30 novembro 2007
O plano b de Horácio
Se fosse a sério, seria pertinente assistir á próxima reunião de Assembleia para conhecer o plano de saneamento financeiro que o Nosso Primeiro deveria apresentar para resolver o problema de insolvência da nossa C.M.
Seria um momento penoso, observar a pose humilde e contida de quem, assumindo os erros, agora se dispunha, a ser mais comedido e rigoroso a gerir o bem público, a prometer mais exigência e trabalho, a garantir mais consideração e respeito para com as instituições, em suma, a requerer confiança num futuro que ele assumiria modificar.
Só seria necessário acreditar mais uma vez.
Desgraçadamente é a brincar, pelo que nem dá para acreditar que alguém se digne “chamar à pedra” os responsáveis pelo descalabro. Mesmo assim, para quem se divertir a descodificar demagogia, também deverá ser divertido, assistir na mesma, à dita reunião.
Em contrapartida já acredito que seja accionado o Plano b. Esperam-se pois redobradas estratégias de actuação que reforcem o populismo e convençam as hostes da certeza das próximas vitórias e sucessos. È a altura de apresentar novos projectos no papel, publicitar novas ideias, engendrar novos investimentos. Não custará dizer-se que as orçamentações já foram aprovadas e estão prontos para entrar em concurso. A novidade será mesmo a de reforçar a propaganda das notícias para que se possa dizer que a opinião pública considera e aprova.
O mexilhão sereno e crédulo há-de voltar ao rego. Ou então fazer como a outra, que enfia a cabeça na areia à procura de alternativas.
Preparemo-nos pois todos para encaixar o plano, sem dor. Afinal vamos ser nós os encarregados de fechar a porta.
29 novembro 2007
TODOS
O Channel 4 (canal Inglês) irá brevemente transmitir o RIBA Stirling Prize 2007 (concurso que visa destacar e premiar obras de referência em termos de arquitectura moderna).
Actualmente, o CHannel 4 tem a decorrer uma "votação" no seu site para encontrar o edifício que mais agrada ao público .
Pela primeira vez, uma obra portuguesa aparece em destaque nesta votação – a Casa da Música.
Não deixem de participar, votando em:
http://www.channel4.com/4homes/microsites/S/stirling_prize/2007/vote.html
Passem palavra!
(recebido por correio electrónico)
28 novembro 2007
Bons exemplos: novas tecnologias
A blogosfera, sendo um meio privilegiado na divulgação de informações e opiniões, torna-se um instrumento importante no processo de discussão, nomeadamente, do modelo de desenvolvimento em debate para Guimarães.
25 novembro 2007
Bons exemplos
(...) a Quinta dos Holminhos mostrava-se ao público. Pequeno produtor do concelho de Vila Flor, Vítor Teixeira somou ambição a uma vida de agricultor e, em 2003, decidiu criar a sua própria marca. Hoje vende 20 mil garrafas por ano e quer chegar às 50 ou 60 mil. Já exporta para Alemanha e Itália. Este produtor é bem o exemplo da grande explosão de marcas ocorrida a partir dos anos 90, que transformou o panorama do Douro e não só.
Mentiras verrinosas ( Por altura das podas)
-Os mais optimistas acham contudo que a coisa ainda tem cura, com choques eléctricos.
- Também há quem diga que os gatunos que assaltaram a C. M. recentemente, não o teriam feito se o Sr. Presidente tivesse já informado publicamente sobre o estado de falência em que está a autarquia.
- Conhecida a situação, o que se discute agora é o de saber quem é o Presidente mais criativo. È o nosso ou o do Município de Trancoso!?
Para se decidir falta agora saber se o de Trancoso consegui ou não manter/ obter, o seu Tribunal da Comarca, o seu posto da EDP, o seu Centro de Saúde com urgências nocturnas, o seu Posto de Loja do Cidadão; a sua Repartição de Finanças, o seu Posto dos CTT, os seus jardins conservados e os Marcos Geodésicos iluminados.
-No âmbito do caso “fazer ou não fazer Barragem no Tua”, regista-se o contra-ataque dos ecorealistas que querem agora exigir a Mirandela que arrase o açude que ali foi feito, par que o rio prossiga livremente. A decisão prende-se com o facto de Mirandela apenas usar o açude como Bidé da população.
- Falando ainda da linha de pensamento destes ecorealistas regista-se mais uma ideia que é a de exigir ás C.M. da região que passem a substituir os seus relvados, os seus jardins e suas árvores, por material sintético. Dão o exemplo da C.M. de Murça que, com o relvado sintético do seu estádio de futebol, não só poupa em varredores, jardineiros, e engenheiros como no gasto da água tão necessária.
- Este ano não vai haver Pai Natal. Em contrapartida vai ser montado um Presépio Vivo. Adivinhem que se ofereceu já para fazer de S. José!
-Em alternativa ao projecto “Aldeias Vinhateiras” a Câmara Municipal vai promover o projecto“Aldeias Pasmaceiras”. Trata-se de disponibilizar aos veraneantes, locais de quietude, tranquilidade e embasbacamento.
- Sugestão para os que porfiam por aqui:
“ Sonhe com a felicidade lembre-se de coisas que nunca aconteceram.
- Receita que é usada para melhorar o site do nosso município.
Põe-se a sertã com um pouco de manteiga a derreter. Enquanto se espera, partem-se os ovos, deitam-se na tigela e mexem-se. De seguida deitam-se estes na sertã, remexendo-se até estarem prontos a servir.
Cartão do cidadão
A partir do último mês de Outubro é já possível aos cidadãos do distrito pedir o cartão do cidadão.O pedido de cartão de cidadão é obrigatório nas seguintes situações:
a) Quando o interessado pedir a emissão, renovação ou alteração de dados do bilhete de
identidade;
b) Quando o interessado pedir a emissão ou a alteração de dados do cartão de contribuinte,
do cartão de utente dos serviços de saúde ou do cartão de identificação da segurança social. ”
mais informações aqui www.cartaodecidadao.pt
promessas de estradas
O recurso às estradas espanholas dos automobilistas que viajam entre Bragança e Miranda do Douro tornou-se, nos últimos anos, paradigmático do mau estado das rodovias do Nordeste Transmontano.
José Sócrates sublinhou hoje que é altura de fazer justiça ao único distrito do país sem um quilómetro de auto-estrada, com a conclusão, até 2011, de quase 400 quilómetros de novas vias, em que se incluem itinerários reclamados há décadas.
O primeiro-ministro e o ministro das Obras Públicas, Mário Lino, deslocaram-se a Bragança para afirmarem que não só estão a cumprir como anteciparam em um ano os prazos do compromisso assumido há um ano e meio nesta cidade, em matéria de rodovias para toda a região transmontana.
Durante o próximo ano vão ser lançadas as obras do túnel do Marão, que integrará o troço da A4 entre Amarante e Vila Real, e os 130 quilómetros da Auto-estrada Transmontana, sem portagens, entre Vila Real e Bragança.
No mesmo período arrancarão os trabalhos do IC5 entre o Pópulo (Vila Real) e Miranda do Douro (Bragança) e do IP2, entre o IP4 em Macedo de Cavaleiros e o IP5, na Guarda, na zona de Celorico da Beira.
O ministro Mário Lino realçou que com estas vias fica executado «77 por cento do Plano Rodoviário Nacional (PRN) desta região».
Segundo disse, quando este Governo tomou posse, o PRN tinha uma execução de «35 por cento» nesta zona do país.
24 novembro 2007
(in - Revista Agulha...)
22 novembro 2007
Adição
h. r.
20 novembro 2007
Professores estão a ser pressionados para não dar negativas
No Público
Ao lado na TV do Pensar, uma rábula sobre oportunidades (novas ou antigas?) no ensino.
19 novembro 2007
Bangladesh
Bangladesh! Lugar da fome com o olhar sem fundo cravado nas objectivas (tais corvos disputando o melhor lugar) dos Media. Lugar da sede em oceanos de lama. Lugar da morte a esmo ceifando corpos para os fazer boiar entre a ramagem. O terror. A estupefação. As lágrimas impotentes, num misto de dor e de raiva a entrar-nos pelas casas a qualquer hora. Bangladesh tem sido varrido por terríveis ventos que empurram a catástrofe à sua frente. Chamam-lhes ciclones. A este puseram o nome de Sidr, não sei porquê. Só sei que é violento e violenta os massacrados nativos. Bangladesh! País espezinhado pela miséria e pelo horror, onde impera o medo latente de consecutivos cataclismos. Bangladesh é uma enorme tarimba lamacenta onde estagnam os corpos esfarrapados dos sobreviventes sem amanhã e sem nada. A cólera não deixará também de praticar o assassinato em massa pois vem sempre que lhe cheira a sangue e a putrefação. E agora, o que resta desse nada que parece não bastar? E... já agora, que Natal, ó Bangladesh?! Ah! se eu pudesse dar-vos o meu com as duas mãos cheias de futuro e de alegria!...
Ficarão apenas estas breves, sentidas e espontâneas palavras que vós nunca tereis oportunidade de ler. Mas que vos são dedicadas com o coração transbordando de SOLIDARIEDADE, bem o podeis crer, ó irmãos do Bangladesh!
h. r.
poema urgente
poema urgente
... somos apenas
a poeira das estrelas...
vogando
na fímbria sidérica
da estrada do tempo,
fracturando o silêncio
com as nossas sombras
os nossos fantasmas
complexos e fugazes
(tão dolorosamente transitórios)
... até ao HÚMUS
que nos há-de calar...
e à poeira voltar...
h. r.
18 novembro 2007
Mentiras Verrinosas ( brincando com coisas sérias)
No momento em que vêm à luz do dia, alguns números sobre o endividamento da nossa autarquia, facto que definitivamente nos torna um “case study” a merecer análise por gestores e economistas da galáxia, aqui se deixa a sugestão deste caso passar a ser tratado neste Blog com a profundidade que exige, mesmo que remetendo para segundo plano o caso da barragem sobre o rio Tua.
Como pontapé de saída junto se disponibilizam algumas sugestões dirigidas aos responsáveis que têm gerido a nossa autarquia, com resultados em que custa a acreditar como se chegou até eles, (a não ser que se experimentem as consequências).
Atendendo à tarefa que temos pela frente, trata-se agora de os ajudar a perceber a triste realidade em que nos colocaram e, em conjunto, tentarmos ultrapassá-la.
Neste momento difícil, onde, não por acaso, o escrúpulo atravessa profunda recessão, pretende-se reacender o que ainda possa restar de decoro e, comprovar se, porventura reage algum músculo das consciências. O desafio (todos concordaremos), é agora tão alto que, se vencido, se acredita que estes …pela obra valorosa se irão da lei da Morte libertar…
Para tentar dar organização à proposta, foi decidido redigi-la em jeito de
Mandamentos (13)
1ª- Contratarás um melhor merceeiro, em “full time”, para a gestão dos serviços de planeamento e finanças da C.M e, remeterás para os serviços de limpeza de estantes os antecessores;
2º - Não confundirás trabalho com controlo da calma. Procurarás motivação no teu posto de trabalho, nem que seja a fazer poesia;
3º- Pouparás o que não é teu e pagarás as custas do que comes com as verbas de despesas de representação e não mais oferecerás “almoços grátis” a não ser aos “Homens do Fraque”;
4º- Ganharás a coragem de agir, dizer, perguntar, executar e pensar;
5º- Conhecerás o exemplo daquele pobre a quem é cobrado um I.M.I. exorbitante e passarás a controlar os gastos no papel higiénico, nos telefonemas, no desodorizante de ambiente, nos detergentes, na cera de encerar, no ar aquecido, na tinta plástica, nas cordas vocais e na despesa em atestados médicos.
6º Obrigarás todos a assumiram as suas obrigações legais. Dá-se o exemplo da Empresa - Águas Belas de Carrazeda que, deve pagar as suas obrigações com os respectivos juros;
7º- Para angariar fundos, venderás património dispensável como por exemplo, marcos geodésicos, remessas de medalhas honoríficas, automóveis de grande cilindrada, projectos de parques de campismo; sinais de STOP, paralelepípedo excedentário, postes de iluminação em segunda mão, etc;
8º -Procurarás ser racional e fugir às utopias como o diabo da cruz;
9º- Controlarás a tua hiperactividade sempre que se trate de gastos em festas, casamentos e baptizados;
10º Honrarás e dignificarás todos aqueles que têm contribuído para o engrandecimento da terra de que se dá o único exemplo de Quim Barreiros, para que se encontrem os exemplos restantes.
11º Aproveitarás o mau momento para, em vês de inaugurares construções de cimento, inaugurares uma campanha de angariação de fundos que ajude a tapar o buraco negro que agora nos preocupa;
12º Procurarás no exemplo dos outros aquilo que de melhor desejarias para ti e para aqueles que pagam o teu ordenado;
13 Aprenderás a amar o utente como a ti mesmo.
A dívida no Terra Quente
Câmara de Carrazeda ultrapassou limite de endividamentoA Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães mantêm-se na lista das autarquias que ultrapassaram o limite de endividamento para 2006, mas viu o montante em dívida ser reduzido. O presidente da Câmara, Eugénio de Castro, realça essa redução no valor acrescentando que "ainda pode reduzir mais". Na lista apresentada em Setembro apresentada pela Direcção Geral da Autarquias Locais (DGAL), o município carrazedense constava com uma dívida de 1,7 milhões de euros a mais do que o limite imposto pelo governo. Um valor que já será menor.
Na lista final apresentada no início de Novembro, a DGAL apenas confirmou 12 dos 22 municípios inicialmente apresentados. E Carrazeda não constam nesses 12. Com valores por confirmar - já que as Câmaras se não concordassem com os valores podiam recorrer - estão sete autarquias, já que três já saíram da lista negra, sendo uma delas a de Macedo de Cavaleiros. Estes sete concelhos têm dez dias para recorrer.
Eugénio de Castro argumenta que parte da dívida se deve a obras que deveriam ter sido comparticipadas pelo Estado, mas acabaram suportadas unicamente pelo município. O autarca refere ainda que as regras de endividamento foram alteradas em 2006, o que dificultou as contas. Por isso, tem esperança que o valor em dívida seja considerado ainda menor.
As 12 Câmara Municipais confirmadas vão perder dez por cento no valor mensal a receber do Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF), que é um dos principais suportes orçamentais das autarquias.
As 12 Câmaras já confirmadas como tendo ultrapassado o limite de endividamento para 2006 devem no total 36,8 milhões de euros.
Aqui
Pensar dos leitores
Desertificação ameaça mais de metade de PortugalO presidente da Liga para a Protecção da Natureza (LPN) falava à Lusa a propósito das terceiras Jornadas Ambientais da organização, que decorrem entre quinta-feira e domingo no Cine-Teatro Municipal de Castro Verde (Beja), e que vão abordar o fenómeno da desertificação.
"Portugal é um dos países onde a desertificação tem especial relevância e, se nada for feito nos próximos 20 anos, cerca de 66 por cento do território pode ficar deserto e seco", acentuou.
Como causas deste cenário, que ameaça "ensombrar" mais de metade do território nacional, o especialista aludiu ao agravamento dos efeitos da seca, aos incêndios florestais, ao crescimento urbano indevido em terras com potencial agrícola e à degradação dos solos, em resultado dos "maus usos e da poluição".
Mas, independentemente desse cenário futuro, cerca de um terço do território já sofre "uma grave desertificação", da qual a seca, os incêndios florestais e o despovoamento do interior, devido à "concentração excessiva da economia e da população no litoral", são "expressões evidentes".
Siga a hiperligação para ler toda a notícia
Visitas aos museus
Abade de Baçal é candidato a Museu Europeu do AnoO museu do Abade de Baçal, em Bragança é candidato ao prémio do Museu Europeu do Ano, tornando-se no primeiro de âmbito regional da rede nacional a concorrer ao galardão que anualmente distingue museus em toda a Europa.
Esta é uma notícia que focaliza o Museu do Abade de Baçal em Bragança, um espaço de inegável qualidade, fruto essencialmente do trabalho do Abade que ao longo da sua vida recolheu um largo espólio artístico, arqueológico... de toda a região. Os espaços museológicos são pela sua essência instrumentos valiosíssimos da educação. No nosso país, ao contrário de outros, há pouca tradição de interacção com as comunidades educativas. Nem os museus, nem as escolas estão dimensionados e fomentam as trocas recíprocas. A generalização de visitas dos nossos alunos a espaços de cultura, de arte ou mesmo de ciência contribuirá para uma sociedade mais culta e evoluída.
15 novembro 2007
Silvano exige navegabilidade no TuaO Movimento Cívico da Linha do Tua e a Câmara Municipal de Mirandela (CMM) organizaram, no passado sábado, um debate para abordar as consequências da barragem da foz do Tua na única linha-férrea do distrito de Bragança.
O presidente da CMM, José Silvano, manifestou-se contra a actual proposta da albufeira, uma vez que vai submergir praticamente toda a linha do Tua.
Dado que os autarcas dos restantes municípios afectados aceitam a a barragem, o edil tem uma proposta para obter ganhos turísticos. “Se for construída tenho a obrigação de ter um plano alternativo de desenvolvimento de Mirandela, de modo a minorar os prejuízos e rentabilizar o projecto”, sublinha o responsável.
Para o autarca, a barragem só terá aproveitamento turístico se for construída uma eclusa para os barcos passarem, capaz de funcionar como canal de ligação entre o rio Douro e o Tua. “Quero que o espelho de água chegue a Mirandela, pois assim as pessoas tinham um transporte fluvial entre Mirandela e o Tua”, defende o autarca.
Manuela Cunha, do partido ecologista “Os Verdes”, discorda desta alternativa, alegando que o turismo que resulta da criação de espelhos de água com a construção de barragens não trará riqueza à região. “É uma actividade que só deixa grande riqueza a empresas de Lisboa ou Porto”, sustentou Manuela Cunha.
Durante o debate concluiu-se, ainda, que a construção da barragem significará o desaparecimento de uma rota idílica de turismo que traz à região mais de 20 mil turistas por ano, agravando a desertificação da região. Além disso, implicará a destruição do património das estações e outras construções ligadas à Linha do Tua, algumas das quais verdadeiras obras de arte arquitectónica.
Fernando Cordeiro no Nordeste
Ciclo de Conferências UTAD: “Pensar a Comunicação aqui e agora”
Numa organização do Núcleo de Alunos de Ciências da Comunicação, em parceria com a Coordenação do Curso e do Departamento de Letras da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), decorre na próxima segunda-feira, dia 19, pelas 9h30, no Auditório 1.10 do Complexo Pedagógico, o início do Ciclo de Conferências intitulado “Pensar a Comunicação aqui e agora”.
Mostra Documental biográfica sobre Miguel Torga
A mostra encontra-se patente ao público a propósito do seu I Centenário de Nascimento.
O que aproveitar dos benefícios fiscais?
13 novembro 2007
Chove em Luanda...
12 novembro 2007
O partido ecologista «Os Verdes» enviou, quinta-feira, um dossier ao Comité do Património Mundial da UNESCO denunciando a intenção do Governo de construir a barragem da foz do Tua numa zona classificada.A concelhia social-democrata de Bragança desafia os deputados da Assembleia da República eleitos pelo distrito a votar contra a proposta de Orçamento de Estado para 2008. A estrutura partidária considera o documento nocivo e penalizador para as populações do interior. “Condenamos esta proposta porque deveria promover uma discriminação positiva do interior e não se vê um investimento público no PIDDAC” refere o presidente da comissão politica concelhia do PSD de Bragança.
A Inspecção-geral das Actividades Culturais (IGAC) apreendeu mais de seis mil CD’S e DVD’S piratas e deteve oito indivíduos, que alegadamente estariam a vender os objectos, numa operação realizada na feira de Mirandela.
Mirandela vai acolher o Campeonato Nacional de Xadrez e o Torneio Mundial Aberto, de Artes Marciais, entre 10 e 18 de Novembro.
A castanha é considerada, por vários especialistas, como o “petróleo” da região transmontana. Por hectare, é possível retirar um rendimento na ordem dos 830 euros. no entanto, este valor poderia ser facilmente aumentado “se fosse feita a refinação deste petróleo”, alertou José Laranjo, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Pais e encarregados de educação de Campelos, em Carrazeda de Ansiães, exigem melhores condições de transporte dos alunos. Dizem que o autocarro que serve a localidade avariou três vezes no espaço de uma semana, a última delas ontem. Para além de atrasar a chegada das crianças e jovens às aulas ou a casa, o que mais os preocupa é a alegada falta de segurança do veículo.
11 novembro 2007
O que se aproveitará dos benefícios fiscais?
Para os diversos especialistas, esta medida só pode ter efeitos se for acompanhada de outras, serão elas o desenvolvimento de infra-estruturas, designadamente de acessibilidades, e a criação de condições fiscais mais comparáveis com a Espanha, já que o factor fronteiriço é importante em quase todo o interior do País e também um prazo mais alargado dos benefícios.
Neste momento os benefícios fiscais para as actividades económicas no interior do país são de cinco por cento para as empresas que já existem e será de 10% para as empresas que se pretendam instalar e para os próximos cinco anos.
Alguém dizia que "os benefícios fiscais só mudam a decisão de localização caso o que se poupa em impostos seja superior ao gasto adicional que se vai ter por não optar pela localização racional sem esse benefício". É difícil admitir que uma medida deste tipo tenha algum sucesso a empurrar empresas para o interior. As empresas farão as contas e no período de tempo proposto não acharão vantagens.
Podem ganhar empresas de pura especulação que nada acrescentam ao desenvolvimento das regiões limítrofes. Ou ainda empresas com custos de mudança reduzidos: quando acabar o benefício saem do interior rapidamente e aí teremos os problemas do desemprego...
10 novembro 2007
Troque-se a Avestruz pelo D. Quixote
Tudo a propósito da polémica sobre a minha opinião relativa à construção da barragem do Rio Tua.
Infelizmente não me considero uma pessoa suficientemente informada para defender com mais certezas a minha opinião sobre este caso, pelo que poderá ser-me útil ler o que me puderem transcrever de especialistas na matéria.
Menciono algumas questões concretas a título de exemplo.
- Qual será o real valor da produção de energia a produzir-se na barragem prevista!
- Quem pagará a barragem!
- Que repercussões terá a barragem no afluxo das águas sulfurosas do S. Lourenço!
- Que potencial turístico e comercial poderá ter a criação de uma via fluvial que leve até Mirandela!
- Que influência terá no clima a superfície de água a criar-se.
- Que necessidade futura haverá com a criação da reserva de água a nascer com a barragem!
- Qual o montante de indemnizações estará previsto - ou será de exigir, como contrapartidas para as populações e para a região, atingidas.
- Que alternativas realmente se poderão perspectivar para o Rio Tua se a barragem se não fizer!
Perante tantas dúvidas minhas, talvez seja exagerado dizer que é ridículo admitir a não construção da barragem.
Tanto mais quanto verifico que não faltam criadores e visionários, capazes agora de perspectivar um futuro risonho para os que por aqui prevalecerem.
Como já disse, é este querer e esta convicção que eu muito admiro, sobretudo quando se traduz em resultados exaltantes.
Eu que na situação concreta sou mais prosaico, arrisco pedir aos mais convictos pela manutenção das coisas, que se disponibilizem a trabalhar para garantir a segurança de todos os calhaus suspensos na encosta sobre a linha do Tua; que garantam que a poluição do Cachão e de Mirandela jamais volte a escorrer rio abaixo; que no tempo de seca consigam que o Município de Mirandela garanta o caudal mínimo de água na passagem do seu açude, conforme estipula a lei; que garantam que jamais se voltará a fazer vazamentos de lixo da encosta de S. Mamede; que se garanta o repovoamento do rio e erradique a pesca ilegal: que se garantam investimentos do poder central que verdadeiramente viabilizem a linha de caminho de ferro; que obtenham a garantia de investimentos em infra-estruturas que tornem viáveis projectos turísticos de interesse para a região.
E não percam tempo a ler o D. Quixote de La Mancha que este, romântico como era, estaria convosco de certeza, na luta pela preservação da linha e do rio.
09 novembro 2007
Sobre a Barragem no Tua
Infelizmente pertenço aos que não acreditam que a barragem se não faça, conhecido que é o seu potencial e o contexto em que, com o preço do petróleo, se procura minimizar a crise energética. Sabendo-se que dependemos da energia que compramos no exterior (muita dela nuclear), em cerca de 80%, parece-me ridículo questionar-se a barragem no Tua (que terá um potencial de armazenamento e produção de energia, várias vezes superior a outras barragens previstas), com o facto de esta possuir uma bela paisagem e uma linda linha de caminho de ferro. A não ser que me provem que estes factores serão no futuro, mais importantes e audaciosos, que a procura da independência energética.
È curioso ver a política da C.P. que, tudo tendo feito para acabar, apesar da sua beleza, com a linha do Tua, vem agora tentar recuperá-la, para a melhor obtenção das respectivas contrapartidas quando da sua emersão.
Das opiniões do Sr. Presidente de Câmara de Mirandela, nem vale a pena falar.
Devo acrescentar que, se razão superior houvesse para lutar pela preservação do rio selvagem, faltaria sempre quem, com responsabilidade e vontade política, liderasse na luta por esse direito e conseguisse vencer. Infelizmente no meu concelho têm sido poucos os que, têm assumido com frontalidade a luta por valores e princípios que, com perspectivas diferentes, persiguam o progresso, o bem-estar e a melhoria da qualidade de vida das populações. E o exemplo de como temos tratado o rio Tua e o potencial que tinha, é um bom modelo para o que digo. Resta-me pois ser realista e exigir as contrapartidas que compensem o grande prejuízo patrimonial que se vai ter. È para aqui que deveriam ser apontadas as energias e discutidas as melhores ideias. Pessoalmente já manifestei a minha opinião de que deveríamos exigir já, um melhor acesso a vias rápidas de comunicação. Há outra ideia, que é a de exigir que fossem caucionadas condições de investimento que garantissem que uma parte da energia que ali se produzirá, fosse gasta no concelho. Mas esta ideia está dependente da capacidade empreendedora que teríamos de saber demonstrar. Aqui a realidade faz de mim pessimista. Bem vistas as coisas, parece mesmo que só somos capazes de usufruir da beleza do rio, quando para lá vamos pescar á linha. Esta última actividade parece que continuará a valer.
A longa agonia
Confirmada agora publicamente a situação, a caminho da bancarrota, em que a nossa autarquia se encontra, resta-nos aguentar e esperar as consequências dolorosas que dai advêm. O problema é que, se continuar a fazer-se como a avestruz, a consequência será a morte por sufoco.
Haverá alguma justificação plausível para se entender esta derrocada económica e financeira! Haverá alguma estimativa que nos dê a ideia das consequências próximas e remotas. Quem terão sido os responsáveis? Terão sido as avestruzes!
Na altura certa, teremos o Nosso Primeiro a recordar que não contraiu empréstimos e nos endividou, sem a anuência e consentimento de todos. Recordará como foram vistosas as festas do concelho, exibirá a sua obra construída, falará dos projectos que está cozinhando, finalizando a fazer esquecer a triste miséria em que nos deixa. Não espero pois que, até á agonia final se não deixe de incentivar a folia, o desmazelo, e o abandono do que seria mais importante que são as pessoas e o seu futuro.
Estaremos pois condenados!
Enquanto vemos ao lado, outros merecerem direitos, regalias e mordomias, para nós são reservados os ossos completamente descarnados. Malgrado o papel de “avestruz amedrontada” que o povo martirizado tem desempenhado, não considero que merecesse sofrer tal castigo.
O mais grave para mim é que considero que as atitudes e decisões que têm levado a este descalabro vêm de quem tem conhecimentos e consciência suficiente, da responsabilidade dos seus actos e da sua consequência.
Por este facto assumo aqui lançar um último desafio a quem nos dirige. Quiçá a obtenção de resultados positivos para a incitação que lhe deixo, nos fizesse esperar um futuro melhor. Trata-se de lutar para que em troca das contrapartidas a requerer ao poder central, pela aceitação da construção da Barragem de Tua, alcançasse a garantia da prévia construção do Itinerário Complementar que nos ligue desde já ao Pópulo.
Aguarde-mos para ver.
Entretanto, e por pudor para com os pobres, haja um esforço que acabe com a “cagança”, a extravagancia, a prepotência, a protecção da incompetência, os vícios, a ingratidão e a “esperteza saloia “.
E ressurgirá a ética, o que por osmose levará a avestruz a não reagir como reage, ao risco e ao imponderável.
06 novembro 2007
Mentiras Verrinosas (Na apanha das castanhas)
- Haja Humanidade, foi o grito que ecoou por montes e vales.
- Ao que parece apenas os nossos funcionários autárquicos manifestaram a sua preocupação quando se soube do “ Buraco Negro”, e que estava-mos em 8ª lugar no “ranking” das autarquias que tinham violado a lei no que respeita a endividamentos.
Manifestavam a sua preocupação pela, conjecturável perda de mercês tão arduamente conquistadas.
-Sobre as Piscinas Cobertas, de que muito se tem falado, as estatísticas confirmam que a utente mais assídua à piscina, é precisamente a camioneta da REPSOL que se desloca àquela infra-estrutura três vezes por semana. Acredita-se que com o cair do Inverno esta seja ainda mais assídua.
- Todos conhecem a minha preocupação em ver os meus leitores a ajudar-me a ser mais preciso e mentiroso. Desta vez pedia o apoio para descodificar esta mensagem inscrita em parede pública, julgo que referindo-se à nossa querida terra, como “ UM DESERTO DE ROSAS”.
- Com as suas vetustas 8 rotundas, Carrazeda de Ansiães já pode ombrear com qualquer outra Vila das redondezas.
-No local público dos editais apareceu um escrito a perguntar: - “ Quem quer casar com a Carochinha!”
- Com base em reflexões que vieram recentemente a lume, está a ser preparada uma campanha com o mote “Leve a Vida a Brincar”. Uma das ideias sequentes é a de alargar a idade de reforma, para que as pessoas que possam, brinquem até mais tarde.
- Com o objectivo de potenciar as competências de certos funcionários/as vai ser vertida em letra de lei a possibilidade destes exercerem legalmente – dupla função.
- Esta, para além de verrinosa é verdadeira.
Há pelo menos um motivo que nos orgulha, em relação aos Deputados que nos representam. Não consta que sejam pedófilos.
- Desistiu-se de organizar uma brigada de trabalho destinada exclusivamente a – endireitar postes de iluminação. Concluiu-se que se trata de uma questão de estética. Sendo assim deixa-se estar os postes tocados até que estes venham a cair definitivamente apagados, e só nessa altura se substituem.
05 novembro 2007
Ler e pensar
Os produtores de cabrito de raça transmontana poderão passar a colocar no mercado carne que vai de encontro aos desejos do consumidor. Uma docente da Escola Superior Agrária de Bragança realizou um estudo, no âmbito de uma tese de doutoramento, com o objectivo de caracterizar em termos organolépticos aquela raça autóctone. A investigação revelou quais as preferências do público relativamente à carne. O trabalho pode ter introdução prática e aplicação na produção, pois poderá facultar indicações sobre o peso óptimo de abate. Sandra Rodrigues concluiu que existe um "preconceito grande" sobre a carne de cabrito, sobretudo devido ao odor, o que estará a afastar muitos consumidores. A morosidade de preparação e o facto de ser confeccionada em grandes peças não ajuda.
NO JN
No JN
O pote gigante candidatado pela organização da última edição da Norcaça-Norpesca, Feira da Caça em Bragança, ao Guinness World Records (GWR), não foi aceite por aquela organização internacional. Carlos Martinez, representante do GWR adiantou ao JN que o pote (panela portuguesa) foi rejeitado porque não é10 vezes maior do que um utensílio normal. "Além disso já existem vários potes maiores por todo o mundo e foi também rejeitado porque é um utensílio demasiado local, um pote português, e os recordes são mundiais, têm de ser batidos em todo o mundo", explicou.
No entanto, há possibilidade de o recorde poder vir a ser batido por Bragança, o processo ainda não está encerrado. "Gostávamos de falar com a organização para tentar melhorar a proposta e fazer uma panela maior, por exemplo com 15 mil a 20 mil litros de capacidade", referiu. O pote brigantino, considerado o maior do país, foi anunciado como tendo dois metros de altura e capacidade para 700 litros.
04 novembro 2007
Há sempre alguém...
Ambientalistas do GEOTA contra o plano de barragens para produção de electricidadeno PÚBLICO
O Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA) opõe-se ao plano de dez barragens para produção eléctrica do Governo no horizonte 2007-2020, ao qual tece críticas que passam pelo que considera ser a necessidade de dar prioridade a uma política de eficiência e poupança energética. Deste modo, diz, seria possível obter ganhos superiores à produção estimada decorrente deste plano.
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A bacia do Douro é considerada a grande sacrificada, pois tem “o rio principal artificializado e quase todos os restantes altamente intervencionados” e com este plano os sistemas onde a biodiversidade ainda é relevante serão “praticamente eliminados”.
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Há também críticas a aspectos do plano como a ideia de potenciação da actividade turística ou a criação de emprego na construção e operação das barragens. Para o GEOTA, barragens potenciadoras de turismo são “uma falácia para enganar autarcas incautos”, pois “Portugal está cheio de albufeiras desertas de turistas”.
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O presidente da Câmara de Mirandela, José Silvano (PSD), considera “incompreensível” que o Governo decida avançar com a barragem de Foz-Tua, que vai submergir parte da linha do Tua, tornando-a inútil. Os cerca de 60 km que restam desta linha, que vai de Mirandela à Foz do Tua no Douro, são a única ligação ferroviária no Nordeste transmontano e ligam a região ao litoral do Porto, pois entroncam na linha do Douro.
Por seu lado, o presidente socialista da Câmara de Murça mostrou-se “apreensivo” com a construção da barragem do Tua, por ir afectar as vinhas durienses do concelho. Disse no entanto que a barragem também poderá levar mais riqueza à região.
Um grande fardo
Bem recentemente, em reunião dos encarregados de educação, uma outra senhora reclamava pelo facto do seu Município não disponibilizar transporte para poder deslocar-se à reunião, pois não possuiria viatura própria e reinvindicava do estrutura escolar a resolução do problema e se não fosse atendida não voltaria ao estabelecimento.
Atribuem-se à escola todos os papéis e todas as responsabilidades. Para além de transmissora de conhecimentos, de desenvolver aptidões e de certificar saberes, competir-lhe-á um papel de resolução de problemas e de integração social.
Na comunidade escolar reflectem-se, cada vez mais, os problemas da sociedade, são os mesmos que os poderes políticos não sabem resolver e que a escola também não pode porque não terá competências nem recursos para tal. Num tempo de novos paradigmas familiares em que entre outros, os dois conjugues terão necessidade de trabalhar, abundam as famílias monoparentais, ainda de surtos migratórios que condicionam as relações sociais, num tempo de discriminação social e de criação de fossos sociais cada vez mais definidos, por falta de modelos de referência para os jovens, de aumentos da criminalidade e delinquência juvenis, num tempo em que os antigos meios de socialização vêem a sua influência cada vez mais reduzida (Família, Igreja, clubes, partidos, movimentos associativos), é à Escola que todos apontam o dedo no sentido de resolver os problemas que eles mesmos não sabem resolver. O fardo parece tornar-se insuportável.
Uma questão de semântica
A questão da Piscina Municipal de Carrazeda de Ansiães estar aberta à utilização de todos os munícipes não parece passar de uma questão de semântica. Isto porque, no presente, a partir das 18:30 h e até ao seu fecho 21:00 h, é reservado o seu direito de admissão aos frequentadores de um certo curso. A moda parece generalizar-se e mais putativos cursos e sessões se irão multiplicar. Assim seria de bom tom avisar os potenciais frequentadores que a utilização deste equipamento pressupõe a inscrição num referido certame, se não, corre-se o risco de bater com o nariz na porta.Encerramentos
Linha do Tua:
Mais aqui
Bispo de Bragança descreveu dificuldades ao Papa
D. António Montes foi o terceiro Bispo português a ser recebido pelo Papa este sábado. “A conversa desenrolou-se em três tempos”, disse à Renascença.
O Bispo de Bragança começou por falar com Bento XVI sobre os seus professores em Lovaina, onde estudou.
“O Santo Padre tinha visto uma parte do meu currículo e sabia que tinha estudado em Lovaina”, referiu à jornalista Aura Miguel.
Depois, a atenção voltou-se para os problemas da diocese, nomeadamente, os relacionados com a situação económico-social, a desertificação, a emigração e a imigração.
“Nasceu uma palavra de esperança em relação ao trabalho pastoral”, conclui o Bispo de Bragança, adiantando que a audiência foi “muito entusiasmante”.
Este encontro com o Papa aconteceu no âmbito da visita “Ad Limina Apostolorum”. Nos próximos dez dias, Bento XVI vai receber os Bispos portugueses.
Na Rádio Renascença
“Quando vêm para cá julgam-se donos disto. Roubam nozes, castanhas, e disparam contra tudo."

“Infelizmente, os actos de vandalismo verificam-se com grande incidência na altura da caça, nesta zona. Temos registado vários estragos e há muitas queixas dos lavradores”, reconheceu fonte das equipas de protecção florestal da GNR, adiantando que “estão a ser efectuadas diligências para travar esta onda e identificar os culpados”.
(no Correio da Manhã)
Esta é uma situação intolerável e parece repetir-se em muitos locais. No que respeita ao vandalismo dos sinais de trânsito e outros avisos públicos é uma situação generalizada que as autoridades devem travar com as medidas necessárias.
Plano Nacional de Barragens
Linha do Tua - Debate em Mirandela
Debate em MirandelaEstá a decorrer a fase de discussão pública do Plano Nacional de Barragens e em particular da barragem de Foz Tua . Como tal, é necessária uma discussão aberta para que fique claro o efeito que a este empreendimento terá nos moldes em que foi proposto. A manterem-se as cotas propostas, esta barragem submergirá a Linha do Tua, as Caldas de Carlão e afectará as Termas de S. Lourenço; além das vinhas da região demarcada do Douro e os olivais de grande qualidade.
Para discutir todas estas implicações, a Câmara Municipal de Mirandela e o MCLT estão a promover um debate alargado subordinado ao tema"Futuro e linha do Tua", a realizar no dia 10 de Novembro, pelas 15:30 horas.
Participe!!
Para participar na consulta pública do Plano Nacional de Barragens, dando a sua opinião sobre a construção da barragem no Rio Tua e consequente submersão da Linha do Tua, entre outros impactos, deve enviar este formulário preenchido com o seu comentário para inforag@inag.pt
Região Norte e Sul distanciam-se
A Região Norte manteve-se, entre 1990 e 2003, como a região do país com a mais baixa remuneração média anual
A sub-região do Grande Porto até conseguiu, quer em 1991 (cerca de 120) quer, mais modestamente, em 2003, índices superiores aos da média nacional. Mas todas as outras sub-regiões, Tâmega, Alto-Trás-os-Montes, Minho-Lima, Douro, Cávado, Ave e Entre Douro e Vouga ficaram muito abaixo do índice 100 e arrastaram o PIB per capita da Região Norte para o fundo da tabela.
Os resultados do projecto de investigação A Região Norte de Portugal: dinâmicas de mudança social e recentes processos de desenvolvimento vão ser apresentados amanhã numa sessão pública. Marcada para as 10h00, no Anfiteatro Nobre da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, a sessão conta com a presença dos investigadores do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto que foram responsáveis pelos dez capítulos em que foi organizado este trabalho, financiado, mediante concurso público, pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.
Entre 1981 e 2005, a população da região aumentou, quer em termos absolutos quer em termos relativos. O Grande Porto concentrou um terço de todos os habitantes da região, ao passo que as sub-regiões do Douro, Alto Trás-os-Montes e Minho-Lima perderam peso no cômputo intra-regional. A Região Norte pode agradecer às migrações o facto de não ter visto a população decrescer. É que a natalidade diminuiu aqui a um ritmo superior ao do resto do país.
As NUTS III mais desfavorecidas em termos de acesso e utilização dos serviços de saúde são Alto Trás-os-Montes, Ave e Tâmega.
No Público

