Público
31 maio 2006
A guerra de capelinhas (novo episódio)
"O distrito de Bragança pode não ter capacidade para manter duas estruturas aeroportuárias, esta a reacção de Jorge Nunes, presidente da câmara de Bragança, à ideia de criar um aeroporto internacional em Mirandela. No passado fim-de-semana, durante o anúncio da criação de um projecto turísticos em Alfândega da Fé, os promotores defenderam a ampliação do aeródromo de Mirandela e a sua transformação em aeroporto internacional."
Na Rádio Brigantia
Na Rádio Brigantia
Diamantes por lapidar
"A Casa das Arcas, em Macedo de Cavaleiros é a única do distrito de Bragança, que esta sexta-feira passa a fazer parte da Rede de Solares de Portugal. Ao todo são 96 os equipamentos de Turismo em Espaço Rural, que nos últimos três anos passaram por um processo de certificação dos padrões de qualidade."
Esta é uma notícia veiculada pela Rádio Bragançana.
No nosso concelho pontifica um dos solares mais bonitos da região, a Casa da Selores, inserido num belo espaço rural, podendo ser associado a diversos roteiros turísticos concelhios entre os quais o Castelo de Ansiãoes. Pode considerar-se um diamante em bruto pronto a ser lapidado e contribuir decisivamente para o desenvolvimento concelhio.
Já aqui no blogue por mais de uma vez nos referimos a esta problemática (veja Turismo Rural: Casa da Selores ou Turismo Rural) e à possibilidade e até necessidade de potenciar este tipo de turismo, vector importante de desenvolvimento rural.
Esta é uma notícia veiculada pela Rádio Bragançana.
No nosso concelho pontifica um dos solares mais bonitos da região, a Casa da Selores, inserido num belo espaço rural, podendo ser associado a diversos roteiros turísticos concelhios entre os quais o Castelo de Ansiãoes. Pode considerar-se um diamante em bruto pronto a ser lapidado e contribuir decisivamente para o desenvolvimento concelhio.
Já aqui no blogue por mais de uma vez nos referimos a esta problemática (veja Turismo Rural: Casa da Selores ou Turismo Rural) e à possibilidade e até necessidade de potenciar este tipo de turismo, vector importante de desenvolvimento rural.
30 maio 2006
Câmara Municipal de Vinhais e Águas Carvalhelhos
«Negócio fechado de cinco milhões de euros
A Câmara Municipal de Vinhais e a empresa que explora as Águas Carvalhelhos celebraram um acordo pelo qual esta última se compromete a investir cinco milhões de euros (um milhão de contos) em Sendim, freguesia de Edral, concelho de Vinhais, para a exploração das águas medicinais daquela localidade do concelho.»
Argumentos
de países mais ou menos desenvolvidos
(...) "Por ano os dois hospitais de Zamora e o de Benavente assistem o nacimento de mil bebés (500 cada). Em Portugal tem servido de argumento para encerrar maternidades o facto de não se realizarem mil e quinhentos partos por ano.
Rafael Lopez garante que esse argumento em Espanha nem se discute já que o serviço tem que ser sempre assegurado."
Rafael Lopez garante que esse argumento em Espanha nem se discute já que o serviço tem que ser sempre assegurado."
Pensar dos leitores: Timor
Depois de uma luta Diplomatica que Portugal teve de travar, a qual venceu juntamente com os timorenses, porque..
É com grande tristeza que acompanho o desenrolar dos acontecimentos em Timor Leste.
Quando tudo parecia estar a encaminhar-se para os timorenses poderem usufruir de uma vida melhor, sobre a direcção de líderes que eles mesmo escolheram, eis que volta a violência, os conflitos e as mortes.
Não percebo nada do conflito actual!!! .... Quem está a lutar contra quem? Porquê? ....
Algum de vocês, percebe alguma coisa ? .... Se sim, por favor expliquem-me, esclareçam-me, já que os orgãos de informação que temos aqui em Portugal, parecem tão "perdidos" como eu .
Eu sei que todos as guerras são estúpidas e imorais ... apenas despertam aquilo que de pior existe, nos seres humanos, o seu lado negro ... mas normalmente consegue-se compreender o que está em jogo, quais os objectivos dos grupos em confronto .... Aqui nada se percebe, apenas que os timorenses se estão a matar uns aos outros !
Que tristeza !!!
At 30/5/06 11:40 AM, dartaga said...
Dartaga
É com grande tristeza que acompanho o desenrolar dos acontecimentos em Timor Leste.
Quando tudo parecia estar a encaminhar-se para os timorenses poderem usufruir de uma vida melhor, sobre a direcção de líderes que eles mesmo escolheram, eis que volta a violência, os conflitos e as mortes.
Não percebo nada do conflito actual!!! .... Quem está a lutar contra quem? Porquê? ....
Algum de vocês, percebe alguma coisa ? .... Se sim, por favor expliquem-me, esclareçam-me, já que os orgãos de informação que temos aqui em Portugal, parecem tão "perdidos" como eu .
Eu sei que todos as guerras são estúpidas e imorais ... apenas despertam aquilo que de pior existe, nos seres humanos, o seu lado negro ... mas normalmente consegue-se compreender o que está em jogo, quais os objectivos dos grupos em confronto .... Aqui nada se percebe, apenas que os timorenses se estão a matar uns aos outros !
Que tristeza !!!
At 30/5/06 11:40 AM, dartaga said...
Dartaga
DN«O Ministério da Educação (ME) quer que os pais passem a participar na avaliação do desempenho dos professores dos filhos, necessária para a progressão na carreira dos docentes.»
29 maio 2006
Bons exemplos
"Um dia "histórico" para a região. Foi assim que João Carlos Figueiredo, presidente da Câmara de Alfândega da Fé, se referiu ao projecto FunZone Village Douro, classificado como PIN (Projecto de Interesse Nacional) e apresentado como o maior investimento privado na região, com os seus 70 milhões de euros, a gastar em três concelhos Alfândega da Fé (construção de um complexo turístico de 800 camas), Macedo de Cavaleiros (instalação de unidade industrial) e Mirandela (ampliação do aeródromo, para que tenha capacidade para receber voos internacionais)."
No JN
No JN
28 maio 2006
“Não sei, nem quero saber!...”
Foi a expressão supostamente utilizada por um dos eleitos à Assembleia Municipal carrazedense quando abordado por um munícipe que pedia esclarecimentos sobre o desenvolvimento de algumas obras do Município
Esta simples expressão poderá ser entendida de vários modos. Significará tão só uma forma do membro da Assembleia se “livrar” da incomodidade do interlocutor ou, tomada à letra, uma completa ignorância voluntária e assumida do que se vai passando no concelho e a convicção de que também não quer informar-se, isto é, uma completa desresponsabilização do cargo que ocupa.
O desabafo ou constatação de ignorância levanta duas questões bem directas: Deve ou não um eleito para um órgão autárquico ter conhecimento da/s realidade/s concelhia/s e ser obrigado a prestar esclarecimento ao simples munícipe que o elegeu? Devem ou não os munícipes exigir responsabilidade daqueles que são elegidos de molde a prestarem informações sobre o seu mandato?
A Assembleia Municipal, órgão por excelência do poder local democrático, é, em teoria, o espaço ideal para se questionar a actuação do executivo municipal, se pensar o concelho, se confrontarem as grandes linhas do seu desenvolvimento… Nele se reflectirão as dinâmicas locais e servirá para veicular as opiniões arrecadadas nos vários sectores da actividade concelhia. Ao eleito cumpre-lhe fazer essa ligação, essencial na democracia representativa, entre o eleitor e o depositário do seu voto. A teoria política e variados estudos dizem-nos que quanto mais interventivo for este órgão colegial representativo mais enriquecedor se tornará a vivência democrática e em consequência sairá beneficiado o desenvolvimento das populações.
As eleições autárquicas, personalizadas na escolha do putativo presidente do município, secundarizam este órgão e os deputados municipais nunca prestam contas do seu trabalho aos eleitores. As listas são organizadas de acordo com lógicas partidárias e as mais das vezes enchem-se de cidadãos que têm dados provas da sua fidelidade ao “chefe” local, não fazem ondas e, normalmente, mostram-se ordeiros, cordatos e obedientes.
Esta simples expressão poderá ser entendida de vários modos. Significará tão só uma forma do membro da Assembleia se “livrar” da incomodidade do interlocutor ou, tomada à letra, uma completa ignorância voluntária e assumida do que se vai passando no concelho e a convicção de que também não quer informar-se, isto é, uma completa desresponsabilização do cargo que ocupa.
O desabafo ou constatação de ignorância levanta duas questões bem directas: Deve ou não um eleito para um órgão autárquico ter conhecimento da/s realidade/s concelhia/s e ser obrigado a prestar esclarecimento ao simples munícipe que o elegeu? Devem ou não os munícipes exigir responsabilidade daqueles que são elegidos de molde a prestarem informações sobre o seu mandato?
A Assembleia Municipal, órgão por excelência do poder local democrático, é, em teoria, o espaço ideal para se questionar a actuação do executivo municipal, se pensar o concelho, se confrontarem as grandes linhas do seu desenvolvimento… Nele se reflectirão as dinâmicas locais e servirá para veicular as opiniões arrecadadas nos vários sectores da actividade concelhia. Ao eleito cumpre-lhe fazer essa ligação, essencial na democracia representativa, entre o eleitor e o depositário do seu voto. A teoria política e variados estudos dizem-nos que quanto mais interventivo for este órgão colegial representativo mais enriquecedor se tornará a vivência democrática e em consequência sairá beneficiado o desenvolvimento das populações.
As eleições autárquicas, personalizadas na escolha do putativo presidente do município, secundarizam este órgão e os deputados municipais nunca prestam contas do seu trabalho aos eleitores. As listas são organizadas de acordo com lógicas partidárias e as mais das vezes enchem-se de cidadãos que têm dados provas da sua fidelidade ao “chefe” local, não fazem ondas e, normalmente, mostram-se ordeiros, cordatos e obedientes.
O esvaziamento da importância da Assembleia é maior em municípios, cuja maioria é consentânea com o executivo camarário e assim sua inutilidade é gritante. Ela será uma caixa de ressonância da presidência municipal, que dela se serve, única e exclusivamente para sufragar a sua acção.
Tornar a Assembleia Municipal um lugar de debate, nem que seja incómodo, dos grandes temas concelhios é um passo inteligente para abandonar a letargia que nos tolhe e nos diminui.
Tornar a Assembleia Municipal um lugar de debate, nem que seja incómodo, dos grandes temas concelhios é um passo inteligente para abandonar a letargia que nos tolhe e nos diminui.
O paradoxo dos ”colaboradores ideais”
«Trabalhar com pessoas que questionam as nossas opções é mais exigente do que trabalhar com quem as aceita passivamente.
(...)
Ninguém diz que quer contratar ‘yes men’, mas sim colaboradores criativos, assertivos e frontais. O problema é que aqueles que correspondem a este perfil ”ideal” que todos dizem querer raramente são recompensados e muitas vezes são mesmo penalizados precisamente por causa dessas características. Porque é que as organizações têm tanta dificuldade em viver com os colaboradores que parecem desejar tão ardentemente?
(...)
a cultura problemática de longe mais frequente é a ”passiva-agressiva”, caracterizada por situações em que todos parecem concordar mas nada muda, não é difícil imaginar como os ‘yes men’ prosperam e os colaboradores assertivos e frontais desesperam. O que é difícil é imaginar como essas organizações conseguirão sair desse padrão quando acabam por rejeitar e afastar precisamente os colaboradores com o perfil necessário para mudarem…
(...)
preferir e recompensar nas suas escolhas os ”bons soldados” e os ”carregadores de piano” que não constituem ameaça nem levantam problemas incómodos.
(...)
O paradoxo dos ”colaboradores ideais” é um produto da tentação de seguir o caminho mais fácil. Mas os caminhos mais exigentes podem conduzir a destinos mais interessantes… »
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Rui Grilo, Diário Económico
O país que temos
«O excesso de funcionários públicos nas autarquias e um novo falhanço da banca nacional em Espanha mostra que Portugal precisa de uma reforma profunda, precisa de mudar. E também revela o país que temos.
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Todos os anos, as mesmas boas intenções, todos os anos, os problemas agravam-se. O Diário Económico revela na edição de hoje que o número de funcionários das autarquias cresceu de forma desmesurada nos últimos anos. Números? Quando deviam estar a emagrecer as suas estruturas, as câmaras contrataram uma média de 20 trabalhadores por dia!!! »
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António Costa, Diário Económico
«Portugueses deviam estar «envergonhados» pela forma como são vistos no estrangeiro»
«É humilhante para os portugueses a percepção que o exterior tem de Portugal, que é a de uma contínua degradação e declínio ao longo dos últimos anos», disse Jack Welch hoje de manhã numa mesa redonda com empresários portugueses, citado pelo presidente do Fórum para a Competitividade, Luís Mira Amaral, na conferência de imprensa que se seguiu para revelar as conclusões do encontro.
Jack Welsh foi considerado o gestor do século XX pela revista «Fortune», em 1999
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«Jack Welch cultiva realmente as três grandes qualidades que, porventura mais faltam a Portugal, para ser um país mais próspero e ter uma sociedade bem sucedida: franqueza, simplicidade e mérito.»
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Sérgio Figueiredo, Jornal de Negócios
26 maio 2006
Dançam os Mortos com os Vivos
(manifesto # 06)
Até a Guerra acabar, vou recolher-me uma vez mais ao serviço dos Outros... Estou a terminar, com o prévio apoio da Presidência e da Vereação da Cultura da Câmara Municipal, a quem espero - mais do que _ _ meus próprios agradecimentos -, agradeçam os autores e seus textos, respectivamente, ao Sr. Eugénio de Castro e à dr.a Natália, pois mereciam já _ _ seu estudo...
Incompleto, mas um passo primeiro e definitivo sobre uma minha primeira biblioteca de autores da Terra: Álvaro "Sardinheiro", Campos Gouveia, Gilberto Pinto, Hélder Rodrigues, João Cardoso, Joaquim Morais e Mário Cândido Pereira.
Incompleto, mas onde Nada nem Ninguém fica excluído: a via popular e a erudita, a via da mátria com a _ _ pátria, o punho esquerdo tocando o vê, à mão direita: num verdadeiro arraial onde os vivos com os mortos dançam.
vitorino almeida ventura
Até a Guerra acabar, vou recolher-me uma vez mais ao serviço dos Outros... Estou a terminar, com o prévio apoio da Presidência e da Vereação da Cultura da Câmara Municipal, a quem espero - mais do que _ _ meus próprios agradecimentos -, agradeçam os autores e seus textos, respectivamente, ao Sr. Eugénio de Castro e à dr.a Natália, pois mereciam já _ _ seu estudo...
Incompleto, mas um passo primeiro e definitivo sobre uma minha primeira biblioteca de autores da Terra: Álvaro "Sardinheiro", Campos Gouveia, Gilberto Pinto, Hélder Rodrigues, João Cardoso, Joaquim Morais e Mário Cândido Pereira.
Incompleto, mas onde Nada nem Ninguém fica excluído: a via popular e a erudita, a via da mátria com a _ _ pátria, o punho esquerdo tocando o vê, à mão direita: num verdadeiro arraial onde os vivos com os mortos dançam.
vitorino almeida ventura
25 maio 2006
Mentiras Piedosas do Fim de Maio
- Mentira por provar: Não se pode tirar sangue das pedras – elas não o dão.
- Chegaram as moscas. Todos os anos se criam expectativas, sobre se as moscas deixam de dar preferência a estas paragens. Afinal mais uma vez se mantêm a tradição.
- Não é verdade que seja alérgico à cor de laranja. Para o provar e porque está também na moda, vou mandar pintar algumas madeixas.
- Domingo, “à lás cinco de lá tarde” Carrazeda não estava deserta. Eu estava lá.
- Foi vista uma excursão de turistas a dirigir-se para o Castelo de Ansiães. Diz quem viu que a parte dos sanitários do Posto de Turismo a aguardar conclusão, já funcionaram para servir estes excursionistas.
- Os ceguinhos que pretendem deslocar-se na nossa Vila, telefonam sempre para a C.M. para se actualizarem sobre as novidades nos percursos que pretendem fazer. Querem saber onde estão novos tapumes, novos sinais de trânsito nos passeios, novas plantações de árvores, novas vendas de produtos da terra, novas rampas de acesso, novos reservatórios de lixo, novos postes, novos placardes, etc.
- A ideia tem piada. Se, se concretizar a invenção de limitar o número de mandatos dos presidentes de autarquias que concorrerem às mesmas, só é necessário negociar com o colega do lado a troca de candidaturas. Devo dizer que sou contra a lei da limitação de mandatos. Para mim o povo “è quem mais ordena”. De qualquer modo se a ideia que se apresenta resultar, será possível garantir a manutenção da espécie de dinossauros.
- Têm ocorrido cada vez mais pessoas ao Centro de Saúde do nosso concelho. Queixam-se da “dor da prepotência”. Trata-se de um mal cujos sintomas são, a dor de cabeça e que, em momentos agudos, conduz ao vómito. Esta “malina” que foi crónica antes de Abril de 74, tem ganho terreno aos antídotos entretanto administrados.
- Diz quem presenciou que “foi de gritos” a última reunião em Bragança, com o Ministro José Sócrates. Parecia uma “Guerra na Capoeira” entre Galos e Garnisés onde, cada um reivindicava o direito a ter a sua Galinha. Nestas coisas, o Galo Mor ficou a saber que aqui não há poligamia.
- Jovem empresário abre em Carrazeda casa comercial para vender credibilidade. Ao que parece trata-se de uma ideia votada ao sucesso. Daqui vão votos de muito êxito e, que venda muitas toneladas.
- Vai realizar-se mais um percurso Todo-o-Terreno promovido com o alto patrocínio da nossa C.M. Desta vez o percurso é igual ao que faz a carrinha da Misericórdia para entregar refeições aos mais desfavorecidos. Incluso no programa está a possibilidade de os participantes usufruírem das condições das habitações que visitarem. Admite-se que possam conhecer os aposentos, usar casas de banho se necessário, beber um pouco da água canalizada, partilhar do luxo que lá encontrarem.
- Ao que parece o Senhor Vereador do P.S. na nossa Câmara Municipal, amante confesso dos desportos radicais, está a reactivar uma brincadeira que era muito vulgar na nossa infância. Trata-se do “lançamento de pedras ao charco” e depois, ver o efeito do patinar da pedra. Daqui se lhe louva a diversão e se espera que a moda pegue.
24 maio 2006
Reginorde
«Arranca hoje a vigésima terceira edição da Reginorde – a feira de actividades económicas de Mirandela.
O certame decorre até domingo e pretende ser uma alavanca para a promoção do comércio local e para o desenvolvimento regional.
Por isso, para Jorge Morais, o presidente da Associação Comercial e Industrial de Mirandela, é preciso continuar a apostar na feira.
Durante a Reginorde, a associação comercial vai aproveitar este ano para assinar protocolos com várias entidades e em áreas de interesse para os associados dos sectores comercial e industrial.
Na Reginorde vão estar neste edição cerca de duas centenas de expositores.
Com um orçamento de 200 mil euros, a animação musical vai contar com a actuação de Roberto Leal, Iran Costa, João Pedro Pais e Pedro Abrunhosa.»
RBA
O certame decorre até domingo e pretende ser uma alavanca para a promoção do comércio local e para o desenvolvimento regional.
Por isso, para Jorge Morais, o presidente da Associação Comercial e Industrial de Mirandela, é preciso continuar a apostar na feira.
Durante a Reginorde, a associação comercial vai aproveitar este ano para assinar protocolos com várias entidades e em áreas de interesse para os associados dos sectores comercial e industrial.
Na Reginorde vão estar neste edição cerca de duas centenas de expositores.
Com um orçamento de 200 mil euros, a animação musical vai contar com a actuação de Roberto Leal, Iran Costa, João Pedro Pais e Pedro Abrunhosa.»
23 maio 2006
Com licença, agora falo eu.
Quando a minha pessoa é o pretexto para se falar no Blog, invade-me sempre uma sensação, mista de narcisismo e de desperdício energético. O problema é que os meus amigos preocupam-se e levam o meu caso a sério. Eu, nesta circunstância concreta, sinto-me então responsável pela reacção das suas úlceras, por mais um esforço que eles fazem para debelar uma crise de que me responsabilizam.
Confesso que me embaça perguntar se, realmente, terá cabimento falar-se tão apaixonadamente de uma só pessoa, num Blog que tem por objectivo “pensar Ansiães”. Cabe mesmo perguntar se não haverá temas mais curiosos e pertinentes!
Será que a intenção será a de desviar as atenções e criar um “bode expiatório” que encarne afinal a culpa de todos os males que nos afligem, a uns mais do que a outros!?
Se, se provar que o objectivo é mesmo este, eu direi já aqui que, atendendo às circunstâncias deploráveis em que nos encontramos, assumo esse papel de mártir a imolar num ritual de apaziguamento aos Deuses do Mal.
Com os conhecimentos de psicanálise aprendidos neste Blog, já estou capaz de interpretar como pode ser importante para uma população atormentada, encontra um “diabo” para esconjurar o “mau-olhado” que se abateu e, tentar simular a miséria e driblar a história.
Contudo, se na verdade o pretexto é mais grave e radica na penúria de ideias e de propostas válidas, então aqui verto algumas, que podem então motivar discussões igualmente apaixonadas e, quiçá, mais úteis e consequentes.
Assim, assumir um papel mais interventor pode ser por exemplo, transcrever para o Blog as actas das reuniões autárquicas. Ficará a saber-se e a poder opinar sobre o que lá se promete, se faz e se perspectiva fazer.
Outra sugestão vai também no sentido de se responsabilizar quem nos governa, pelo cumprimento de promessas feitas em público e que resultaram no compromisso de fazerem a gestão dos bens comuns e que os nossos impostos suportam.
Motivar os bloguistas para um maior contributo na denúncia de irregularidades, incumprimento, despotismos e ilegalidades que testemunhem, é mais uma das tarefas que dignificariam o papel do Blog. Este poderá mesmo constituir-se como uma “âncora de apoio” na defesa dos oprimidos, humilhados e carentes desta terra.
Também a defesa do património da nossa região poderá motivar mais envolvimento. Aqui, era decisivo denunciar a degradação, a falta de cuidado e de consciencialização para estes aspectos mas também, divulgar muito do que temos e é desconhecido.
Sobre cultura, continua a ser importante divulgar tudo o que de válido se vai fazendo. Neste desiderato seria pertinente conseguir-se a colaboração de muitas pessoas que – nados aqui – conseguem impor-se no país e na diáspora, desenvolvendo um trabalho profícuo no âmbito cultural.
Seria útil também chegar aos imigrantes com temas pertinentes e que lhes dessem uma ideia do que acontece e se perspectiva no concelho.
Importante será, pois, procurar influir e perspectivar um futuro, com ideias válidas, com projectos e soluções viáveis que definam prioridades e pensem nas pessoas. Porque, o que verdadeiramente nos falta, são ideias e responsáveis que nos galvanizem e nos convençam de que também nós temos direito a aspirar a um futuro melhor.
E quanto às discussões estúpidas, é norma que o mais inteligente se cale.
Hélder Carvalho
Câmara privatizou água e continua a pagar contas
"O vereador socialista da Câmara de Carrazeda de Ansiães, Augusto Faustino, acusa o Executivo social-democrata de estar a favorecer a empresa privada Águas de Carrazeda (AC), actual concessionária da exploração da água e saneamento básico no concelho. Em causa uma dívida da empresa ao município a rondar um milhão de euros e a assumpção por parte da Câmara das despesas com a bombagem de água desde a ribeira de Belver até à barragem de Fontelonga e o futuro desvio do caudal daquele curso de água. Tanto o presidente da Câmara como o administrador da empresa dizem que o vereador "não sabe do que fala".
Toda esta novela no JN - aqui - (23/0572006). Muita pergunta que precisa de resposta; ou nada vai ser explicado?
Pensar dos leitores: Crise e Futebol
" Não pedimos desculpa por esta interrupção !
A Crise segue dentro de semanas ... "
Está a começar o Campeonato de Europa de Futebol, logo a seguir terá lugar o Campeonato do Mundo, na Alemanha. Portugal estará presente em ambos.
Por isso durante as próximas semanas vai ser só futebol .... tudo o resto desaparecerá como que por milagre ... e se Portugal ganhar alguns jogos, a auto-estima nacional e o índice de confiança dos portugueses irá subindo miraculosamente ....
Deixará de se falar de desemprego, de encerramento de maternidades e escolas, de impostos asfixiantes, da economia moribunda ... é provável até que baixe a criminalidade e o português irá à bomba meter gasolina, no seu carro, com um sorriso esfuziante, do tamanho da última vitória da selecção ... esquecendo-se até de reclamar com a centésima, quinquagésima nona subida do combustível.
Se Portugal ganhar uns joguitos, voltaremos de novo a sermos os maiores .... e Portugal voltará a estar de novo na moda (ainda que tudo o resto não funcione).
Os Portugueses vão vestir-se todos de igual, com as cores da selecção e passarão a andar felizes na rua, cumprimentando até os outros, que vierem vestidos de forma patriota.
O país irá paralisar á hora dos jogos, mas nenhum empresário ou patrão, se atreverá a lamentar o tempo e a produção perdidos.
Se Portugal ganhar, Fátima será pequena para acolher todos os crentes, que irão agradecer á virgem tamanho milagre e aproveitar para lhe oferecer uma camisola do Cristiano Ronaldo.
Se Portugal ganhar, Sócrates passará a ser o melhor primeiro ministro de sempre e estará sorridente no alto do palanque a receber a taça (pensando que devia haver um campeonato qualquer na véspera das próximas eleições).
Se Portugal ganhar .....
E se Portugal perder ???? ....
Dartaga
--
Posted by dartaga to pensar ansiães at 5/22/2006 05:20:15 PM
A Crise segue dentro de semanas ... "
Está a começar o Campeonato de Europa de Futebol, logo a seguir terá lugar o Campeonato do Mundo, na Alemanha. Portugal estará presente em ambos.
Por isso durante as próximas semanas vai ser só futebol .... tudo o resto desaparecerá como que por milagre ... e se Portugal ganhar alguns jogos, a auto-estima nacional e o índice de confiança dos portugueses irá subindo miraculosamente ....
Deixará de se falar de desemprego, de encerramento de maternidades e escolas, de impostos asfixiantes, da economia moribunda ... é provável até que baixe a criminalidade e o português irá à bomba meter gasolina, no seu carro, com um sorriso esfuziante, do tamanho da última vitória da selecção ... esquecendo-se até de reclamar com a centésima, quinquagésima nona subida do combustível.
Se Portugal ganhar uns joguitos, voltaremos de novo a sermos os maiores .... e Portugal voltará a estar de novo na moda (ainda que tudo o resto não funcione).
Os Portugueses vão vestir-se todos de igual, com as cores da selecção e passarão a andar felizes na rua, cumprimentando até os outros, que vierem vestidos de forma patriota.
O país irá paralisar á hora dos jogos, mas nenhum empresário ou patrão, se atreverá a lamentar o tempo e a produção perdidos.
Se Portugal ganhar, Fátima será pequena para acolher todos os crentes, que irão agradecer á virgem tamanho milagre e aproveitar para lhe oferecer uma camisola do Cristiano Ronaldo.
Se Portugal ganhar, Sócrates passará a ser o melhor primeiro ministro de sempre e estará sorridente no alto do palanque a receber a taça (pensando que devia haver um campeonato qualquer na véspera das próximas eleições).
Se Portugal ganhar .....
E se Portugal perder ???? ....
Dartaga
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Posted by dartaga to pensar ansiães at 5/22/2006 05:20:15 PM
22 maio 2006
Falha de planeamento obriga a alteração de traçado da A24
«A alteração do traçado da auto-estrada entre Viseu e Chaves, com um custo adicional de 100 milhões de euros, deve-se a uma falha de planeamento, disse ontem à Lusa o Instituto de Conservação da Natureza.
“A necessidade de rectificação do traçado da A24 na zona de Vila Pouca de Aguiar decorre de um problema de planeamento rodoviário que não acautelou a realização de um estudo prévio de impacto ambiental”, afirmou Sandra Moutinho, do gabinete de comunicação do Instituto de Conservação da Natureza (ICN).
A rectificação “não decorre da existência de uma alcateia de lobos” em Vila Pouca de Aguiar, que obrigou a alterar o traçado, mas sim de um problema de planeamento, precisou a fonte.
O jornal “Público” afirma na edição de ontem que uma alcateia constituída por sete lobos obrigou a concessionária Norscut a desviar o traçado previsto no contrato de concessão e à construção de um viaduto com 1.350 metros de extensão, o que vai implicar um custo adicional, a pagar pelo Estado, de 100 a 150 milhões de euros.
O ICN refere que o cumprimento da legislação comunitária em termos ambientais, condicionante do financiamento europeu, impôs a alteração do traçado base que previa a passagem da A24 por uma zona integrante da Rede Natura.
O Governo de António Guterres avançou para a adjudicação desta auto-estrada sem custos para o utilizador (SCUT) sem acautelar que o traçado definitivo tinha um estudo prévio de impacto ambiental, razão pela qual os aumentos de custos decorrentes das alterações de traçados por motivos ambientais têm se ser suportados pelo Estado, de acordo com a lei em vigor, referia o jornal Público. »
Bons exemplos
Já chegou à praia da Congida, em Freixo de Espada à Cinta, um novo atractivo para o Douro Internacional.
Trata-se de um barco turístico com capacidade para 51 passageiros que vai fazer viagens até ás barragens espanholas de Salselhe e Aledeadávila, em pleno Parque Natural do Douro Internacional.
Esta embarcação, que custou 250 mil euros, vai poder operar durante todo o ano, ao contrário dos pequenos barcos que já existiam, que para além de uma capacidade reduzida só podiam efectuar viagens quando o tempo permitia.
na RBA
Trata-se de um barco turístico com capacidade para 51 passageiros que vai fazer viagens até ás barragens espanholas de Salselhe e Aledeadávila, em pleno Parque Natural do Douro Internacional.
Esta embarcação, que custou 250 mil euros, vai poder operar durante todo o ano, ao contrário dos pequenos barcos que já existiam, que para além de uma capacidade reduzida só podiam efectuar viagens quando o tempo permitia.
na RBA
20 maio 2006
Os encantos de Medeia
Fogo e paixão, a desmesura corre nas veias de Medeia. Que não permite transigir com a traição de Jasão... Daí, os extremos inaceitáveis de congeminar o filicídio! O mesmo quando re_
vejo no blog todos-quantos gostariam de acabar com os filhos de Ansiães, só porque pensam de forma diferente... Ou com um em especial: Hélder de Carvalho. E o ódio é tanto que confundem a pessoa e a obra. Para esses, tudo dele não pode ser senão mau. Mesmo o amor à Terra, porque diferente do seu, o vêem como desamor. Mas, caros amigos, todos temos qualidades que, para uns, vão defeitos e defeitos que, para outros, fazem suas qualidades. Se vamos por esse caminho transformamos em pobres alcoviteiras vicentinas. E a mim apenas me interessa a exaltação do mínimo, pois se odeio a Guerra é porque amo uma outra coisa, Woody Allen, Nem Guerra Nem Paz, no relâmpago em que... Cai na vida breve, ao poema de Herberto Helder, "No sorriso louco das mães":
No sorriso louco das mães batem as leves gotas de chuva. Nas amadas caras loucas batem e batem os dedos amarelos das candeias.
Que balouçam. Que são puras.
Gotas e candeias puras. E as mães
aproximam-se soprando os dedos frios.
Seu corpo move-se
pelo meio dos ossos filiais, pelos tendões e órgãos mergulhados.
e as calmas mães intrínsecas sentam-se
nas cabeças filiais.
Sentam-se, e estão ali num silêncio demorado e apressado, vendo tudo, e queimando as imagens, alimentando as imagens, enquanto o amor é cada vez mais forte.
E bate-lhes nas caras, o amor leve.
O amor feroz.
E as mães são cada vez mais belas.
Pensam os filhos que elas levitam.
Flores violentas batem nas suas pálpebras.
Elas respiram ao alto e em baixo. São
silenciosas.
E a sua cara está no meio das gotas particulares da chuva, em volta das candeia. No contínuo escorrer dos filhos.
As mães são as mais altas coisas
que os filhos criam, porque se colocam
na combustão dos filhos, porque
os filhos estão como invasores dentes-de-leão no terreno das mães.
E as mães são poços de petróleo nas palavras dos filhos, e atiram-se, através deles, como jactos para fora da terra.
E os filhos mergulham em escafandros no interior de muitas águas, e trazem as mães como polvos embrulhados nas mãos e na agudeza de toda a sua vida.
E o filho senta-se com a sua mãe à cabeceira da mesa, e através dele a mãe mexe aqui e ali, nas chávenas e nos garfos.
E através da mãe o filho pensa
que nenhuma morte é possível e as águas
estão ligadas entre si
por meio da mão dele que toca a cara louca da mãe que toca a mão pressentida do filho.
E por dentro do amor, até somente ser possível amar tudo, e ser possível tudo ser reencontrado por dentro do amor.
Ansiães. Mãe de todos _ _ seus filhos. É o meu sonho — que hei-de fazer?
Aliás,
falei apenas sobre o que me sugerem as suas esculturas — ou melhor, uma em particular, "Os acrobatas", que vi com José Mesquita e Paulo Moura, no Porto. Entrar por outro lado, não seria pensar... Vem nos livros: se não há argumentos, ataca-se a forma ou entra-se na péssima questão de ordem pessoal. Mais: contra isso,
recuso entrar em polémicas políticas, que só servem para dividir e não aprender com o Outro... do Outro. Na vez de pensar,
_ _ tocar as cordas sensíveis de Ansiães, como Medeia — ao mais puro acto de terrorismo. Pois ao matar os filhos, se mata o Futuro. Sim,
eu sei que muita gente adora cantar "Sangue no Asfalto" dos bens da Mão Morta, por Adolfo Luxúria Canibal. Eu sei. Mas não sou como o cineasta João Nicolau: um ornitólogo amador, a quem sempre fascinaram as aves de rapina, os Rapaces...
Embora muito-muito goste da letra que se ouve, em hip-hop, na sua curta-metragem seleccionada para a Quinzena dos Realizadores de Cannes:
O meu bairro começa por T
A menina do café chama-se Tata
Toda a gente tá-tá muito bem sentadinha no cafééé
No meu bairro o papá tem papel
E vota PS
E nada acontece
E vota BE
Sei lá eu porquê
É uma moda pós-PCêêê
No meu bairro a mamã é profe
De História e tartes
E confunde as partes de um jogo de futebol
vitorino almeida ventura
vejo no blog todos-quantos gostariam de acabar com os filhos de Ansiães, só porque pensam de forma diferente... Ou com um em especial: Hélder de Carvalho. E o ódio é tanto que confundem a pessoa e a obra. Para esses, tudo dele não pode ser senão mau. Mesmo o amor à Terra, porque diferente do seu, o vêem como desamor. Mas, caros amigos, todos temos qualidades que, para uns, vão defeitos e defeitos que, para outros, fazem suas qualidades. Se vamos por esse caminho transformamos em pobres alcoviteiras vicentinas. E a mim apenas me interessa a exaltação do mínimo, pois se odeio a Guerra é porque amo uma outra coisa, Woody Allen, Nem Guerra Nem Paz, no relâmpago em que... Cai na vida breve, ao poema de Herberto Helder, "No sorriso louco das mães":
No sorriso louco das mães batem as leves gotas de chuva. Nas amadas caras loucas batem e batem os dedos amarelos das candeias.
Que balouçam. Que são puras.
Gotas e candeias puras. E as mães
aproximam-se soprando os dedos frios.
Seu corpo move-se
pelo meio dos ossos filiais, pelos tendões e órgãos mergulhados.
e as calmas mães intrínsecas sentam-se
nas cabeças filiais.
Sentam-se, e estão ali num silêncio demorado e apressado, vendo tudo, e queimando as imagens, alimentando as imagens, enquanto o amor é cada vez mais forte.
E bate-lhes nas caras, o amor leve.
O amor feroz.
E as mães são cada vez mais belas.
Pensam os filhos que elas levitam.
Flores violentas batem nas suas pálpebras.
Elas respiram ao alto e em baixo. São
silenciosas.
E a sua cara está no meio das gotas particulares da chuva, em volta das candeia. No contínuo escorrer dos filhos.
As mães são as mais altas coisas
que os filhos criam, porque se colocam
na combustão dos filhos, porque
os filhos estão como invasores dentes-de-leão no terreno das mães.
E as mães são poços de petróleo nas palavras dos filhos, e atiram-se, através deles, como jactos para fora da terra.
E os filhos mergulham em escafandros no interior de muitas águas, e trazem as mães como polvos embrulhados nas mãos e na agudeza de toda a sua vida.
E o filho senta-se com a sua mãe à cabeceira da mesa, e através dele a mãe mexe aqui e ali, nas chávenas e nos garfos.
E através da mãe o filho pensa
que nenhuma morte é possível e as águas
estão ligadas entre si
por meio da mão dele que toca a cara louca da mãe que toca a mão pressentida do filho.
E por dentro do amor, até somente ser possível amar tudo, e ser possível tudo ser reencontrado por dentro do amor.
Ansiães. Mãe de todos _ _ seus filhos. É o meu sonho — que hei-de fazer?
Aliás,
falei apenas sobre o que me sugerem as suas esculturas — ou melhor, uma em particular, "Os acrobatas", que vi com José Mesquita e Paulo Moura, no Porto. Entrar por outro lado, não seria pensar... Vem nos livros: se não há argumentos, ataca-se a forma ou entra-se na péssima questão de ordem pessoal. Mais: contra isso,
recuso entrar em polémicas políticas, que só servem para dividir e não aprender com o Outro... do Outro. Na vez de pensar,
_ _ tocar as cordas sensíveis de Ansiães, como Medeia — ao mais puro acto de terrorismo. Pois ao matar os filhos, se mata o Futuro. Sim,
eu sei que muita gente adora cantar "Sangue no Asfalto" dos bens da Mão Morta, por Adolfo Luxúria Canibal. Eu sei. Mas não sou como o cineasta João Nicolau: um ornitólogo amador, a quem sempre fascinaram as aves de rapina, os Rapaces...
Embora muito-muito goste da letra que se ouve, em hip-hop, na sua curta-metragem seleccionada para a Quinzena dos Realizadores de Cannes:
O meu bairro começa por T
A menina do café chama-se Tata
Toda a gente tá-tá muito bem sentadinha no cafééé
No meu bairro o papá tem papel
E vota PS
E nada acontece
E vota BE
Sei lá eu porquê
É uma moda pós-PCêêê
No meu bairro a mamã é profe
De História e tartes
E confunde as partes de um jogo de futebol
vitorino almeida ventura
Pensar dos leitores: Uma situação
nacional
muito preocupante
Toda a gente fala do deficit económico e, provavelmente, vai passar-se, mais uma vez, ao lado do drama, que outro nome não se lhe pode dar, do deficit humano e demográfico do nosso país e da destruição programada das famílias normais.
Não tem faltado quem alerte para a situação. Mas deitam-se, agora, as mãos à cabeça perante os resultados inegáveis. Não se vêem políticas familiares e sociais que estimulem à natalidade, dando condições para que esta cresça. Ao contrário, surgem, de um dia para o outro, políticas fiscais que favorecem as uniões de facto em detrimento das famílias constituídas segundo a lei, políticas que tornam a vida cada vez mais difícil e afastam, como se fora um risco perigoso a não correr, gerar filhos ou gerar mais um filho, por maior que seja o desejo de o fazer. Diz-se que o “governo apela para que os casais tenham mais filhos”. O governo não tem que fazer apelos morais. Deve apoiar, dando condições aos casais novos e às famílias para que gerem filhos, se tal decidiremA predominância do filho único já se tornou, entre nós, o normal. Num terço das famílias portuguesas é isso que acontece. A Europa já acordou. Nós estamos descontraídos à cabeça da lista, alheios ao Inverno demográfico. O mesmo com os divórcios. Por falta de trabalho regular e seguro, o casamento vai-se adiando. O preço exorbitante das casas, a qualidade das mesmas, tantas vezes em blocos sociais, reduzidas e sem qualquer privacidade, a dificuldade dos empréstimos, nada estimula a vida em família.
A dificuldade de encontrar creches e da mensalidade caber no ordenado, quando se encontram, para um casal em que ambos trabalham fora, com horários desencontrados e em lugares distantes, não facilita pensar ter filhos ou ter mais filhos.
Os divórcios dispararam, a insegurança aumentou, os filhos não raramente são um incómodo que dificulta aos pares descomprometidos, novos rumos, novas experiências, novas aventuras. São também, por vezes, uma sobrecarga que se leva a contra gosto, com uma ânsia incontida de que chegue o dia em que vão para o outro pai, ou que chegue a noite em que passem de novo para a casa dos mais dias… Que admiração que as estatísticas falem do mau rumo de muitos filhos mal amados, se os pais se voltaram mais para si que para eles? Se lhes dão mais facilmente um telemóvel, que um tempo de carinho e atenção? Fala-se do direito a ser feliz, sem se tomar conta de que não pode haver verdadeira felicidade, se o preço desta for a infelicidade de inocentes, que não escolheram os pais, nem têm culpa se o amor que os gerou se esfumou de vez. Muitos dos que optam pela união de facto não têm, nem querem filhos. Entendemos porquê. Um filho é um dom. Sem estabilidade dos pais, pode tornar-se um pesadelo.
As leis vão facilitando, como se umas coisas nada tivessem a ver com as outras. Dou por mim a pensar se os nossos governantes, e também os que legislam, são pais e avós.
Se vivem com os pés no chão e conhecem a realidade. Se alguma vez passaram por dificuldades, ou se são apenas dos novos aventureiros nos quais a vontade pessoal e o jogo de interesses se sobrepõem a tudo o mais.
Pode favorecer-se a procriação à base de incentivos fiscais, sem se saber que, se há casais que não querem ter filhos, há muitos mais que sofrem por não os terem ou por terem apenas um? Que ainda há mais que desejariam tê-los, se as condições fossem diferentes? Quem está convencido de que o encerramento de algumas maternidades é apenas um problema de segurança médica? Mães aí parturientes e técnicos de saúde que as assistiram testemunham, publicamente, que a segurança é total? Fecham-se escolas porque não há alunos. Pode o governo não se interrogar sobre a razão de os não haver?
O problema não se soluciona quando surge, mas prevenindo e agindo sobre as causas.
Dartaga
muito preocupante
Toda a gente fala do deficit económico e, provavelmente, vai passar-se, mais uma vez, ao lado do drama, que outro nome não se lhe pode dar, do deficit humano e demográfico do nosso país e da destruição programada das famílias normais.
Não tem faltado quem alerte para a situação. Mas deitam-se, agora, as mãos à cabeça perante os resultados inegáveis. Não se vêem políticas familiares e sociais que estimulem à natalidade, dando condições para que esta cresça. Ao contrário, surgem, de um dia para o outro, políticas fiscais que favorecem as uniões de facto em detrimento das famílias constituídas segundo a lei, políticas que tornam a vida cada vez mais difícil e afastam, como se fora um risco perigoso a não correr, gerar filhos ou gerar mais um filho, por maior que seja o desejo de o fazer. Diz-se que o “governo apela para que os casais tenham mais filhos”. O governo não tem que fazer apelos morais. Deve apoiar, dando condições aos casais novos e às famílias para que gerem filhos, se tal decidiremA predominância do filho único já se tornou, entre nós, o normal. Num terço das famílias portuguesas é isso que acontece. A Europa já acordou. Nós estamos descontraídos à cabeça da lista, alheios ao Inverno demográfico. O mesmo com os divórcios. Por falta de trabalho regular e seguro, o casamento vai-se adiando. O preço exorbitante das casas, a qualidade das mesmas, tantas vezes em blocos sociais, reduzidas e sem qualquer privacidade, a dificuldade dos empréstimos, nada estimula a vida em família.
A dificuldade de encontrar creches e da mensalidade caber no ordenado, quando se encontram, para um casal em que ambos trabalham fora, com horários desencontrados e em lugares distantes, não facilita pensar ter filhos ou ter mais filhos.
Os divórcios dispararam, a insegurança aumentou, os filhos não raramente são um incómodo que dificulta aos pares descomprometidos, novos rumos, novas experiências, novas aventuras. São também, por vezes, uma sobrecarga que se leva a contra gosto, com uma ânsia incontida de que chegue o dia em que vão para o outro pai, ou que chegue a noite em que passem de novo para a casa dos mais dias… Que admiração que as estatísticas falem do mau rumo de muitos filhos mal amados, se os pais se voltaram mais para si que para eles? Se lhes dão mais facilmente um telemóvel, que um tempo de carinho e atenção? Fala-se do direito a ser feliz, sem se tomar conta de que não pode haver verdadeira felicidade, se o preço desta for a infelicidade de inocentes, que não escolheram os pais, nem têm culpa se o amor que os gerou se esfumou de vez. Muitos dos que optam pela união de facto não têm, nem querem filhos. Entendemos porquê. Um filho é um dom. Sem estabilidade dos pais, pode tornar-se um pesadelo.
As leis vão facilitando, como se umas coisas nada tivessem a ver com as outras. Dou por mim a pensar se os nossos governantes, e também os que legislam, são pais e avós.
Se vivem com os pés no chão e conhecem a realidade. Se alguma vez passaram por dificuldades, ou se são apenas dos novos aventureiros nos quais a vontade pessoal e o jogo de interesses se sobrepõem a tudo o mais.
Pode favorecer-se a procriação à base de incentivos fiscais, sem se saber que, se há casais que não querem ter filhos, há muitos mais que sofrem por não os terem ou por terem apenas um? Que ainda há mais que desejariam tê-los, se as condições fossem diferentes? Quem está convencido de que o encerramento de algumas maternidades é apenas um problema de segurança médica? Mães aí parturientes e técnicos de saúde que as assistiram testemunham, publicamente, que a segurança é total? Fecham-se escolas porque não há alunos. Pode o governo não se interrogar sobre a razão de os não haver?
O problema não se soluciona quando surge, mas prevenindo e agindo sobre as causas.
Dartaga
19 maio 2006
Ditos
“Reconheço que Trás-os-Montes e Alto Douro só por si não tem massa crítica, poder económico e político para reivindicar seja o que for" (...) “o tempo de Trás-os-Montes e Alto Douro não passa de uma ideia romântica, hoje precisa de outro peso e outra medida”. (...) "Trás-os-Montes teria que ser um parceiro a receber e não servir apenas para alimentar o Porto”. “Esta região tem muitas necessidades”.
(Manuel Martins, presidente da Câmara municipal de Vila Real, ao Semanário Transmontano ao defender a criação de uma Região Norte)
(Manuel Martins, presidente da Câmara municipal de Vila Real, ao Semanário Transmontano ao defender a criação de uma Região Norte)
«Congressos do PSD passam a semanais»
«Arranca hoje mais um congresso do PSD, o terceiro ou quarto desde o Natal e o vigésimo sob a liderança de Marques Mendes. O presidente do PSD tomou-lhe o gosto e quer que os congressos passem a ter uma periodicidade semanal. Começariam sábado de manhã, com a leitura do órgão oficial, o “Expresso”, e acabariam domingo ainda a tempo de os congressistas irem para casa ver o líder oficioso em “As escolhas de Marcelo”.» MB
De “O Inimigo Público”
De “O Inimigo Público”
Público
Regresso de comboios históricos
Comboios históricos com locomotiva a vapor e carruagens do início do século XX recomeçam sábado, e até Outubro, a percorrer a Linha do Douro, no percurso Régua-Pinhão-Tua, anunciou hoje a CP - Comboios de Portugal.
Em comunicado, a CP adianta que os bilhetes para este serviço - que se realiza todos os sábados, em regime de ida e volta - custam 38 euros e podem ser adquiridos nas estações de Lisboa Santa Apolónia, Lisboa Oriente, Coimbra, Porto Campanha, Porto São Bento, Régua, Tua e Pinhão.
da Agência LUSA.
Não seria excelente programar actividades culturais e/ou recreativas e/ou outras que tivessem em conta esta iniciativa da CP? Que belas jornadas de propaganda do concelho se poderiam executar! Valha-nos o "Calça- Curta" que bem os sabe servir e os turistas de "boca" levam algo para recordar.... Quem nos irá visitar se não lhes damos motivos?...
Em comunicado, a CP adianta que os bilhetes para este serviço - que se realiza todos os sábados, em regime de ida e volta - custam 38 euros e podem ser adquiridos nas estações de Lisboa Santa Apolónia, Lisboa Oriente, Coimbra, Porto Campanha, Porto São Bento, Régua, Tua e Pinhão.
da Agência LUSA.
Não seria excelente programar actividades culturais e/ou recreativas e/ou outras que tivessem em conta esta iniciativa da CP? Que belas jornadas de propaganda do concelho se poderiam executar! Valha-nos o "Calça- Curta" que bem os sabe servir e os turistas de "boca" levam algo para recordar.... Quem nos irá visitar se não lhes damos motivos?...
18 maio 2006
Mentiras Piedosas de Junho
- Desta vez decidi começar por colocar uma mentira no título. Com efeito algumas destas “mentiras piedosas” aguardavam pela sua divulgação no mês de Junho. Como me informaram que esta rubrica do Blog me está a retirar a pouca credibilidade que tinha, decidi tentar esvaziar o mais rapidamente possível a fonte de mentiras que me ocorrem e, assim, tentar acabar a rubrica. Vamos ver se consigo e, se convenço alguém de que é aquela a credibilidade que procuro.
-Entretanto e depois das Laranjas é a vez da colheita das Cerejas.
-À semelhança das Grandes Empresas a C.M. decidiu agora criar um Gabinete Médico, para todo o serviço.
Assim os funcionários passarão a dispor de alguém, que lhes resolva na hora e previna, problemas de doenças profissionais. Desde o tratar dos calos, ao receitar de Xamax, irá ser possível tratar na hora, sem ser necessário marcar consulta e faltar ao trabalho, para ir ao médico.
O grande objectivo e travar a abstenção ao trabalho.
- Eram menos os pobres, os desgraçados, os desprotegidos, os ignorados, os malquistos, os falidos, os preteridos, os falhos, os doentes, que se deslocaram este ano, na excursão a Fátima.
- “A Arte de Bem Cavalgar a Toda a Cela” é o titulo plagiado de um guia de acesso a emprego na função pública e que vai ser editado brevemente.
- Foi notícia neste Blog que “…Há fome no Douro…” Está-se em condições de garantir que, ainda não há sede.
- Trata-se do primeiro curso de formação para instruir futuros políticos. O curso tem como primeiro objectivo dar currículo a quem pretende seguir a carreira da política. Ao que parece o programa do curso começará com o elementar – aprender a fazer uma lista, para compras no supermercado.
- Ficou vago mais um lugar sentado, no muro da Praça D. Lopo Vaz de Sampaio, em frente ao Café Central. Aceitam-se propostas de aquisição de direitos, a este lugar.
- Um grupo de antigos sócios, decidiu cotizar-se para comprar uma bola nova, para oferecer ao Presidente do Clube.
- A propósito de presidências, está também a ser muito valorizada no mercado, a Colecção de Presidências que o Nosso Primeiro possui.
- Não pára a procura de emprego institucional diferenciado, no nosso concelho. Com o objectivo de formar para esse fim, estão a ser preparados cursos de formação de Apanhadores de Bonés, Apanhadores de Cascas, Apanhadores de Alfinetes e Apanhadores de Gambozinos.
- Está a ser criada a Associação de Doentes com “ Dor de Cotovelo. Para se inscrever, dirija-se ao Fórum Direitos Liberdades e Garantias…
Pensar dos leitores: barragem no rio TUA
... esperemos que os Ecologistas, ou outros, não venham a descobrir Águias, ou outros animais, para que o investimento não se possa fazer.
Será que Foz Côa não poderia ter outras opções. Falou-se em proteger as gravuras debaixo de água, podendo na mesmas efectuar-se as visitas.
Já imaginaram as Barragens que poderiam estar construídas em Trás-os-Montes e Alto Douro, pelo menos estes investimentos ninguém os poderia tirar (Foz - Côa, Sabor, Tua).
Que avance a Barragem, e, que avance o mais rápido possível, e não só o Tua o Sabor, também, velhos dos restelo estamos cheios.
Água é vida.
A água é o sangue da terra.
At 16/5/06 3:20 PM, dartaga said...
Será que Foz Côa não poderia ter outras opções. Falou-se em proteger as gravuras debaixo de água, podendo na mesmas efectuar-se as visitas.
Já imaginaram as Barragens que poderiam estar construídas em Trás-os-Montes e Alto Douro, pelo menos estes investimentos ninguém os poderia tirar (Foz - Côa, Sabor, Tua).
Que avance a Barragem, e, que avance o mais rápido possível, e não só o Tua o Sabor, também, velhos dos restelo estamos cheios.
Água é vida.
A água é o sangue da terra.
At 16/5/06 3:20 PM, dartaga said...
Televírus
comichões fecham escolas em semana de testes
Sintomas de ‘vírus dos Morangos’ fecharam a Secundária Padre António Vieira em Lisboa
O ‘vírus dos Morangos com Açúcar’ parece não dar tréguas. Ontem, alunos de 15 escolas foram socorridos pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e pelo menos mais uma escola, em Lisboa, fechou as portas.
Autoridades relatam a ocorrência de comichões, faltas de ar e desmaios, numa situação que o médico Mário Almeida, do INEM, classificou de “histeria colectiva” e o director do departamento de emergência médica, Nélson Pereira, aponta como “uma sugestão colectiva que afectou centenas de jovens”.
A sugestão dos jovens em assumirem uma alergia que faz história na série ‘Morangos com Açúcar”, em exibição na TVI, surge muitas vezes associada à comichão provocada pela lagarta do pinheiro. No entanto, o médico Mário Almeida ironiza: “Não conheço nenhum agente que seja tão selectivo que só ataca crianças e em escolas”.
“Em todos os casos assistidos pelo INEM não houve gravidade clínica comprovada”, sustentou aquele médico, considerando que se trata de “uma situação psicológica”.
Só no dia de ontem, o INEM foi chamado a prestar apoio médico em cinco escolas do Norte: duas no concelho de Gaia (Vilar de Andorinho e Teixeira Lopes) e as outras nos concelhos de Vila Flor, Felgueiras e Paços de Ferreira. No Centro, sete alunos da escola Básica do 2.º e 3.º ciclos de Cantanhede receberam tratamento. O INEM foi ainda chamado a Penacova (56 crianças) e Trancoso.
Correio da Manhã 2006-05-18
Sintomas de ‘vírus dos Morangos’ fecharam a Secundária Padre António Vieira em Lisboa
O ‘vírus dos Morangos com Açúcar’ parece não dar tréguas. Ontem, alunos de 15 escolas foram socorridos pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e pelo menos mais uma escola, em Lisboa, fechou as portas.
Autoridades relatam a ocorrência de comichões, faltas de ar e desmaios, numa situação que o médico Mário Almeida, do INEM, classificou de “histeria colectiva” e o director do departamento de emergência médica, Nélson Pereira, aponta como “uma sugestão colectiva que afectou centenas de jovens”.
A sugestão dos jovens em assumirem uma alergia que faz história na série ‘Morangos com Açúcar”, em exibição na TVI, surge muitas vezes associada à comichão provocada pela lagarta do pinheiro. No entanto, o médico Mário Almeida ironiza: “Não conheço nenhum agente que seja tão selectivo que só ataca crianças e em escolas”.
“Em todos os casos assistidos pelo INEM não houve gravidade clínica comprovada”, sustentou aquele médico, considerando que se trata de “uma situação psicológica”.
Só no dia de ontem, o INEM foi chamado a prestar apoio médico em cinco escolas do Norte: duas no concelho de Gaia (Vilar de Andorinho e Teixeira Lopes) e as outras nos concelhos de Vila Flor, Felgueiras e Paços de Ferreira. No Centro, sete alunos da escola Básica do 2.º e 3.º ciclos de Cantanhede receberam tratamento. O INEM foi ainda chamado a Penacova (56 crianças) e Trancoso.
Correio da Manhã 2006-05-18
Novas regras
para o transporte escolar
Da RBA
Entrou ontem em vigor a nova legislação para o transporte escolar.
Uma das medidas introduzidas é a obrigatoriedade do uso de cintos de segurança e ainda a presença de um vigilante.
Para a câmara de Chaves esta determinação do Governo vai obrigar à contratação de técnicos que acompanhem o processo e fiscalizem o cumprimento das normas por parte das empresas transportadoras.
Mais um encargo para a autarquia mas que se vai traduzir em exigência para garantir a qualidade do serviço.
As autarquias têm agora um ano para proceder a esta adaptação.
Às empresas transportadores foi dado um prazo de meio ano.
Juntas de freguesia e instituições particulares de solidariedade social tem dois anos para cumprir as regras.
As associações beneficiam de um prazo de três anos.
Uma das medidas introduzidas é a obrigatoriedade do uso de cintos de segurança e ainda a presença de um vigilante.
Para a câmara de Chaves esta determinação do Governo vai obrigar à contratação de técnicos que acompanhem o processo e fiscalizem o cumprimento das normas por parte das empresas transportadoras.
Mais um encargo para a autarquia mas que se vai traduzir em exigência para garantir a qualidade do serviço.
As autarquias têm agora um ano para proceder a esta adaptação.
Às empresas transportadores foi dado um prazo de meio ano.
Juntas de freguesia e instituições particulares de solidariedade social tem dois anos para cumprir as regras.
As associações beneficiam de um prazo de três anos.
Da RBA
17 maio 2006
Pensar dos leitores
Chernobil, 26 Abril 1986
« É difícil dizer com precisão o número de mortos causados pelos eventos de Chernobil, devido às mortes esperadas por câncer, que ainda não ocorreram e são difíceis de atribuir especificamente ao acidente. Um relatório da ONU de 2005 atribuiu 56 mortes até aquela data – 47 trabalhadores acidentados e 9 crianças com câncer de tireóide – e estimou que cerca de 4000 pessoas morrerão de doenças relacionadas ao acidente. O Greenpeace, entre outros, contesta as conclusões do estudo.»
-Wiquipédia
Chernobil foi o pior acidente nuclear até então e fonte de grande mediatismo. Por isso é fácil perceber que ninguém quer uma central nuclear junto de casa...Mas vejam-se as mortes causadas. Compare-se o número de mortes causdas pela IP4.
Mortes no IP4
«As colisões frontais no IP4 "são de tal forma violentas que continua a ser a estrada do País com maior probabilidade de morte em caso de acidente". Quem o diz é Luís Bastos, presidente da Associação de Utilizadores do IP4 (AUIP4), que continua a reivindicar radares fixos, visíveis e sinalizados com possibilidade de autuação, e separadores centrais para combater a sinistralidade naquela via - onde, desde 1993, data em que abriu em toda a sua extensão, já morreram 240 pessoas em acidentes de viação.»
-Diário de Notícias
...e veja-se agora a estupidez humana... ninguém quer uma central nuclear junto de casa...mas uma auto-estrada ou uma IP, toda a gente quer.
...para pensar.
--
Posted by Zaratustra to pensar ansiães at 5/17/2006 08:22:22 PM
« É difícil dizer com precisão o número de mortos causados pelos eventos de Chernobil, devido às mortes esperadas por câncer, que ainda não ocorreram e são difíceis de atribuir especificamente ao acidente. Um relatório da ONU de 2005 atribuiu 56 mortes até aquela data – 47 trabalhadores acidentados e 9 crianças com câncer de tireóide – e estimou que cerca de 4000 pessoas morrerão de doenças relacionadas ao acidente. O Greenpeace, entre outros, contesta as conclusões do estudo.»
-Wiquipédia
Chernobil foi o pior acidente nuclear até então e fonte de grande mediatismo. Por isso é fácil perceber que ninguém quer uma central nuclear junto de casa...Mas vejam-se as mortes causadas. Compare-se o número de mortes causdas pela IP4.
Mortes no IP4
«As colisões frontais no IP4 "são de tal forma violentas que continua a ser a estrada do País com maior probabilidade de morte em caso de acidente". Quem o diz é Luís Bastos, presidente da Associação de Utilizadores do IP4 (AUIP4), que continua a reivindicar radares fixos, visíveis e sinalizados com possibilidade de autuação, e separadores centrais para combater a sinistralidade naquela via - onde, desde 1993, data em que abriu em toda a sua extensão, já morreram 240 pessoas em acidentes de viação.»
-Diário de Notícias
...e veja-se agora a estupidez humana... ninguém quer uma central nuclear junto de casa...mas uma auto-estrada ou uma IP, toda a gente quer.
...para pensar.
--
Posted by Zaratustra to pensar ansiães at 5/17/2006 08:22:22 PM
Recusa da "sorte grande"
"Nem por dez milhões de euros por ano e a criação de 300 postos de trabalho directos o presidente da Câmara de Mogadouro aceita a instalação de uma central nuclear no seu concelho. Esta proposta foi feita ao autarca Moraes Machado, por um representante da empresa de Patrick Monteiro de Barros."
AQUI
AQUI
Notícias
que podem induzir ao fecho da maternidade de Mirandela
"Eu não acredito em bruxas mas que as há, há!"
"A comissão de peritos que agora recomendou o fecho de 11 blocos de partos propôs também, em 2004, o encerramento das unidades de Mirandela, Póvoa de Varzim, Guarda e Cascais, segundo documento hoje divulgado."
no Diário de Trás-os-Montes
"Pode ser o último passo para ser feita justiça. Pelo menos, esta é a convicção de Rosário Bragada, mãe de um menino de três anos, que sofre de paralisia cerebral provocada por alegada negligência de assistência médica durante o parto, ocorrido no Hospital de Mirandela"
No JN
"Eu não acredito em bruxas mas que as há, há!"
"A comissão de peritos que agora recomendou o fecho de 11 blocos de partos propôs também, em 2004, o encerramento das unidades de Mirandela, Póvoa de Varzim, Guarda e Cascais, segundo documento hoje divulgado."
no Diário de Trás-os-Montes
"Pode ser o último passo para ser feita justiça. Pelo menos, esta é a convicção de Rosário Bragada, mãe de um menino de três anos, que sofre de paralisia cerebral provocada por alegada negligência de assistência médica durante o parto, ocorrido no Hospital de Mirandela"
No JN
16 maio 2006
"corpus artístico"
Agrade_
cimentos: ao hélder de carvalho, ao josé mesquita, ao paulo moura, que vieram de ansiães, ao joaquim ribeiro, ao gilberto pinto, ao jota, ao leonel castro, e mesmo aos ausentes: joão lopes de matos, hélder rodrigues, Gil, prof. de que não sei outro nome, rui lopes, pedro cordeiro, milton morais, alzira lima... Que todos ajudaram aos «maus hábitos», em
cimento desta coisa que está para lá do meu último livro: esse grande motor da vila de carrazeda " o blog pensar-ansiães ", quanto mais longe de partidos e futebóis. Quanto mais perto de uma ideia de Cultura,
pois só essa nos faz crescer com o Outro... em acto e omissão. (Mas tão iguais em pensamento.)
vitorino almeida ventura
Post Scriptum: No que valter hugo mãe da objecto cardíaco revelou: editar coisas menos óbvias, extremas no dizer... (Mas tão iguais em pensamento.)
cimento desta coisa que está para lá do meu último livro: esse grande motor da vila de carrazeda " o blog pensar-ansiães ", quanto mais longe de partidos e futebóis. Quanto mais perto de uma ideia de Cultura,
pois só essa nos faz crescer com o Outro... em acto e omissão. (Mas tão iguais em pensamento.)
vitorino almeida ventura
Post Scriptum: No que valter hugo mãe da objecto cardíaco revelou: editar coisas menos óbvias, extremas no dizer... (Mas tão iguais em pensamento.)
Semana académica do IPB
Arranca hoje mais uma semana de folia para os estudantes de Bragança.
Esta noite a semana académica arranca com a habitual Serenata na Praça Camões e a actuação de Tunas, já no pavilhão do NERBA.
Esta noite a semana académica arranca com a habitual Serenata na Praça Camões e a actuação de Tunas, já no pavilhão do NERBA.
Agricultores de Sobreira contra barragem na Foz do Tua
A EDP projectou a obra e a Direcção-Geral de Geologia e Energia já deu aval à construção, nos limites dos concelhos de Carrazeda de Ansiães e Alijó, da Barragem da Foz do Tua, que poderá uma das maiores do Nordeste Transmontano.
No entanto, apesar de ser encarada por determinadas forças vivas da região como “fundamental para o desenvolvimento local”, a barragem está a ser contestada por alguns agricultores do concelho de Murça, que receiam “perder” os seus melhores terrenos, actualmente ocupados com vinha e olival.
(...)
Estima-se que, só em Sobreira, sejam produzidas anualmente cerca de 2.200 pipas de vinho. Agora, ouve-se falar na construção de uma barragem (o empreendimento hidroeléctrico do Tua), que poderá inundar 50 por cento da área vitivinícola de Sobreira e de Porrais, também no concelho de Murça.
(...)
Quem também não está concordante com a obra é a Câmara Municipal de Murça. “A barragem poderá trazer algumas vantagens para a região, mas há muitos aspectos negativos”, disse o presidente da Câmara local, João Teixeira, justificando: “50 por cento do vinhedo de Porrais e de Sobreira vão ficar totalmente inundados e, se isso acontecer, a economia local pode “esfumar-se” em 10 anos”.
O autarca lembrou ainda que a algumas infra--estruturas viárias na zona do rio Tua terão que ser totalmente reconvertidas, sendo que a construção de novos acessos irá afectar outros terrenos. Para além disso, também parte da linha do Tua, as termas de Nossa Sra. de Madalena (Alijó) e de São Lourenço (Carrazeda de Ansiães) podem ficar submersas.
“Estamos em negociações com a EDP (Energia De Portugal) para sabermos dos benefícios fiscais”, avançou João Teixeira, frisando, no entanto, que o município não aceitará indemnizações ao hectare. “Estamos num minifúndio, temos grandes quantidades e não grandes áreas”, argumentou.
Por enquanto, e segundo o autarca de Murça, o executivo camarário está a avaliar o estudo de impacte socio-económico realizado pela EDP. Em Maio serão iniciados os estudos de impacte ambiental.
Quanto às vantagens do empreendimento hidroeléctrico da foz do Tua poderá trazer para o concelho, João Teixeira diz que “talvez isso aconteça a nível turístico”.
De qualquer forma, a barragem está orçada em cerca de 237 milhões de euros e a sua construção pode arrancar em 2009.
Fatima Garcia, Semanário Transmontano, 2006-05-16. para ler a notícia toda, clique aqui
15 maio 2006
Pensar dos leitores: debate barragem do Tua
No que diz respeito a um melhor aproveitamento turístico de uma bacia hidrográfica relativamente a uma linha de comboio isso é relativo. Com certeza que numa linha de comboio não é só o comboio que está em causa mas tudo aquilo a que ele dá acesso e que pode ser rentabilizado. E se não se fez até agora, porque é que de repente tudo vai mudar? Para além disso o rio continua a poder ser aproveitado...Em relação á reserva de água, na minha opinião a barragem do Tua vai proporcionar uma reserva de água que vai ser aproveitada da mesma maneira que o é a da barragem da Valeira, ou seja zero! Por acaso já alguém pensou porque é que a nossa barragem de distribuição de água se encontra na Fontelonga? Num local que à partida não parece ser de todo o mais ideal para isso? Porque nós não somos o Alqueva e o Alentejo das planícies. Infelizmente (para alguns) ou felizmente vivemos numa região com uma acentuada geografia (o que a torna tão especial e bela), mas este facto torna extremamente custoso conseguir uma captação de água que consiga vencer a gravidade (já alguém fez as contas? quem vai assumir o investimento?), por isso a existência da nossa barragem na Fontelonga, num dos pontos mais elevados do concelho.
Há mais um aspecto que se deve salientar nesta problemática - a forma como os habitantes do nosso concelho aceitam este facto com passividade, sem questionar de forma alguma este processo. Isto não é nada de estranhar uma vez que o nosso poder político põe e dispõe do nosso concelho sem que as suas gentes se manifestem. Esperemos nós que no final disto tudo e daqui a meia dúzia de anos não venham depois (aliás como sempre) os arrependidos demonstrar o seu descontentamento e chorar sobre o leite derramado. Estamos ainda a tempo de manifestar a nossa opinião.
E outro ponto que deve ser modificado é a nossa atitude perante as nossas potencialidaes...não acredito que essa mudança tenha de passar exclusivamente pela construção da barragem...podemos mudar já...com tudo aquilo que possuímos podia ser feita tanta coisa..é só uma questão de começar a ver mais longe...
--
Posted by cláudio to pensar ansiães at 5/14/2006 07:43:57 PM
Realmente concordo com essa opinião de que os carrazedenses são uns conformados...aceitamos tudo sem qualquer tipo de questão..alguém nos perguntou se concordamos com a construção da barragem?não teremos nós algo a dizer?E também achar logo à partida que essa construção é muito vantagosa para o concelho é bastante demagogo..não será de desconfiar de um poder central que nunca investiu em nós de repente lembrar-se da nossa existência?Com certeza que não foi a pensar em nós e no bem do nosso concelho que resolveram construir a barragem...
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Se é mesmo verdade que a decisão da construção da barragem foi feita sem antes se ter efectuado um estudo de impacto ambiental julgo que esta situação é muito grave e devia ser rapidamente revista.
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Posted by josi1980 to pensar ansiães at 5/15/2006 01:35:56 AM
Há mais um aspecto que se deve salientar nesta problemática - a forma como os habitantes do nosso concelho aceitam este facto com passividade, sem questionar de forma alguma este processo. Isto não é nada de estranhar uma vez que o nosso poder político põe e dispõe do nosso concelho sem que as suas gentes se manifestem. Esperemos nós que no final disto tudo e daqui a meia dúzia de anos não venham depois (aliás como sempre) os arrependidos demonstrar o seu descontentamento e chorar sobre o leite derramado. Estamos ainda a tempo de manifestar a nossa opinião.
E outro ponto que deve ser modificado é a nossa atitude perante as nossas potencialidaes...não acredito que essa mudança tenha de passar exclusivamente pela construção da barragem...podemos mudar já...com tudo aquilo que possuímos podia ser feita tanta coisa..é só uma questão de começar a ver mais longe...
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Posted by cláudio to pensar ansiães at 5/14/2006 07:43:57 PM
Realmente concordo com essa opinião de que os carrazedenses são uns conformados...aceitamos tudo sem qualquer tipo de questão..alguém nos perguntou se concordamos com a construção da barragem?não teremos nós algo a dizer?E também achar logo à partida que essa construção é muito vantagosa para o concelho é bastante demagogo..não será de desconfiar de um poder central que nunca investiu em nós de repente lembrar-se da nossa existência?Com certeza que não foi a pensar em nós e no bem do nosso concelho que resolveram construir a barragem...
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Se é mesmo verdade que a decisão da construção da barragem foi feita sem antes se ter efectuado um estudo de impacto ambiental julgo que esta situação é muito grave e devia ser rapidamente revista.
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Posted by josi1980 to pensar ansiães at 5/15/2006 01:35:56 AM
14 maio 2006
Pensar dos leitores: barragem no rio TUA
Se amadurecermos o pensamento, facilemte reparamos que se ainda pouco se fez para promover turisticamente e linha do Tua (essa magnifica maravilha), muito pouco se irá fazer. Por outro lado, considero que uma bacia hidrográfica será mais fácilmente rentabilizada pelo comércio turistico que uma linha de Comboio.
Mas o mais importante é a reserva de água que ficará disponível.
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Posted by Zaratustra to pensar ansiães at 5/14/2006 02:01:39 PM
Mas o mais importante é a reserva de água que ficará disponível.
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Posted by Zaratustra to pensar ansiães at 5/14/2006 02:01:39 PM
13 maio 2006
Um caso
que pode pôr em causa a maternidade de Mirandela
"Aconteceu há já três anos mas foi recentemente apontado pelo ministro da Saúde como um exemplo dos problemas de segurança que justificam a decisão de encerramento de alguns blocos de partos. Uma criança nascida em Fevereiro de 2003 no Hospital de Mirandela sofre de paralisia cerebral profunda - que os pais alegam desde o início ter resultado da alegada assistência tardia, porque a obstetra de serviço só terá chegado na fase final do parto." (No Público de hoje)
"Aconteceu há já três anos mas foi recentemente apontado pelo ministro da Saúde como um exemplo dos problemas de segurança que justificam a decisão de encerramento de alguns blocos de partos. Uma criança nascida em Fevereiro de 2003 no Hospital de Mirandela sofre de paralisia cerebral profunda - que os pais alegam desde o início ter resultado da alegada assistência tardia, porque a obstetra de serviço só terá chegado na fase final do parto." (No Público de hoje)
Quem nos dera...
O concelho de Alijó vai dispor de uma Pousada da Juventude, um investimento de 1,5 milhões de euros que permitirá um aumento do turismo de jovens na região do Douro, anunciou ontem a autarquia.
No PJ
Picada por víbora
Uma residente no Portelo, Bragança, recorreu, durante o fim-de-semana, aos serviços de urgência do Hospital daquela cidade, após ter sido sido atacada por uma víbora. Albertina Garcia foi assistida naquela unidade de saúde, onde esteve sob vigilância, até ter sido transferida para o Hospital de Santo António, no Porto.
A mulher andava no campo a apanhar carqueja, quando sentiu uma picadela junto ao tornozelo "Ainda pus uma faca, que trazia comigo, em cima do local mordido, para travar o veneno. Só depois reparei numa cobra que rastejava junto a mim", conta.
No JN
A mulher andava no campo a apanhar carqueja, quando sentiu uma picadela junto ao tornozelo "Ainda pus uma faca, que trazia comigo, em cima do local mordido, para travar o veneno. Só depois reparei numa cobra que rastejava junto a mim", conta.
No JN
Pensar dos leitores
A construção da barragem do rio Tua é na minha opinião uma situação deveras preocupante. E também aceitá-la como um facto consumado, tendo em consideração que a decisão da sua aprovação se efectuou com alguma leviandade, uma vez que foi esquecido que irá afectar uma zona ecologicamente sensível, onde existe uma linha de comboio com forte potencial turístico e em que não foi efectuado qualquer Estudo de Impacto Ambiental para aquele empreendimento, é no mínimo insensata. Um concelho moribundo, que por sinal é o mais desertificado do distrito (e por alguma razão!), cuja tentativa de reverter o seu estado actual tem de passar (obrigatória e rapidamente) na sua aposta no turismo, não se pode dar ao luxo de deixar simplesmente inundar uma das mais importantes obras de engenharia efectuadas no nosso país durante o século XIX. Para além da importância história desta obra por si só, esta linha permite-nos observar uma das paisagens mais fantásticas do nosso país a que não conseguimos aceder por outra via de transporte, mas
cuja rentabilização tem de passar obviamente pela sua devida divulgação. Quem não conhece inúmeras linhas ferroviárias de culto por este mundo fora??? Ainda para mais com tantos pólos de interesse em seu redor! Mas com certeza que isto dá trabalho e será muito mais fácil para os nossos políticos receber uma compensação económica imediata e fácil do que efectuar um devido plano de exploração das nossas potencialidades. E sinceramente pensando naquilo que se tem realizado nos últimos anos não acredito que na sua devida aplicação.
Cumprimentos
--
Posted by geny76 to pensar ansiães at 5/12/2006 04:49:14 PM
cuja rentabilização tem de passar obviamente pela sua devida divulgação. Quem não conhece inúmeras linhas ferroviárias de culto por este mundo fora??? Ainda para mais com tantos pólos de interesse em seu redor! Mas com certeza que isto dá trabalho e será muito mais fácil para os nossos políticos receber uma compensação económica imediata e fácil do que efectuar um devido plano de exploração das nossas potencialidades. E sinceramente pensando naquilo que se tem realizado nos últimos anos não acredito que na sua devida aplicação.
Cumprimentos
--
Posted by geny76 to pensar ansiães at 5/12/2006 04:49:14 PM
12 maio 2006
UTAD: Estão abertas as candidaturas para ingresso nas licenciaturas para maiores de 23 anos
Prazo de candidaturas alargado para 22 de Maio.
A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro prepara o acesso ao ensino superior para maiores de 23 anos. A nova regulamentação flexibiliza o acesso ao ensino superior e será aplicada a todos os cursos de licenciatura a funcionarem na UTAD já no próximo ano lectivo de 2006/2007.
As condições especiais de ingresso no ensino superior para maiores de 23 anos têm como objectivo a promoção da igualdade de oportunidades no acesso a este grau de ensino, atraindo novos públicos, numa lógica de aprendizagem ao longo da vida. Neste contexto, o Decreto-Lei nº64/ 2006 regulamenta o acesso ao ensino superior a indivíduos maiores de 23 anos, que poderão ser possuidores de qualquer grau de habilitação a nível secundário (incluindo o 12º ano), através da realização de provas especialmente adequadas.
A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro prepara o acesso ao ensino superior para maiores de 23 anos. A nova regulamentação flexibiliza o acesso ao ensino superior e será aplicada a todos os cursos de licenciatura a funcionarem na UTAD já no próximo ano lectivo de 2006/2007.
As condições especiais de ingresso no ensino superior para maiores de 23 anos têm como objectivo a promoção da igualdade de oportunidades no acesso a este grau de ensino, atraindo novos públicos, numa lógica de aprendizagem ao longo da vida. Neste contexto, o Decreto-Lei nº64/ 2006 regulamenta o acesso ao ensino superior a indivíduos maiores de 23 anos, que poderão ser possuidores de qualquer grau de habilitação a nível secundário (incluindo o 12º ano), através da realização de provas especialmente adequadas.
para mais informações visite o site da UTAD
11 maio 2006
Macedo sobe à 3ª divisão
Quatro anos depois da descida, o Macedo regressa aos Nacionais de Futebol.
A equipa macedense deslocou-se a Vimioso, com o intuito de pontuar, visto que um ponto garantia a subida.
Mais aqui
QUANDO VOLTA O "CARRAZEDA" AOS DISTRITAIS?
A equipa macedense deslocou-se a Vimioso, com o intuito de pontuar, visto que um ponto garantia a subida.
Mais aqui
QUANDO VOLTA O "CARRAZEDA" AOS DISTRITAIS?
Vila Flor vai ter Centro de Arte
dedicado a Graça Morais
O presidente do município de Vila Flor está convencido que, em breve, serão dados passos importantes para a instalação no concelho de um centro de arte dedicado à pintora Graça Morais. Segundo o autarca, Artur Pimentel, a ministra da cultura já terá mostrado interesse neste projecto, que lhe foi apresentado na semana passada pelo próprio edil.
na rádio brigantia
O presidente do município de Vila Flor está convencido que, em breve, serão dados passos importantes para a instalação no concelho de um centro de arte dedicado à pintora Graça Morais. Segundo o autarca, Artur Pimentel, a ministra da cultura já terá mostrado interesse neste projecto, que lhe foi apresentado na semana passada pelo próprio edil.
na rádio brigantia
Uma rua
Poucas ruas caracterizam tanto uma localidade como a rua Luís de Camões em Carrazeda de Ansiães. Exemplo disso e retirado o devido exagero, muitos forasteiros afirmam, em tom depreciativo, que “Carrazeda é só uma rua!”
Da pequenez da vila velha, feita a modos de quinta medieval, comunidade de vizinhos, fortemente adaptados ao relevo, ao clima e a aspectos da própria sobrevivência, o pequeno aglomerado condicionado pela escassez de recursos acondicionou a personalidade e simplicidade dos seus habitantes às dificuldades do meio. Sem famílias muito abastadas ou tão só nobilitadas não possuía casas senhoriais e espaços amplos e ajardinados. A estratificação social, nivelada por baixo dispôs os espaços de ruas.estreitas, habitações singelas e retalhamento ínfimo dos terrenos.
A mudança da vila de Ansiães para Carrazeda originaria a primeira reestruturação da localidade. A construção do edifício dos Paços do Concelho, da Fonte das Sereias e do Pelourinho emprestou ao local beleza com um ar telúrico e apaziguador, mas condicionada na falta de espaço.
A rua Luís de Camões foi o primeiro grito de liberdade da vila de Carrazeda, ainda condicionado e algo sufocado, pois nasceu estreita e singela. Mesmo assim, envergonhadamente, tentou libertar-se da asfixia do fundo da vila e respirar um pouco de liberdade. Dito por outras palavras, foi a forma da comunidade humana dar expressão aos justos anseios de desenvolvimento.
Nascida com aspirações de grandeza tomou o nome de grandes figuras da História Portuguesa. A primeira denominação que conheço foi Rua Salazar, o nome do “chefe do Conselho”. Foi rebaptizada pós-25 de Abril, de forma inteligente, com o nome do “poeta dos poetas”, porque assim evitará ser rebaptizada qualquer que seja a mudança de regime.
Para nós esta é a via que identifica a vila e sempre que dela nos ausentamos, só matamos todas as saudades, quando a revemos na sua totalidade,
Durante muito anos teve dois sentidos no trânsito, há cerca de uma década optou-se por um só, permitindo-se o estacionamento a espaços e de acordo com os “humores” das autoridades locais. Algumas soluções já foram apresentadas e outras tantas comissões da Assembleia Municipal foram formadas para tratar do tema e quase nada se resolveu.
Esta rua com o nome do autor d`”Os Lusíadas” é sem dúvida a sala de visitas da vila e do concelho e como tal deveria ser tratada. Parece-nos que é urgente que seja intervencionada em vários locais, concretamente nos seus limites de molde a dotar a vida de entradas e saídas mais condignas e “urbanas”, passando pela zona mais comercial entre a CGD e a Praça das Finanças. Este é um debate em que queremos participar.
Da pequenez da vila velha, feita a modos de quinta medieval, comunidade de vizinhos, fortemente adaptados ao relevo, ao clima e a aspectos da própria sobrevivência, o pequeno aglomerado condicionado pela escassez de recursos acondicionou a personalidade e simplicidade dos seus habitantes às dificuldades do meio. Sem famílias muito abastadas ou tão só nobilitadas não possuía casas senhoriais e espaços amplos e ajardinados. A estratificação social, nivelada por baixo dispôs os espaços de ruas.estreitas, habitações singelas e retalhamento ínfimo dos terrenos.
A mudança da vila de Ansiães para Carrazeda originaria a primeira reestruturação da localidade. A construção do edifício dos Paços do Concelho, da Fonte das Sereias e do Pelourinho emprestou ao local beleza com um ar telúrico e apaziguador, mas condicionada na falta de espaço.
A rua Luís de Camões foi o primeiro grito de liberdade da vila de Carrazeda, ainda condicionado e algo sufocado, pois nasceu estreita e singela. Mesmo assim, envergonhadamente, tentou libertar-se da asfixia do fundo da vila e respirar um pouco de liberdade. Dito por outras palavras, foi a forma da comunidade humana dar expressão aos justos anseios de desenvolvimento.
Nascida com aspirações de grandeza tomou o nome de grandes figuras da História Portuguesa. A primeira denominação que conheço foi Rua Salazar, o nome do “chefe do Conselho”. Foi rebaptizada pós-25 de Abril, de forma inteligente, com o nome do “poeta dos poetas”, porque assim evitará ser rebaptizada qualquer que seja a mudança de regime.
Para nós esta é a via que identifica a vila e sempre que dela nos ausentamos, só matamos todas as saudades, quando a revemos na sua totalidade,
Durante muito anos teve dois sentidos no trânsito, há cerca de uma década optou-se por um só, permitindo-se o estacionamento a espaços e de acordo com os “humores” das autoridades locais. Algumas soluções já foram apresentadas e outras tantas comissões da Assembleia Municipal foram formadas para tratar do tema e quase nada se resolveu.
Esta rua com o nome do autor d`”Os Lusíadas” é sem dúvida a sala de visitas da vila e do concelho e como tal deveria ser tratada. Parece-nos que é urgente que seja intervencionada em vários locais, concretamente nos seus limites de molde a dotar a vida de entradas e saídas mais condignas e “urbanas”, passando pela zona mais comercial entre a CGD e a Praça das Finanças. Este é um debate em que queremos participar.
Mentiras Piedosas de Maio II
- As passadeiras para peões da nossa Vila, andam enlouquecidas. A maioria dos comentaristas considera que, estas deviam ser caiadas de novo. Há quem diga que se está à espera pela decisão deste Blog sobre a votação para sugerir o trânsito na avenida Luís de Camões. Só depois seriam pintadas em função da decisão.
Outros dizem que foi decidido comprar tinta fosforescente cor de laranja, para substituir o branco e, a cor ainda não chegou. As passadeiras mais desesperadas são as que aparecem na avenida onde se encontram as escolas e a Junta de Freguesia.
- Ainda sobre a questão das passadeiras para peões, entrou também uma proposta que sugere para o 10 de Junho (Dia da Raça), em vez de se pintar o mural, colorir antes as passadeiras.
- Entretanto e na sequência da notícia reeditada neste Blog, de que “ Autarca garante qualidade da água…”, foi feita uma consulta junto das populações do concelho que indicou que, a maioria confia no paladar do Nosso Presidente.
- Na sequência da iniciativa já em implementação pela autarquia de, dar formação escolar aos imigrantes que vêm para a nossa terra, foi também tomada a iniciativa de obrigar todos desempregados que recebem subsídio de desemprego, a ocupar o dia de trabalho a ler na Biblioteca Municipal.
- Esta iniciativa anterior, poderá levar também à obrigatoriedade de, os desempregados a receberem subsídio de desemprego, terem de assistir ainda às iniciativas culturais que a autarquia implementa.
- Com o objectivo de fidelizar públicos a Sra. Vereadora do Pelouro da Cultura terá feito também já a proposta de, no orçamento de novas actividades culturais, ser inscrita uma rubrica para pagamentos a quem se disponibilizar a preencher cadeiras, nesses eventos.
- Ainda a propósito de eventos e referindo-me novamente ao lançamento no Centro de Apoio Rural do novo livro de V.V. confirma-se que na plateia terá sido visto um Professor do Segundo Ciclo, Um Professor do Terceiro Ciclo e até um Elemento da Assembleia Municipal.
- Perante o impasse da decisão ou não, da execução da barragem do Tua e, para não se perder tempo, foi já decidido por em execução o projecto arquitectónico previsto para as Termas de S. Lourenço. Só que, este irá ser concretizado junto da célebre “Fonte Bieita” que, como sabemos, também tem “águas medicinais”.
- Ainda sobre projectos, foi tornado público que, com o objectivo de angariação de fundos de maneio, vai ser feito um leilão de Projectos, na C.M. Haverá desde projectos de museus a projectos de pavilhões multiusos, passando por projectos para o moinho, projectos para a Sra. de Fátima, para conchas acústicas, para parques de campismo, etc. Teremos de tudo e para todos os gostos. Os promotores estão muito confiantes com o resultado deste leilão.
Hélder Carvalho

"COPY E PASTE"
SÁBADO DIA 13 DE MAIO,
NA COVA DOS MAUS HÁBITOS, NO PORTO,
A PARTIR DAS 23H,
LANÇAMENTO DO LIVRO
«AS LETRAS COMO POESIA»,
DE VITORINO ALMEIDA VENTURA
COM A PARTICIPAÇÃO DE ANADEUS
Interpretando as letras de poetas ligados à música, Vitorino procura dignificar o trabalho muitas vezes mal apreciado de quem está por trás dos clássicos do pop/rock português.
António Avelar de Pinho (Banda do Casaco), JP Simões (Belle Chase Hotel), Carlos Tê (Clã), Rui Reininho (GNR), Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), Manuel Cruz (Ornatos Violeta), Sérgio Godinho, Manel Cruz (SuperEgo), e Regina Guimarães (Três Tristes Tigres), são os autores estudados.
Para uma conversa sobre o livro e tudo quanto possa angustiar o ser humano, estará presente na sessão de lançamento do livro a cantora Anadeus (Três Tristes Tigres).
COPIADO DAQUI http://objectocardiaco.blogspot.com/2006/05/dois-eventos-esta-semana-sexta-e-sbado.html
10 maio 2006
09 maio 2006
Muro da vergonha
Como é possível ser o mais desigual da Europa um país, em que, há 32 anos, houve o 25 de Abril e desde então só teve governos liderados por dois partidos, um "social democrata" e outro "socialista"
José Carlos Vasconcelos na "Visão"
José Carlos Vasconcelos na "Visão"
Bons exemplos
Aministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, esteve, ontem, em Murça, para inaugurar as instalações remodeladas da escola profissional , frequentada por cerca de 150 alunos. A Escola Profissional de Murça,criada em 1992, é gerida por uma sociedade entre a autarquia e a Santa Casa da Misericórdia. Segundo o presidente da Câmara, João Luís Teixeira, "a taxa de empregabilidade dos seus alunos é de 70%".
No JN
Lobos atacam rebanho de ovelhas
"... cinco ovelhas mortas, supostamente por lobos oriundos do Parque Natural do Douro Internacional (em Selores, Carrazeda de Ansiães, na madrugada de domingo)... para além daquelas cinco, quatro ovelhas estão desaparecidas e mais seis serão abatidas devido a ferimentos graves infligidos pelos predadores."
No JN
No JN
CONVITE
Se não vai à Cova da Iria,
a) e quiser
b) e puder
comparecer ao lançamento do m/ livro As Letras como Poesia, o melhor da pop/rock em Portugal, dia 13 de Maio, pelas 23 horas, no Maus Hábitos, à rua Passos Manuel, com a presença do escritor Valter Hugo Mãe, editor da Objecto Cardíaco, e Ana Deus, voz dos Três Tristes Tigres, além de mim.
Um ab.,
W.
a) e quiser
b) e puder
comparecer ao lançamento do m/ livro As Letras como Poesia, o melhor da pop/rock em Portugal, dia 13 de Maio, pelas 23 horas, no Maus Hábitos, à rua Passos Manuel, com a presença do escritor Valter Hugo Mãe, editor da Objecto Cardíaco, e Ana Deus, voz dos Três Tristes Tigres, além de mim.
Um ab.,
W.
07 maio 2006
Teatralidades
Ultimamente ao recorrer por diversas vezes aos serviços do Serviço de Atendimento Permanente do nosso Centro de Saúde, apercebemo-nos melhor como o sistema funciona.
Condicionados pelos sentimentos que a doença transporta, a análise serena e racional dos factos é sempre difícil, porém há sempre um outro pormenor que ajuda a formular opiniões e a aquilatar do estado da saúde e do relacionamento humano.
Porém uma breve conversa com o médico de serviço foi muito esclarecedora. Questionado se não seria melhor levar em carro próprio o meu familiar ao Hospital Distrital de Mirandela, para onde teria que ser levado por insuficiência dos serviços em poder produzir um melhor diagnóstico, responderia com total sinceridade:
" Sabe, nestas coisas da doença, é preciso também manter as aparências e um pouco de teatralidade. Transportá-lo na ambulância empresta alguma dramatização ao acto e isso é importante para um melhor atendimento do paciente. Por isso é preferível a ambulância!"
“Esclarecido doutor…”
Condicionados pelos sentimentos que a doença transporta, a análise serena e racional dos factos é sempre difícil, porém há sempre um outro pormenor que ajuda a formular opiniões e a aquilatar do estado da saúde e do relacionamento humano.
Porém uma breve conversa com o médico de serviço foi muito esclarecedora. Questionado se não seria melhor levar em carro próprio o meu familiar ao Hospital Distrital de Mirandela, para onde teria que ser levado por insuficiência dos serviços em poder produzir um melhor diagnóstico, responderia com total sinceridade:
" Sabe, nestas coisas da doença, é preciso também manter as aparências e um pouco de teatralidade. Transportá-lo na ambulância empresta alguma dramatização ao acto e isso é importante para um melhor atendimento do paciente. Por isso é preferível a ambulância!"
“Esclarecido doutor…”
Muita parra e pouca uva
A região de Bragança continua limitada pelas acessibilidades nas suas justas aspirações de desenvolvimento. As sucessivas vagas de governantes em visitas de paróquia trouxeram inúmeras promessas sucessivamente incumpridas, adiadas e muitas vezes alteradas pelos diferentes Governos. As promessas são sempre mirabolantes que se saldam por outras tantas frustrações.
Eis alguns dos que muito prometeram e não cumpriram:
Mário Soares
Nos dois primeiros governos constitucionais, prometia a construção do IP4, a estrada que quebraria as fronteiras do interior nordestino com o litoral e ligaria a região a Espanha. Trinta anos decorridos, o percurso ainda não está concluído, falta a ligação ao país vizinho.
António Guterres
Em visita à região nos anos noventa profere a conhecida frase que promete colocar Bragança no mapa de Portugal. Anunciou uma verba, na altura ainda em escudos, de 30 milhões de contos [150 milhões de euros] para investimentos em estradas, IC5, IP4, IP2…
Durão Barroso
Chegou ao poder e, em Março de 2002, prometeu prolongar a auto-estrada entre Amarante e Vila Real.
Santana Lopes
Foi mais longe que o seu antecessor: Em Setembro de 2004, prometeu prolongar a auto-estrada até Bragança. A medida foi enquadrada na decisão política de ligar directamente todas as capitais de distrito do país à rede de auto-estradas. Os poucos meses que Santana esteve no poder chegaram ainda para anunciar a conclusão até 2009 de todas as vias estruturantes de TMAD (veja aqui no blogue). A promessa foi feita em Novembro de 2004, também em Bragança, num Conselho de Ministros descentralizado.
Agora...
José Sócrates
Prometeu antecipar para 2012 a conclusão de todas as vias previstas no Plano Rodoviário Nacional 2000 para a região, e para 2011 o prolongamento da A4, entre Amarante e Bragança. Os nordestinos serão dos primeiros a ver concluída a sua rede prevista no PRN.
Ainda dará para acreditar em promessas?
Eis alguns dos que muito prometeram e não cumpriram:
Mário Soares
Nos dois primeiros governos constitucionais, prometia a construção do IP4, a estrada que quebraria as fronteiras do interior nordestino com o litoral e ligaria a região a Espanha. Trinta anos decorridos, o percurso ainda não está concluído, falta a ligação ao país vizinho.
António Guterres
Em visita à região nos anos noventa profere a conhecida frase que promete colocar Bragança no mapa de Portugal. Anunciou uma verba, na altura ainda em escudos, de 30 milhões de contos [150 milhões de euros] para investimentos em estradas, IC5, IP4, IP2…
Durão Barroso
Chegou ao poder e, em Março de 2002, prometeu prolongar a auto-estrada entre Amarante e Vila Real.
Santana Lopes
Foi mais longe que o seu antecessor: Em Setembro de 2004, prometeu prolongar a auto-estrada até Bragança. A medida foi enquadrada na decisão política de ligar directamente todas as capitais de distrito do país à rede de auto-estradas. Os poucos meses que Santana esteve no poder chegaram ainda para anunciar a conclusão até 2009 de todas as vias estruturantes de TMAD (veja aqui no blogue). A promessa foi feita em Novembro de 2004, também em Bragança, num Conselho de Ministros descentralizado.
Agora...
José Sócrates
Prometeu antecipar para 2012 a conclusão de todas as vias previstas no Plano Rodoviário Nacional 2000 para a região, e para 2011 o prolongamento da A4, entre Amarante e Bragança. Os nordestinos serão dos primeiros a ver concluída a sua rede prevista no PRN.
Ainda dará para acreditar em promessas?
Bons exemplos
A zona do Alto do Pópulo, no concelho de Alijó, pode acolher o primeiro parque industrial intermunicipal da região de Trás-os-Montes e Alto Douro. A iniciativa parte dos municípios de Murça, Alijó e Sabrosa. A ideia é aproveitar a criação próxima daquele local de um nó da futura A4 e do IC5 , o que irá conferir uma situação privilegiada à grande área industrial a criar. Segundo o Presidente da Câmara Municipal de Murça, João Teixeira, "este factor pode ser um atractivo para a instalação de pequenas e médias empresas na zona determinada".
no JN
"Há fome no Douro",
"Já há trabalhadores com salários em atraso nas quintas do Douro e já há fome na região". A denúncia foi feita, ontem, pelo deputado do PCP, Agostinho Lopes, num colóquio realizado na Régua, alusivo aos 250 anos da Região Demarcada do Douro. Um dos presentes neste encontro, João Monteiro, adiantou que nos concelhos de Sabrosa, Régua, "há quintas com três meses de salários em atraso" e que " já houve dias em que os trabalhadores não sairam da quintas, enquantos os patrões naõ pagassem".
No JN
Encontro Cultural sobre os monumentos dolménicos e sua preservação
Nem de propósito...O bichinho está lançado: No dia 24 de Abril durante um jantar de fundadores da LIGA dos Amigos da Anta - falou-se de muitas coisas referentes ao nosso Concelho: da importância das caminhadas culturais, que para além de se ficar a conhecer os lugares faz bem à saude, de roteiros, das pedreiras, da paisagem rural e natural, etc.
Ficou decidido pelos presentes a organização de um novo encontro e com o objectivo de se decidir pela mudança ou não do nome e para a revitalização dos dirigentes, e reinício das actividades com a promoção do 1.º Encontro Cultural Aberto sobre Defesa do Património, no qual quem quiser pode participar, tendo apenas de se inscrever para o almoço em local a designar. Por isso, quem quiser participar no encontro sobre o tema em título, agende já a actividade sobre a qual será dito algo mais.
Programa provisório - 2 de Julho de 2006(Domingo)
10.30 - Concentração no largo da Portela-Zedes
11.45 - Partida.Ida a pé até à Anta ( Casa da Moura)
11.00 - Palavras sobre a necessidade da preservação do monumento.
11.15 - Regresso-visita ao Pombal da familia Arão-traseiras do café do sr.César.
12. Conferência sobre o tema (sala da Junta)
13. Almoço-convivio em local ainda a designar
Espera-se q a iniciativa tenha o apoio da autarquia de Carrazeda e Zedes e ainda da Associação e Paróquia e população em geral.
No sábado anterior(1.7.06) realiza-se uma reunião alargada para alteração eventual do nome e revigoramento dos órgãos sociais.
Até lá
jms
06 maio 2006
Con_trastes...
Público«A campanha Presidencial de Mário Soares deu um prejuízo de 36,8 por cento ao PS, face ao valor orçamentado. O partido contribuiu com cerca de dois milhões de euros, mais 522 mil euros do que o previsto.»
05 maio 2006
Deletério, _ meu bicho poético!
A exaltação do mínimo
e o magnífico relâmpago
do acontecimento mestre
restituem-me a forma
o meu resplendor.
(...)
A magnólia,
o som que se desenvolve nela
quando pronunciada,
é um exaltado aroma
perdido na tempestade,
um mínimo ente magnífico
desfolhando relâmpagos
sobre mim.
Luiza Neto Jorge, in poesia, 1960-69
Sobre um dos pré-lançamentos de meu livro As letras como poesia, muito tenho de agradecer a todos _ _ que compareceram ao Auditório do Centro de Apoio Rural, dia 29 de Abril, para uma breve exposição video e aúdio... de cerca de duas horas, em terapia musical. Aliás,
o lançamento será apenas no dia 13 de Maio, no 'Maus Hábitos', à rua Passos Manuel do Porto, pelas 23 horas, com a presença do escritor Valter Hugo Mãe, editor da Objecto Cardíaco, e Ana Deus, voz dos Três Tristes Tigres.
Só para dizer ainda que este livro tem alcançado os seus objectivos. O primeiro — de que poucos cúmplices textuais têm começado pelo princípio, mas como bons leitores de jornal, pelo fim, ao Posfácio, que contém várias linhas de leitura. Como
no blog — sob o bom princípio da última voz ser notícia, por mais fresca _ sardinha. Objectivo conseguido.
Depois, porque cada um constrói este livro como deseja. Adolfo Luxúria Canibal, por exemplo, começou pelo Posfácio, depois pelos bens da Mão Morta, pelo Oporto wine show de Reininho e pela Morte do Amor e o Amor da Morte dos Ornatos Violeta. Rui Reininho ficou ‹‹cliente,
pelo peso da obra››, interessando-se depois de GNR, pela Fossanova dos Belle Chase Hotel. &tc.
É evidente que todos aqueles habituados a leituras na diagonal dos periódicos, estranham... O livro obriga-os a recuperar as linhas de um sorriso vertical. Como José Bragança de Miranda viu sobre o freudismo: ‹‹em confronto com a alucinação quotidiana, esse misto de electricidade, dinheiro e substâncias aditivas››, faltava um algoritmo capaz de apreender as ligações fascinantes, os desvios erráticos, as ilusões vitais, que uma análise racional jamais se daria conta. Daí que eu adore essa obra aberta — ao desejo de cada um, partir por caminhos seus, nunca dantes navegados, mesmo em lapsus linguae, esses actos falhados — reflexo do nosso inconsciente, (n)uma interferência entre intenções opostas que entram em conflito. (Cf. o processo de construção na lírica de Rui Reininho).
Concedo, no entanto, como no poema A magnólia, que o meu trabalho vai da exaltação do (máximo: esse relâmpago no) mínimo... E que, de tanto compactado, alguns se vejam gregos no pedestal. De todo o modo, há sempre uma tradução para latim. E como dizia uma amiga minha, construa o seu caminho dos vários propostos. Como num disco mais interessante que não entra à primeira, pois nos obriga a conhecer. Objectivo conseguido, digo eu.
— Que hei-de fazer? É o meu bicho poético. Deleté_
rio, por demoníaco, destrói, revelando _ meu pior inimigo: eu-próprio. E a ideia da suprema originalidade, na ‹‹caixa negra›› da psique.
— Que hei-de fazer? Se cada vez me sinto mais natural, mais conforme naquilo que vou sendo? Com mais atavios semânticos e formais, _ _ sinto despir da minha insegurança...
Mas também não tenho por fim conceber instalações de uns pós modernos... De um génio incompreendido, senão pelo crítico que o cauciona.
Pois, como Mário Cláudio, em entrevista ao JL, não tenho afinidades à forma pela forma, nem hei medo ‹‹de afirmar que um tijolo no meio da sala de exposições, poderá sempre ser uma exposição, mas será sempre uma exposição de merda, e que os familiares desse tipo de Inquisição, arautos do óbvio academismo em que a vanguarda caiu, ao condenar-nos por reagir assim, são tão de merda como a exposição que propõem.››
Um abraço,
vitorino almeida ventura
e o magnífico relâmpago
do acontecimento mestre
restituem-me a forma
o meu resplendor.
(...)
A magnólia,
o som que se desenvolve nela
quando pronunciada,
é um exaltado aroma
perdido na tempestade,
um mínimo ente magnífico
desfolhando relâmpagos
sobre mim.
Luiza Neto Jorge, in poesia, 1960-69
Sobre um dos pré-lançamentos de meu livro As letras como poesia, muito tenho de agradecer a todos _ _ que compareceram ao Auditório do Centro de Apoio Rural, dia 29 de Abril, para uma breve exposição video e aúdio... de cerca de duas horas, em terapia musical. Aliás,
o lançamento será apenas no dia 13 de Maio, no 'Maus Hábitos', à rua Passos Manuel do Porto, pelas 23 horas, com a presença do escritor Valter Hugo Mãe, editor da Objecto Cardíaco, e Ana Deus, voz dos Três Tristes Tigres.
Só para dizer ainda que este livro tem alcançado os seus objectivos. O primeiro — de que poucos cúmplices textuais têm começado pelo princípio, mas como bons leitores de jornal, pelo fim, ao Posfácio, que contém várias linhas de leitura. Como
no blog — sob o bom princípio da última voz ser notícia, por mais fresca _ sardinha. Objectivo conseguido.
Depois, porque cada um constrói este livro como deseja. Adolfo Luxúria Canibal, por exemplo, começou pelo Posfácio, depois pelos bens da Mão Morta, pelo Oporto wine show de Reininho e pela Morte do Amor e o Amor da Morte dos Ornatos Violeta. Rui Reininho ficou ‹‹cliente,
pelo peso da obra››, interessando-se depois de GNR, pela Fossanova dos Belle Chase Hotel. &tc.
É evidente que todos aqueles habituados a leituras na diagonal dos periódicos, estranham... O livro obriga-os a recuperar as linhas de um sorriso vertical. Como José Bragança de Miranda viu sobre o freudismo: ‹‹em confronto com a alucinação quotidiana, esse misto de electricidade, dinheiro e substâncias aditivas››, faltava um algoritmo capaz de apreender as ligações fascinantes, os desvios erráticos, as ilusões vitais, que uma análise racional jamais se daria conta. Daí que eu adore essa obra aberta — ao desejo de cada um, partir por caminhos seus, nunca dantes navegados, mesmo em lapsus linguae, esses actos falhados — reflexo do nosso inconsciente, (n)uma interferência entre intenções opostas que entram em conflito. (Cf. o processo de construção na lírica de Rui Reininho).
Concedo, no entanto, como no poema A magnólia, que o meu trabalho vai da exaltação do (máximo: esse relâmpago no) mínimo... E que, de tanto compactado, alguns se vejam gregos no pedestal. De todo o modo, há sempre uma tradução para latim. E como dizia uma amiga minha, construa o seu caminho dos vários propostos. Como num disco mais interessante que não entra à primeira, pois nos obriga a conhecer. Objectivo conseguido, digo eu.
— Que hei-de fazer? É o meu bicho poético. Deleté_
rio, por demoníaco, destrói, revelando _ meu pior inimigo: eu-próprio. E a ideia da suprema originalidade, na ‹‹caixa negra›› da psique.
— Que hei-de fazer? Se cada vez me sinto mais natural, mais conforme naquilo que vou sendo? Com mais atavios semânticos e formais, _ _ sinto despir da minha insegurança...
Mas também não tenho por fim conceber instalações de uns pós modernos... De um génio incompreendido, senão pelo crítico que o cauciona.
Pois, como Mário Cláudio, em entrevista ao JL, não tenho afinidades à forma pela forma, nem hei medo ‹‹de afirmar que um tijolo no meio da sala de exposições, poderá sempre ser uma exposição, mas será sempre uma exposição de merda, e que os familiares desse tipo de Inquisição, arautos do óbvio academismo em que a vanguarda caiu, ao condenar-nos por reagir assim, são tão de merda como a exposição que propõem.››
Um abraço,
vitorino almeida ventura
O noticiado e a realidade
"Por regra, o professor deve avisar previamente que vai faltar e entregar ao conselho executivo o plano da aula que não vai dar."
do Público 5/04/2006 (referente às intenções do Min. da Ed. de disciplinar as faltas dos docentes)
Por norma não nos referimos neste espaço a assuntos de ordem profissional. Sem quaisquer outros comentários que poderiam ser feitos, referem-se factos: a legislação actual já prevê, para os casos relatados nos media e aludidos pela Sr.ª Ministra, a comunicação antecipada das faltas dos professores e, para que conste, no regimento da escola onde trabalho, está referida a obrigatoriedade do professor que falta apresentar um plano de aula.
do Público 5/04/2006 (referente às intenções do Min. da Ed. de disciplinar as faltas dos docentes)
Por norma não nos referimos neste espaço a assuntos de ordem profissional. Sem quaisquer outros comentários que poderiam ser feitos, referem-se factos: a legislação actual já prevê, para os casos relatados nos media e aludidos pela Sr.ª Ministra, a comunicação antecipada das faltas dos professores e, para que conste, no regimento da escola onde trabalho, está referida a obrigatoriedade do professor que falta apresentar um plano de aula.
Autarca garante qualidade na água
«O presidente da Câmara de Carrazeda de Ansiães, Eugénio de Castro, rejeita as afirmações do primeiro-ministro, José Sócrates, que pressupõe que os municípios que não aderiram ao sistema multimunicipal Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro servem água de menor qualidade.
Durante o lançamento, no passado fim-de-semana, das obras das barragens de Sambade (Alfândega da Fé) e da Ferradosa (Freixo de Espada à Cinta), José Sócrates referiu que, dentro de dois anos, a região estará ao nível das melhores do mundo, com 95% de cobertura em termos de água com quantidade e qualidade e indicadores de 85% ao nível de saneamento básico e tratamento de águas residuais.
Para estes resultados contribuirá a parceria entre autarquias e o Governo que, segundo José Sócrates, já "resultou". Uma experiência que, na sua opinião, mostra que todos os ficaram de foram do sistema "fizeram mal e tomaram a decisão errada", até porque"têm hoje indicadores muito preocupantes, com 36% no abastecimento público de água e 38% no tratamento de esgotos".
Ora, o presidente da Câmara contrapõe que o seu município está fora das médias avançadas pelo primeiro-ministro "Temos taxas de 90% no abastecimento de água e no saneamento, para não dizer já 100% de água e 95% de saneamento". Sobre a não-adesão ao sistema multimunicipal, Eugénio de Castro argumenta que, quando surgiu, já Carrazeda tinha concessionada a exploração de águas e de saneamento a uma empresa privada. Por outro lado, a Autarquia já tinha feito o investimento na estrutura de distribuição de água em alta.Na altura, faltava instalar 60% de saneamento e abastecer de água com qualidade 40% do concelho. "Hoje falta apenas limar algumas arestas na rapidez da reposição de pavimentos, mas a qualidade da água é tão boa como a da a empresa intermunicipal, garantiu. »
Eduardo Pinto, Jornal de Notícias
Estrada sem subsídio do Governo
«A Câmara de Carrazeda de Ansiães vai ter de arranjar verba para concluir a estrada municipal que liga a sede de concelho à localidade de Pinhal do Norte. É que o Governo retirou o apoio concedido para a conclusão da estrada iniciada pela autarquia.
A Câmara celebrou, em Fevereiro do ano passado, um acordo com o Governo de Santana Lopes, que previa apoiar metade dos 1,7 milhões de euros em que importa a conclusão da obra. Acontece que os trabalhos deveriam estar concluídos até ao final do ano passado. Como não o estavam a comparticipação foi retirada.
"Retiraram-nos o apoio mas vamos à mesma concluir a estrada e sem necessidade de contrair qualquer empréstimo", assegura Eugénio de Castro, presidente do município. E justifica o atraso com o tempo limitado dado para a conclusão da obra "Até ao final do ano passado - prazo limite do protocolo - quase "nem teria havido tempo para fazer o concurso". "Foi um contratempo mas a estrada far-se-á na mesma", garantiu o edil.
Esta via com cerca de oito quilómetros é de vital importância para aproximar várias localidades da sede de concelho, bem como para garantir um acesso mais rápido ao IP4.»
Eduardo Pinto, Jornal de Notícias
04 maio 2006
Mentiras Piedosas de Maio
-Foi visto a circular numa rua do Porto um ex-Vereador da Nossa Câmara Municipal que deixou saudades por onde passou. Diz quem o viu, que mostrava estar de boa saúde e em plena vida activa. Deixou um “tchau” para todos.
- Inquérito recente confirma que existe total e cega confiança nos serviços de urgência do Centro de Saúde, por parte dos utentes idosos que por ali aparecem com sintomas de pneumonia.
- Sempre presente nos grandes eventos, o Nosso Presidente esteve também a acompanhar a visita do 1º Ministro na recente visita á região, apesar de não haver nada para inaugurar, nem promessas para se fazer por aqui. Diz quem viu que mal o Nosso Presidente teve oportunidade, discursou e então repetiu aquela celebre do “podem partir--nos a espinha mas nunca nos vergarão”.
- Indirectamente contudo José Sócrates veio resolver alguns problemas do nosso concelho. Efectivamente, ao prometer duas barragens para Vila Flor, caso a promessa se cumpra, passará a haver água para dar e vender. E assim espera-se que se cumpra a reciprocidade. Quando depois nós precisarmos de água, será a vez de Vila Flor, no-la oferecer então.
- Passou a ser permitido nas “horas mortas” os funcionários fazerem “ tricot”, “croché”, ponto de cruz, rendas e bordados. E assim as pessoas não param de produzir qualquer coisa. Em contrapartida passam a descontar nas férias o tempo que gastam a consultar este Blog. Ler só é permitido no WC.
- Organismo Público credenciado confirmou que os Santos da Terra são mais milagrosos que os outros.
Assim há já crentes que se deslocam aqui para cumprir as promessas ditadas por esse Organismo.
- O núcleo concelhio do Partido Socialista, decidiu endereçar uma mensagem de contentamento na “tomada de posse” do Dr. Santana Lopes (aquele que foi 1º Ministro) como Conselheiro Jurídico da Empresa Pública EDP. Sabe-se também que o Presidente da Empresa, António Mexia (aquele que foi Ministro de Santana Lopes) se congratulou com tão prestimosa aquisição, ainda que tratando-se de um reformado.
- Foi multado pela GNR um pirómano que circulava na rua da Vila e, não parou ao sinal STOP. Este terá sido o primeiro pirómano apanhado pela GNR, que prometeu continuar a estar atenta ao não cumprimento dos sinais e assim, garantir que vai apanhar todos os pirómanos do concelho. Pelos vistos, este Verão não haverá o espectáculo dos incêndios no nosso concelho.
- Eram poucos mas bons os que estiveram na apresentação do mais recente livro publicado por V.V. O livro faz comentários e apreciações críticas da escrita de autores de canções, considerados de referência.
Ressalta a promessa deixada pelos presentes nessa palestra, de passarem a participar nos programas de “ Discos Pedidos” da R.A. em que irão pedir a passagem de canções destes autores.
Hélder Carvalho
Pensar dos leitores
A propósito do novo inquérito sobre o estacionamento, ou não, na Rua Luís Vaz de Camões acho que lhe falta mais uma alternativa; - Trânsito num só sentido com estacionamento pago das 08:00 às 20:00.
Todos sabemos que a rua em causa é toda ela comercial. Significa que ao proibir o estacionamento o comércio será seriamente afectado.
Também não é menos verdade que muitos dos veículos que ocupam toda a rua são dos próprios comerciantes que por vezes até ali estacionam mais que um carro.
Acho que 4 ou 5 máquinas distribuídas na rua resolveriam o problema de vez.
Por um lado os comerciantes não suportariam, concerteza, o custo diário do estacionamento deixando mais lugares vagos, e por outro evitar-se-ia o conflito com as autoridades, ou seja: Quem não tem o ticket do pagamento paga a multa.
Esta medida obrigaria também a GNR a patrulhas a pé, e não de carro como agora fazem em que apenas anotam as matriculas e aí vai carta registada com a/r para casa!
O Municipio sempre ganhava mais uns trocos para reduzir o défice.
Dúvidas ?
A pagar só ali estacionava quem queria.
Um tema em que mais uma vez o blog pode dar um bom contributo para uma solução. Assim, quem de direito o leia.
--
Posted by Adamastor to pensar ansiães at 5/04/2006 12:26:49 PM
Todos sabemos que a rua em causa é toda ela comercial. Significa que ao proibir o estacionamento o comércio será seriamente afectado.
Também não é menos verdade que muitos dos veículos que ocupam toda a rua são dos próprios comerciantes que por vezes até ali estacionam mais que um carro.
Acho que 4 ou 5 máquinas distribuídas na rua resolveriam o problema de vez.
Por um lado os comerciantes não suportariam, concerteza, o custo diário do estacionamento deixando mais lugares vagos, e por outro evitar-se-ia o conflito com as autoridades, ou seja: Quem não tem o ticket do pagamento paga a multa.
Esta medida obrigaria também a GNR a patrulhas a pé, e não de carro como agora fazem em que apenas anotam as matriculas e aí vai carta registada com a/r para casa!
O Municipio sempre ganhava mais uns trocos para reduzir o défice.
Dúvidas ?
A pagar só ali estacionava quem queria.
Um tema em que mais uma vez o blog pode dar um bom contributo para uma solução. Assim, quem de direito o leia.
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Posted by Adamastor to pensar ansiães at 5/04/2006 12:26:49 PM
03 maio 2006
APLAUSOS
Em tempo de contestação (justa ou injusta?) a práticas de intolerância, excesso de zelo e quiçá alguma prepotência na actuação da GNR, é de bom tom valorizarmos a actuação desta força de segurança num comportamento observado. Há dias, quando tomávamos café num estabelecimento comercial da vila, deparámos com um elemento dessa autoridade em missão atribuída pelo seu comandante de alertar os comerciantes e frequentadores presentes ou habituais de que a GNR local iria actuar perante as infracções de estacionamento proibido na Rua Luís Vaz de Camões.
Louva-se a atitude pedagógica que se antecipou à aplicação de coimas, facto que é muito raro nos temos que correm! Cremos que comportamentos destes deveriam ser prática comum e normal das forças de segurança.
Louva-se a atitude pedagógica que se antecipou à aplicação de coimas, facto que é muito raro nos temos que correm! Cremos que comportamentos destes deveriam ser prática comum e normal das forças de segurança.
02 maio 2006
Fim de inquérito
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