo.
Tenho para mim uma justificação que me parece acertada. Afinal os nossos Deputados Duarte e Luís estiveram a fazer jus ao longo silencio que se desprende das nossas montanhas e vales, cada vez mais despidos de onde afinal só despontam os grandes calhaus megalíticos que são a nossa marca.
Não consta que a plebe se tenha ressentido com tão peculiar modo de estar naquela Casa pelo que, poderão os nossos queridos Deputados confiar na continuidade do seu futuro risonho. Não há pois que esmorecer. O gesto pode parecer quixotesco mas a vitória vai ser merecida e será nossa.
25 julho 2008
Novamente o nuclear
A crise do petróleo colocou na ordem do dia o nuclear. O mote foi dado, imagine-se, pelo governador do Banco de Portugal que propôs o estudo desta opção face à crise global da energia. O ministro transparente, mas não invisível (vide Expresso), digo engenheiro Francisco Correia, esclareço, o senhor ministro do ambiente zurziu o senhor governador prometendo não lhe "dar conselhos sobre taxas de juro" e reafirma "nuclear, não obrigado", pela simples razão de não se ter encontrado solução para "os resíduos finais". A opção já está na agenda de consultas da EDP e da espanhola Iberdrola. Os empresários reunidos na AIP, na AEP e na CIP defendem a diversificação das fontes energéticas e a avaliação da oportunidade de produção de energia nuclear em Portugal.Não vamos entrar na polémica da defesa, do ataque e ou do mal menor do nuclear. O que nos interessa é a especulação sobre o destino de uma futura instalação e o vazadouro dos ditos resíduos perigosos. O litoral estará automaticamente arredado pelas razões óbvias de ser fortemente povoado; o Algarve pelo turismo; o Alentejo será riscado pela força reivindicativa das suas populações e dos seus representantes. Sobra o interior centro e norte e destes o nosso interior é o elo mais fraco. Se bem me lembro esse enigmático empresário português de nome de Patrick Monteiro de Barros, trazia há dois anos na sua mala de negócios um projecto de uma central nuclear e chegou a oferecer "dez milhões de euros por ano e a criação de 300 postos de trabalho directos" ao senhor presidente do Município de Mogadouro pela aceitação da instalação de uma central nuclear no seu concelho. O senhor presidente recusou na altura perante o não rotundo do governo.
Com mais ou menos polémica se a opção pelo nuclear vingar, a central terá um destino certo: a nossa região.
23 julho 2008
Anónimos da minha terra
GENTE SEM ROSTO
Muito pior que “Os Miseráveis” de Vitor Hugo, são os que escrevem e não assinam o que escrevem. Aqueles que não declaram o seu nome, são os “Anónimos”.
Hoje resolvi falar desta autêntica chaga social, porque encontrou um habitat natural para germinar e reproduzir-se de uma forma extraordinária, crescendo, crescendo e assim pensando estar a dar um contributo à sociedade que os rodeia.
Aconteceu que numa reunião de amigos, falou-se disto e daquilo e em determinado ponto, falou-se da nossa terra e dos seus problemas. A Margarida – rapariga audaz e crente nas suas convicções- expunha entusiasmada os seus pontos de vista, a Tulipa mais moderada dizia que seria sensato dar o benefício da dúvida. Já o Gerundio atalhava que isto não ia lá com boas maneiras, ele era frontal e aproveitava a boleia desse extraordinário meio de comunicação moderno, a Internet para expor as suas ideias e fazia-o no lugar certo.
Aqui entra a figura do moderador e questiona aquele grupo sobre o seguinte: - As ideias expostas são válidas, as vossas sugestões ajudam a resolver problemas, e alguns são graves problemas com que o nossa Autarquia se debate, certamente que o nosso Presidente iria aplaudir e agradecer o vosso contributo. Risos e gargalhadas.
Finalmente, onde está a graça!? – Qual é Gerundio o local onde tu, a Tulipa e a Margarida dão a vossa valiosa colaboração?! Responde a rir o Gerundio: - Olha é no Blogue “Pensar- Carrazeda” e no Blogue “Pensar-Ansiaes” e não sou só eu, a Margarida, a Tulipa, O Vinagre e o Zé Rio, quando a malta se junta é que chovem “COMENTÁRIOS”…
Se bem entendo, vocês fazem “comentários” e assinam os ditos comentários, são vossos é a vossa opinião, podem concordar ou discordar, mas é um assunto que vos mereceu um reparo, daí que assinam o vosso nome ou não? Vocês comentam a opinião de quem escreve e quem o fez, assinou e responsabiliza-se pelo que está escrito. Não é verdade?!
Esbelta esta Margarida, com a cabeça que parece uma seara ondulante de trigo louro, veio á liça dizer simplesmente: - Eu e os meus amigos, expressamos as nossas ideias de uma forma “anónima” isto é escrevemos sem assinar o que escrevemos.
Bravo, bravo e querem vocês que a Sociedade dê crédito a essa forma de expressão? Eu cá não só não dou crédito, como acho vil, estúpido, e esses ratos que se escondem para brincar à democracia, merecem o repúdio, e a ignorância pura e simples de toda a sociedade. Reparem neste exemplo simples: - Diz-me Margarida, que fazias tu se te contassem que alguém disse que eras estúpida e uma burra loura? Reagia em conformidade, podes ter a certeza. E reagias como se o autor de tais verdades, não assinando o seu nome diz que é um cidadão anónimo?!
Aos anónimos que “Comentam” este blogue, dou-vos este conselho: - Se, quereis ter alguma credebilidade, assinai e responsabilizai-vos pelas vossas opiniões. A liberdade de opinião existe e também se tal for o caso podem ser responsáveis os que querem agir contra a vossa liberdade. O 25 de Abril deu-nos a liberdade de poder criticar tudo e todos, critique, assuma assine os seus comentários – obrigado- sorria e faça por ser feliz.
Muito pior que “Os Miseráveis” de Vitor Hugo, são os que escrevem e não assinam o que escrevem. Aqueles que não declaram o seu nome, são os “Anónimos”.
Hoje resolvi falar desta autêntica chaga social, porque encontrou um habitat natural para germinar e reproduzir-se de uma forma extraordinária, crescendo, crescendo e assim pensando estar a dar um contributo à sociedade que os rodeia.
Aconteceu que numa reunião de amigos, falou-se disto e daquilo e em determinado ponto, falou-se da nossa terra e dos seus problemas. A Margarida – rapariga audaz e crente nas suas convicções- expunha entusiasmada os seus pontos de vista, a Tulipa mais moderada dizia que seria sensato dar o benefício da dúvida. Já o Gerundio atalhava que isto não ia lá com boas maneiras, ele era frontal e aproveitava a boleia desse extraordinário meio de comunicação moderno, a Internet para expor as suas ideias e fazia-o no lugar certo.
Aqui entra a figura do moderador e questiona aquele grupo sobre o seguinte: - As ideias expostas são válidas, as vossas sugestões ajudam a resolver problemas, e alguns são graves problemas com que o nossa Autarquia se debate, certamente que o nosso Presidente iria aplaudir e agradecer o vosso contributo. Risos e gargalhadas.
Finalmente, onde está a graça!? – Qual é Gerundio o local onde tu, a Tulipa e a Margarida dão a vossa valiosa colaboração?! Responde a rir o Gerundio: - Olha é no Blogue “Pensar- Carrazeda” e no Blogue “Pensar-Ansiaes” e não sou só eu, a Margarida, a Tulipa, O Vinagre e o Zé Rio, quando a malta se junta é que chovem “COMENTÁRIOS”…
Se bem entendo, vocês fazem “comentários” e assinam os ditos comentários, são vossos é a vossa opinião, podem concordar ou discordar, mas é um assunto que vos mereceu um reparo, daí que assinam o vosso nome ou não? Vocês comentam a opinião de quem escreve e quem o fez, assinou e responsabiliza-se pelo que está escrito. Não é verdade?!
Esbelta esta Margarida, com a cabeça que parece uma seara ondulante de trigo louro, veio á liça dizer simplesmente: - Eu e os meus amigos, expressamos as nossas ideias de uma forma “anónima” isto é escrevemos sem assinar o que escrevemos.
Bravo, bravo e querem vocês que a Sociedade dê crédito a essa forma de expressão? Eu cá não só não dou crédito, como acho vil, estúpido, e esses ratos que se escondem para brincar à democracia, merecem o repúdio, e a ignorância pura e simples de toda a sociedade. Reparem neste exemplo simples: - Diz-me Margarida, que fazias tu se te contassem que alguém disse que eras estúpida e uma burra loura? Reagia em conformidade, podes ter a certeza. E reagias como se o autor de tais verdades, não assinando o seu nome diz que é um cidadão anónimo?!
Aos anónimos que “Comentam” este blogue, dou-vos este conselho: - Se, quereis ter alguma credebilidade, assinai e responsabilizai-vos pelas vossas opiniões. A liberdade de opinião existe e também se tal for o caso podem ser responsáveis os que querem agir contra a vossa liberdade. O 25 de Abril deu-nos a liberdade de poder criticar tudo e todos, critique, assuma assine os seus comentários – obrigado- sorria e faça por ser feliz.
A Outra

Vi recentemente e em duas ocasiões diferentes imagens da outra. O que vi, se bem que resumidos a alguns segundos e conhecendo-me militante, preconceituosamente avesso às novelas, foi suficiente para perceber o alcance do dito “a imagem vale mais que mil palavras”. Um voo de falcão sobre o castelo de Ansiães e um outro sobre o Douro ali pela quinta dos Canais de cortar a respiração, um ângulo bem aberto sobre a soberba casa da Selores depois, a Igreja de Moncorvo, o Santuário de Nossa Senhora da Assunção… imagens belíssimas, e aterrei num diálogo de interior em Vila Flor que aos poucos se tornou ininteligível e me obrigou a uma rápida pressão no telecomando. Zaping.
A Outra, novela da TVI e líder de audiências, tem trazido múltiplos visitantes, ditos turistas a… Vila Flor (confira aqui). O presidente do Município local esfrega as mãos de contente e dá por bem empregue “o equivalente ao que se gastaria num concerto do Tony Carreira". Ufana a vereadora local proclama "pacoviamente" que "pela primeira vez, as paisagens de Trás-os-Montes têm um lugar no mapa do país". Seria interessante uma análise sociológica em que o mapa do país são as novelas e o resto é paisagem. Fale quem saiba.
São muitos os relatos que por aí se fazem daqueles que procuram por Vila Flor, pois gostariam de conhecer o Castelo de Ansiães, ou o cais da Senhora da Ribeira. Se pagámos o concerto porque não se colocam umas placas a mostrar o sítio. Todos pagaram, porém o proveito cai todo para o mesmo lado. Invejosos da "outra"? Claro, também pagámos bilhetes.
22 julho 2008
Ruralidades
Fui hoje pela primeira vez, na presente temporada, à piscina municipal descoberta.
Para uma entrada de 1.13 € é difícil arranjar trocos, quando não há outra forma de pagamento que o "cash". Tenham calma. Como já aqui opinei, não sou pelos arredondamentos que sempre prejudicam os consumidores. Por exemplo, um aumento da bica situa-se sempre nos cinco ou dez cêntimos que corresponde a uma percentagem de 10% ou 20%,quando de acordo com a inflação, o acréscimo seria de um ou dois cêntimos. Mas, imaginem pagar o "cafezito" por 51 ou 52 cêntimos... as moedas pretas ficam feias junto das outras...Este aumento até aos olhos do consumidor pareceria ridículo e não se esqueça que pertencemos à UE.
Voltemos à entrada... e ao bilhete de acesso e para mais quem se habituou à simplicidade do cartão da "coberta" é mesmo um grande incómodo. Modernices de outros patrões... Fim de tarde. Quase todos regressam. Muitos jovens a "pedantes", pelo meio da estrada, sem um passeio de jeito. Um amigo e a surpresa do encontro, "por aqui?" "eu venho, você já de saída", "trouxe os miúdos e está na hora". A conversa alonga-se e sabe a cerejas. Fico a saber que habitualmente ali vem da aldeia recôndita a uma boa dezena de km. Com os filhos traz sempre uma outra criança. Um desses desajeitados da vida, com poucas posses, órfão de pai, vive com a avó. Passa parte do tempo livre com os seus dois filhos, compartilhando aventuras e mimos, e até lhe arranjou uma preciosidade, uma bicicleta. Sôfrego de tudo, neste Verão também não lhe tem faltado umas "banhocas" essenciais ao seu crescimento. Na aldeia. Uma história exemplar.
Fresco e vitaminado do mergulho, medito no nosso egoísmo de civilizados egocêntricos. Pela “janela do mundo” lá da casa assisto “impávido e sereno” à crueza das imagens da “indiferença” dos banhistas que almoçavam e apanhavam sol ontem ao início da tarde na praia de Torregaveta, Itália, a escassos metros dos corpos de duas crianças ciganas que morreram afogadas. Não saberiam nadar e ter-se-ão afogado quando foram apanhadas numa onda. Poucos saíram da praia ou deixaram de apanhar Sol.
Na tal aldeia recôndita a "indiferença" ainda não tomou conta de todos.
Para uma entrada de 1.13 € é difícil arranjar trocos, quando não há outra forma de pagamento que o "cash". Tenham calma. Como já aqui opinei, não sou pelos arredondamentos que sempre prejudicam os consumidores. Por exemplo, um aumento da bica situa-se sempre nos cinco ou dez cêntimos que corresponde a uma percentagem de 10% ou 20%,quando de acordo com a inflação, o acréscimo seria de um ou dois cêntimos. Mas, imaginem pagar o "cafezito" por 51 ou 52 cêntimos... as moedas pretas ficam feias junto das outras...Este aumento até aos olhos do consumidor pareceria ridículo e não se esqueça que pertencemos à UE.
Voltemos à entrada... e ao bilhete de acesso e para mais quem se habituou à simplicidade do cartão da "coberta" é mesmo um grande incómodo. Modernices de outros patrões... Fim de tarde. Quase todos regressam. Muitos jovens a "pedantes", pelo meio da estrada, sem um passeio de jeito. Um amigo e a surpresa do encontro, "por aqui?" "eu venho, você já de saída", "trouxe os miúdos e está na hora". A conversa alonga-se e sabe a cerejas. Fico a saber que habitualmente ali vem da aldeia recôndita a uma boa dezena de km. Com os filhos traz sempre uma outra criança. Um desses desajeitados da vida, com poucas posses, órfão de pai, vive com a avó. Passa parte do tempo livre com os seus dois filhos, compartilhando aventuras e mimos, e até lhe arranjou uma preciosidade, uma bicicleta. Sôfrego de tudo, neste Verão também não lhe tem faltado umas "banhocas" essenciais ao seu crescimento. Na aldeia. Uma história exemplar.
Fresco e vitaminado do mergulho, medito no nosso egoísmo de civilizados egocêntricos. Pela “janela do mundo” lá da casa assisto “impávido e sereno” à crueza das imagens da “indiferença” dos banhistas que almoçavam e apanhavam sol ontem ao início da tarde na praia de Torregaveta, Itália, a escassos metros dos corpos de duas crianças ciganas que morreram afogadas. Não saberiam nadar e ter-se-ão afogado quando foram apanhadas numa onda. Poucos saíram da praia ou deixaram de apanhar Sol.
Na tal aldeia recôndita a "indiferença" ainda não tomou conta de todos.
21 julho 2008
Carrazeda sem tempo
QUE O TEMPO FALE!!.... DEIXEM FALAR O TEMPO.
E na época própria, os santos do meu concelho, disputam a primazia e as honras de receber mais um festival de Musica Medieval.
Os santos da casa não ligam pevide para o acontecimento, assim como os naturais da aldeia que à manifestação, primam pela ausência. Esta música, este género também não é do meu agrado e no ùltimo ano – ìa adormecendo na bonita Igreja de Zêdes – assisti, vi e apreciei o calor da noite, noite de Verão.
Leio os comentários ao acontecimento, feitos por gente que diz ter presenciado a afluência do público - este maioritáriamente da vila – gente esclarecida, que pede a realização do evento em 2009, só e sómente no Centro Cívico de Carrazeda, quem deve ter gostado foi certamente o Pedro Caldeira, comentários de gente anónima, sabem o que dizem?!!!....
É tempo de festas de Santa Marinha em Ribalonga e da Sª da Guia em Foz Tua, coincidentes nas datas, será que alguma vale alguma coisa?!... Gente que vive a 3.000 metros uma da outra, gente que escuta a banda a tocar na outra terra, gente que não tem tempo para pensar nos eventuais prejuizos que podem provocar aos santos. Que São Pedro lhes valha, já que as autoridades nada fazem.
Em Pombal de Ansiães o tempo é de Trial e foi no dia 15 de junho que se realizou mais uma prova a copntar para o campeonato nacional de trial 2008. Diz João Baltazar que” … este desporto não prima pela simpatia da população. Contudo, este ano registou-se um acréscimo de visitantes à nossa aldeia.” È tempo de fazer jus à organização da prova que é um espetáculo que exige habilidade e pericia aos condutores e è a única prova que prevalece no concelho de Carrazeda de Ansiães, é tempo de refletir e não desperdiçar o que de bom existe.
Ponto final. Parágrafo. Não há tempo para especulações. O PSD anunciou que vai fazer o convite a todos os actuais Presidentes das autarquias para que renovem o seu mandato e concorram às eleições de 2009. Não foi preciso mais nada, para que o autarca de Carrazeda de pronto confirmasse a “recandidatura”. Eu nunca acreditei que a hora de abandonar o barco, os projectos anunciados e a obra que ainda falta fazer, já tinha chegado. Por isso em politica os anuncios valem o que valem e a seu tempo, o desenvolvimento da história que a Direcção do PSD achou por bem trabalhar. E agora é tempo de arrumar a trouxa e andar…
E na época própria, os santos do meu concelho, disputam a primazia e as honras de receber mais um festival de Musica Medieval.
Os santos da casa não ligam pevide para o acontecimento, assim como os naturais da aldeia que à manifestação, primam pela ausência. Esta música, este género também não é do meu agrado e no ùltimo ano – ìa adormecendo na bonita Igreja de Zêdes – assisti, vi e apreciei o calor da noite, noite de Verão.
Leio os comentários ao acontecimento, feitos por gente que diz ter presenciado a afluência do público - este maioritáriamente da vila – gente esclarecida, que pede a realização do evento em 2009, só e sómente no Centro Cívico de Carrazeda, quem deve ter gostado foi certamente o Pedro Caldeira, comentários de gente anónima, sabem o que dizem?!!!....
É tempo de festas de Santa Marinha em Ribalonga e da Sª da Guia em Foz Tua, coincidentes nas datas, será que alguma vale alguma coisa?!... Gente que vive a 3.000 metros uma da outra, gente que escuta a banda a tocar na outra terra, gente que não tem tempo para pensar nos eventuais prejuizos que podem provocar aos santos. Que São Pedro lhes valha, já que as autoridades nada fazem.
Em Pombal de Ansiães o tempo é de Trial e foi no dia 15 de junho que se realizou mais uma prova a copntar para o campeonato nacional de trial 2008. Diz João Baltazar que” … este desporto não prima pela simpatia da população. Contudo, este ano registou-se um acréscimo de visitantes à nossa aldeia.” È tempo de fazer jus à organização da prova que é um espetáculo que exige habilidade e pericia aos condutores e è a única prova que prevalece no concelho de Carrazeda de Ansiães, é tempo de refletir e não desperdiçar o que de bom existe.
Ponto final. Parágrafo. Não há tempo para especulações. O PSD anunciou que vai fazer o convite a todos os actuais Presidentes das autarquias para que renovem o seu mandato e concorram às eleições de 2009. Não foi preciso mais nada, para que o autarca de Carrazeda de pronto confirmasse a “recandidatura”. Eu nunca acreditei que a hora de abandonar o barco, os projectos anunciados e a obra que ainda falta fazer, já tinha chegado. Por isso em politica os anuncios valem o que valem e a seu tempo, o desenvolvimento da história que a Direcção do PSD achou por bem trabalhar. E agora é tempo de arrumar a trouxa e andar…
19 julho 2008
Filho em mulher alheia
O mundo é cada vez mais dos criadores. Neste caso a minha curiosidade vai para quem concebeu a ideia de se instalar o Centro de Interpretação do Castelo de Ansiães, nos terrenos que são posse da Santa Casa da Misericórdia. Esta originalidade, de “fecundar a mulher do outro”, deverá ter uma justificação compreensível. Alguém a conhece!?
Sabe-se que a Misericórdia prescinde dos direitos de propriedade por uns tempos. E depois! Fica com o Museu de todos?
Depois, já cá não está quem agora decidiu.
Tenho que dizer que eu teria outras sugestões e outras prioridades para instalar e justificar, mais este pólo museológico. Se calhar começava por dar prioridade à valorização do espólio. Aqui vale a pena perguntar, se o município fêz algum esforço para se tentar adquirir a colecção de peças, pertença do falecido Dr. Orlando Carvalho. Sei do trabalho de formiguinha que este realizou para arrecadar objectos vários e valiosos, alusivos á nossa história e ao castelo. Acredito que os seus descendentes mantenham esse património preservado.
È pois pertinente perguntar-se, se não seria prioritário garantir esta colecção única, de material que só o Dr. Orlando Carvalho soube valorizar na devida altura.
Em vez desta resolução temos mais uma construção em cimento armado. Não pretendendo questionar a qualidade arquitectónica do projecto, confirma-se facilmente que este jamais permitirá, por exemplo a visita de estudo de uma turma normal de alunos. Trata-se de uma construção raquítica que dificilmente cumprirá o seu papel numa perspectiva de futuro.
Teremos mais uma obra de boa fachada que um iluminado sonhou para nos encher o olho. Já estou a imaginar a colecção de fotografias cheias de encanto e fantasia, que irão dar a interpretação do dito.
Pelo caminho vai ficando por exemplo o Solar dos Mesquitas nas Selores, A casa do Capitão Lobo (única casa que foi brasonada, na vila), o Centro Cultural, a própria Biblioteca (com a possibilidade de, antes se ter construído de raiz outra biblioteca, num local mais próximo dos potencias utilizadores). Tudo alternativas melhor potenciadas para o papel de Centro de Interpretação do Castelo. Perante a pertinência das ideias e soluções que se expõem cabe perguntar: que “ valores mais altos” se terão levantado para viabilizar a opção que se tomou!?
Definitivamente o mundo é dos criadores, incluindo os que só criam caspa.
Sabe-se que a Misericórdia prescinde dos direitos de propriedade por uns tempos. E depois! Fica com o Museu de todos?
Depois, já cá não está quem agora decidiu.
Tenho que dizer que eu teria outras sugestões e outras prioridades para instalar e justificar, mais este pólo museológico. Se calhar começava por dar prioridade à valorização do espólio. Aqui vale a pena perguntar, se o município fêz algum esforço para se tentar adquirir a colecção de peças, pertença do falecido Dr. Orlando Carvalho. Sei do trabalho de formiguinha que este realizou para arrecadar objectos vários e valiosos, alusivos á nossa história e ao castelo. Acredito que os seus descendentes mantenham esse património preservado.
È pois pertinente perguntar-se, se não seria prioritário garantir esta colecção única, de material que só o Dr. Orlando Carvalho soube valorizar na devida altura.
Em vez desta resolução temos mais uma construção em cimento armado. Não pretendendo questionar a qualidade arquitectónica do projecto, confirma-se facilmente que este jamais permitirá, por exemplo a visita de estudo de uma turma normal de alunos. Trata-se de uma construção raquítica que dificilmente cumprirá o seu papel numa perspectiva de futuro.
Teremos mais uma obra de boa fachada que um iluminado sonhou para nos encher o olho. Já estou a imaginar a colecção de fotografias cheias de encanto e fantasia, que irão dar a interpretação do dito.
Pelo caminho vai ficando por exemplo o Solar dos Mesquitas nas Selores, A casa do Capitão Lobo (única casa que foi brasonada, na vila), o Centro Cultural, a própria Biblioteca (com a possibilidade de, antes se ter construído de raiz outra biblioteca, num local mais próximo dos potencias utilizadores). Tudo alternativas melhor potenciadas para o papel de Centro de Interpretação do Castelo. Perante a pertinência das ideias e soluções que se expõem cabe perguntar: que “ valores mais altos” se terão levantado para viabilizar a opção que se tomou!?
Definitivamente o mundo é dos criadores, incluindo os que só criam caspa.
Apelo
A direcção do PSD vai convidar todos os actuais presidentes de câmara sociais-democratas a recandidatarem-se nas eleições autárquicas de 2009, anunciou esta sexta-feira o vice-presidente e coordenador autárquico do partido, Manuel Castro Almeida.
(...)
todos os candidatos do PSD às autárquicas deverão estar escolhidos «tendencialmente no final de Março de 2009».
Face a este apelo, qual será a resposta em Carrazeda de Ansiães?
(...)
todos os candidatos do PSD às autárquicas deverão estar escolhidos «tendencialmente no final de Março de 2009».
Face a este apelo, qual será a resposta em Carrazeda de Ansiães?
15 julho 2008
Camané em VIla Flor
"Depois de uma noite esgotada no CCB, onde esteve com Bernardo Sassetti e Mário Laginha, num espectáculo chamado “Vadios”, inserido no Festival Música Portuguesa Hoje, Camané continua a apresentar o seu último trabalho “Sempre de Mim” ao vivo.Assim, é já no próximo dia 19 de Julho que o público de Vila Flor poderá escutar não só novos temas retirados de Sempre de Mim como “Sei de um Rio”, “Ciúmes da Saudade” mas também temas que marcaram a carreira de Camané como “Senhora do Livramento” ou “Mais um Fado no Fado”
10 julho 2008
Festival de Música Medieval

Carrazeda de Ansiães acolhe o VII Festival de Música Medieval nos dias 12, 13, 18, 19 e 20 de Julho de 2008.
Grupos: Ensemble Hispânia, Vozes Alfonsinas, Mediae Vox Ensemble e La Batalla. O festival, que conta com a direcção artística de Pedro Caldeira Cabral, terá ainda a presença de uma oficina sob o tema "A Arte dos Instrumentos Musicais na Idade Média", apresentada pelo próprio.
ENSEMBLE HISPÂNIA - Direcção de Fernando Gomes
Programa: “Oriente-Ocidente”
Sábado, 12 de Julho, pelas 21, 30 horas.
Igreja de Beira Grande.
VOZES ALFONSINAS - Dir. de Manuel Pedro Ferreira
Programa: “Sons perdidos, revividos”
Domingo, 13 de Julho, pelas 21,30 horas.
Igreja de Selores.
OFICINA:
”A Arte dos Instrumentos Musicais na Idade Média”
18 de Julho, das 15 às 18 horas.
Auditório do Centro de Apoio Rural.
MEDIAE VOX ENSEMBLE - Direcção de Filipa Taipina
Programa: “Miracles de Notre Dame de Gautier de Coincy”
Sábado, 19 de Julho, pelas 21, 30 horas.
Igreja de Amedo.
LA BATALLA - Direcção de Pedro Caldeira Cabral
Programa: “Dois Cancioneiros Senhoriais”
Domingo, 20 de Julho, pelas 21,30 horas.
Centro Cívico de Ansiães.
Mais informações aqui
Mentiras Verrinosas ( enquanto se aguarda pelo programa das festas)
- Só agora se confirma que o estudo de urbanização da zona chique do Alto do Vilarinho, na frente para o Agrupamento dos Escuteiros, foi baseado em estudo de antropólogo que havia estudado aldeias de macacos na zona equatorial.
- Em campanha eleitoral recente manifestou-se o chamado “ síndroma dos votos em branco”. Os politólogos do concelho temem que em próximas eleições se repita o síndroma que segundo estes se deve à prolongada “escravatura mental” a que os eleitores têm sido sujeitos.
- Vai ser aberta uma campanha de angariação de fundos para apoiar a reforma antecipada dos nossos elementos da Junta de Freguesia. Participe apoiando com o que puder.
- Nem de propósito informa-se que, o nosso Presidente de Junta, vai escrever um livro de memórias que sairá antes da próxima safra. Pretende relatar o percurso de sucessos e realizações concretizados em prol da freguesia. O título da obra será qualquer coisa no género “Deus Quer o Homem Nasce a Obra Sonha”.
-Durante os meses de verão os residentes na Rua Luís de Camões vão ser presenteados com a oferta mensal de uma carteira de sacos de aspirador e um ramo de malmequeres. No Inverno está prevista a oferta de umas galochas.
- Vai ser feita mais uma campanha de promoção turística do concelho. A frase seleccionada para a campanha foi: “ Aqui os desiludidos são felizes”. Pretende-se tirar partido do factor de felicidade que aqui se propícia, para motivar outros desiludidos a passar férias na região.
- Alarme, apreensão e uma certa angústia, estão a marcar a decisão superior de mandar baixar o IMI. Já se admite que, nem para pôr um ceguinho a cantar, no programa das Festa do Concelho, haverá este ano dinheiro. Para obviar a tal, numa das últimas decisões camarárias ficou decidido adquirir uma colecção de porquinhos mealheiros que serão colocados nas repartições a fim de sensibilizar os utentes para a oferta de uma moedinha.
- Tem sido vista em dias de lua cheia, uma cabra mocha a vaguear junto dos escombros do Museu Rural de Vilarinho. Há quem diga que se trata da “ alma penada” da célebre cabra, que ficou responsável pela derrocada do museu em construção. A justificação que se dá para o facto de andar esmoucada, refere que, esta terá dado uma cornada no guindaste que a obra ainda lá tem. Um grupo de piedosos da cabra até já se lembrou de, tal como há vacas sagradas, instituir também esta cabra com esse dom.
-Ultimamente ninguém tem tentado o suicídio para fugir daqui.
- Anda tudo curioso para ver as nossas Bombeiras Honorárias a fazer as horas de serviço anuais a que agora, a lei obriga.
- Os melómanos de Carrazeda, habituados aos festivais de música medieval, exigem agora ao município, que o festival se faça este ano.
- Preocupado com a gestão do seu colega, cujas consequências chegam a todos, um Presidente de Câmara vizinho, já se disponibilizou a ensinar o nosso a poupar mais.
- Em campanha eleitoral recente manifestou-se o chamado “ síndroma dos votos em branco”. Os politólogos do concelho temem que em próximas eleições se repita o síndroma que segundo estes se deve à prolongada “escravatura mental” a que os eleitores têm sido sujeitos.
- Vai ser aberta uma campanha de angariação de fundos para apoiar a reforma antecipada dos nossos elementos da Junta de Freguesia. Participe apoiando com o que puder.
- Nem de propósito informa-se que, o nosso Presidente de Junta, vai escrever um livro de memórias que sairá antes da próxima safra. Pretende relatar o percurso de sucessos e realizações concretizados em prol da freguesia. O título da obra será qualquer coisa no género “Deus Quer o Homem Nasce a Obra Sonha”.
-Durante os meses de verão os residentes na Rua Luís de Camões vão ser presenteados com a oferta mensal de uma carteira de sacos de aspirador e um ramo de malmequeres. No Inverno está prevista a oferta de umas galochas.
- Vai ser feita mais uma campanha de promoção turística do concelho. A frase seleccionada para a campanha foi: “ Aqui os desiludidos são felizes”. Pretende-se tirar partido do factor de felicidade que aqui se propícia, para motivar outros desiludidos a passar férias na região.
- Alarme, apreensão e uma certa angústia, estão a marcar a decisão superior de mandar baixar o IMI. Já se admite que, nem para pôr um ceguinho a cantar, no programa das Festa do Concelho, haverá este ano dinheiro. Para obviar a tal, numa das últimas decisões camarárias ficou decidido adquirir uma colecção de porquinhos mealheiros que serão colocados nas repartições a fim de sensibilizar os utentes para a oferta de uma moedinha.
- Tem sido vista em dias de lua cheia, uma cabra mocha a vaguear junto dos escombros do Museu Rural de Vilarinho. Há quem diga que se trata da “ alma penada” da célebre cabra, que ficou responsável pela derrocada do museu em construção. A justificação que se dá para o facto de andar esmoucada, refere que, esta terá dado uma cornada no guindaste que a obra ainda lá tem. Um grupo de piedosos da cabra até já se lembrou de, tal como há vacas sagradas, instituir também esta cabra com esse dom.
-Ultimamente ninguém tem tentado o suicídio para fugir daqui.
- Anda tudo curioso para ver as nossas Bombeiras Honorárias a fazer as horas de serviço anuais a que agora, a lei obriga.
- Os melómanos de Carrazeda, habituados aos festivais de música medieval, exigem agora ao município, que o festival se faça este ano.
- Preocupado com a gestão do seu colega, cujas consequências chegam a todos, um Presidente de Câmara vizinho, já se disponibilizou a ensinar o nosso a poupar mais.
08 julho 2008
Trabalhos no reino dos "laranja"
Bem recentemente foram eleitos os membros da nova Comissão Política do PSD para o concelho de Carrazeda de Ansiães. Perante a recusa de recandidatura do actual líder do Município, a sua (da Comissão) principal tarefa será indicar o candidato do partido às próximas eleições autárquicas. A pouco mais de uma ano do acto eleitoral não será uma tarefa fácil, pois pesam os cerca de trinta anos no poder concelhio, dos quais seis em coligação, e se o PSD é a força política favorita a ganhar as eleições, a escolha poderá indica o próximo presidente do Município.A escolha seria fácil se houvesse um "delfim", um claro vice-presidente, alguém que se posicionasse como número dois, um forte líder do partido local, uma pessoa que fosse um claro sucessor. Foi isso que aconteceu na primeira e segunda passagem de testemunho. O primeiro presidente dos laranjas foi líder do partido, presidente da Assembleia Municipal, o segundo foi vice-presidente durante três mandatos. Mas não foi essa a estratégia utilizada pelo actual líder que aos poucos criou o vazio e a entropia. Não preparou uma sucessão ou tão só encorajou e cuidou alguém que pudesse suceder-lhe, defender a obra, continuar uma prática partidária de uma trintena de anos. Pelo contrário, afastou putativos candidatos, não soube consolidar perfis que se desenhavam como futuros sucessores, chamou à equipa elementos estranhos.
A votação para actual Comissão Política Concelhia é elucidativa. Recorda-se que a antecipação das eleições no partido pressupôs a preparação do acto eleitoral de 2009 e a escolha do candidato. Apresentou-se uma única lista com uma quinzena de elementos, contados os membros da Comissão e os da Mesa da Assembleia. Votaram 40 militantes, dos quais 24 disseram sim (os quinze da própria lista e mais nove), dezasseis escolheram a quadrícula em branco. Confrangedor, pois cerca de 40% dos votantes não se revê na Comissão eleita ou tão só coloca algumas reticências.
Olha-se para o elenco e que se vislumbra. Dos quatro eleitos, nenhum tem experiência autárquica camarária. A escolha se for encontrada fora da “nomenclatura” também não é simples. O candidato terá de arcar com a responsabilidade de uma gestão que muitos consideram polémica. O futuro do concelho encontra-se numa encruzilhada difícil. O processo de desertificação humana parece não parar. Não estarão definidos com clareza os caminhos do nosso desenvolvimento colectivo e os instrumentos disponíveis, leia-se dinheiro, são parcos. É uma tarefa, no mínimo, complexa.
(imagem retirada do Abrupto de Pacheco Pereira)
Receber os turistas no Tua

Na estação do Tua foi aberto um espaço de venda de produtos regionais, para ajudar entreter os passageiros do Comboio histórico do Douro, que a CP disponibiliza todos os sábados, até Outubro.
A padaria Foz Tua aproveita para vender o pão centeio, a bola de azeitonas, os bolinhos económicos ou os bolos de coco.
A responsável pela padaria, Paula Monteiro, diz que o "negócio já esteve muito melhor" mas acrescenta que esta é sempre uma forma de "promover os produtos e receber os turistas com mais conforto".
Marco Sequeira tem à venda o vinho, azeite, compotas e frutos secos que a sua família produz na pequena localidade do Tua.
01 julho 2008
Obscenidades
Preocupa-me a incoerência e falta de firmeza na tomada de decisões.
Preocupa-me tanto como a falta de responsabilização. Quem me explicará a deliberação do Sr. Ministro das Finanças, que antes considerava ilegal a ultrapassagem do “plafond” de empréstimos de certos Municípios para agora voltar a dar o dito pelo não dito e, passar a consentir novos empréstimos!
Num momento de crise em que é sobretudo a classe média quem trabalha e suporta estoicamente a carga de impostos, considero obscena a manifestação de mais esta incoerência. Com que cara se sentirão aqueles presidentes de Câmara que, não prevaricam e respeitam uma lei que, agora já não é! Apoiarão os seus colegas que esbanjam!?
Que prioridades terão sido definidas para dar mais uma oportunidade às Câmaras Municipais que se dedicam a penhorar o futuro das próximas gerações, contraindo empréstimos sucessivos que alguém, que não eles, pagará mais tarde!
Infelizmente o nosso município está entre os que, sem conta nem nexo, se tem dedicado a delapidar o erário público ao ponto de ser considerado um dos maiores devedores. Não dignifica ninguém este estado de coisas mas, quando nem vergonha se sente pelo papel que se faz realmente resultaria no mesmo, e com as mesmas consequências para o povo, com sanções ou não. Dai se concluir que só com severas punições se conseguirão estancar certos tumores, nesta democracia em crise. Desta vez o próximo dinheiro, que há-de vir, será destinado à conclusão dos parques infantis e gimnodesportivos de aldeias sem crianças e jovens, a iluminar as ruas por onde já ninguém passa, a calcetar os caminhos que já funcionavam quando havia gente, quiçá talvez a promover as próximas festas do concelho. Ao mesmo tempo que a pretexto de poupança de dinheiros por exemplo, o poder central nos retira os serviços nocturnos de urgência, decide ceder a prevaricadores como estes. Não haverá pois lugar a pensar-se no social, muito menos em proceder-se aos pagamentos a quem se deve. A propósito, quantas empresas terão já falido por incumprimento de Câmaras!? Vai todo para a “ requalificação de espaços urbanos”.
Perante a comprovada má gestão destes municípios, excrescências da nossa jovem democracia, não seria mais digno e honesto oferecer a fundo perdido, algumas verbas que os salvasse da depressão que nos criam mas que, os consciencializasse para as situações de excepção que deveriam resolver! Talvez este, gesto afinal comum em certos organismos públicos, fosse melhor tolerado por quem contribui honestamente com os seus impostos para a sustentabilidade do país. São os trabalhadores honestos que merecem o nosso reconhecimento.
Preocupa-me tanto como a falta de responsabilização. Quem me explicará a deliberação do Sr. Ministro das Finanças, que antes considerava ilegal a ultrapassagem do “plafond” de empréstimos de certos Municípios para agora voltar a dar o dito pelo não dito e, passar a consentir novos empréstimos!
Num momento de crise em que é sobretudo a classe média quem trabalha e suporta estoicamente a carga de impostos, considero obscena a manifestação de mais esta incoerência. Com que cara se sentirão aqueles presidentes de Câmara que, não prevaricam e respeitam uma lei que, agora já não é! Apoiarão os seus colegas que esbanjam!?
Que prioridades terão sido definidas para dar mais uma oportunidade às Câmaras Municipais que se dedicam a penhorar o futuro das próximas gerações, contraindo empréstimos sucessivos que alguém, que não eles, pagará mais tarde!
Infelizmente o nosso município está entre os que, sem conta nem nexo, se tem dedicado a delapidar o erário público ao ponto de ser considerado um dos maiores devedores. Não dignifica ninguém este estado de coisas mas, quando nem vergonha se sente pelo papel que se faz realmente resultaria no mesmo, e com as mesmas consequências para o povo, com sanções ou não. Dai se concluir que só com severas punições se conseguirão estancar certos tumores, nesta democracia em crise. Desta vez o próximo dinheiro, que há-de vir, será destinado à conclusão dos parques infantis e gimnodesportivos de aldeias sem crianças e jovens, a iluminar as ruas por onde já ninguém passa, a calcetar os caminhos que já funcionavam quando havia gente, quiçá talvez a promover as próximas festas do concelho. Ao mesmo tempo que a pretexto de poupança de dinheiros por exemplo, o poder central nos retira os serviços nocturnos de urgência, decide ceder a prevaricadores como estes. Não haverá pois lugar a pensar-se no social, muito menos em proceder-se aos pagamentos a quem se deve. A propósito, quantas empresas terão já falido por incumprimento de Câmaras!? Vai todo para a “ requalificação de espaços urbanos”.
Perante a comprovada má gestão destes municípios, excrescências da nossa jovem democracia, não seria mais digno e honesto oferecer a fundo perdido, algumas verbas que os salvasse da depressão que nos criam mas que, os consciencializasse para as situações de excepção que deveriam resolver! Talvez este, gesto afinal comum em certos organismos públicos, fosse melhor tolerado por quem contribui honestamente com os seus impostos para a sustentabilidade do país. São os trabalhadores honestos que merecem o nosso reconhecimento.
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